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	<title>Falconiformes &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Esmerilhão (Falco columbarius)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/falcol/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/falcol/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Falco columbarius]]></category>
		<category><![CDATA[Falconiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Esmerilhão Falco columbarius]]></category>
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					<description><![CDATA[Eis o menor dos falcões que podemos encontrar na nossa avifauna, especialista na captura de pequenos passeriformes que persegue em voo baixo e rápido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/falconiformes/'>Falconiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Eis o menor dos falcões que podemos encontrar na nossa avifauna, especialista na captura de pequenos passeriformes que persegue em voo baixo e rápido.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22822" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-columbarius.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-columbarius.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-columbarius-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-columbarius-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-columbarius-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-columbarius-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-columbarius-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-columbarius-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-columbarius-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-columbarius-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/84600841/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Falconiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Falconidae/" target="_blank" rel="noopener">Falconidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Falco</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Falco columbarius</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies</strong>: 9</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie <em>F. c. aesalon</em>, sendo possível que também aqui cheguem aves da subespécie <em>F. c. subaesalon</em>, de origem islandesa.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A maioria dos falcões que ocorre entre nós apresenta um claro dimorfismo sexual, e o esmerilhão não é excepção. Possui a silhueta de um falcão de pequenas dimensões. Enquanto a fêmea e os juvenis são bastante semelhantes, com o peito barrado sobre fundo branco, e dorso acastanhado escuro, o macho apresenta barras pequenas no peito, em fundo alaranjado e dorso cinzento-azulado. Normalmente desloca-se em voos baixos e bastante rápidos, apresentando cauda menos comprida que um peneireiro, asas em bico, sendo a tonalidade geral algo escurecida.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Trata-se de um invernante raro, que ocorre em baixos números e sobretudo em zonas abertas, do tipo das lezírias, terrenos agrícolas extensos e pastagens amplas. Dada a sua fenologia, os melhores meses de observação decorrem de Novembro a Fevereiro.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21171" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-col.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-col.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-col-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-col-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Dada a escassez do esmerilhão em Portugal, são poucos os locais onde a espécie aparece com regularidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro</b> &#8211; observa-se com alguma regularidade na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> –  melhor local de observação situa-se sem dúvida nas lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>; a espécie pode também ser observada na Lezíria Norte e no Vale de Santarém.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – ocorre sobretudo nas planícies de <a href="sitevora">Évora</a> e na região de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>, tendo já sido também observado junto ao <a href="sitcabosardao">cabo Sardão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>O esmerilhão é a mais pequena das rapinas diurnas europeias. Nesta <em>Conversa sobre Aves</em> falamos primeiro da distribuição, dos movimentos migratórios e da situação em Portugal. Seguidamente abordamos o habitat, a alimentação e as técnicas de caça. Analisamos o estado de conservação, com destaque para a diminuição da população europeia e para a categorias de ameaça atribuídas no caso de Portugal. Para terminar, elencamos alguns locais onde é possível observar esta espécie no nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 209: o esmerilhão" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/lQ6fMPBRDYM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se deseja saber como se distinguem as várias espécies de falcões, sugerimos que veja este pequeno tutorial sobre a identificação dos falcões que ocorrem no nosso país:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Falcoes" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/8XfGoKqols0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Falco-columbarius">Ficha do esmerilhão no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2018/04/devolucao-natureza-de-um-esmerilhao.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Devolução à natureza de um Esmerilhão</span></a></li>
</ul>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Falcão-da-rainha (Falco eleonorae)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/falele/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/falele/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Falco eleonorae]]></category>
		<category><![CDATA[Falconiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Falcão-da-rainha Falco eleonorae]]></category>
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					<description><![CDATA[Surpreende a visão de um falcão totalmente escuro, como acontece com alguns indivíduos desta espécie pouco frequente no nosso país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/falconiformes/'>Falconiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Surpreende a visão de um falcão totalmente escuro, como acontece com alguns indivíduos desta espécie pouco frequente no nosso país.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-eleonorae.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22819" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-eleonorae.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-eleonorae-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-eleonorae-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-eleonorae-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-eleonorae-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-eleonorae-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-eleonorae-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-eleonorae-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-eleonorae-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/174906481/embed/560" width="690" height="570" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Falconiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Falconidae/" target="_blank" rel="noopener">Falconidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Falco</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Falco eleonorae</em> Gené, 1839<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O falcão-da-rainha ocorre em dois tipos distintos de plumagem: o tipo escuro e o tipo claro, bastante diferentes entre si. O primeiro caso afigura-se como o mais raro e o mais distinto das restantes espécies, com os indivíduos totalmente castanho-escuros. A tipologia clara caracteriza-se pela tonalidade ocre-avermelhado do peito e abdómen, barrado como os restantes falcões, faces e garganta brancas e dorso escuro. No geral, este falcão é um pouco maior que a ógea e menor que o falcão-peregrino, apresentando asas compridas e cauda comprida, proporcionalmente maiores que as restantes espécies de falcões existentes em Portugal.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Bastante rara, esta ave de rapina ocorre sobretudo no final do Verão e princípio do Outono. As observações existentes dizem respeito quase exclusivamente ao litoral, muito provavelmente acompanhando a migração de passeriformes que constituem uma das bases da sua alimentação.  Existem poucos registos na Primavera, mas estes constituirão observações ocasionais.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21172" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-ele.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-ele.