<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>admin8256 &#8211; Aves de Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.avesdeportugal.info/author/admin8256/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.avesdeportugal.info</link>
	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 20 Apr 2024 15:49:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/teste-paulo/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/teste-paulo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 18:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Abelharuco Merops apiaster]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=17230</guid>

					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – de distribuição localizada, pode ser encontrado em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e também na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>. Mais para sul, ocorre igualmente na zona de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é sobretudo nesta região que o abelharuco é mais fácil de encontrar, em especial na metade interior da região. Refiram-se, por exemplo, as zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcaia">barragem do </a><a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>; um pouco a norte, na região de Portalegre, o abelharuco pode ser encontrado na zona da <a href="sitpovoa">b</a><a href="sitpovoa">arragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a> e também em <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Mais para o  litoral, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e junto à <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/teste-paulo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/teste-sandra/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/teste-sandra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 18:54:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Abelharuco Merops apiaster]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=17231</guid>

					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – de distribuição localizada, pode ser encontrado em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e também na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>. Mais para sul, ocorre igualmente na zona de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é sobretudo nesta região que o abelharuco é mais fácil de encontrar, em especial na metade interior da região. Refiram-se, por exemplo, as zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcaia">barragem do </a><a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>; um pouco a norte, na região de Portalegre, o abelharuco pode ser encontrado na zona da <a href="sitpovoa">b</a><a href="sitpovoa">arragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a> e também em <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Mais para o  litoral, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e junto à <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/teste-sandra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/teste-joao/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/teste-joao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 18:58:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Abelharuco Merops apiaster]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=17235</guid>

					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – de distribuição localizada, pode ser encontrado em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e também na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>. Mais para sul, ocorre igualmente na zona de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é sobretudo nesta região que o abelharuco é mais fácil de encontrar, em especial na metade interior da região. Refiram-se, por exemplo, as zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcaia">barragem do </a><a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>; um pouco a norte, na região de Portalegre, o abelharuco pode ser encontrado na zona da <a href="sitpovoa">b</a><a href="sitpovoa">arragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a> e também em <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Mais para o  litoral, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e junto à <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/teste-joao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/teste-goncalo-1/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/teste-goncalo-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 13:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Abelharuco Merops apiaster]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=17336</guid>

					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – de distribuição localizada, pode ser encontrado em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e também na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>. Mais para sul, ocorre igualmente na zona de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é sobretudo nesta região que o abelharuco é mais fácil de encontrar, em especial na metade interior da região. Refiram-se, por exemplo, as zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcaia">barragem do </a><a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>; um pouco a norte, na região de Portalegre, o abelharuco pode ser encontrado na zona da <a href="sitpovoa">b</a><a href="sitpovoa">arragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a> e também em <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Mais para o  litoral, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e junto à <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 100%;" src="https://www.ivoox.com/player_ej_107571168_6_1.html?c1=313733" height="200" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/teste-goncalo-1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Abelharuco-TESTE (Merops apiaster)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/merapi-teste-taxon/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/merapi-teste-taxon/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 20:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Abelharuco Merops apiaster]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=17885</guid>

					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p>Ordem: Coraciiformes<br />
Família:  Meropidae<br />
Género: <em>Merops</em><br />
Espécie: <em>Merops apiaster</em> Linnaeus, 1758</p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – de distribuição localizada, pode ser encontrado em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e também na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>. Mais para sul, ocorre igualmente na zona de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é sobretudo nesta região que o abelharuco é mais fácil de encontrar, em especial na metade interior da região. Refiram-se, por exemplo, as zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcaia">barragem do </a><a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>; um pouco a norte, na região de Portalegre, o abelharuco pode ser encontrado na zona da <a href="sitpovoa">b</a><a href="sitpovoa">arragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a> e também em <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Mais para o  litoral, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e junto à <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Sabia que no Algarve existe uma praia com o nome desta espécie? E que a espécie conheceu, nas últimas décadas, uma enorme expansão no continente europeu? Estas e outras curiosidades acerca do abelharuco é o que poderá ver na gravação do webinário dedicado a esta espécie, clicando na seta abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O colorido abelharuco, uma ave amada e odiada" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/s44C9cy9LGo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/merapi-teste-taxon/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Águia-de-bonelli (Aquila fasciata)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/aqufas/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/aqufas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jun 2023 13:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aquila fasciata]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=17752</guid>

