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	<title>Accipitriformes &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Abutre-do-egipto (Neophron percnopterus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/neoper/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/neoper/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Neophron percnopterus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Abutre-do-egipto (Neophron percnopterus)]]></category>
		<category><![CDATA[Abutre-do-egipto ou Britango Neophron percnopterus]]></category>
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					<description><![CDATA[O mais pequeno dos abutres portugueses constitui uma das aves mais emblemáticas do nordeste transmontano. Nessa região, é conhecido popularmente pelo nome de "criado do cuco", por ser "aquele que vem à sua frente, para lhe trazer a bagagem".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O mais pequeno dos abutres portugueses constitui uma das aves mais emblemáticas do nordeste transmontano. Nessa região, é conhecido popularmente pelo nome de &#8220;criado do cuco&#8221;, por ser &#8220;aquele que vem à sua frente, para lhe trazer a bagagem&#8221;.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22674" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abutres-do-egipto?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-neoper" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/256531961/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Accipitriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Neophron</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Neophron percnopterus</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>É uma rapina de tamanho médio. Pela plumagem branca e preta, o adulto pode fazer lembrar uma <a href="hiepen">águia-calçada</a>. Distingue-se desta espécie pela cauda longa e cuneiforme, pelas partes superiores brancas e pela face amarela. Os imaturos são totalmente castanhos, apresentando também a cauda cuneiforme.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abutre-do-egipto é uma espécie estival, que pode geralmente ser visto em Portugal a partir de finais de Fevereiro ou princípios de Março. É pois uma das primeiras espécies migradoras a chegar ao território continental. Está presente nas zonas de nidificação de Março a Setembro. Outrora uma espécie comum, este abutre tornou-se progressivamente mais escasso e hoje é uma ave relativamente rara, encontrando-se o seu principal núcleo reprodutor no nordeste transmontano. Frequenta sobretudo vales alcantilados, onde nidifica.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21805" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Neo-per.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Neo-per.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Neo-per-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Neo-per-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Durante o período reprodutor está praticamente restringida à zona raiana, nomeadamente aos vales mais encaixados.</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;" type="square">
<li><b>Trás-os-Montes</b> – o <a href="sitdourointernac">Douro Internacional</a>, que alberga a maioria da população desta espécie, é o melhor local para o observar. Destaca-se a zona de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>, onde o abutre-do-egipto é uma presença quase constante ao longo da época de cria. Também pode ser visto em <a href="sitpicote">Picote</a>, na zona de Lagoaça, em <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a> e no vale do Sabor.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;" type="square">
<li><b>Beira interior</b> – pode ser visto ocasionalmente na região do Sabugal. Contudo, no centro do país o único local onde a espécie pode ser vista com relativa facilidade é o <a href="sittejointernac">Tejo </a><a href="sittejointernac">Internacional</a>, sendo por vezes também avistado nas zonas vizinhas, como por exemplo em <a href="sitsegura">Segura</a>, e nas <a href="sitportasrodao">Portas </a><a href="sitportasrodao">de Ródão</a>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;" type="square">
<li><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – embora raramente, surge no <a href="sitcaboespichel">Cabo Espichel</a> durante a passagem migratória outonal.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;" type="square">
<li><b>Alentejo</b> – actualmente é bastante raro; pode ser observado esporadicamente no extremo norte desta região, nomeadamente na zona de <a href="sitnisa">Nisa</a>. Durante as passagens migratórias, alguns exemplares são avistados nas planícies de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;" type="square">
<li><b>Algarve </b>– Durante a passagem migratória outonal, a espécie aparece com regularidade no Algarve, em especial na zona do <a href="sitcabosaovic">Cabo de S</a><a href="sitcabosaovic">ã</a><a href="sitcabosaovic">o Vicente</a>.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Conhecido também pelos nomes de &#8220;almocreve do cuco&#8221; ou &#8220;criado do cuco&#8221;, o abutre-do-egipto é um dos nossos migradores mais precoces, podendo os primeiros indivíduos ser vistos ainda no mês de Fevereiro. Descubra mais sobre esta espécie vendo a gravação do nosso webinário, que aqui partilhamos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O abutre-do-egipto: o almocreve do cuco" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/vzk6BcMnWzM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também lhe poderá interessar esta <em>Conversa sobre Aves</em>. Nela começamos por abordar da origem do nome português, referindo também alguns nomes populares. Seguidamente conversamos sobre alguns aspectos morfológicos e comportamentais, os movimentos migratórios e o estatuto de ameaça. Partilhamos também algumas informações históricas e referimos os factores que mais terão contribuído para a regressão populacional. Para terminar, falamos do nome científico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 154: o abutre-do-egipto" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Z2RuRFgFNBc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostava de conhecer melhor a situação das várias espécies de abutres da Europa? Então não deixe de ouvir a entrevista ao director da <em>Vulture Conservation Foundation</em>, gravada através do podcast A Viagem do Maçarico e que aqui partilhamos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/episode/1c9DcuipwbiBm4qqBugxZR?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Sugerimos igualmente esta pequena apresentação que destaca os principais aspectos a ter em conta para fazer uma correcta identificação dos abutres que ocorrem no nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Abutres" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/qDg2EwED69c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Neophron-percnopterus" target="_blank" rel="noopener">Ficha do abutre-do-egipto no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Neophron-percnopterus-Abutre-do-EdiptoBritango.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do abutre-do-egipto no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Estado-das-Aves_2022-Grifos-e-Britangos.pdf" target="_blank" rel="noopener">Censo Nacional de Grifos e Britangos, 2018</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.nationalgeographic.pt/meio-ambiente/britango-o-mais-pequeno-abutre-portugues_1640" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Britango o mais pequeno abutre português</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.sulinformacao.pt/2016/03/abutre-do-egito-e-a-ave-estrela-do-festival-de-observacao-de-aves-de-sagres/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Abutre-do-Egipto é a “ave estrela” do Festival de Observação de Aves de Sagres</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://mediotejo.net/passadico-da-rota-da-sirga-perturba-abutres-que-ja-nao-nidificaram-este-ano-no-gaviao/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Passadiço da Rota da Sirga perturba abutres, que já não nidificaram este ano no Gavião</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/abutres-do-egipto-ja-comecaram-a-chegar-ao-douro-internacional/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Abutres-do-Egipto já começaram a chegar ao Douro Internacional</span></a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/neoper/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Abutre-preto (Aegypius monachus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/aegmon/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/aegmon/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aegypius monachus]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
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		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Abutre-preto Aegypius monachus]]></category>
