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	<title>Categoria E &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 05 Oct 2025 22:54:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bico-de-chumbo-de-cabeça-preta (Lonchura atricapilla)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/lonatr/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/lonatr/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria E]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Lonchura atricapilla]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Bico-de-chumbo-de-cabeça-preta Lonchura atricapilla]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta ave exótica que se estabeleceu em Portugal em finais do século XX é relativamente fácil de identificar. Apesar de provavelmente ter constituído populações nidificantes em liberdade, nos últimos anos deixou de ser vista em liberdade, sendo provável que se tenha extinguido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Esta ave exótica que se estabeleceu em Portugal em finais do século XX é relativamente fácil de identificar. Apesar de provavelmente ter constituído populações nidificantes em liberdade, nos últimos anos deixou de ser vista em liberdade, sendo provável que se tenha extinguido.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a" class="cat_dir_a"><strong>Esta espécie pertence à <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/categorias/categoria-e/'>Categoria E</a></strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/553410081/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/estrildidae/" target="_blank" rel="noopener">Estrildidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Lonchura</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Lonchura atricapilla</em> (Vieillot, 1807)</p>
<p><strong>Subespécies:</strong> 7</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Ligeiramente maior que o <a href="estast">bico-de-</a><a href="estast">lacre</a> ou o <a href="amaama">bengali-vermelho</a>, o bico-de-chumbo-de-cabeça-preta identifica-se principalmente pela plumagem castanha, que contrasta com a cabeça-preta. O bico espesso, triangular, é prateado.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Apesar de aparentemente ter estabelecido populações selvagens em Portugal em finais do séc. XX, o bico-de-chumbo-de-cabeça-preta continua a ser uma espécie relativamente rara e com uma distribuição muito localizada, não sendo certo que ainda ocorra em liberdade. Os poucos registos conhecidos dizem respeito a aves isoladas ou a pequenos bandos, vistos geralmente nas imediações de zonas húmidas com ampla vegetação emergente.</p>
<p>Tal como as restantes espécies introduzidas, é residente e pode ser observado durante todo o ano. No entanto, em anos recentes deixou de haver observações em liberdade, suspeitando-se que as populações introduzidas se tenham extinguido.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Apesar de não haver registos recentes, as observações conhecidas foram efectuadas sobretudo em zonas húmidas costeiras.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>itoral centro</b> – a ocorrência desta espécie exótica encontra-se referenciada para a <a href="sitesmoriz">barrinha de Esmoriz</a> e a <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e vale do Tejo</b> &#8211; a espécie foi vista em diversas ocasiões nas zonas húmidas a sul do Tejo, nomeadamente no <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a> e na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de </a><a href="sitlagoaalbuf">Albufeira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – a zona do Zambujal, no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, é o local onde a espécie foi observada com mais regularidade; no entanto, nos últimos anos as observações têm vindo a escassear, não se sabendo se existe uma população sustentável; conhecem-se também observações na <a href="sitsantoandre">lagoa </a><a href="sitsantoandre">de Santo André</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – existem referências sobre a ocorrência deste bico-de-chumbo na zona do rio Arade.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Caturra (Nymphicus hollandicus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/nymhol/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/nymhol/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria E]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Nymphicus hollandicus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Psittaciformes]]></category>
		<category><![CDATA[Caturra Nymphicus hollandicus]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora não nidifique em Portugal, este psitacídeo é muito frequente em cativeiro. Esta página foi criada unicamente para servir de apoio à identificação desta espécie, uma vez que são relativamente frequentes as observações de aves em liberdade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/psittaciformes/'>Psittaciformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Embora não nidifique em Portugal, este psitacídeo é muito frequente em cativeiro.Esta página foi criada unicamente para servir de apoio à identificação desta espécie,uma vez que são relativamente frequentes as observações de aves em liberdade.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/233544771/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Psittaciformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/cacatuidae/" target="_blank" rel="noopener">Cacatuidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Nymphicus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Nymphicus hollandicus</em> (Kerr, 1792)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>De tamanho médio, a plumagem é variável. Na sua variante mais comum, o corpo é cinzento, sendo as asas cinzentas com grandes manchas brancas. A face é amarelada e tem uma mancha laranja bem visível um pouco abaixo do olho e ainda um penacho na cabeça. Existem contudo outras variantes, algumas das quais têm o corpo e as asas totalmente brancas, mas muitas dessas aves continuam a apresentar o padrão amarelo e laranja na face.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Não se conhece qualquer população auto-sustentável de caturras em Portugal, no entanto esta espécie é observada com alguma frequência em liberdade. A maioria das observações diz respeito a indivíduos isolados, certamente fugidos de cativeiro.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar"><span class="text"><b></b>Devido à inexistência de qualquer núcleo estável, não é possível indicar locais onde a ocorrência desta espécie seja regular. Os avistamentos conhecidos foram efectuados principalmente na metade ocidental do território continental, desde o Minho ao Algarve.</span></div>
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		<item>
		<title>Faisão-de-colar (Phasianus colchicus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/phacol/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/phacol/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria E]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Galliformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Phasianus colchicus]]></category>