					<description><![CDATA[Apesar da sua grande dimensão, a águia-de-bonelli é uma espécie difícil de observar, mercê dos seus hábitos discretos e da inacessibilidade de muitos dos locais onde ocorre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Apesar da sua grande dimensão, a águia-de-bonelli é uma espécie difícil de observar, mercê dos seus hábitos discretos e da inacessibilidade de muitos dos locais onde ocorre.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22773" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/173386521/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Aquila</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Aquila fasciata</em> Vieillot, 1822<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A águia-de-bonelli é uma ave de rapina de grande dimensão, que se identifica sobretudo pelo ventre branco, contrastando com as asas mais escuras. Os adultos possuem uma mancha branca no dorso, enquanto que os juvenis têm as coberturas infra-alares de tom alaranjado.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Esta águia está presente em Portugal durante todo o ano. De uma forma geral é uma espécie rara e localizada, que se distribui de forma muito descontínua de norte a sul do país. Ocorre essencialmente em dois tipos de habitat: vales alcantilados com fragas (principalmente no norte) e zonas acidentadas bem florestadas (no Alentejo e no Algarve). No primeiro caso, constrói o ninho em escarpa, no segundo caso nidifica em árvores de grande porte.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21788" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Aqu-fas.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Aqu-fas.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Aqu-fas-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Aqu-fas-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Apesar de ser muito fiel aos seus locais de ocorrência, a águia-de-bonelli pode ser surpreendentemente difícil de encontrar.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – pode ser vista ao longo dos vales do Douro e do Sabor, onde está presente uma das populações do nosso território; um dos locais privilegiados de observação é <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>. Aparece também na zona da Régua, junto ao rio Douro.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – os melhores locais de observação são o <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a> e as <a href="sitportasrodao">Portas de Rodão</a>, bem como os vales dos rios Côa e Águeda, sendo uma espécie bastante escassa no resto da região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> &#8211; alguns locais onde esta águia ocorre incluem as serras da <a href="sitarrabida">Arrábida</a>, de <a href="sitmontejunto">Montejunto</a> e de <a href="sitsintra">Sintra</a>, embora em densidades extremamente baixas; por vezes pode ser observada no <a href="sitestutejo">estuário do </a><a href="sitestutejo">Tejo</a>, tratando-se sobretudo de observações fora da época de reprodução.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – nos extremos nordeste e sueste desta região residem as melhores probabilidades de observação, mais concretamente na <a href="sitsaomamede">serra de São Mamede</a> e na região de <a href="sitmertola">Mértola</a>; a espécie também pode ser observada nas serras litorais de Grândola e Cercal, bem como na região de Luzianes/Odemira; na região de <a href="sitsaocristovao">São Cristóvão</a>/Cabrela também está presente, embora as probabilidades de observação sejam baixas devido à escassez da espécie nessa zona.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – embora bem distribuída pelo interior algarvio, como espécie rara que é ocorre geralmente em densidades baixas; contudo, pode ser vista nas serras do <a href="sitcaldeirao">Caldeirão</a> e do <a href="sitespinhacocao">Espinhaço de Cão</a> e, por vezes, junto ao <a href="sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a>; a<a href="sitmonchique"> serra de Monchique</a> é outro local onde pode ser vista com alguma regularidade.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Esta águia é pouco comum, mas tem sido bastante estudada no nosso país. Veja aqui o webinário que realizámos acerca desta espécie em Outubro de 2021.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="A discreta águia-de-bonelli" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/zCupiLyCqbU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Hieraaetus-fasciatus" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-de-bonelli no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Hieraaetus-fasciatus-Aguia-de-Bonelli.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-de-bonelli no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://cm-sintra.pt/atualidade/ambiente/sintra-da-mais-um-passo-na-protecao-da-aguia-de-bonelli" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Sintra dá mais um passo na proteção da Águia-de-Bonelli</span></a></li>
<li><a href="https://spea.pt/webcams/em-direto-aguia-de-bonelli-em-mafra/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águias-de-bonelli &#8211; Webcams SPEA</span></a></li>
<li><a href="https://www.sulinformacao.pt/2020/12/aguia-de-bonelli-libertada-na-mata-da-conceicao-com-um-transmissor-gsm/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águia-de-Bonelli libertada na Mata da Conceição com um transmissor GSM</span></a></li>
<li><a href="https://www.sulinformacao.pt/2015/04/aguia-de-bonelli-abatida-a-tiro-na-serra-de-tavira/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águia-de-Bonelli abatida a tiro na serra de Tavira</span></a></li>
<li><a href="https://www.sulinformacao.pt/2018/08/fogo-de-monchique-afeta-ninhos-da-aguia-de-bonelli/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Fogo de Monchique afeta ninhos da Águia-de-bonelli</span></a></li>
<li><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/descubra-esta-forma-simples-de-ajudar-a-aguia-de-bonelli/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Descubra esta forma simples de ajudar a Águia-de-bonelli</span></a></li>
<li><a href="https://apaapt.wixsite.com/apaa/post/longa-vida-para-uma-%C3%A1guia-de-bonelli" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Longa vida para uma Águia-de-Bonelli</span></a></li>
<li><a href="https://www.radiocampanario.com/ultimas/regional/populacoes-de-aguias-estao-a-aumentar-no-alentejo" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Populações de águias estão a aumentar no Alentejo</span></a></li>
<li><a href="https://noticiasdosorraia.sapo.pt/festival-lxaquila-promove-aguias-na-companhia-das-lezirias/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Festival LxAquila promove águias na Companhia </span></a></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/aqufas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Calhandra-cornuda (Eremophila alpestris)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/erealp/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/erealp/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 18:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Eremophila alpestris]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Escrevedeira-aureolada Emberiza aureola]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=18267</guid>