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					<description><![CDATA[A enorme silhueta escura do abutre-preto é muitas vezes vista a grande altura, por momentos fazendo esquecer que esta é a maior das aves planadoras que ocorrem em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A enorme silhueta escura do abutre-preto é muitas vezes vista a grande altura, por momentos fazendo esquecer que esta é a maior das aves planadoras que ocorrem em Portugal.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22473" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/188298771/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Aegypius</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Aegypius monachus</em> (Linnaeus, 1766)</p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Pelo tamanho pode fazer lembrar um <a href="gypful">grifo</a>, mas é um pouco maior que esta espécie, distinguindo-se principalmente pela plumagem totalmente escura, quase negra. A envergadura pode atingir os 3 metros. A silhueta em voo é um pouco diferente da do grifo, sendo as asas mantidas ligeiramente recurvadas para baixo. Quando visto em voo, podem por vezes ver-se as patas esbranquiçadas.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Este grande abutre é relativamente raro em Portugal, mas pode ser considerado de ocorrência regular ao longo da fronteira, especialmente na Beira e no Alentejo. Muitas vezes trata-se de indivíduos oriundos de Espanha, que vêm alimentar-se em território português. Embora não seja habitual ver mais que um ou dois indivíduos juntos, o abutre-preto associa-se frequentemente a bandos de <a href="gypful">grifos</a>.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21800" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Aeg-mon.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Aeg-mon.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Aeg-mon-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Aeg-mon-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>As zonas fronteiriças são as melhores para observar o abutre-preto.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – por vezes alguns exemplares são avistados perto de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>, mas o abutre-preto só ocasionalmente aparece nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – a zona onde é observado com mais frequência é o <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Também a zona de <a href="sitribacoa">Vilar Formoso</a> e a serra da Malcata (neste último local a espécie nidificou em anos recentes) são locais onde as probabilidades são boas. Mais raramente, aparece na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – as melhores zonas de observação do abutre-preto são as regiões de <a href="sitmarvao">Marvão</a> e <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, assim como a zona de <a href="sitmertola">Mértola</a>. Embora irregularmente, é também avistado nas planícies de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – a presença da espécie é escassa nesta região. Durante o Outono alguns exemplares podem acompanhar os bandos de <a href="gypful">grifos</a> que são observados na zona de Sagres ou perto do <a href="sitcabosaovic">Cabo de S</a><a href="sitcabosaovic">ã</a><a href="sitcabosaovic">o Vicente</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Gostava de conhecer melhor a situação das várias espécies de abutres da Europa? Então não deixe de ouvir a entrevista ao director da <em>Vulture Conservation Foundation</em>, gravada através do podcast A Viagem do Maçarico e que aqui partilhamos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/episode/1c9DcuipwbiBm4qqBugxZR?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameBorder="0" allowfullscreen="" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O abutre-preto é a maior ave planadora da Europa. Na &#8220;conversa sobre aves&#8221;, que aqui partilhamos, falamos da evolução populacional registada na Península Ibérica, assim como do estatuto de ameaça. Mencionamos também alguns factores de ameaça, nomeadamente o envenenamento, que é uma prática ilegal, a electrocussão e a colisão com estruturas de produção ou transporte de energia, assim como das medidas tomadas para reduzir estes impactos adversos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 87: o abutre-preto" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Qrlfz8BLg4g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sugerimos igualmente a gravação do webinário que realizámos sobre o abutre-preto e que teve a participação de José Pedro Tavares e Milene Matos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O regresso de um gigante: a conservação do abutre-preto aquém e além fronteiras" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/qNzz4ZGcCVY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, deixamos ainda esta pequena apresentação que desataca os principais aspectos a ter em conta para fazer uma correcta identificação dos abutres que ocorrem no nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Abutres" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/qDg2EwED69c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Aegypius-monachus">Ficha do abutre-preto no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)<br />
<img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Aegypius-monachus-Abutre-preto.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do abutre-preto no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.nationalgeographic.pt/meio-ambiente/o-abutre-preto-regressou-ao-territorio-portugues_2589" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">O abutre-preto regressou ao território português</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.publico.pt/2023/07/01/azul/noticia/boas-noticias-descobertos-oito-ninhos-abutrespretos-ano-portugal-2053977" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Boas notícias: foram descobertos oito ninhos de abutres-pretos este ano na Malcata</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.jn.pt/local/noticias/braganca/miranda-do-douro/jovem-abutre-preto-regressou-ao-douro-internacional-14036734.html/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Jovem abutre preto regressou ao Douro Internacional</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.diariodigitalcastelobranco.pt/noticia/60734/tejo-internacional-concentra-70-da-populacao-de-abutres-pretos-em-portugal" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Tejo Internacional concentra 70% da população de abutres-pretos em Portugal</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/abutre-libertado-apos-tratamento-no-centro-de-recuperacao-de-animais-silvestres" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Abutre-preto libertado após tratamento no centro de recuperação de animais silvestres</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://spea.pt/novo-projeto-para-consolidar-o-regresso-do-abutre-preto/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Novo projeto para consolidar o regresso do abutre-preto</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://tvi.iol.pt/noticias/sociedade/moura/nasceu-o-primeiro-abutre-preto-no-alentejo-em-40-anos" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Nasceu o primeiro abutre-preto no Alentejo em 40 anos</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://4vultures.org/blog/life-aegypius-return-tagging-the-first-wild-hatched-cinereous-vulture-chicks-in-portugal-and-results-of-the-second-partners-meeting/?fbclid=IwAR2lU6vPyQL2CBRjZdOCF0-GdUx-cI-xB1jtp90Xh843NHot_e80ZpXw6bg" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">LIFE Aegypius Return: Marcação das primeiras crias de Abutre-preto selvagens nascidas em Portugal e resultados da segunda reunião de parceiros</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.lpn.pt/pt/noticias/formacao-em-resgate-e-manuseio-de-abutres-com-agentes-da-gnr-" target="_blank" rel="noopener">Formação em resgate e manuseio de abutres com agentes da GNR</a> </span></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/subiram-as-arvores-para-marcar-15-crias-de-abutre-preto-com-gps/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Subiram às árvores para marcar 15 crias de abutre-preto com GPS</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/abutre-preto-recuperado-de-uma-asa-fraturada-vai-ser-devolvido-a-natureza/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Abutre-preto recuperado de uma asa fraturada vai ser devolvido à natureza</span></a></li>
