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	<title>Galliformes &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 05 Oct 2025 22:54:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Codorniz (Coturnix coturnix)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/cotcot/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/cotcot/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Coturnix coturnix]]></category>
		<category><![CDATA[Galliformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Codorniz Coturnix coturnix]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem nunca ouviu o canto, repentino e bastante audível, que em nada faz lembrar uma ave de pequenas dimensões? Contudo, apesar de ser facilmente localizável pelo seu canto, a codorniz não é fácil de ver, exceto quando levanta quase sob os pés do observador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/galliformes/'>Galliformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Quem nunca ouviu o canto, repentino e bastante audível, que em nada faz lembrar uma ave de pequenas dimensões? Contudo, apesar de ser facilmente localizável pelo seu canto, a codorniz não é fácil de ver, excepto quando levanta quase sob os pés do observador.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22489" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Coturnix-coturnix.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Coturnix-coturnix.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Coturnix-coturnix-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Coturnix-coturnix-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Coturnix-coturnix-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Coturnix-coturnix-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Coturnix-coturnix-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Coturnix-coturnix-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Coturnix-coturnix-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Coturnix-coturnix-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;<br />
<iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/452027991/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Galliformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/phasianidae/" target="_blank" rel="noopener">Phasianidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Coturnix</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Coturnix coturnix</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 5</p>
<p>No continente ocorre a subespécie nominal. Nos Açores está presente a subespécie <em>C. c. conturbans</em>.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>É muito difícil de observar esta pequena e rechonchuda ave, já que muito facilmente passa despercebida devido ao seu mimetismo. A forma do corpo é a característica mais evidente, pois apresenta um padrão ocre malhado, extremamente semelhante ao padrão do ambiente envolvente que a rodeia. O centro preto da garganta do macho, bem como as listas que ambos os sexos apresentam no dorso e nos flancos, podem ajudar na identificação, caso seja possível observar a ave em pormenor. É o seu canto trissilábico, muito característico, que geralmente denuncia a sua presença.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da codorniz, clique na seta abaixo!</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Localmente, pode ser abundante, nomeadamente em zonas de ervas altas. No entanto, de uma forma geral a codorniz não é uma ave muito comum. Ocorre como invernante, sobretudo nas zonas húmidas do sul, mas é uma espécie maioritariamente estival, encontrando-se no nosso território principalmente entre Março e Outubro. Distribui-se de forma esparsa de norte a sul do país, ocorrendo sobretudo em zonas agricultadas, tanto em planície como em planalto.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22103" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cot-cot.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cot-cot.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cot-cot-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cot-cot-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Apesar de furtiva, pode ser facilmente detectada pelo seu canto, tanto em zonas húmidas de grande dimensão, como em pequenos lameiros, bastando que haja boa densidade de vegetação rasteira, e em zonas de relativa humidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – frequente em zonas como a Veiga da Areosa e o <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – nesta região, pode ser ouvida facilmente na parte oriental da <a href="sitgeres">serra do Gerês</a> e também no planalto transmontano, por exemplo na zona de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral cent</b><b>r</b><b>o</b> – ocorre no baixo Mondego e junto da <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>, sendo estes os melhores locais para encontrar a espécie.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – é mais comum na zona raiana, nomeadamente no <a href="sitribacoa">planalto de </a><a href="sitribacoa">R</a><a href="sitribacoa">iba C</a><a href="sitribacoa">ô</a><a href="sitribacoa">a</a> e na campina de Idanha-a-Nova. Localmente ocorre também na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – perto de Lisboa, pode ser ouvida nas lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a> e em <a href="sitpancas">Pancas</a> (<a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é nesta região que a codorniz é mais fácil de encontrar, sobretudo nas zonas de <a href="sitnisa">Nisa</a>, <a href="sitpovoa">barragem da Póvoa</a>, <a href="sitalter">Alter do Chão</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitsaocristovao">São Cristóvão</a> e <a href="sitevora">Évora</a>, na região norte, e <a href="sitmourao">Mourão</a>, albufeira de <a href="sitalqueva">Alqueva</a>, Beja e <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>, na metade sul. Durante o Inverno é relativamente frequente nalgumas zonas húmidas como o <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e a <a href="sitlagoapatos">lagoa </a><a href="sitlagoapatos">dos </a><a href="sitlagoapatos">Patos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – nesta região ocorre tanto em zonas húmidas como o <a href="sitludo">Ludo</a>, o paul de Lagos, o <a