					<description><![CDATA[O macho tem a cabeça preta e o peito amarelo com uma risca acastanhada. A fêmea e o juvenil são parecidos com a <a href="http://xpulxke.cluster030.hosting.ovh.net/embcit">escrevedeira-amarela</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq"></h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/347796811/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/alaudidae/" target="_blank" rel="noopener">Alaudidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Eremophila</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Eremophila alpestris</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 42</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Pequena cotovia com “chifres” – que na verdade são tufos de penas occipitais; estes tufos podem estar levantados ou recolhidos, mas geralmente estão erectos nos machos. Os machos são ligeiramente maiores e mais escuros que as fêmeas. Na plumagem básica, nuca, dorso, uropígio e superfícies dorsais das rectrizes e rémiges são castanhos com riscas castanho-escuras ou pretas. Peito e abdómen cor de canela pi branco. Cabeça notavelmente marcada com loros pretos, manchas nas faces, tufos de penas occipitais e manchas no peito, contrastando com o branco ou amarelo da lista supraciliar, das coberturas auriculares e do queixo. O bico é fino, variando de cinza escuro a preto. Patas pretas e íris castanha.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2021 foi homologada apenas uma observação em Portugal:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2021</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 13 e 14-Jun, praia de Mira, macho adulto da subespécie <em>E. a. flava</em>, S. Patinha e P. Ribeiro, Anuário 15</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22221" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-ere-alp.jpg" alt="" width="416" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-ere-alp.jpg 416w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-ere-alp-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-ere-alp-370x236.jpg 370w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/erealp/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Chasco-cinzento (Oenanthe oenanthe)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/oenoen/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/oenoen/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jun 2023 13:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Oenanthe oenanthe]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Chasco-cinzento Oenanthe oenanthe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=17744</guid>