</ul>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Açor (Astur gentilis)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/astgen/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/astgen/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Astur gentilis]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Açor Accipiter gentilis]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta rapina surpreende pela agilidade do seu voo poderoso por entre as árvores de um bosque.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Esta rapina surpreende pela agilidade do seu voo poderoso por entre as árvores de um bosque.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22462" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/47222851/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Astur</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Astur gentilis</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 7</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Ave de rapina de hábitos discretos, é bastante semelhante na forma e no padrão da plumagem ao <a href="https://www.avesdeportugal.info/accnis">gavião</a>, possuindo também barras horizontais no peito e no abdómen, e um tom acinzentado no dorso. Distingue-se sobretudo pelas maiores dimensões,asas mais robustas, cauda proporcionalmente mais comprida e cabeça projectada.Os imaturos têm riscas verticais em vez de barras horizontais. O açor tanto pode ser encontrado a voar por entre a ramagem das árvores de bosques densos, como planando acima das mesmas em correntes térmicas ascendentes.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do açor, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/84019/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O açor é uma espécie pouco comum, dependente de zonas florestadas. Sendo residente, ocorre durante todo o ano, podendo mais facilmente ser observado no início da Primavera durante as paradas nupciais. É mais frequente a norte e junto ao litoral que no sul.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21293" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Acc-gen.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Acc-gen.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Acc-gen-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Acc-gen-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pode ser observado na <a href="sitgeres">s</a><a href="sitgeres">erra do Gerês</a>, em zonas de mais densa florestação.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – os melhores locais de observação desta espécie encontram-se na <a href="sitmontesinho">serra de Montesinho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral</b><b> Centro</b> – observa-se um pouco ao longo de toda a faixa litoral, nomeadamente na pateira de <a href="sitsaojacinto">São Jacinto</a>, nos pinhais de Mira, no <a href="sitmadriz">paul da </a><a href="sitmadriz">Madriz</a>, no <a href="sittornada">paul de Tornada</a> e na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – presente em baixas densidades, pode ser observado nas zonas densamente florestadas do Pinhal Interior.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – ocorre na <a href="sitmontejunto">s</a><a href="sitmontejunto">erra de Montejunto</a>. Pode também ser observado na <a href="sitsintra">s</a><a href="sitsintra">erra de Sintra</a>, especialmente durante o Inverno.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – bastante raro, ocorre como reprodutor na zona de <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – os melhores locais de observação são a <a href="sitcaldeirao">s</a><a href="sitcaldeirao">erra do Caldeirão</a> e o <a href="sitcabosaovic">Cabo de S</a><a href="sitcabosaovic">ã</a><a href="sitcabosaovic">o </a><a href="sitcabosaovic">Vicente</a>. Neste último local, é observado durante a passagem migratória outonal.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Accipiter-gentilis.pdf">Ficha do açor no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Águia-calçada (Hieraaetus pennatus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/hiepen/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/hiepen/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Hieraaetus pennatus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Águia-calçada Hieraaetus pennatus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/hiepen/</guid>

					<description><![CDATA[O facto mais curioso acerca da águia-calçada é a existência de duas formas – uma clara e outra escura. Esta pequena águia nidifica em árvores e raramente pousa à vista, sendo mais fácil de observar em voo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O facto mais curioso acerca da águia-calçada é a existência de duas formas – uma clara e outra escura. Esta pequena águia nidifica em árvores e raramente pousa à vista, sendo mais fácil de observar em voo.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22530" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/72911821/embed/640" width="690" height="510" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Hieraaetus</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Hieraaetus pennatus</em> (Gmelin, JF, 1788)</p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>É uma rapina de médias dimensões, que se caracteriza pela sua cauda quadrada e pelas patas emplumadas. Os indivíduos de forma clara são fáceis de identificar: a plumagem é preta e branca, conferindo um forte contraste nas partes inferiores, o que torna estas aves distinguíveis à distância. Já no caso das aves de forma escura,totalmente castanhas, as probabilidades de confusão são maiores, nomeadamente com o <a href="https://www.avesdeportugal.info/milmig">milhafre-preto</a> (que se distingue pela cauda bifurcada) ou com as fêmeas de <a href="https://www.avesdeportugal.info/ciraer">tartaranhão-ruivo-dos-pauis</a> (que têm geralmente a cabeça bege). Neste caso, as águias-calçadas distinguem-se pelas “luzes de aterragem” (dois pequenos pontos brancos voltados para a frente de ambos os lados do pescoço).</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A águia-calçada é uma espécie maioritariamente estival que pode ser vista em Portugal sobretudo de Março a Setembro. Distribui-se de norte a sul do país, sendo bastante frequente no Alentejo, no Ribatejo e na Beira interior, ocorrendo igualmente, mas em menor número, no nordeste transmontano. Quando em migração, surge com alguma regularidade junto à costa, nomeadamente no Algarve. Alguns indivíduos permanecem entre nós durante a estação fria, maioritariamente junto à faixa costeira.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21794" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hie-pen.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hie-pen.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hie-pen-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hie-pen-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Na Primavera, a águia calçada pode ser vista com relativa facilidade um pouco por todo o país.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pouco comum na região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – pode ser vista na zona de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>, no Baixo Sabor e na <a href="sitalvao">serra </a><a href="sitalvao">do Alvão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral </b><b>c</b><b>e</b><b>ntro</b> –  pouco comum na região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – pode ser vista principalmente nas zonas raianas da Beira Baixa (<a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a> e campina de Idanha) e da Beira Alta (<a href="sitsmaguiar">albufeira de Santa Maria de Aguiar</a>, <a href="sitribacoa">planalto de Riba Côa</a> e <a href="sitsabugal">Sabugal</a>), mas também ocorre na <a href="sitmarateca">albufeira da Marateca</a>, nas serras da <a href="sitgardunha">Gardunha</a> e da <a href="sitserradaestrela">Estrela</a> e em <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – na região de Lisboa, o melhor local para ver esta águia é o <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>, mas a espécie ocorre ao longo do vale do Sorraia até <a href="sitcoruche">Coruche</a>, no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a> e mais para norte, na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>. Também tem sido observada na <a href="sitlagoaobid">lagoa </a><a href="sitlagoaobid">de Óbidos</a>, particularmente durante o Inverno.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é a região onde a espécie é mais comum e, portanto, mais fácil de observar. No Alto Alentejo pode ser vista na zona da barragem de <a href="sitmontargil">Montargil</a>, em Cabeção, Arraiolos  e nas zonas de <a href="sitevora">Évora</a> e <a href="sitelvas">Elvas</a>. Ocorre igualmente no Baixo Alentejo, particularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do </a><a href="sitestuariosado">Sado</a> e na região de <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>. Durante o Inverno surge no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e na <a href="sitsantoandre">l</a><a href="sitsantoandre">agoa de </a><a href="sitsantoandre">Santo André</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – rara como nidificante, ocorre sobretudo nas épocas de migração; durante a passagem outonal, o melhor local para ver esta espécie é, sem dúvida, a zona do <a href="sitcabosaovic">c</a><a href="sitcabosaovic">abo de </a><a href="sitcabosaovic">São Vicente</a>, principalmente quando os ventos sopram de leste, formando-se então concentrações de algumas dezenas ou mesmo centenas de aves.