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-ele-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-ele-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">O falcão-da-rainha observa-se sobretudo junto à faixa costeira, durante os períodos de passagem migratória.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – raro; existem algumas observações no <a href="sitcaboespichel">cabo Espichel</a>, mas este é um local onde a presença desta ave é meramente ocasional.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – raro e irregular; existem registos de aves em passagem na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e observações muito esporádicas no interior.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – os melhores locais para observar o falcão-da-rainha situam-se na zona de Sagres e do <a href="sitcabosaovic">c</a><a href="sitcabosaovic">abo de S</a><a href="sitcabosaovic">ão</a><a href="sitcabosaovic"> Vicente</a>, onde a espécie parece ser regular, embora escassa, no final do Verão e no princípio do Outono; existem registos ocasionais noutros locais da região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>O falcão-da-rainha nidifica principalmente em ilhas no Mediterrâneo, contando também com populações nas ilhas Canárias e nalgumas zonas costeiras de Marrocos. No final do Verão, estas aves atravessam o continente africano em direcção a Madagáscar, onde passam o Inverno. O nome português e científico desta espécie homenageiam Elanora de Arborea, rainha da Sardenha que viveu no século XIII e promulgou uma lei que decretava a protecção das aves de rapina. Seguidamente disponibilizamos a gravação do webinário que realizámos em Abril de 2021 acerca desta espécie:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O falcão-da-rainha" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/8VlgB0FlsNU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sugerimos também este pequeno tutorial sobre a identificação dos falcões que ocorrem no nosso país:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Falcoes" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/8XfGoKqols0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.dn.pt/ciencia/biosfera/falcao-da-rainha-visita-portugal-no-inicio-do-outono-1666059.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Falcão-da-rainha visita Portugal no inicio do Outono</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Falcão-de-pés-vermelhos (Falco vespertinus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/falves/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/falves/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Falco vespertinus]]></category>
		<category><![CDATA[Falconiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Falcão-de-pés-vermelhos Falco vespertinus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/falves/</guid>

					<description><![CDATA[Pequeno falcão oriundo do leste da Europa e da Ásia. Na maioria dos anos é muito raro em Portugal, contudo em Maio de 2015 verificou-se uma passagem sem precedentes de aves desta espécie, tendo havido observações em diferentes locais do centro e do sul do país (Estremadura, Ribatejo, Alentejo e Algarve), nalguns casos envolvendo bandos de pequena ou média dimensão. A maior concentração envolveu 21 indivíduos, perto de Beja.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/falconiformes/'>Falconiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Pequeno falcão oriundo do leste da Europa e da Ásia. Na maioria dos anos é muito raro em Portugal, contudo em Maio de 2015 verificou-se uma passagem sem precedentes de aves desta espécie, tendo havido observações em diferentes locais do centro e do sul do país (Estremadura, Ribatejo, Alentejo e Algarve), nalguns casos envolvendo bandos de pequena ou média dimensão. A maior concentração envolveu 21 indivíduos, perto de Beja.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/115099651/embed/640" width="690" height="440" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Falconiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Falconidae/" target="_blank" rel="noopener">Falconidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Falco</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Falco vespertinus</em> Linnaeus, 1766<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Os machos são inconfundíveis: plumagem cinzenta, com as patas e o bico vermelhos. As fêmeas são mais claras, chamando a atenção a cabeça alaranjada.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2023 foram homologadas 19 observações em Portugal Continental:</span></span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2</span></b><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">004</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">0</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">5</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">&#8211;</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">S</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">et</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, </span><a href="sitcastroverde"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Castro Verde</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">J</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> Muddeman</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">A</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">nu</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ário</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 4</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2005</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 16-Set, </span><a href="sitcabosaovic"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Cabo de São Vicente</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, juvenil, R Skan</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Anu</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ário</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 5</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2011</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">,</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 28-Set, </span><a href="sitcabosaovic"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Sagres-Vale Santo</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 1 juv.</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">R. Muller</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (Anuário 10)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2013</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 29-Abr, </span><a href="sitlagoapatos"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">lagoa dos Patos</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 1 fêmea 2.º ano, R. Caratão (Anuário 11)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2014</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 8-Set, </span><a href="sitcabosaovic"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Sagres</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 1 macho 2.º ano, F. Morais, N. C. Vieira, S. Meneses (Anuário 11)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2014</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 16 e 17-Set, Vila do Bispo, 1 ind. 1.º ano, C. Pacheco, A. H. Leitão e outros </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">(Anuário 11)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 13 e 14-Mai, ETAR Faro Nascente, 2 inds., T. Valkenburg e outros (Anuário 2)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 13-Mai, Atouguia da Baleia, Peniche, 1 macho 2.º ano, P. Ramalho (Anuário 12)</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"><strong>2015</strong>, 13-Mai, entre Beringel e Beja, 1 fêmea, por R. Caratão</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"><strong>2015</strong>, 13 a 15-Mai, <a href="https://www.avesdeportugal.info/falves/sitcorroios">Ponta dos Corvos</a>, 1 macho, por M. Nunes e F. Araújo (Anuário 16)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 14-Mai, Entradas, Castro Verde, 5 inds. (1 macho ad., 4 fêmeas ads.), H. Lousa </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">(Anuário 12)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 14 a 15-Mai, Ferrel, Peniche, 1 macho ad., I. Teodoro, P. Ramalho (Anuário 12)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 14 a 17-Mai,</span><a href="sitpontadaerva"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> Lezíria Grande</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">VF</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Xira, 1 fêmea, F. Canário, P. Marques</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> e outros</span> <span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">(Anuário 12)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 14-Mai, Baleizão, Beja, 21 inds. J. Safara (Anuário 12)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 15-Mai, Monte da Apariça, Castro Verde, 1 macho 2.º ano, H. Lousa). (Anuário </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">12)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 15-Mai, Vale Gonçalinho, Castro Verde, 1 macho ad., G. Réthoré e outros </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">(Anuário 12)</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"><strong>2015</strong>, 18-Mai, a nordeste de Santa Vitória-Beja, 2 casais., por R. Caratão (Anuário 16)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 21 a 23-Mai, Eixo, Aveiro, 2 fêmeas ads., C. André., L. Rodrigues e outros </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">(Anuário 12)</span></li>