		<category><![CDATA[Faisão-comum Phasianus colchicus]]></category>
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					<description><![CDATA[A presença do faisão em Portugal fica a dever-se essencialmente à realização de ‘largadas' realizadas com fins cinegéticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/galliformes/'>Galliformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A presença do faisão em Portugal fica a dever-se essencialmente à realização de &#8216;largadas&#8217; realizadas com fins cinegéticos.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/180463921/embed/640" width="690" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Galliformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/phasianidae/" target="_blank" rel="noopener">Phasianidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Phasianus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Phasianus colchicus</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies</strong>: 30</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O macho é fácil de identificar: cabeça verde, face vermelha, colar branco, dorso castanho dourado e uma longa cauda. A fêmea é totalmente castanha,identificando-se também pela cauda longa.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do faisão-de-colar, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/281834/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e calendário</h2>
<p>O faisão não é muito abundante e as observações existentes referem-se, na sua maioria, a indivíduos isolados, presumivelmente de aves que lograram escapar às actividades venatórias. Embora existam registos em todos os meses do ano, estes parecem ser mais frequentes nos meses de Primavera.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar"><span class="text"><b></b>Existem observações em diversas regiões do território, sendo o Ribatejo e o Alentejo Central aquelas onde a espécie tem sido vista com mais frequência. Também na zona da Foz do Arelho, junto à lagoa de Óbidos, existe desde há alguns anos uma pequena população.</span></div>
<h2>Saber Mais</h2>
<div>Introduzido na Europa há muitos séculos, essencialmente com fins venatórios, o faisão-de-colar é a mais antiga das nossas aves exóticas. Conta com populações estabelecidas em vários países europeus, embora em Portugal não haja, actualmente, populações consideradas auto-sustentáveis. Originário do China, o faisão expandiu-se naturalmente para outros países, tendo também sido introduzido em vários continentes. No nosso país a espécie continua a ser alvo de libertações, havendo regulamentos sobre a forma de criar e caçar esta ave galinácea.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 216: o faisão-de-colar" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/9Hs2jUraDTs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Ganso-de-cabeça-listada (Anser indicus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/ansind/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/ansind/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anser indicus]]></category>
		<category><![CDATA[Anseriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria E]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria D]]></category>
		<category><![CDATA[Ganso-de-cabeça-listada Anser indicus]]></category>
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					<description><![CDATA[Este ganso é nativo da Ásia central e não ocorre habitualmente em Portugal. Existe um registo homologado, mas a origem da ave é incerta, não podendo ser descartada a possibilidade de se tratar de uma fuga de cativeiro. Por esse motivo, a espécie encontra-se incluída na categoria D.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/anseriformes/'>Anseriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Este ganso é nativo da Ásia central e não ocorre habitualmente em Portugal. Existe um registo homologado, mas foi considerado como fuga, por esse motivo, a espécie encontra-se incluída na <a href="https://www.avesdeportugal.info/especies-cat-e">categoria E</a>.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a" class="cat_dir_a"><strong>Esta espécie pertence à <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/categorias/categoria-e/'>Categoria E</a></strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/63723881/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Anseriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/anatidae/" target="_blank" rel="noopener">Anatidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Anser</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Anser indicus</em> (Latham, 1790)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Grande, cinzento, com a cabeça branca. Patas amarelas e bico amarelo. Em voo vê-se uma barra alar posterior escura.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text"><b></b>As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2007 foi homologada uma observação em Portugal Continental:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2000</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">21-Fev, salinas de Tavira, 2, A. Gonçalves</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (Anuário 3)</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Grou-pequeno (Grus virgo)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/gruvir/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/gruvir/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria E]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Gruiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Grus virgo]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Grou-pequeno Grus virgo]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Pertencente à categoria E, da família Gruidae. Oriundo do centro da Eurásia desde o leste do Mar Negro até à Mongólia e nordeste da China. Existe apenas uma observação em 2004 homologada pelo CPR. O grou-pequeno está regionalmente extinto em Portugal. Estatuto de ameaça em Portugal: Regionalmente extinto Esta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/gruiformes/'>Gruiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Pertencente à categoria E, da família Gruidae. Oriundo do centro da Eurásia desde o leste do Mar Negro até à Mongólia e nordeste da China. Existe apenas uma observação em 2004 homologada pelo CPR. O grou-pequeno está regionalmente extinto em Portugal.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Regionalmente extinto</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_a" class="cat_dir_a"><strong>Esta espécie pertence à <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/categorias/categoria-e/'>Categoria E</a></strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/23184521/embed/640" width="690" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Gruiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/gruidae/" target="_blank" rel="noopener">Gruidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Grus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Grus virgo</em> (Linnaeus, 1758)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Um pouco mais pequeno que o <a href="https://www.avesdeportugal.info/grugru">grou-comum</a>, ao qual se assemelha.