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Hieraaetus-pennatus" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-calçada no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Hieraaetus-pennatus-Aguia-calcada.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-calçada no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.noticiasaominuto.com/pais/2320924/covilha-gnr-resgata-aguia-calcada-debilitada-que-nao-conseguia-voar" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">GNR resgata Águia-calçada &#8220;debilitada&#8221; que não conseguia voar na Covilhã</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2022/02/ingressou-no-rias-uma-aguia-calcada-com.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ingressou no RIAS uma Águia-calçada com sinais de ter sido mantida em cativeiro ilegal</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Águia-cobreira (Circaetus gallicus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/cirgal/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/cirgal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Circaetus gallicus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Águia-cobreira Circaetus gallicus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/cirgal/</guid>

					<description><![CDATA[A observação de uma águia-cobreira a deglutir uma cobra em voo constitui, certamente, um espetáculo singular. Esta enorme águia, que se especializou na captura de répteis, também é conhecida pelo curioso nome de “João Branco”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A observação de uma águia-cobreira a deglutir uma cobra em voo constitui,certamente, um espectáculo singular. Esta enorme águia, que se especializou na captura de répteis, também é conhecida pelo curioso nome de “João Branco”.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Circaetus-gallicus.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22629" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Circaetus-gallicus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Circaetus-gallicus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Circaetus-gallicus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Circaetus-gallicus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Circaetus-gallicus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Circaetus-gallicus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Circaetus-gallicus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Circaetus-gallicus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Circaetus-gallicus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam as primeiras águis-cobreiras?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-cirgal" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;<br />
<iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/72906571/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Circaetus</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Circaetus gallicus</em> (Gmelin JF, 1788)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A brancura das partes inferiores é certamente o aspecto que mais chama a atenção na plumagem desta águia. A coloração dos indivíduos é, contudo,bastante variável, havendo-os quase totalmente brancos e os que têm a cabeça escura com as asas sarapintadas. As partes superiores são castanhas e, quando a ave é vista de perto, reconhece-se também o olho amarelo.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da águia-cobreira, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/61261/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e calendário</h2>
<p>A águia-cobreira distribui-se de norte a sul do país. Ocorre geralmente em densidades bastante baixas, não havendo nenhuma região que se destaque particularmente no que diz respeito à abundância desta espécie, embora de uma forma geral esta seja mais comum no interior que no litoral. As áreas pouco habitadas, onde as manchas arborizadas alternam com espaços abertos, são aquelas onde a águia-cobreira é mais frequente. É uma espécie estival, que chega geralmente em Março e parte em Setembro. Ocasionalmente é vista em pleno Inverno, em especial no sul.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21796" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-gal.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-gal.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-gal-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-gal-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Pode ser vista um pouco por todo o país, sendo um pouco mais frequente no interior que no litoral.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho </b>– pouco comum na região, pode ser observada com regularidade na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a> e nas <a href="sitfafe">serras </a><a href="sitfafe">de Fafe</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – os melhores locais para ver esta águia são a <a href="sitgeres">s</a><a href="sitgeres">erra do Gerês</a> e a região de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>. A espécie também ocorre em <a href="sitpicote">Picote</a> e <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a> e na <a href="sitalvao">serra do Alvão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– escassa nesta região, as melhores probabilidades de observação encontram-se na <a href="sitaire">serra de Aire</a>, na <a href="sitsico">serra de Sicó</a> e na zona de Alvaiázere / Ansião.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – na Beira Alta a águia-cobreira é regular nas zonas raianas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Por vezes também aparece na <a href="sitsmaguiar">albufeira de Santa Maria de Aguiar</a> e na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>. Já na Beira Baixa é uma espécie frequente na campina de Idanha, na zona de <a href="sitsegura">Segura</a> e no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – pode ser vista no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (<a href="sitpancas">Pancas</a>), na zona de <a href="sittomar">Tomar</a> e na <a href="sitarrabida">serra da Arrábida</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – ocorre no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, embora nesta zona seja pouco comum. É bastante mais fácil encontrá-la no interior alentejano, por exemplo nas zonas de<a href="sitmarvao"> Marvão</a>,<a href="sitcastvide"> Castelo de </a><a href="sitcastvide">Vide</a>, <a href="sitpovoa">barragem da Póvoa</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a> e <a href="sitminasaodoming">Mina de São </a><a href="sitminasaodoming">Domingos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – no Algarve a melhor área para observar esta espécie durante a época reprodutora é a <a href="sitcaldeirao">s</a><a href="sitcaldeirao">erra do Caldeirão</a>; ocorre também na serra de <a href="sitespinhacocao">Espinhaço de C</a><a href="sitespinhacocao">ão</a> e, por vezes, no <a href="sitrogil">planalto do Rogil</a>; já durante a passagem migratória outonal pode ser vista com regularidade junto ao <a href="sitcabosaovic">c</a><a href="sitcabosaovic">abo de </a><a href="sitcabosaovic">São Vicente</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Circaetus-gallicus" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-cobreira no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)<br />
<img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Circaetus-gallicus-Aguia-cobreira.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-cobreira no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/tiro-de-cacadeira-deixa-aguia-cobreira-ferida-em-olhao" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Tiro de caçadeira deixa Águia-cobreira ferida em Olhão</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://noticiasdevilareal.com/aguia-cobreira-devolvida-a-natureza-no-parque-natural-do-alvao/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águia-Cobreira devolvida à natureza no Parque Natural do Alvão</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://rias-aldeia.blogspot.com/2022/09/aguia-cobreira-resgatada-de-um-poco.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águia-cobreira resgatada de um poço recuperou e foi devolvida de novo na natureza</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/cirgal/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Águia-das-estepes (Aquila nipalensis)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/aqunip/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/aqunip/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aquila nipalensis]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Águia-das-estepes Aquila nipalensis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/aqunip/</guid>