<li><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 24-Mai, Carregueiro, Aljustrel, 2 fêmeas 2.º ano, P. Nicolau, S. Melo (Anuário 12)</span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Outras observações:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1988,  27-Ago, </span><a href="sitcabosaovic"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">c</span></a><a href="sitcabosaovic"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">abo Espichel</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 1 </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">j</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">uv., por C. C. Moore (Airo 2)</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1989, 23-Out, Sam</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ouco, Alcochete, 1 juv., por D. Leitão (Airo 2)</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1990, 2-Mai, </span><a href="sitriadealvor"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ria de Alvor</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, macho adulto, por P. Harris e C. Jackson (Airo 2-2)</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1990, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2-</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">O</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ut</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, </span><a href="sitriadealvor"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ria de Alvor</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, por P. Harris e C. Jackson (Airo 2-2)</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1992</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">10-Out, Vale Santo, </span><a href="sitcabosaovic"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Sagres</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">D</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">.</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> Leitão, G</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">.</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> Faria</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2009, 07-Set, </span><a href="sitmonchique"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">serra de Monchique</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, uma fêmea, por J. L. Almeida</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2010, 19-Jun, </span><a href="sitcabodaroca"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">cabo da Roca</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, um macho adulto, por L. Guilherme, E. Silva, D. Fonseca e </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">M. Correia</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2013, 2</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2-Abr, Tavira, um ind., por E. Middleton</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2013, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">19-Jun, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Entradas-</span><a href="sitcastroverde"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Castro Verde</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, macho adulto, por I. Catry</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 14-Mai, entre Benviuda e S. Marcos da Ataboeira, 1 fêmea ad. e 1 fêmea ima., </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">por C. Pacheco </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">e B. Martins</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 14-Mai, entre </span><a href="sitcastroverde"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Castro Verde</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> e Casével, 1 macho ad., por I. Catry e outros</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 14-Mai, entre Penilhos e Romeiras, 1 macho ima., por J. T. Tavares e outros</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 14-Mai, Abicada</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> &#8211;</span><a href="sitriadealvor"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> r</span></a><a href="sitriadealvor"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ia de Alvor</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 1 macho e 1 fêmea, por W. Scheres</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 14-Mai, </span><a href="sitespinhacocao"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">s</span></a><a href="sitespinhacocao"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">erra do Espinhaço de Cão</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 1 macho e 3 a 4 fêmeas, por R. Tomé e N. </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Pires</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 14-Mai, </span><a href="sitfozalmargem"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">f</span></a><a href="sitfozalmargem"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">oz do Almargem</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 1 macho, por M. Pais</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 14 a 16-Mai, </span><a href="sitpontadaerva"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Ponta da Erva</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 2 fêmeas, por N. Reis e L. Gordinho</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 15-Mai, entre Entradas e S. M. da Ataboeira, 2 casais, por B. Martins e outros</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 15-Mai, entre S. Marcos da Ataboeira e Rolão, 1 macho ad. e 1 fêmea ima., por S. </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Wates</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 15-Mai, entre Bens e Alves, 2 machos ads. e 2 fêmeas ima., por J. T. Tavares e </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">outros</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 15-Mai, Penedo Gordo, 1 fêmea ima., por R. Caratão</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 15-Mai, junto a Vale Gonçalinho, 10 inds., por R. Silva</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 15-Mai, entre </span><a href="sitcastroverde"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Castro Verde</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> e Casével, 4 inds, por L. Reino e H. Lousa</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 16-Mai, Quinta da Vala-Silves, 9 inds., por G. Elias</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 16-Mai, entre S. Bárbara de Padrões e Viseus, 1 fêmea, por J. Taylor e P. </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Dedicoat</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 16-Mai, entre Almádena e Burgau, 1 fêmea ad., por D. Crane e A. Crane</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 17-Mai, Vila do Bispo, 1 fêmea ima., por G. Elias</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 17-Mai, </span><a href="sitlagoasalg"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">l</span></a><a href="sitlagoasalg"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">agoa dos Salgados</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 1 macho, por M. Dias e outros</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 17-Mai, </span><a href="sitbertiandos"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">l</span></a><a href="sitbertiandos"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">agoas de Bertiandos e S. Pedro de Arcos</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 2 inds., por M. Cardoso</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 18-Mai, a norte de Santa Vitória-Beja, 1 fêmea ad., por R. Caratão</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 19-Mai, a oeste de Montemor-o-Velho, 2 machos e 1 fêmea, por M. Malva</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 19-Mai, entre S. Marcos da Ataboeira e Rolão, 1 m. ima. E 3 fêmeas, por S. Wates</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 19-Mai, a leste de São Marcos da Ataboeira, 1 casal, por J. T. Tavares</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 19-Mai, a leste de Entradas, 2 machos e 5 fêmeas, por G. Schreier<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 20-Mai, ETAR de Faro-Nascente, 1 f. ima., por A. Cotão, L. Catarino e T. Valkenburg<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 20-Mai, Gloria-Aveiro, 1 ind, por T. Nus<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 21-Mai, entre Namorados e Morena, 1 ind., por P. Dedicoat e J. Taylor<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 21 e 22-Mai, a oeste de Montemor-o-Velho, 4 machos e 4 fêmeas, por P. Ferreira, L. Silva e outros<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 23-Mai, Areão-Aveiro, 1 macho, por S. Doutor<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 23-Mai, Calvão-Aveiro, 1 macho, por S. Doutor<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 24-Mai, a leste de Montemor-o-Velho, 10 inds., por I. Teodoro<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 24-Mai, lezírias da Ponta da Erva, 1 macho, por M. Furtado<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 24-Mai, Murtosa, 1 macho, por N. Silva<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 25-Mai, Gloria-Aveiro, 1 macho, por T. Nus<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2016, 16-Mai, Beliche-Sagres, 1 macho, por F. McClintock<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2017, 7-Mai, São Matias-Beja, um macho de 2 cy, por M. Mirinha<br />