href="sitestuarade">estuário do Arade</a> e a <a href="sitlagoasalg">lagoa </a><a href="sitlagoasalg">dos Salgados</a>, como em zonas mais secas &#8211; por exemplo, junto ao <a href="sitcabosaovic">cabo de S</a><a href="sitcabosaovic">ão</a><a href="sitcabosaovic"> Vicente</a>, no <a href="sitrogil">planalto do Rogil</a> e na <a href="sitcaldeirao">serra </a><a href="sitcaldeirao">do Caldeirão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Partilhamos aqui o episódio das &#8220;conversas sobre aves&#8221; dedicado à codorniz. Falamos das dificuldades de observação desta pequena ave, de várias peculiaridades relacionadas com a sua reprodução, dos padrões migratórios, da caça, da hibridação com a codorniz-japonesa e da evolução populacional. No final, mencionamos a situação taxonómica das populações da Madeira e dos Açores e uma estranha doença chamada coturnismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 52: a codorniz" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/aTzP6HZIEr8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<div id="aves_top_div_2col">
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Coturnix-coturnix">Ficha da codorniz no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/picanco-real-codorniz-e-tartaranhao-cacador-candidatas-a-ave-do-ano-2020/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Picanço-real, codorniz e tartaranhão-caçador, candidatas a Ave do Ano 2020</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://spea.pt/imprensa/codorniz-e-ave-do-ano-2020-em-portugal-e-espanha/" target="_blank" rel="noopener">Codorniz é Ave do Ano 2020 em Portugal e Espanha</a></li>
</ul>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Faisão-de-colar (Phasianus colchicus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/phacol/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/phacol/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria E]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Galliformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Phasianus colchicus]]></category>
		<category><![CDATA[Faisão-comum Phasianus colchicus]]></category>
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					<description><![CDATA[A presença do faisão em Portugal fica a dever-se essencialmente à realização de ‘largadas' realizadas com fins cinegéticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/galliformes/'>Galliformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A presença do faisão em Portugal fica a dever-se essencialmente à realização de &#8216;largadas&#8217; realizadas com fins cinegéticos.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/180463921/embed/640" width="690" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Galliformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/phasianidae/" target="_blank" rel="noopener">Phasianidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Phasianus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Phasianus colchicus</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies</strong>: 30</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O macho é fácil de identificar: cabeça verde, face vermelha, colar branco, dorso castanho dourado e uma longa cauda. A fêmea é totalmente castanha,identificando-se também pela cauda longa.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do faisão-de-colar, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/281834/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e calendário</h2>
<p>O faisão não é muito abundante e as observações existentes referem-se, na sua maioria, a indivíduos isolados, presumivelmente de aves que lograram escapar às actividades venatórias. Embora existam registos em todos os meses do ano, estes parecem ser mais frequentes nos meses de Primavera.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar"><span class="text"><b></b>Existem observações em diversas regiões do território, sendo o Ribatejo e o Alentejo Central aquelas onde a espécie tem sido vista com mais frequência. Também na zona da Foz do Arelho, junto à lagoa de Óbidos, existe desde há alguns anos uma pequena população.</span></div>
<h2>Saber Mais</h2>
<div>Introduzido na Europa há muitos séculos, essencialmente com fins venatórios, o faisão-de-colar é a mais antiga das nossas aves exóticas. Conta com populações estabelecidas em vários países europeus, embora em Portugal não haja, actualmente, populações consideradas auto-sustentáveis. Originário do China, o faisão expandiu-se naturalmente para outros países, tendo também sido introduzido em vários continentes. No nosso país a espécie continua a ser alvo de libertações, havendo regulamentos sobre a forma de criar e caçar esta ave galinácea.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 216: o faisão-de-colar" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/9Hs2jUraDTs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Perdiz (Alectoris rufa)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/aleruf/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/aleruf/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alectoris rufa]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Galliformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Perdiz (Alectoris rufa)]]></category>
		<category><![CDATA[Perdiz-comum Alectoris rufa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/aleruf/</guid>