					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Ave de rapina de grandes dimensões muito próxima da Águia-rapace. Muito rara em Portugal com muito poucas observações. Até 2023 existem apenas duas observações homologadas pelo CPR. Estatuto actual de ameaça a nível Mundial é &#8220;Em Perigo&#8221;. Taxonomia Ordem: Accipitriformes Família: Accipitridae Género: Aquila Espécie: Aquila nipalensis Hodgson, 1833 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Ave de rapina de grandes dimensões muito próxima da Águia-rapace. Muito rara em Portugal com muito poucas observações. Até 2023 existem apenas duas observações homologadas pelo CPR. Estatuto actual de ameaça a nível Mundial é &#8220;Em Perigo&#8221;.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/201988491/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Aquila</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Aquila nipalensis</em> Hodgson, 1833<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Grande águia, com as asas largas e a cauda curta e arredondada. Os adultos são predominantemente castanhos. Nas aves juvenis e imaturas é visível uma linha branca, formada pelas coberturas infra-alares.Espécie muito próxima da águia-rapace <em>A. rapax</em>, tendo já sido considerada uma subespécie desta última.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.<span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Até final de 2023 foram homologadas duas observações em Portugal:</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">8 a 12-Jul, Alcamé-</span><a href="sitpontadaerva"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Ponta da Erva</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, por P. Fernandes</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">S. </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Fernandes</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> e outros; </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">posteriormente, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">&#8211;</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">17, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2-Set a 9-Jul, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">z</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ona de </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Castro Verde, 1 ind., M. Santos, B. </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Snijder </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">e</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> outros (Anuário 12)</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2022, 31-Mar, Castro Verde, 1 ind. 2º ano, F. Robeck (Anuário 16)</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Outras observações:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2016, 7-Jul, Mexilhoeira Grande, 1 ind., por P. Pinto e outros</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2018, 23-Abr, Espargosa-Castro Verde, um 2cy, por B. Martins</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2018, 09-Jun, Álvares-Mértola, 1 subadulto, por P. Alves</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2019,  13-Abr, Álvares, Mértola, 1 imaturo, por C. Pacheco</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22201" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-aqu-nip.jpg" alt="" width="416" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-aqu-nip.jpg 416w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-aqu-nip-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-aqu-nip-370x236.jpg 370w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/aqunip/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Águia-de-bonelli (Aquila fasciata)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/aqufas/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/aqufas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jun 2023 13:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aquila fasciata]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=17752</guid>

					<description><![CDATA[Apesar da sua grande dimensão, a águia-de-bonelli é uma espécie difícil de observar, mercê dos seus hábitos discretos e da inacessibilidade de muitos dos locais onde ocorre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Apesar da sua grande dimensão, a águia-de-bonelli é uma espécie difícil de observar, mercê dos seus hábitos discretos e da inacessibilidade de muitos dos locais onde ocorre.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22773" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Aquila-fasciata-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/173386521/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Aquila</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Aquila fasciata</em> Vieillot, 1822<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A águia-de-bonelli é uma ave de rapina de grande dimensão, que se identifica sobretudo pelo ventre branco, contrastando com as asas mais escuras. Os adultos possuem uma mancha branca no dorso, enquanto que os juvenis têm as coberturas infra-alares de tom alaranjado.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Esta águia está presente em Portugal durante todo o ano. De uma forma geral é uma espécie rara e localizada, que se distribui de forma muito descontínua de norte a sul do país. Ocorre essencialmente em dois tipos de habitat: vales alcantilados com fragas (principalmente no norte) e zonas acidentadas bem florestadas (no Alentejo e no Algarve). No primeiro caso, constrói o ninho em escarpa, no segundo caso nidifica em árvores de grande porte.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21788" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Aqu-fas.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Aqu-fas.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Aqu-fas-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Aqu-fas-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Apesar de ser muito fiel aos seus locais de ocorrência, a águia-de-bonelli pode ser surpreendentemente difícil de encontrar.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – pode ser vista ao longo dos vales do Douro e do Sabor, onde está presente uma das populações do nosso território; um dos locais privilegiados de observação é <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>. Aparece também na zona da Régua, junto ao rio Douro.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – os melhores locais de observação são o <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a> e as <a href="sitportasrodao">Portas de Rodão</a>, bem como os vales dos rios Côa e Águeda, sendo uma espécie bastante escassa no resto da região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> &#8211; alguns locais onde esta águia ocorre incluem as serras da <a href="sitarrabida">Arrábida</a>, de <a href="sitmontejunto">Montejunto</a> e de <a href="sitsintra">Sintra</a>, embora em densidades extremamente baixas; por vezes pode ser observada no <a href="sitestutejo">estuário do </a><a href="sitestutejo">Tejo</a>, tratando-se sobretudo de observações fora da época de reprodução.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – nos extremos nordeste e sueste desta região residem as melhores probabilidades de observação, mais concretamente na <a href="sitsaomamede">serra de São Mamede</a> e na região de <a href="sitmertola">Mértola</a>; a espécie também pode ser observada nas serras litorais de Grândola e Cercal, bem como na região de Luzianes/Odemira; na região de <a href="sitsaocristovao">São Cristóvão</a>/Cabrela também está presente, embora as probabilidades de observação sejam baixas devido à escassez da espécie nessa zona.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – embora bem distribuída pelo interior algarvio, como espécie rara que é ocorre geralmente em densidades baixas; contudo, pode ser vista nas serras do <a href="sitcaldeirao">Caldeirão</a> e do <a href="sitespinhacocao">Espinhaço de Cão</a> e, por vezes, junto ao <a href="sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a>; a<a href="sitmonchique"> serra de Monchique</a> é outro local onde pode ser vista com alguma regularidade.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Esta águia é pouco comum, mas tem sido bastante estudada no nosso país. Veja aqui o webinário que realizámos acerca desta espécie em Outubro de 2021.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="A discreta águia-de-bonelli" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/zCupiLyCqbU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Hieraaetus-fasciatus" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-de-bonelli no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Hieraaetus-fasciatus-Aguia-de-Bonelli.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-de-bonelli no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://cm-sintra.pt/atualidade/ambiente/sintra-da-mais-um-passo-na-protecao-da-aguia-de-bonelli" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Sintra dá mais um passo na proteção da Águia-de-Bonelli</span></a></li>