</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2019, 19-Set, Sagres, Cabranosa, 1 juv., por A. L. Hespanhol, T. Caldeira</span></li>
</ul>
<p>Note-se que as observações anteriores a 1995 não requeriam homologação pelo extinto Comité Ibérico de Raridades.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22223" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-fal-ves.jpg" alt="" width="416" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-fal-ves.jpg 416w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-fal-ves-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-fal-ves-370x236.jpg 370w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.wilder.pt/diversoes/nunca-se-viram-tantos-falcoes-de-pes-vermelhos-em-portugal/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Nunca se viram tantos falcões-de-pés-vermelhos em Portugal</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/falves/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Falcão-gerifalte (Falco rusticolus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/falrus/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/falrus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria D]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Falco rusticolus]]></category>
		<category><![CDATA[Falconiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Falcão-gerifalte Falco rusticolus]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Maior falcão do Mundo, pertence à família Falconidae. Vive na tundra e nas montanhas desde a América do Norte até à Sibéria. Em Portugal foi homologada uma única observação. Esta espécie pertence à Taxonomia Ordem: Falconiformes Família: Falconidae Género: Falco Espécie: Falco rusticolus Linnaeus, 1758 A espécie é monotípica. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/falconiformes/'>Falconiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Maior falcão do Mundo, pertence à família Falconidae. Vive na tundra e nas montanhas desde a América do Norte até à Sibéria. Em Portugal foi homologada uma única observação.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a" class="cat_dir_a"><strong>Esta espécie pertence à <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/categorias/categoria-d/'>Categoria D</a></strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/96551951/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Falconiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Falconidae/" target="_blank" rel="noopener">Falconidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Falco</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Falco rusticolus</em> Linnaeus, 1758<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>É o maior dos falcões, sendo maior que o <a href="https://www.avesdeportugal.info/falper">falcão-peregrino</a>. A sua plumagem varia entre o branco e o acinzentado.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt"><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.</span><br />
Até final de 2007 foi homologada uma única observação em Portugal Continental:</p>
<ul>
<li>1991, 15 e 22-Mar, Odeceixe, Aljezur e Malhão, Odemira, J. Pereira, C. Conde, J. Costa (Airo 4-1)</li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Falcão-lanário (Falco biarmicus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/falbia/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/falbia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Falco biarmicus]]></category>
		<category><![CDATA[Falconiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Falcão-lanário Falco biarmicus]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Falcão da família Falconidae, ligeiramente maior que o falcão-peregrino. Proveniente dos campos, savanas e desertos da Europa e de África. Ave muito utilizada em falcoaria. Em Portugal existem 7 registos homologados pelo CPR. ﻿ Taxonomia Ordem: Falconiformes Família: Falconidae Género: Falco Espécie: Falco biarmicus Temminck, 1825 Subespécies: 5 Identificação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/falconiformes/'>Falconiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Falcão da família Falconidae, ligeiramente maior que o falcão-peregrino. Proveniente dos campos, savanas e desertos da Europa e de África. Ave muito utilizada em falcoaria. Em Portugal existem 7 registos homologados pelo CPR.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/76230081/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Falconiformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Falconidae/" target="_blank" rel="noopener">Falconidae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Falco</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Falco biarmicus</em> Temminck, 1825<br />
<strong>Subespécies</strong>: 5</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Grande falcão, ligeiramente maior que um<a href="https://www.avesdeportugal.info/falper"> falcão-peregrino</a>. Partes superiores acinzentadas, com a nuca castanha-avermelhada, partes inferiores sarapintadas no adulto e riscadas no juvenil.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2023 foram homologadas sete observações deste falcão:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><strong>2012</strong>, 3 a 25-Jul, zona de <a href="https://www.avesdeportugal.info/falbia/sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="https://www.avesdeportugal.info/falbia/sitmertola">Mértola</a>, 1 juv. ssp <em>F. b. erlangeri</em>, R. Caratão, A. Gonçalves (Anuário 12)</li>
<li><strong>2017</strong>, 23-Jul, <a href="https://www.avesdeportugal.info/falbia/sitpontadaerva">Lezíria de V.F.X</a>, 1 juvenil, por M. Santos e C. Palricas (Anuário 13)</li>
<li><strong>2017</strong>, 7-Out, <a href="https://www.avesdeportugal.info/falbia/sitcabosaovic">Sagres</a>, Vale Santo, 1 juv. da subespécie <em>F. b. erlangeri</em>, J. Fidora e outros (Anuário 12)</li>
<li><strong>2019</strong>, 01-Jul, Aljustrel, Beja, 1 juv. por M. Mirinha (Anuário 13)</li>
<li><strong>2019</strong>, 17-Jul, Rolão, Castro Verde, 1 juv., por T. Pereira e A. Pereira (Anuário 13)</li>
<li><strong>2022, </strong>19-Mar, Castro Verde, 1 subad. (2º/3º ano), P. González <em>et al. </em>(Anuário 16)</li>
<li><strong>2022</strong>, 7-Ago, Horta da Nora, Castro Verde, 1 ind., H. Lousa (Anuário 17)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outras observações:</p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li>1994, 23-Set, <a href="sitcabosaovic">Cabranosa</a>, 1 ind., por L. Gordinho e D. Geraldes</li>
<li>2007, 15-Fev, <a href="sitcabosaovic">Vale Santo</a>, 1 ind <i>erlangeri</i>, por G. Schreier e outros</li>
<li>2012, 5 a 7-Set,<a href="sitcabosaovic"> Sagres-Vila do Bispo</a>, 1 ind., por S. Wates, G. Schreier, J. Safara e outros</li>
<li>2015-16, 08-Dez a 26-Jan, <a href="sitcastroverde">São Marcos da Ataboeira</a>, 1 juv., por C. Pacheco e H. Reid</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22222" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-fal-bia.jpg" alt="" width="416" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-fal-bia.jpg 416w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-fal-bia-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-fal-bia-370x236.jpg 370w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Falcão-peregrino (Falco peregrinus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/falper/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/falper/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Falco peregrinus]]></category>
		<category><![CDATA[Falconiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Falcão-peregrino Falco peregrinus]]></category>