					<description><![CDATA[Não é raro sermos surpreendidos por um bando de perdizes a atravessar a estrada. Esta espécie, muito cobiçada por caçadores, é frequentemente objeto de programas de gestão cinegética.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/galliformes/'>Galliformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Não é raro sermos surpreendidos por um bando de perdizes a atravessar a estrada. Esta espécie, muito cobiçada por caçadores, é frequentemente objecto de programas de gestão cinegética.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Alectoris-rufa.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22856" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Alectoris-rufa.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Alectoris-rufa-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Alectoris-rufa-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Alectoris-rufa-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Alectoris-rufa-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Alectoris-rufa-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Alectoris-rufa-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Alectoris-rufa-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Alectoris-rufa-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/187996301/embed/320" width="690" height="570" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Galliformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/phasianidae/" target="_blank" rel="noopener">Phasianidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Alectoris</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Alectoris rufa</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<p>Em Portugal deverão ocorrer as subespécies <em>A. r. hispanica</em> e, possivelmente, <em>A. r. intercedens</em> (esta última no sul). Contudo, a pureza genéticas destas populações poderá ter sido afectada pelas muitas largadas de perdizes que foram feitas ao longo das últimas décadas.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Com o seu aspecto de galináceo, a perdiz é praticamente inconfundível. A plumagem é composta por tons de cinzento, preto, branco e ruivo. Destacam-se a garganta branca orlada de negro, o ventre ruivo, o bico vermelho e as patas vermelhas. Os juvenis são acastanhados.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da perdiz, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/61796/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Relativamente comum em todo o país, embora sendo escassa nalgumas zonas do litoral. Ocorre sobretudo em zonas abertas ou esparsamente arborizadas, evitando as zonas densamente urbanizadas. É uma espécie residente, que pode ser observada em Portugal durante todo o ano. Saliente-se que frequentemente são efectuadas largadas de aves desta espécie, para fins cinegéticos.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22101" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ale-ruf.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ale-ruf.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ale-ruf-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ale-ruf-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">A perdiz observa-se um pouco por todo o lado, muitas vezes ao longo das estradas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> &#8211; observa-se nas <a href="sitfafe">serras de Fafe</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – as serras da<a href="sitcoroa"> Coroa</a> e de<a href="sitmontesinho"> Montesinho</a> e a zona de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> são alguns dos locais onde se pode ver esta espécie.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – a <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>, a <a href="sitgardunha">serra da Gardunha</a>, o <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a> e a <a href="sittoulica">albufeira </a><a href="sittoulica">da Toulica</a> são zonas habitualmente frequentadas pelas perdizes.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>isboa e vale do Tej</b><b>o</b> – frequente no <a href="sitcaboespichel">cabo Espichel</a> e na zona de <a href="sitpancas">Pancas</a> (no <a href="sitestutejo">estuário do </a><a href="sitestutejo">Tejo</a>). Observa-se igualmente no alto da <a href="sitmontejunto">serra de </a><a href="sitmontejunto">Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – comum e bem distribuída; na parte norte da região, pode ser vista com facilidade nas zonas de <a href="sitnisa">Alpalhão</a>, na <a href="sitbarrpovoa">barragem da </a><a href="/sitpovoa">Póvoa</a> e na <a href="sitsaomamede">serra de S</a><a href="sitsaomamede">ã</a><a href="sitsaomamede">o </a><a href="sitsaomamede">Mamede</a>; por vezes também se observa em <a href="sitmarvao">Marvão</a>; no Baixo Alentejo é particularmente comum nas zonas de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – observa-se um pouco por toda a região; pode ser vista quer no interior (serras de <a href="sitespinhacocao">Espinhaço de Cão</a>, de <a href="sitmonchique">Monchique</a> e do <a href="sitcaldeirao">Caldeirão</a>) como junto a zonas húmidas costeiras (por exemplo em <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>, na <a href="sitgarrao">lagoa do Garrão</a> e na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, entre outros locais).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://ominho.pt/psp-resgata-sete-aves-protegidas-que-estavam-a-venda-na-feira-de-famalicao/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">PSP resgata sete aves protegidas que estavam à venda na feira de Famalicão</span></a></li>
</ul>
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			</item>
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		<title>Perdiz-cinzenta (Perdix perdix)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/perper/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/perper/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Galliformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Perdix perdix]]></category>
		<category><![CDATA[Perdiz-cinzenta Perdix perdix]]></category>
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					<description><![CDATA[A perdiz-cinzenta terá nidificado em Portugal no passado, nomeadamente na <a href="http://xpulxke.cluster030.hosting.ovh.net/sitmontesinho">serra</a><a href="http://xpulxke.cluster030.hosting.ovh.net/sitmontesinho">de </a><a href="http://xpulxke.cluster030.hosting.ovh.net/sitmontesinho">Montesinho</a>, mas atualmente encontra-se extinta. Apesar de haver rumores sobre a sua ocorrência recente nesta região, não se conhece qualquer registo documentado. As zonas de criação mais próxima situam-se na região espanhola de Sanabria, não muito longe da nossa fronteira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">
<ul>Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/galliformes/'>Galliformes</a>.</ul>