<li><a href="https://spea.pt/webcams/em-direto-aguia-de-bonelli-em-mafra/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águias-de-bonelli &#8211; Webcams SPEA</span></a></li>
<li><a href="https://www.sulinformacao.pt/2020/12/aguia-de-bonelli-libertada-na-mata-da-conceicao-com-um-transmissor-gsm/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águia-de-Bonelli libertada na Mata da Conceição com um transmissor GSM</span></a></li>
<li><a href="https://www.sulinformacao.pt/2015/04/aguia-de-bonelli-abatida-a-tiro-na-serra-de-tavira/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águia-de-Bonelli abatida a tiro na serra de Tavira</span></a></li>
<li><a href="https://www.sulinformacao.pt/2018/08/fogo-de-monchique-afeta-ninhos-da-aguia-de-bonelli/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Fogo de Monchique afeta ninhos da Águia-de-bonelli</span></a></li>
<li><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/descubra-esta-forma-simples-de-ajudar-a-aguia-de-bonelli/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Descubra esta forma simples de ajudar a Águia-de-bonelli</span></a></li>
<li><a href="https://apaapt.wixsite.com/apaa/post/longa-vida-para-uma-%C3%A1guia-de-bonelli" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Longa vida para uma Águia-de-Bonelli</span></a></li>
<li><a href="https://www.radiocampanario.com/ultimas/regional/populacoes-de-aguias-estao-a-aumentar-no-alentejo" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Populações de águias estão a aumentar no Alentejo</span></a></li>
<li><a href="https://noticiasdosorraia.sapo.pt/festival-lxaquila-promove-aguias-na-companhia-das-lezirias/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Festival LxAquila promove águias na Companhia </span></a></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/aqufas/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Águia-gritadeira (Clanga clanga)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/clacla/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/clacla/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Clanga clanga]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Águia-gritadeira Clanga clanga]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Rara com um estatuto Vulnerável a nível Mundial é uma rapina de grandes dimensões, semelhante à aguia-pomarina. Em Portugal existe cerca de uma dezena de observações. ﻿ Taxonomia Ordem: Accipitriformes Família: Accipitridae Género: Clanga Espécie: Clanga clanga (Pallas, 1811) A espécie é monotípica. Identificação Grande águia, com a plumagem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Rara com um estatuto Vulnerável a nível Mundial é uma rapina de grandes dimensões, semelhante à aguia-pomarina. Em Portugal existe cerca de uma dezena de observações.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/206192091/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Clanga</em><br />
<strong>Espécie</strong>:<em> Clanga clanga</em> (Pallas, 1811)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Grande águia, com a plumagem totalmente castanha. A plumagem caracteriza-sepela ausência de contrastes marcados, nomeadamente entre as penas de voo e ascoberturas (mas por vezes nota-se um pequeno ‘flash’ branco junto às primáriasexteriores). Pode confundir-se com a <a href="https://www.avesdeportugal.info/clapom">águia-pomarina</a>.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.</span></p>
<p><span class="text"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Até final de 2007 foram homologadas 9 observações:</span></span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1998</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 17-Mar, Bate-orelha, </span><a href="sitestutejo"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">estuário do Tejo</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 1º ano, R Matias, MJ Carvalho</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (Anuário </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1999</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 14-Mar, </span><a href="sitpancas"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Pancas</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, estuário do Tejo, juvenil, CC Moore, H Costa</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (Anuário </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2000</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 23-Mar, </span><a href="sitpancas"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Pancas</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, estuário do Tejo, 2º/3º ano, CC Moore</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (Anuário </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2001</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 3 e 4-Abr, </span><a href="sitpancas"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Pancas</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, estuário Tejo, 3º/4º ano, K Mullarney, CC Moore</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (Anuário </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2002</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 19-Jan, Vale de Frades, </span><a href="sitestutejo"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">estuário do Tejo</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, juvenil, R Tomé</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> e outros</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (Anuário </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2002</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 19-Out, </span><a href="sitestuariosado"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">estuário do Sado</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, CC Moore</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (Anuário </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2002</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 17-Nov, </span><a href="sitpancas"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Pancas</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, estuário do Tejo, 2º/3º ano, CC Moore, G Queiroz</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (Anuário </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2003</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 2-Fev, </span><a href="sitpancas"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Pancas</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, estu</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">á</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">rio do Tejo, 2º/3º ano, CC Moore (Anu</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">á</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">rio 6)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2004</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 29-Fev, Bate-orelhas, </span><a href="sitestutejo"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">estuário do Tejo</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, imaturo, CC Moore</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (Anuário </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">4</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Outras observações:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 10 e 11-Nov., Barão de São João-Lagos, um juv., por J. Safara </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">(h</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">í</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">brido?)</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10973" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-cla-cla.jpg" alt="" width="417" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-cla-cla.jpg 417w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-cla-cla-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-cla-cla-370x235.jpg 370w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /></p>
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		<title>Águia-imperial (Aquila adalberti)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/aquada/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/aquada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aquila adalberti]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Águia-imperial Aquila adalberti]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/aquada/</guid>