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					<description><![CDATA[O falcão-peregrino é o animal mais rápido do planeta e o seu voo picado constitui um dos mais fantásticos espectáculos da natureza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/falconiformes/'>Falconiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O falcão-peregrino é o animal mais rápido do planeta e o seu voo picado constitui um dos mais fantásticos espectáculos da natureza.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22532" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-peregrinus.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-peregrinus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-peregrinus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-peregrinus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-peregrinus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-peregrinus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-peregrinus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-peregrinus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-peregrinus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-peregrinus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/93532891/embed/570" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Falconiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Falconidae/" target="_blank" rel="noopener">Falconidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Falco</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Falco peregrinus</em> Tunstall, 1771<br />
<strong>Subespécies:</strong> 18</p>
<p>As aves que nidificam em Portugal pertencem à subespécie <em>F. p. brookei</em>. Durante o período de invernada chegam ao nosso país aves das subespécies <em>F. p. peregrinus</em> e <em>F. p. calidus</em>.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O falcão-peregrino é o maior falcão que ocorre em Portugal. Caracteriza-se pelas suas asas largas, pela cauda curta e pelo barrete escuro. Se observado a pequena distância, são visíveis as patas amarelas, as barras transversais finas (no adulto) e o espesso “bigode”.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do falcão-peregrino, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/35976/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>De uma forma geral este falcão é pouco comum, embora seja relativamente regular na maioria dos locais onde ocorre. Frequenta sobretudo zonas rochosas, onde constrói o seu ninho, mas no Outono e no Inverno também pode ser observado a caçar em meio urbano ou em zonas húmidas costeiras. Está presente em Portugal durante todo o ano.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21160" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-per.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-per.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-per-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-per-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Os melhores locais para observação deste falcão situam-se ao longo da costa rochosa e, muito localmente, no interior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – nidifica na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a>, que é o seu principal local de ocorrência na região; durante o Inverno surge por vezes no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – o melhor local para observar esta espécie é, sem dúvida, o <a href="sitdourointernac">Douro Internacional</a>, nomeadamente na zona do <a href="sitpdurao">Penedo Durão</a>. Também pode ser visto na <a href="sitalvao">serra do Alvão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral</b><b> centro </b>–  pode ser visto habitualmente no arquipélago das <a href="sitberlenga">Berlengas</a>, onde nidifica um casal, bem como no <a href="sitpeniche">cabo Carvoeiro</a>. Também aparece com regularidade na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – raro nesta região, pode ser observado com regularidade na <a href="sitserradaestrela">Serra da Estrela</a> e, por vezes, junto à <a href="sitbarrsantaluzia">barragem de Santa Luzia</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – pode ser visto no <a href="sitcabodaroca">c</a><a href="sitcabodaroca">abo da Roca</a>, na zona de Cascais, no <a href="sitcaboespichel">cabo </a><a href="sitcaboespichel">Espichel</a>, na <a href="sitarrabida">serra da Arrábida</a> e no <a href="sittomar">Agroal (Tomar)</a>. Também aparece junto à Ponte 25 de Abril (Lisboa) e na margem sul da mesma, junto ao Cristo-Rei. Fora da época reprodutora, este falcão aparece regularmente no <a href="sitparquetejo">Parque do </a><a href="sitparquetejo">Tejo</a> e nas lezírias da<a href="sitpontadaerva"> Ponta da Erva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – o<a href="sitcabosardao"> c</a><a href="sitcabosardao">abo Sardão</a> é um dos melhores locais para observar o falcão-peregrino nesta região, mas durante o Inverno aparece por vezes no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na <a href="sitsantoandre">l</a><a href="sitsantoandre">agoa de </a><a href="sitsantoandre">Santo </a><a href="sitsantoandre">André</a> e em diversos locais do interior.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – os locais mais favoráveis à observação desta espécie situam-se nos sectores de costa rochosa: a<a href="sitpontapiedade"> Ponta da </a><a href="sitpontapiedade">Pi</a><a href="sitpontapiedade">edade</a>, o <a href="sitcabosaovic">c</a><a href="sitcabosaovic">abo de São </a><a href="sitcabosaovic">Vicente</a> e a <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>. A espécie observa-se ocasionalmente em zonas húmidas costeiras, como as <a href="sitodiaxere">salinas de Odiáxere</a> ou a <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, sobretudo no Outono e no Inverno.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Esta conversa tem como tema o animal mais rápido do mundo: o falcão-peregrino. Começamos por falar da distribuição global, das subespécies existentes e da descrição inicial da espécie. Seguidamente abordamos a relação com o ser humano e os factores de ameaça que historicamente pesaram sobre esta ave de rapina. Na segunda parte falamos de alguns aspectos relacionados com a sua técnica de caça, das velocidades máximas registadas e das adaptações que lhe permitem atingir este desempenho extremo.</p>
<p><em>Nota: por lapso referiu-se (6m30s) que o nome </em>brookei<em> é uma homenagem a Sir Charles Vyner de Windt Brooke 3º Rajá de Sarawak; contudo esta informação está incorrecta, pois essa homenagem envolve outra espécie de ave; no caso da subespécie </em>Falco peregrinus brookei<em>, o nome homenageia Arthur Basil Brooke, que foi um oficial e coleccionador inglês do séx. XIX e que terá visitado a Sardenha e a Grécia, áreas onde esta subespécie ocorre.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 147: o falcão-peregrino" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Ppyp2WVAppA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se deseja saber como se distinguem as várias espécies de falcões, sugerimos que veja este pequeno tutorial sobre a identificação dos falcões que ocorrem no nosso país:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Falcoes" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/8XfGoKqols0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Falco-peregrinus" target="_blank" rel="noopener">Ficha do falcão-peregrino no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Falco-peregrinus-Falcao-peregrino.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do falcão-peregrino no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.nit.pt/cultura/teatro-e-exposicoes/bordalo-ii-criou-um-falcao-gigante-com-plastico-usado-na-fachada-de-um-predio-sintra" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Bordalo II criou um falcão gigante com plástico usado na fachada de um prédio de Sintra</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://observador.pt/2015/04/05/falcoes-combater-gaivotas-no-porto-matosinhos-gaia/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Falcões para combater gaivotas no Porto, Matosinhos e Gaia</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.rtp.pt/noticias/pais/falcao-peregrino-devolvido-a-natureza-depois-de-tratado_n54597" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Falcão-peregrino devolvido à natureza depois de tratado</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/cronicas/cronicas-naturais-peregrinos-na-cidade/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Crónicas naturais: peregrinos na cidade</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/cronicas/cronicas-naturais-voaram-os-peregrinos/" target="_blank" rel="noopener">Crónicas naturais: voaram os peregrinos</a></li>
</ul>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Falcão-sacre (Falco cherrug)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/falche/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/falche/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Falco cherrug]]></category>