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text"><b></b>As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2007 foi homologada uma única observação em Portugal Continental:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><b>2</b><b>00</b><b>4</b>, 6-Nov até ao fim do ano, <a href="sitestucavado">estu</a><a href="sitestucavado">á</a><a href="sitestucavado">rio do Cávado</a>, J Jaques, F Campinho e outros (Anuário 4)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Inseparável-de-fischer (Agapornis fischeri)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/agafis/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/agafis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agapornis fischeri]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria E]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Psittaciformes]]></category>
		<category><![CDATA[Inseparável-de-fischer Agapornis fischeri]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta ave colorida, oriunda da região afrotropical, tem sido observada em certas zonas do Algarve e poderá estar a expandir-se na região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/psittaciformes/'>Psittaciformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Esta ave colorida, oriunda da região afrotropical, tem sido observada em certas zonas do Algarve e poderá estar a expandir-se na região.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a" class="cat_dir_a"><strong>Esta espécie pertence à <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/categorias/categoria-e/'>Categoria E</a></strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/176530921/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Psittaciformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/psittaculidae/" target="_blank" rel="noopener">Psittaculidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Agapornis</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Agapornis fischeri</em> Reichenow, 1887<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Trata-se de um pequeno psittaciforme com cerca de 14 cm de comprimento. O dorso, o ventre e as asas são verdes. O peito é amarelo dourado, tornando-se laranja mais escuro à medida que progride para cima. A parte superior da cabeça é verde azeitona e o bico é vermelho brilhante. A superfície superior da cauda tem algumas penas roxas ou azuis. Apresenta um anel ocular branco bastante visível.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Pouco abundante e com uma distribuição restrita ao sotavento algarvio, sendo contudo localmente frequente. Os seus movimentos não foram estudados, presumido-se que a espécie seja residente ou dispersiva.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar"><span class="text"><b></b>Até ao momento a ocorrência regular desta espécie é conhecida apenas no Algarve, mais concretamente no concelho de Lagoa, onde têm sido efectuados bastantes avistamentos em anos recentes e onde parece já existir uma pequena população reprodutora. As aves ocorrem quer na cidade (junto ao parque empresarial), quer noutros locais do concelho.</span></div>
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		<item>
		<title>Mainá-indiano (Acridotheres tristis)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/acrtri/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/acrtri/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acridotheres tristis]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria E]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Mainá-indiano Acridotheres tristis]]></category>
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					<description><![CDATA[Oriundo da Ásia, o mainá-indiano é uma espécie frequente em cativeiro e, por vezes, é observado em liberdade no nosso país, embora não se conheça, até ao momento, qualquer população autossustentável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Oriundo da Ásia, o mainá-indiano é uma espécie frequente em cativeiro e, por vezes, é observado em liberdade no nosso país, embora não se conheça, até ao momento, qualquer população auto-sustentável.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a" class="cat_dir_a"><strong>Esta espécie pertence à <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/categorias/categoria-e/'>Categoria E</a></strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/43333901/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/sturnidae/" target="_blank" rel="noopener">Sturnidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Acridotheres</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Acridotheres tristis</em> (Linnaeus, 1766)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 2</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Do mesmo tamanho do <a href="acrcri">mainá-de-crista</a>, distingue-se desta espécie pela plumagem do corpo predominantemente castanha e não preta. A cabeça é preta, destacando-se também uma zona amarela em redor do olho. Ao contrário do seu congénere, não tem qualquer tufo de penas sobre a base do bico.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Apenas é conhecida a sua ocorrência na região de Lisboa, contudo a espécie não é de modo algum comum, conhecendo-se apenas observações isoladas. Tal como acontece com outras espécies introduzidas, existem observações ao longo de todo o ciclo anual.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Até à data esta espécie tem sido observada quase unicamente na região de Lisboa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale</b><b> do Tejo</b> – na margem norte do Tejo, existem diversas observações ao longo da <a href="sitcostaestoril">costa do Estoril</a>, assim como na cidade de <a href="sitlisboa">Lisboa</a>, nomeadamente junto à praça do Comércio e ao Campo das Cebolas. Na margem sul conhecem-se registos de aves na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>, junto ao Moinho de Maré, o mesmo local que é habitualmente frequentado pelo <a href="acrcri">mainá-de-</a><a href="acrcri">crista</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Papagaio-do-senegal (Poicephalus senegalus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/poisen/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/poisen/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria E]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Poicephalus senegalus]]></category>
		<category><![CDATA[Psittaciformes]]></category>
		<category><![CDATA[Papagaio-do-senegal Poicephalus senegalus]]></category>