					<description><![CDATA[Apesar de ser uma espécie muito cobiçada pelos observadores de aves, encontrar esta águia de ombros e nuca branca não é fácil, pois trata-se da ave de rapina mais ameaçada da Europa, assim como uma das espécies mais sensíveis à perturbação provocada pelo Homem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Apesar de ser uma espécie muito cobiçada pelos observadores de aves, encontrar esta águia de ombros e nuca branca não é fácil, pois trata-se da ave de rapina mais ameaçada da Europa, assim como uma das espécies mais sensíveis à perturbação provocada pelo Homem.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aquila-adalberti.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22504" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aquila-adalberti.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aquila-adalberti-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aquila-adalberti-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aquila-adalberti-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aquila-adalberti-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aquila-adalberti-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aquila-adalberti-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aquila-adalberti-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aquila-adalberti-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/65981421/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Aquila</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Aquila adalberti</em> Brehm CL, 1861<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Tal como as restantes águias de grandes dimensões, a águia-imperial apresenta plumagens distintas consoante se trate de juvenil ou adulto. Nos estados mais jovens, a sua plumagem é dominada pelo castanho-ocre, com o bordo posterior das asas escuro, o uropígio branco e apresentando distintas “janelas” pálidas nas primárias internas como acontece com as<a href="hiepen"> águias-calçadas</a>. A sua grande dimensão permite apenas confundir com o juvenil de <a href="aqufas">águia-de-bonelli</a>, embora este seja, ainda assim, notoriamente mais pequeno. Os adultos podem ser confundidos com os adultos de <a href="aquchr">águia-real</a>, especialmente se só forem observadas as partes inferiores. A melhor forma de distinguir a águia-imperial centra-se na coloração dos ombros e da nuca, que são visivelmente brancos, na cauda mais pálida e nas asas mais rectangulares. Por vezes é designada por águia-imperial-ibérica, para permitir a distinção da sua congénere mais oriental.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A águia-imperial é rara em Portugal e como nidificante tem uma distribuição restrita a certas zonas do interior centro e sul. Apenas a ocorrência de exemplares jovens na fase de dispersão, possivelmente oriundos de Espanha, pode alterar este padrão de distribuição, alargando assim a área de ocorrência. Sendo fundamentalmente residente, ocorre em Portugal durante todo o ano. No entanto, as águias-imperiais jovens são mais facilmente observáveis durante a fase de dispersão, que se dá entre os meses de Outubro e Fevereiro.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Considerando a raridade desta espécie, as expectativas de a conseguir observar devem ser niveladas por baixo.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – o melhor local é o <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – a presença da águia-imperial é regular nas planícies de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>, podendo também ser vista na região de <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – a presença desta águia é regular na zona do <a href="sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a> durante o Outono, sendo observadas principalmente aves jovens e imaturas durante os seus movimentos dispersivos.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Depois de várias décadas de ausência, a águia-imperial-ibérica voltou a estabelecer-se em Portugal como espécie nidificante e conta actualmente com algumas dezenas de casais. No webinário dedicado a esta espécie, cuja gravação aqui disponibilizamos, falámos em detalhe sobre a situação actual desta grande águia no nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="A Águia-imperial-ibérica" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/ZZFupfJL-u8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;<br />
Partilhamos igualmente o episódio do podcast <em>A Viagem do Maçarico</em> dedicado à águia-imperial.<br />
&nbsp;<br />
<iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/episode/1QGdnw1X6wzcE1ieRKMVvk?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameBorder="0" allowfullscreen="" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy"></iframe><br />
&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Aquila-adalberti" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-imperial no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Aquila-adalberti-Aguia-imperial.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-imperial no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.publico.pt/2023/03/31/azul/noticia/aguiaimperialiberica-ja-conta-841-casais-portugal-espanha-2044474" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">A águia-imperial-ibérica já conta com 841 casais em Portugal e Espanha</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/dois-anos-dois-registos-aguia-imperial-iberica-pode-estar-de-volta-a-tras-os-montes-12188847.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dois anos, dois registos. Águia-imperial-ibérica pode estar de volta a Trás-os-Montes</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.sulinformacao.pt/2016/11/jovem-aguia-imperial-iberica-e-hoje-devolvida-a-natureza-em-mertola/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Jovem águia-imperial-ibérica é hoje devolvida à natureza em Mértola</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://alentejo.sulinformacao.pt/2016/01/aguia-imperial-iberica-encontrada-morta-nas-planicies-do-baixo-alentejo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águia-imperial-ibérica encontrada morta nas planícies do Baixo Alentejo</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/life-imperial-numero-de-aguias-imperiais-mais-do-que-duplicou-em-sete-anos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">LIFE Imperial: Número de águias-imperiais mais do que duplicou em sete anos</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/esta-aguia-imperial-iberica-atacada-com-chumbos-conseguiu-recuperar-voltou-agora-a-natureza/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águia-imperial atacada com chumbos conseguiu recuperar. Voltou agora à natureza</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.publico.pt/2022/12/22/azul/noticia/centrais-solares-beira-baixa-ameacam-colonias-cegonhabranca-aguiaimperialiberica-2032419" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Centrais solares na Beira Baixa ameaçam colónias de cegonha-branca e de águia-imperial-ibérica </span><span style="font-weight: 400;"> </span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.radiocampanario.com/ultimas/regional/populacoes-de-aguias-estao-a-aumentar-no-alentejo" target="_blank" rel="noopener">Populações de águias estão a aumentar no Alentejo</a></li>
<li><a href="https://www.dn.pt/sociedade/detecao-de-veneno-sete-caes-da-gnr-treinam-para-salvar-a-aguia-imperial-5020009.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Deteção de veneno. Sete cães da GNR treinam para salvar a águia imperial</span></a></li>
<li><a href="https://lifeimperial.lpn.pt/pt/associacao-de-cacadores-regressa-a-tribunal" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">ASSOCIAÇÃO DE CAÇADORES REGRESSA A TRIBUNAL</span></a></li>
<li><a href="https://tvi.iol.pt/noticias/tiro/autopsia/aguia-imperial-abatida-de-muito-perto" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águia-imperial abatida de muito perto</span></a></li>
<li><a href="https://cimbal.pt/noticias/6382/aguia-imperial-iberica-em-serpa.aspx" target="_blank" rel="noopener"><span>ÁGUIA-IMPERIAL-IBÉRICA EM SERPA</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/aquada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Águia-pesqueira (Pandion haliaetus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/panhal/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/panhal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pandion haliaetus]]></category>
		<category><![CDATA[Águia-pesqueira Pandion haliaetus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/panhal/</guid>

					<description><![CDATA[A observação de uma enorme ave de rapina a descer a pique sobre a água para capturar um peixe é uma imagem singular e imperdível, que pode ser vista alguns dos nossos estuários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A observação de uma enorme ave de rapina a descer a pique sobre a água para capturar um peixe é uma imagem singular e imperdível, que pode ser vista nalguns dos nossos estuários.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Criticamente em perigo (resid.)<br />
Em perigo (invernada)</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/113014861/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/pandionidae/" target="_blank" rel="noopener">Pandionidae</a><br />
<strong>Género</strong>: Pandion<br />