		<category><![CDATA[Falconiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Falcão-sacre Falco cherrug]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/falche/</guid>

					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Ave da família Falconidae. Na Europa é uma ave muito utilizada na falcoaria. É um falcão de estepes e pradarias pouco arborizadas cuja área de distribuição se estende da Europa oriental até à Manchúria. Predador essencialmente de roedores, mas não de aves. Em Portugal apenas existe uma observação homologada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/falconiformes/'>Falconiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Ave da família Falconidae. Na Europa é uma ave muito utilizada na falcoaria. É um falcão de estepes e pradarias pouco arborizadas cuja área de distribuição se estende da Europa oriental até à Manchúria. Predador essencialmente de roedores, mas não de aves. Em Portugal apenas existe uma observação homologada pelo CPR. Estatuto &#8220;Em Perigo&#8221; a nível Mundial.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/430760321/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Falconiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Falconidae/" target="_blank" rel="noopener">Falconidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Falco</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Falco cherrug</em> Gray JE, 1834<br />
<strong>Subespécies</strong>: 4</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Grande falcão, com a plumagem castanha e branca e asas ligeiramente arredondadas.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p>As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2009 foi homologada uma única observação em Portugal Continental:</p>
<ul>
<li>2009, 30 e 31-Ago, Sabugal, Seia e Figueira de Castelo Rodrigo, fêmea de 1º calendário, 30 e 31 de Agosto, ave seguida por satélite (Anuário 7)</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10988" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-fal-che.jpg" alt="" width="417" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-fal-che.jpg 417w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-fal-che-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-fal-che-370x235.jpg 370w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/falche/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ógea (Falco subbuteo)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/falsub/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/falsub/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Falco subbuteo]]></category>
		<category><![CDATA[Falconiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Ógea Falco subbuteo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/falsub/</guid>

					<description><![CDATA[À primeira vista, este pequeno falcão pode fazer lembrar um andorinhão gigante. O seu voo de caça mostra bem a agilidade desta pequena ave de presa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/falconiformes/'>Falconiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">À primeira vista, este pequeno falcão pode fazer lembrar um andorinhão gigante. O seu voo de caça mostra bem a agilidade desta pequena ave de presa.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-subbuteo.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22643" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-subbuteo.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-subbuteo-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-subbuteo-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-subbuteo-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-subbuteo-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-subbuteo-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-subbuteo-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-subbuteo-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-subbuteo-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam as primeiras ógeas?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-falsub" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/159677871/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Falconiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Falconidae/" target="_blank" rel="noopener">Falconidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Falco</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Falco subbuteo</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 2</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Pequeno falcão, de tons escuros, cauda longa e asas longas e muito pontiagudas. As partes superiores das asas e do dorso são cor de ardósia, ao passo que as partes inferiores são claras. O peito é riscado e no ventre tem uma mancha avermelhada que apenas é visível a pequena distância. A face é branca apresentando um bigode preto, que faz lembrar o padrão do <a href="https://www.avesdeportugal.info/falper">falcão-peregrino</a>.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da ógea, clique na seta abaixo! <iframe src="https://xeno-canto.org/39643/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A ógea é uma ave estival em Portugal, que pode ser vista desde finais de Abril até Setembro ou Outubro. Distribui-se de norte a sul do país, mas de uma forma geral é uma espécie pouco comum, que ocorre em densidades baixas. Frequenta meios florestais, o que dificulta a sua detecção e acentua a impressão de escassez.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21173" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-sub.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-sub.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-sub-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-sub-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Não é muito fácil observar este falcão, devido à sua relativa escassez e aos seus hábitos discretos.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – aparece ocasionalmente junto ao <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, bem como na <a href="sitgeres">serra do Gerês</a>, na serra de Arga e nas <a href="sitfafe">serras de </a><a href="sitfafe">Fafe.</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – muito escasso na região, tem sido registado com alguma regularidade no <a href="sitdourointernac">Douro </a><a href="sitdourointernac">Internacional</a>, podendo também ser visto na zona de Chaves e na <a href="sitalvao">serra do Alvão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral </b><b>c</b><b>e</b><b>ntro</b> –  observa-se por vezes na zona do Baixo Mondego (por exemplo junto ao <a href="sitmadriz">paul da Madriz</a>) e na <a href="sitaire">serra de </a><a href="sitaire">Aire</a>. Também aparece na zona de <a href="sitsalreu">Salreu</a> (Estarreja) e no <a href="sittornada">paul de Tornada</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – a Beira Alta é talvez a melhor região do país para observar esta espécie, nomeadamente as zonas de <a href="sitribacoa">R</a><a href="sitribacoa">iba Côa</a>, <a href="sitsabugal">Sabugal</a> e <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a> e ainda a <a href="sitvilar">albufeira de Vilar</a>; mais para sul, pode por vezes ser observado nas <a href="sitportasrodao">Portas de Ródão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – o <a href="sitboquilobo">paul do Boquilobo</a> é um dos locais com maior número de registos desta espécie, que também aparece na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – de uma forma geral é raro em todo o Alentejo, os locais onde tem sido observado com alguma regularidade, ainda que em números reduzidos, incluem a <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e a zona de <a href="sitcastvide">Castelo de Vide</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – ocorre principalmente durante a passagem migratória outonal, sendo o <a href="sitcabosaovic">cabo de </a><a href="sitcabosaovic">São Vicente</a> o local onde é avistado com mais frequência.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2></h2>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Se deseja saber como se distinguem as várias espécies de falcões, sugerimos que veja este pequeno tutorial sobre a identificação dos falcões que ocorrem no nosso país:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Falcoes" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/8XfGoKqols0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Falco-subbuteo">Ficha da ógea no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/falsub/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Peneireiro-das-torres (Falco naumanni)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/falnau/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/falnau/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Falco naumanni]]></category>
		<category><![CDATA[Falconiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Peneireiro-das-torres (Falco naumanni)]]></category>