					<description><![CDATA[O chasco-cinzento é um dos migradores de passagem mais conhecidos. Contudo, vale a pena procurar os machos nupciais nas zonas de reprodução, para poder observar as cores da sua plumagem de Verão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O chasco-cinzento é um dos migradores de passagem mais conhecidos. Contudo, vale a pena procurar os machos nupciais nas zonas de reprodução, para poder observar as cores da sua plumagem de Verão.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22743" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Oenanthe-oenanthe.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Oenanthe-oenanthe.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Oenanthe-oenanthe-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Oenanthe-oenanthe-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Oenanthe-oenanthe-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Oenanthe-oenanthe-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Oenanthe-oenanthe-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Oenanthe-oenanthe-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Oenanthe-oenanthe-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Oenanthe-oenanthe-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros chascos-cinzentos?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-oenoen" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/96422161/embed/640" width="690" height="460" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Muscicapidae/" target="_blank" rel="noopener">Muscicapidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Oenanthe</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Oenanthe oenanthe</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<p>Em Portugal nidifica a subespécie <em>O. o. libanotica</em> e ocorrem, de passagem, aves das subespécies <em>O. o. leucorhoa</em> e nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O macho adulto tem o dorso cinzento, a máscara preta e a cauda branca com um característico T preto. A fêmea adulta e o macho em plumagem de Outono são acastanhados, mas o característico T preto no final da cauda branca facilita a identificação.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do chasco-cinzento, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/33720/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Este chasco é um visitante estival às terras altas do norte e centro do território,mas nidifica quase unicamente acima da cota dos 800 metros. Os primeiros chascos chegam geralmente às zonas de reprodução no início de Abril e estão presentes até ao final do Verão. Nestas zonas de criação, o chasco-cinzento é geralmente uma espécie pouco abundante (excepto nas zonas mais altas da <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitserradaestrela">serra da Estrela</a>, onde é muito comum). Adicionalmente, este pequeno passeriforme ocorre como migrador de passagem em quase todo o país, ocorrendo então nas terras baixas junto à costa e também no interior sul, principalmente de meados de Agosto até princípios de Novembro. Como migrador de passagem a sua abundância é muito variável, mas pode ser numeroso em certos dias dos meses de Setembro e Outubro. É especialmente abundante em descampados.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20883" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Oen-Oen.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Oen-Oen.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Oen-Oen-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Oen-Oen-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p>Os machos em plumagem nupcial podem ser observados apenas nas zonas de reprodução.Quando em passagem migratória, este chasco aparece por todo o território.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Entre Douro e Minho</strong> &#8211; durante a passagem migratória outonal observa-se com regularidade no <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitestudouro">estuário do Douro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Trás-os-Monte</strong><strong>s</strong> – As serras do <a href="sitmarao">Marão</a>, do <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitalvao">Alvão</a>, do <a href="sitgeres">Gerês</a>, do <a href="sitlarouco">Larouco</a> e da <a href="sitcoroa">Coroa</a> e a zona de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> são alguns dos locais para ver esta espécie.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Litoral centro</strong> &#8211; ocorre regularmente durante a passagem migratória.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Beira interior</strong> &#8211; O melhor local é, sem dúvida, o planalto central da <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>, onde a espécie é muito comum. Outros locais onde a espécie nidifica e pode ser observada com regularidade incluem: o planalto de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e a região do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Lisboa e Vale do Tejo</strong> – Algumas das zonas onde é mais comum e fácil de observar são o <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (lezírias da<a href="sitpontadaerva"> Ponta da Erva</a>) e o <a href="sitcaboespichel">cabo Espichel</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Alentejo</strong> – Observa-se apenas durante a passagem migratória, sendo visto regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e ocasionalmente nas regiões do interior.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Algarve</strong> – Durante a passagem migratória outonal, o chasco-cinzento pode ser visto com facilidade na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a> e no <a href="sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Ao som do chasco-cinzento começamos mais uma conversa sobre aves. Os assuntos abordados incluem as várias subespécies, os locais de ocorrência em Portugal e no mundo, as rotas migratórias e as alterações taxonómicas desde que a espécie foi descrita por Lineu. No final falamos dos nomes comuns usados para este insectívoro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 75: o chasco-cinzento" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/filTFU7SvZ8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.sulinformacao.pt/2017/06/chasco-cinzento-e-destaque-no-cartaz-do-festival-de-observacao-de-aves-de-sagres/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Chasco-cinzento é destaque no cartaz do Festival de Observação de Aves de Sagres </span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/oenoen/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Chasco-de-barrete-branco (Oenanthe leucopyga)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/oenlcp/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/oenlcp/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 15:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Oenanthe leucopyga]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Chasco-de-barrete-branco Oenanthe leucopyga]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=17912</guid>