<strong>Espécie</strong>: Pandion haliaetus (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 4</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A águia-pesqueira é uma grande ave de rapina, que à distância parece preta e branca. Contrariamente a outras aves de rapina, tem uma silhueta de aspecto&#8221;quebrado&#8221;, o que fica a dever-se ao ângulo formado pelas asas abertas. Vista por baixo, a brancura da plumagem é evidente, destacando-se os &#8220;punhos&#8221; pretos. As partes superiores são acastanhadas. O padrão da cabeça é característico, devido à presença de uma máscara preta, que é facilmente visível quando a ave está pousada.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A águia-pesqueira pode ser vista em Portugal como migradora de passagem e invernante. É uma espécie pouco comum, embora possa ser considerada regular nalguns locais. Ocorre principalmente em zonas húmidas costeiras e, mais raramente, no interior, sendo quase sempre vista isoladamente. Está presente no nosso território sobretudo de Setembro a Abril, sendo ocasionalmente vista noutros meses do ano. A nidificação tem sido registada em números muito reduzidos na costa vicentina e, mais recentemente, na <a href="sitalqueva">albufeira de Alqueva</a>.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21811" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pan-hal.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pan-hal.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pan-hal-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pan-hal-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">As grandes zonas húmidas costeiras são, sem dúvida, os melhores locais para observar a águia-pesqueira. Contudo, na maioria dos locais a espécie apenas é observada ocasionalmente, durante as épocas de passagem migratória.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – ocasional nesta região; os locais que reúnem mais registos são o <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a> e o <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>; a espécie também já foi observada em <a href="sitbertiandos">Bertiandos</a> e no <a href="sitestudouro">estuário do Douro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Monte</b><b>s</b> – a presença da águia-pesqueira nesta região é muito irregular, conhecendo-se observações pontuais em vários locais.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– o <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a> e a <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a> / <a href="sitsalreu">Salreu</a> são os locais onde a espécie é vista com mais frequência; outros locais da costa ocidental onde a espécie aparece esporadicamente são a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a> e as <a href="sitquiaios">lagoas de Quiaios</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira</b><b> interior</b> – muito rara nesta região, a maioria das observações conhecidas foi feita no rio Tejo (<a href="sitportasrodao">Portas de Ródão</a> e <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>) e provavelmente reportava-se a aves em passagem pela zona.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – o <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> é um dos melhores locais do país para observar a águia-pesqueira, que aqui inverna regularmente; pode ser vista nas lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da </a><a href="sitpontadaerva">Erva</a>, na zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>, nas <a href="sitalverca">salinas de Alverca</a>, no <a href="sithortas">sítio das Hortas</a> e, por vezes, em <a href="sitcorroios">Corroios</a> e na <a href="sitribeiraenguias">ribeira das </a><a href="sitribeiraenguias">Enguias</a>. Existe igualmente uma importante população ao longo do vale do Tejo entre Vila Franca de Xira e Constância, mas estas aves nem sempre são fáceis de ver a partir de terra. Também é regular no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de </a><a href="sitlagoaalbuf">Albufeira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> a águia-pesqueira pode ser vista com relativa facilidade, um pouco por toda a área. Adicionalmente ocorre com regularidade noutros locais do litoral, nomeadamente na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a>, na <a href="sitmelides">lagoa de Melides</a> e no <a href="sitestumira">estuário do Mira</a>. No interior surge sobretudo associada às grandes albufeiras: <a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitroxo">Roxo</a>, <a href="sitmonterocha">Monte da Rocha</a>, <a href="sitodivelas">Odivelas</a>, <a href="sitmontargil">Montargil</a>, <a href="sitmaranhao">Maranhão</a> e <a href="sitalqueva">Alqueva</a>. Também já foi vista na <a href="sitcaia">albufeira do Caia</a>, onde por vezes surgem concentrações de 3 a 4 aves. Desde 2011 têm sido libertadas diversas aves jovens na <a href="sitalqueva">albufeira de Alqueva</a>, no âmbito de um projecto que vista o estabelecimento de uma população nidificante nessa área, tendo-se registado a nidificação em 2015 e 2016.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – até ao final do século XX, nidificava na costa sudoeste na zona de Aljezur e após mais de quinze anos de ausência voltou a nidificar nesta área em 2015. No resto da região ocorre principalmente durante a passagem migratória outonal e no Inverno; os locais onde tem sido observada são: no barlavento, a <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a>, a <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a> e o <a href="sitestuarade">estuário do Arade</a>; no sotavento, a <a href="sitcastromarim">reserva de Castro Marim</a>, a <a href="sitriaformosa">ria Formosa</a> (onde existe uma importante população invernante), os <a href="sitfialho">Salgados do Fialho</a> e o <a href="sitludo">Ludo</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>A águia-pesqueira tem vindo a ser alvo de diversos programas de monitorização e conservação, tanto em Portugal como em Espanha. Em Janeiro de 2023 realizámos um webinário, no qual fazemos o ponto de situação referente a esta espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="A águia-pesqueira na Península Ibérica / El águila pescadora en la Península Ibérica" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/f-dJd-zrr7s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Partilhamos igualmente o episódio da &#8220;Gazeta Ornitológica&#8221; dedicado a esta espécie, realizado no âmbito do podcast <em>A Viagem do Maçarico</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/episode/76HpLMgj1qoo8VsM5gDi1b?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Na <em>Conversa sobre Aves</em> acerca da águia-pesqueira, começamos por falar de um dos principais locais de ocorrência: a lezíria grande de Vila Franca de Xira, e de como este local era no passado. Seguidamente abordamos o estatuto de ameaça em Portugal e a situação actual da população reprodutora e também da população invernante, com referência aos censos promovidos pelo portal Aves de Portugal. Mencionamos a distribuição mundial, a situação taxonómica e os movimentos migratórios. Terminamos a conversa descrevendo alguns aspectos morfológicos que caracterizam esta ave.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 155: a águia-pesqueira" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/yWNLzzD4n4Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Pandion-haliaetus" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-pesqueira no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Pandion-haliaetus-Aguia-pesqueira.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-pesqueira no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://mediotejo.net/santarem-e-o-distrito-com-mais-aguias-pesqueiras-em-portugal/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Santarém é o distrito com mais Águias-pesqueiras em Portugal</span></a></li>
<li><a href="https://www.rederegional.com/cultura/24505-vale-do-tejo-e-o-paraiso-das-aguias-pesqueiras-em-portugal" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Vale do Tejo é o &#8220;paraíso&#8221; das Águias-pesqueiras em Portugal</span></a></li>
<li><a href="https://ominho.pt/180-aguas-pesqueiras-identificados-no-rio-minho/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águias-pesqueiras identificadas no Rio Lima</span></a></li>
<li><a href="https://www.edp.com/pt-pt/historias-edp/projeto-de-reintroducao-da-aguia-pesqueira-em-portugal" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Projeto de reintrodução da Águia-pesqueira em Portugal- Quando as águias chegam de avião</span></a></li>
<li><a href="https://noticias.up.pt/aguia-pesqueira-volta-a-nascer-em-portugal-pela-mao-do-cibio-inbio/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águia-pesqueira volta a nascer em Portugal pela mão do CIBIO-InBio</span></a></li>
<li><a href="https://aguiapesqueira.org/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Águia-pesqueira em Portugal</span></a></li>
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<p>&nbsp;</p>
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