		<category><![CDATA[Peneireiro-das-torres ou Peneireiro-de-dorso-liso Falco naumanni]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/falnau/</guid>

					<description><![CDATA[Este pequeno falcão, que esteve à beira da extinção em Portugal, é hoje um ícone das planícies do Baixo Alentejo. Pode ser visto peneirar, enquanto procura os insetos de que se alimenta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/falconiformes/'>Falconiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Este pequeno falcão, que esteve à beira da extinção em Portugal, é hoje um ícone das planícies do Baixo Alentejo. Pode ser visto a peneirar, enquanto procura os insectos de que se alimenta.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-naumanni.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22828" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-naumanni.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-naumanni-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-naumanni-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-naumanni-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-naumanni-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-naumanni-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-naumanni-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-naumanni-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-naumanni-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros peneireiros-das-torres?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-falnau" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/144501561/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Falconiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Falconidae/" target="_blank" rel="noopener">Falconidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Falco</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Falco naumanni</em> Fleischer, 1818<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O peneireiro-das-torres é muito parecido com o <a href="https://www.avesdeportugal.info/faltin">peneireiro-vulgar</a>. Distingue-se desta espécie pela ausência de pintas pretas na parte superior das asas, pelas coberturas azuladas, pelas rectrizes centrais mais alongadas e pelas unhas brancas.A fêmea é muito parecida com a de peneireiro-vulgar, apresentando porém as unhas brancas.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do peneireiro-das-torres, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/46105/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Embora seja pouco abundante a nível nacional, este pequeno falcão é localmente comum, chegando a formar colónias com algumas dezenas de casais. Nidifica em edifícios arruinados e alimenta-se nos campos agrícolas. O peneireiro-das-torres é um migrador precoce, que chega geralmente em Fevereiro e parte em Julho ou Agosto.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21159" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-nau.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-nau.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-nau-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-nau-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">O Baixo Alentejo, em particular a faixa central, é a melhor zona para procurar o peneireiro-das-torres.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo </b>– raro na região; por vezes já tem sido observado em números muito reduzidos na zona do <a href="sitcaboespichel">cabo </a><a href="sitcaboespichel">Espichel</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – pode ser visto com relativa facilidade nas zonas de <a href="sitmertola">Mértola</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e junto à <a href="sitmonterocha">albufeira </a><a href="sitmonterocha">do Monte da </a><a href="sitmonterocha">Rocha</a>. No resto da região é consideravelmente mais escasso, mas também se observa nas zonas de <a href="sitevora">Évora</a> e<a href="sitelvas"> Elvas</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – raro; durante os períodos de passagem migratória já tem sido observado, esporadicamente, na zona do <a href="sitcabosaovic">c</a><a href="sitcabosaovic">abo </a><a href="sitcabosaovic">de São Vicente</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>SABER MAIS</h2>
<p>O peneireiro-das-torres (por vezes também chamado peneireiro-de-dorso-liso ou francelho) esteve há beira da extinção em Portugal. Graças a programas de conservação realizados no Alentejo, as suas populações recuperaram. Em Março de 2023, realizámos um webinário dedicado a esta espécie, no qual a situação no nosso país foi apresentada em detalhe. Pode visualizar a gravação, bastando para isso clicar na seta em baixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Francelho em Portugal: uma espécie dependente da conservação" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/HzEihWQnEWU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sugerimos também este pequeno tutorial sobre a identificação dos falcões que ocorrem no nosso país:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Falcoes" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/8XfGoKqols0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Falco-naumanni" target="_blank" rel="noopener">Ficha do peneireiro-das-torres no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Falco-naumanni-Peneireiro-das-torresFrancelho.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do peneireiro-das-torres no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.nationalgeographic.pt/meio-ambiente/como-sobrevive-o-falcao-peneireiro-das-torres-no-alentejo_2062" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Como sobrevive o Falcão Peneireiro-das-Torres no Alentejo</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.lpn.pt/pt/conservacao-da-natureza/historico-de-projetos/projeto-life-natureza-peneireiro-das-torres" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Projeto LIFE-Natureza Peneireiro-das-torres</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://alentejo.sulinformacao.pt/2022/06/caixas-ninho-para-peneireiros-das-torres-ja-dao-crias-em-mertola-com-video/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Caixas-ninho para Peneireiros-das-Torres já “dão” crias em Mértola</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.infraestruturasdeportugal.pt/pt-pt/ip-entrega-ao-icnf-caixas-ninho-para-francelhopeneireiro-das-torres" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">IP entrega ao ICNF caixas-ninho para Francelho/Peneireiro-das-Torres</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/voluntarios-preparam-ninhos-para-peneireiros/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Voluntários preparam ninhos para peneireiros</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/mais-de-65-dos-francelhos-e-rolieiros-em-castro-verde-dependem-de-ninhos-artificiais/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Mais de 65% dos francelhos e rolieiros em Castro Verde dependem de ninhos artificiais</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.lpn.pt/pt/conservacao-da-natureza/outros-projetos/projeto-falco-e-otis-proteger-o-peneireiro-das-torres-e-a-abetarda" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Projeto Falco &amp; Otis: Proteger o Peneireiro-das-torres e a Abetarda</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/ninhos-de-francelhos-tendem-a-ter-mais-parasitas-do-que-os-de-estorninhos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ninhos de francelhos tendem a ter mais parasitas do que os de estorninhos</span></a></li>
</ul>
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		<title>Peneireiro-de-dorso-malhado (Falco tinnunculus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/faltin/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Falco tinnunculus]]></category>
		<category><![CDATA[Falconiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Peneireiro-de-dorso-malhado ou Peneireiro-vulgar Falco tinnunculus]]></category>