</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A perdiz-cinzenta terá nidificado em Portugal no passado, nomeadamente na <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitmontesinho">serra </a><a href="https://www.avesdeportugal.info/sitmontesinho">de </a><a href="https://www.avesdeportugal.info/sitmontesinho">Montesinho</a>, mas actualmente encontra-se extinta. Apesar de haver rumores sobre a sua ocorrência recente nesta região, não se conhece qualquer registo documentado. As zonas de criação mais próxima situam-se na região espanhola de Sanabria, não muito longe da nossa fronteira.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Perdix-perdix.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22883" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Perdix-perdix.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Perdix-perdix-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Perdix-perdix-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Perdix-perdix-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Perdix-perdix-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Perdix-perdix-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Perdix-perdix-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Perdix-perdix-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Perdix-perdix-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17107" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/per-per-gr1-600x3561-1.jpg" alt="" width="600" height="356" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/per-per-gr1-600x3561-1.jpg 600w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/per-per-gr1-600x3561-1-300x178.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/per-per-gr1-600x3561-1-370x220.jpg 370w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Galliformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/phasianidae/" target="_blank" rel="noopener">Phasianidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Perdix</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Perdix perdix</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 8</p>
<p>Na Península Ibérica ocorre a subespécie <em>P. p. hispaniensis</em>.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Do mesmo tamanho de uma <a href="https://www.avesdeportugal.info/aleruf">perdiz-comum</a>, caracteriza-se pela cabeça alaranjada e pela mancha castanha em forma de ferradura nas partes inferiores.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2017 foi homologada uma única observação em Portugal Continental:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li>2017, 28-Jan, PN Montesinho, Bragança, 5 ind., apanhados numa câmara de foto-armadilhagem após nevão, por G. Rosa (Anuário 12)</li>
</ul>
<p>Adicionalmente, existe notícia de uma ave abatida em fins de 2003, perto da Barragem da serra Serrada, Bragança (L. M. Moreira).</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11297" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-per-per.jpg" alt="" width="417" height="266" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-per-per.jpg 417w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-per-per-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-per-per-370x236.jpg 370w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.wilder.pt/historias/ave-extinta-em-portugal-surpreende-e-aparece-em-camara-de-fotografo-de-natureza/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ave extinta em Portugal surpreende e aparece em câmara de fotógrafo de natureza</span></a></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Tetraz (Tetrao urogallus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/teturo/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/teturo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria B]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Galliformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Tetrao urogallus]]></category>
		<category><![CDATA[Tetraz Tetrao urogallus]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Esta espécie pertence à Ordem . Taxonomia Ordem: Galliformes Família: Phasianidae Género: Tetrao Espécie: Tetrao urogallus Linnaeus, 1758 Subespécies: 8 Identificação Grande galináceo, muito maior que uma perdiz. Os machos caracterizam-se pela sua plumagem quase totalmente preta,enquanto que as fêmeas são acastanhadas. Situação em Portugal Continental Esta espécie deverá [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/galliformes/'>Galliformes</a>.</div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10635 size-full" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/tet-uro-jf41.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/tet-uro-jf41.jpg 600w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/tet-uro-jf41-300x200.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/tet-uro-jf41-370x247.jpg 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/tet-uro-jf41-270x180.jpg 270w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/galliformes/'>Galliformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq"></h4>
</div>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Galliformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/phasianidae/" target="_blank" rel="noopener">Phasianidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Tetrao</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Tetrao urogallus</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 8</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Grande galináceo, muito maior que uma <a href="https://www.avesdeportugal.info/aleruf">perdiz</a>. Os machos caracterizam-se pela sua plumagem quase totalmente preta,enquanto que as fêmeas são acastanhadas.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">Esta espécie deverá ter nidificado em Portugal, particularmente na <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitgeres/">serra do Gerês</a>, tendo-se provavelmente extinguido há cerca de 100 anos. As zonas de nidificação mais próximas situam-se no norte de Espanha, não havendo notícia da ocorrência recente desta espécie no nosso país.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10638" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/tet-uro-jf31.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/tet-uro-jf31.jpg 600w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/tet-uro-jf31-300x200.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/tet-uro-jf31-370x247.jpg 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/tet-uro-jf31-270x180.jpg 270w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></div>
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