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					<description><![CDATA[Este papagaio exótico já se tornou uma presença relativamente habitual em diversos jardins públicos da cidade de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/psittaciformes/'>Psittaciformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Este papagaio exótico já se tornou uma presença relativamente habitual em diversos jardins públicos da cidade de Lisboa.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a" class="cat_dir_a"><strong>Esta espécie pertence à <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/categorias/categoria-e/'>Categoria E</a></strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/43789391/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Psittaciformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/psittacidae/" target="_blank" rel="noopener">Psittacidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Poicephalus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Poicephalus senegalus</em> (Linnaeus, 1766)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 2</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Este papagaio exótico é relativamente fácil de identificar: cabeça cinzenta, dorso verde, asas verdes e cinzentas. As partes inferiores são amarelas ou alaranjadas, apresentando algum verde no peito. O bico é escuro e a cauda é relativamente curta.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do papagaio-do-senegal, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/164393/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O papagaio-do-senegal tem sido visto com regularidade na cidade de Lisboa, podendo ser visto durante todo o ano. A espécie não é muito abundante, tendo a maioria das observações envolvido até três indivíduos, mas ocasionalmente são vistos bandos maiores. A dimensão total da população é desconhecida.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar"><span class="text"><b></b>Ocorre exclusivamente na cidade de Lisboa, onde pode ser visto em diversos jardins públicos. Entre os locais onde tem sido visto com mais frequência refiram-se o Jardim da Estrela, os Jardins do Palácio Nacional de Belém, o Jardim Botânico Tropical e o Jardim Afonso de Albuquerque. No resto do país é muito raro.</span></div>
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		<item>
		<title>Pato-falcado (Mareca falcata)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/marfal/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/marfal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anseriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria E]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Mareca falcata]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pato-falcado Mareca falcata]]></category>
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					<description><![CDATA[Oriundo da Ásia oriental e do Japão, este pato de superfície já foi observado em Portugal em várias ocasiões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/anseriformes/'>Anseriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Oriundo da Ásia oriental e do Japão, este pato de superfície já foi observado em Portugal em várias ocasiões.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a" class="cat_dir_a"><strong>Esta espécie pertence à <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/categorias/categoria-e/'>Categoria E</a></strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/197889411/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Anseriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/anatidae/" target="_blank" rel="noopener">Anatidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Mareca</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Mareca falcata</em> (Georgi, 1775)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O macho tem a cabeça verde, incluindo a nuca; a fêmea faz lembrar um pequeno arrabio, tem um bico estreito e escuro e apresenta os lados da cabeça vermiculados; em voo, o “espelho” é escuro.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text"><b></b>As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2004 foi homologada apenas uma observação em Portugal:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1995</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 25-Dez, </span><a href="sitboquilobo"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">p</span></a><a href="sitboquilobo"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">aul do Boquilobo</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, macho em eclipse, F Pereira</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Par</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">dela</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 10</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Outras observações:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2011, 9-Jan, </span><a href="sittaipal"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">paul do Taipal</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, dois machos, 9-Jan, por D. Holyoak</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pelicano-rosado (Pelecanus rufescens)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/pelruf/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/pelruf/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria E]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecanus rufescens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelicano-rosado Pelecanus rufescens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/pelruf/</guid>

					<description><![CDATA[Este pelicano distribui-se pela África subsariana e pelo sul da península arábica, não ocorrendo habitualmente na Europa. Em Portugal conhece-se uma única observação, envolvendo uma ave que deverá ter fugido de cativeiro, tendo por isso espécie sido incluída na categoria E.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Este pelicano distribui-se pela África subsariana e pelo sul da península arábica, não ocorrendo habitualmente na Europa. Em Portugal conhece-se uma única observação, envolvendo uma ave que deverá ter fugido de cativeiro, tendo por isso a espécie sido incluída na categoria E.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a" class="cat_dir_a"><strong>Esta espécie pertence à <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/categorias/categoria-e/'>Categoria E</a></strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/185215841/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Pelecaniformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/pelecanidae/" target="_blank" rel="noopener">Pelecanidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Pelecanus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Pelecanus rufescens</em> JF Gmelin, 1789<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Um pouco mais pequeno que o <a href="https://www.avesdeportugal.info/pelono">pelicano-branco</a>, apresenta as penas de voo cinzentas e não pretas.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text"><b></b>As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2007 foi homologada uma observação em Portugal Continental:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b>200</b><b>1</b>, 23-Out, <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a>, J Petronilho e A Marques (Anuário 6)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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