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					<description><![CDATA[Este é um falcão bastante regular em ambientes urbanos, facilmente reconhecível pela sua capacidade de pairar enquanto procura as suas presas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/falconiformes/'>Falconiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Este é um falcão bastante regular em ambientes urbanos, facilmente reconhecível pela sua capacidade de pairar enquanto procura as suas presas.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22534" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-tinnunculus.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-tinnunculus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-tinnunculus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-tinnunculus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-tinnunculus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-tinnunculus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-tinnunculus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-tinnunculus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-tinnunculus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Falco-tinnunculus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/80557331/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Falconiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Falconidae/" target="_blank" rel="noopener">Falconidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Falco</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Falco tinnunculus</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 11</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal, enquanto na Madeira ocorre a subespécie <em>F. t. canariensis</em>.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Este falcão de tamanho médio apresenta as asas pontiagudas e cauda comprida, e bico curto e forte, típicos da maioria das espécies deste grupo. A cauda do peneireiro-vulgar é um pouco mais comprida que a dos seu congéneres, dando-lhe um aspecto mais estilizado. Existem diferenças em termos de plumagem e dimensões entre os machos e as fêmeas desta espécie, sendo a última de dimensões maiores e menos colorida. A fêmea e o macho possuem o dorso cor de ferrugem, bastante sarapintado de preto, com a ponta das asas escuras. A cauda da fêmea é barrada, enquanto que o macho apresenta a cauda e a nuca lisas cinzento-azulado, contrastando bastante com a tonalidade do dorso. O peito do macho é menos barrado, parecendo mais liso que a fêmea.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do peneireiro-vulgar, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/59756/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Espécie comum em Portugal Continental, mais abundante em zonas agrícolas e nas imediações de aglomerados urbanos. O peneireiro-vulgar é um falcão residente pelo que se observa durante todo o ano.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21161" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-tin.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-tin.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-tin-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Fal-tin-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Este pequeno falcão é comum em zonas agrícolas do nosso território, assim como em áreas abertas e zonas humanizadas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– pode ser visto no vale do Lima e junto ao <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – bem distribuído por esta região, pode ser visto no <a href="sitdourointernac">Douro Internacional</a> sobretudo nas zonas agrícolas. Há também facilidade de observação na veiga de Chaves e na <a href="sitalvao">serra do Alvão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> &#8211; é comum no baixo Mondego, assim como na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, na <a href="sitlagoaobid">lagoa de </a><a href="sitlagoaobid">Óbidos</a> e na zona de Alvaiázere. Pode também ser visto junto a <a href="sitsmporto">São Martinho do Porto</a>, no <a href="sittornada">paul de Tornada</a>, na <a href="sitsico">serra de </a><a href="sitsico">Sicó</a>, na <a href="sitquiaios">lagoa da Vela</a> e na zona de <a href="sitpeniche">Peniche</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – frequente em alguns locais abertos e planos. Na Beira Alta pode ser visto no planalto de Almeida, em <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>, na <a href="sitvilar">albufeira de Vilar</a> e na zona do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Na Beira Baixa, é frequente junto ao <a href="sittejointernac">Tejo </a><a href="sittejointernac">Internacional</a> e na campina de Idanha.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – comum nas zonas agrícolas da região saloia, nomeadamente junto à <a href="sitericeira">Ericeira</a>, <a href="sitfozsizandro">foz do Sizandro</a> e <a href="sitcabodaroca">c</a><a href="sitcabodaroca">abo da Roca</a>, e junto à <a href="sitsintra">serra de Sintra</a>, nomeadamente na zona da Malveira da Serra e Alcabideche. É também facilmente observável nas lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da </a><a href="sitpontadaerva">Erva</a>, especialmente durante o Inverno e ainda na <a href="sitribeiraenguias">ribeira das Enguias</a>, na Ponta dos Corvos (perto de <a href="sitcorroios">Corroios</a>), no <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a> e junto ao <a href="sitboquilobo">paul do Boquilobo</a>. Alguns exemplares são regularmente vistos na cidade de <a href="sitlisboa">Lisboa</a> e no <a href="sitparquetejo">Parque do Tejo</a>, assim como na <a href="sitvarzealoures">várzea de Loures</a> e no <a href="sitcaboespichel">c</a><a href="sitcaboespichel">abo </a><a href="sitcaboespichel">Espichel</a>, sendo este último um dos melhores locais para procurar a espécie. Também se observa na <a href="sitcostacaparica">Costa de Caparica</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – no Alto Alentejo, pode ser encontrado na planície de <a href="sitevora">Évora</a>, em <a href="sitnisa">Nisa</a>, na <a href="/sitpovoa">barragem da Póvoa</a> e nas zonas de <a href="sitelvas">Elvas</a> e <a href="sitmourao">Mourão</a>. No Baixo Alentejo, a espécie também é comum, situando-se os melhores locais nas planícies de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e Cuba, Ourique, zona de <a href="sitmertola">Mértola</a>. Junto ao litoral, a espécie ocorre com regularidade no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na zona do <a href="sitcabosardao">cabo Sardão</a> e junto ao <a href="sitestumira">estuário do Mira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – distribui-se sobretudo ao longo da faixa costeira, sendo localmente comum. Alguns dos melhores locais são o <a href="sitcabosaovic">c</a><a href="sitcabosaovic">abo de S</a><a href="sitcabosaovic">ão</a> <a href="sitcabosaovic">Vicente</a>, a <a href="sitpontapiedade">Ponta da Piedade</a>, o <a href="sitleixaogaivota">Leixão da Gaivota</a>, a <a href="sitcastromarim">reserva de Castro </a><a href="sitcastromarim">Marim</a> e o <a href="sitestuarade">estuário do </a><a href="sitestuarade">Arade</a>. Ocorre também junto à cidade de Faro e na <a href="sitlagoasalg">l</a><a href="sitlagoasalg">agoa </a><a href="sitlagoasalg">dos Salgados</a> e ainda no Parque Ambiental de <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>, no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos"> </a><a href="sitlagos">de </a><a href="sitlagos">Lagos</a>, na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Na <em>Conversa sobre Aves</em> acerca deste pequeno falcão, que aqui partilhamos, começamos pela taxonomia, seguindo-se os aspectos ligados à distribuição em Portugal, sem deixar de fora a população madeirense. Abordamos também os movimentos migratórios e a origem de alguns indivíduos que aparecem no nosso país. Outro assunto falado é o da nidificação desta espécie, com destaque para os casos que se têm registado em meio urbano. Na parte final falamos do estatuto de ameaça e da dimensão populacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 142: o peneireiro-de-dorso-malhado" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/R2NX30dTKCU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se deseja saber como se distinguem as várias espécies de falcões, sugerimos que veja este pequeno tutorial sobre a identificação dos falcões que ocorrem no nosso país:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Falcoes" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/8XfGoKqols0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.jn.pt/local/noticias/porto/porto/ja-levantaram-voo-os-falcoes-que-nasceram-no-edificio-jn-14009802.html/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Já levantaram voo os falcões que nasceram no edifício JN</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.sulinformacao.pt/2017/07/falcao-peneireiro-ja-voa-em-liberdade-na-ria-de-alvor/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Falcão-peneireiro já voa em liberdade na Ria de Alvor</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.noticiasdeaveiro.pt/gnr-encaminhou-falcao-peneireiro-para-o-parque-biologico-de-gaia/" target="_blank" rel="noopener">GNR encaminhou falcão peneireiro para o Parque Biológico de Gaia</a></li>
<li aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2023/07/e-comecam-as-devolucoes-natureza-de.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">E começam as devoluções à natureza de peneireiros-vulgares!</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://mediotejo.net/castelo-branco-ceras-liberta-hoje-dois-peneireiros-e-um-bufo-real/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Castelo Branco | CERAS liberta hoje dois peneireiros e um bufo-real</span></a></li>
</ul>
</div>
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