					<description><![CDATA[...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O chasco-de-barrete-branco é uma espécie característica de climas desérticos que não nidifica na Europa. As populações mais próximas situam-se em Marrocos, a sul da cordilheira do Atlas, e o seu aparecimento em Portugal é excepcional.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/549060841/embed/640" width="690" height="540" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Muscicapidae/" target="_blank" rel="noopener">Muscicapidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Oenanthe</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Oenanthe leucopyga</em> (Brehm CL, 1855)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Os adultos são pretos, tendo o capuz (coroa e nuca) branco e a base da cauda também branca. Durante o primeiro ano de vida, ambos os sexos são semelhantes a um <a href="https://www.avesdeportugal.info/oenleu">chasco-preto</a>, apresentando apenas branco na cauda e não na cabeça. As rectrizes centrais são pretas, contrastando com as rectrizes exteriores brancas(distinguindo-se assim do <a href="https://www.avesdeportugal.info/oenleu">chasco-preto</a>, cuja cauda apresenta um &#8216;T&#8217; preto invertido). Embora muitos adultos apresentem um capuz totalmente branco, alguns mantêm o capuz preto durante o primeiro ano de vida, ou apresentam quantidade variável de branco na coroa e nuca superior.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2005 foi homologada uma única observação em Portugal:</span></span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2001</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 25-Mar, Faro, </span><a href="sitriadealvor"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Ria de Alvor</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, Portimão, R Tipper, V Beale</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Anu</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ário</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 3</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11289" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-oen-lcp.jpg" alt="" width="417" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-oen-lcp.jpg 417w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-oen-lcp-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-oen-lcp-370x235.jpg 370w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/oenlcp/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Escrevedeira-de-faces-pretas (Emberiza spodocephala)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/embspo/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/embspo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 21:24:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Emberiza spodocephala]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Escrevedeira-de-faces-pretas Emberiza spodocephala]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=18278</guid>

					<description><![CDATA[O macho tem a cabeça preta e o peito amarelo com uma risca acastanhada. A fêmea e o juvenil são parecidos com a <a href="http://xpulxke.cluster030.hosting.ovh.net/embcit">escrevedeira-amarela</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq"></h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/463008471/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/emberizidae/" target="_blank" rel="noopener">Emberizidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Emberiza</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Emberiza spodocephala</em> Pallas, 1776<br />
<strong>Subespécies:</strong> 2</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O macho é bastante distintivo, com um capuz cinzento e a barriga amarela esbranquiçada, mas as outras plumagens são bastante discretas e incaracterísticas. No geral, esta é uma escrevedeira comparativamente pequena com um bico bastante fino, barra alar dupla, rectrizes exteriores brancas e o hábito bastante peculiar de sacudir regularmente a cauda. Os machos podem ser identificados com relativa facilidade: da cabeça ao peito são cinza-oliva com loros e queixo superior pretos contrastantes; o peito é bem demarcado das partes inferiores, o supercílio e a região malar geralmente não são marcados e a cor amarelada na barriga é frequentemente mais pálida devido ao desbotamento.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. <span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Até final de 2021 foi homologada apenas uma observação em Portugal:</span></span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2021, 10-Abr, Ludo, macho adulto, M. Tyden (Anuário 15)</span></b></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22220" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-emb-spo.jpg" alt="" width="416" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-emb-spo.jpg 416w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-emb-spo-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-emb-spo-370x236.jpg 370w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/embspo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
