Embora seja bastante territorial durante a Primavera, no Inverno apresenta um comportamento gregário, podendo ser observados bandos de grande dimensão nos campos agrícolas do nosso território, por vezes em associação com outras espécies de granívoros.
Identificação Os machos são facilmente reconhecíveis pela característica testa e peito vermelhos, que contrastam com a cabeça acinzentada. Tanto nos machos como nas fêmeas e jovens, o dorso é acastanhado e o bico é escuro e triangular. Possuem um padrão claro-escuro nas primárias, visível quando poisados.
Onde observar
Espécie associada a matos de zonas rochosas, campos abertos entrecortados com sebes, e montados esparsos, assim como matos e pastagens de altitude e costeiros.
Entre Douro e Minho – espécie comum na serra da Peneda e na serra de Arga, assim como no litoral de Esposende.
Abundância e calendário Espécie abundante, e bem distribuída de norte a sul do território, apenas com algumas áreas onde está ausente, como é o caso de algumas zonas do litoral centro e do Baixo Alentejo. Sendo uma espécie residente, está presente durante todo o ano, existindo um reforço da população com a chegada de alguns efectivos invernantes.