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	<title>Passeriformes &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<link>https://www.avesdeportugal.info</link>
	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Alvéola-amarela (Motacilla flava)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/motfla/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/motfla/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Motacilla flava]]></category>
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		<category><![CDATA[Alvéola-amarela Motacilla flava]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta graciosa alvéola, uma das mais coloridas aves portuguesas, é um dos migradores estivais mais precoces. Achegada das primeiras alvéolas-amarelas representa, tal como a das andorinhas, um dos primeiros sinais de que a Primavera está próxima.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Esta graciosa alvéola, uma das mais coloridas aves portuguesas, é um dos migradores estivais mais precoces. A chegada das primeiras alvéolas-amarelas representa, tal como a das andorinhas, um dos primeiros sinais de que a Primavera está próxima.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22667" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-flava.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-flava.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-flava-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-flava-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-flava-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-flava-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-flava-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-flava-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-flava-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-flava-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam as primeiras alvéolas-amarelas?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-motfla" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/162693691/embed/640" width="690" height="510" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/motacillidae/" target="_blank" rel="noopener">Motacillidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Motacilla</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Motacilla flava</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies</strong>: 10</p>
<p>Em Portugal nidifica a subespécie <em>M. f. iberiae</em> e surgem, de passagem ou acidentalmente, as subespécies <em>M. f. flava</em>, <em>M. f. flavissima</em>, <em>M. f. thunbergi</em>, <em>M. f. feldegg</em>, <em>M. f. cinereocapilla</em>.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Tal como as outras alvéolas, também a alvéola-amarela tem uma cauda comprida. Os machos adultos são reconhecíveis à distância devido à intensidade da plumagem amarela que cobre o peito e o ventre. A cabeça é azulada. As fêmeas são parecidas, embora com as cores menos vivas. Os juvenis são mais acastanhados, embora com vestígios de amarelo no ventre. Pode confundir-se com a <a href="https://www.avesdeportugal.info/motcin">alvéola-cinzenta</a>, que contudo tem uma cauda mais longa e não tem a cabeça azul.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da alvéola-amarela, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/69792/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A alvéola-amarela é uma ave migradora, que nos visita durante a época dos ninhos. Contudo, chega bastante cedo ao nosso país – os primeiros migradores chegam geralmente ainda em finais de Fevereiro, ainda em pleno Inverno, e em Março a espécie é já comum numa grande parte do país. Está presente nas zonas de nidificação até Setembro. A sua abundância varia de umas regiões para outras, mas de uma forma geral nas principais zonas de ocorrência a alvéola-amarela pode ser considerada comum. É uma espécie típica de zonas abertas, geralmente nas imediações de zonas húmidas, ocorrendo em sapais e também em pastagens, arrozais e outros terrenos agrícolas. Não aprecia terrenos muito áridos, que apenas frequenta durante as épocas de migração.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21773" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-fla-1.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-fla-1.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-fla-1-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-fla-1-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>As zonas estuarinas com pastagens, arrozais ou sapais e algumas zonas de pastagens de altitude são os melhores locais para observar esta alvéola.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– pode ser vista no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, onde deverá nidificar.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b>  – pode ser observada nas terras altas, sendo razoavelmente comum nas serras do <a href="sitgeres">Gerês</a>, do <a href="sitlarouco">Larouco</a> e do <a href="sitalvao">Alvão</a>, bem como nas zonas envolventes, nomeadamente na zona de Montalegre e na veiga de Vila Pouca de Aguiar.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – distribui-se pelas zonas húmidas costeiras; bons locais para procurar a alvéola-amarela nesta região são a <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a> (incluindo a zona de <a href="sitsalreu">Salreu</a>), o <a href="sitestumondego">estuário </a><a href="sitestumondego">do </a><a href="sitestumondego">Mondego</a> e a <a href="sitlagoaobid">lagoa de </a><a href="sitlagoaobid">Óbidos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior </b>– muito rara e com uma distribuição localizada na Beira interior, a alvéola-amarela ocorre em números muito reduzidos na zona de Vila Nova de Paiva.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – o <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> é um dos melhores locais para ver esta espécie em Portugal; destaca-se a zona da <a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>, em cujas lezírias a alvéola-amarela é  muito comum e que constitui certamente um excelente local de observação; a espécie ocorre igualmente na zona de <a href="sitpancas">Pancas</a> e no vizinho <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a>; durante as passagens migratórias surge por vezes no <a href="sitparquetejo">Parque do Tejo</a> e no <a href="sitcaboespichel">cabo Espichel</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – o <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e a <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> são os únicos locais da região onde a alvéola-amarela pode ser vista com regularidade.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – na costa sul algarvia, a alvéola-amarela observa-se facilmente nas principais zonas húmidas da região: <a href="sitriadealvor">ria de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, <a href="sitestuarade">estuário do Arade</a> e <a href="sitcastromarim">sapal de Castro Marim</a>; ocorre igualmente no <a href="sitludo">Ludo</a>, na <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a> e na <a href="sitlagoasalg">lagoa dos </a><a href="sitlagoasalg">Salgados</a>; ocasionalmente pode ser vista na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>; durante a passagem migratória outonal pode ser vista com alguma regularidade em locais onde não nidifica, por exemplo no <a href="sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Para além do que acima se referiu, pode ficar a saber mais sobre a alvéola-amarela &#8211; para isso, não deixe de ouvir a conversa que aqui partilhamos e na qual falamos dos habitats frequentados pela espécie, das seis subespécies que já foram registadas em Portugal, das migrações, da alimentação e da evolução populacional nos diferentes países. Na parte final damos algumas dicas para distinguir esta das outras espécies de alvéolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 43: a alvéola-amarela" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/87U8yO4ZP8Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se deseja saber mais sobre a identificação de alvéolas, sugerimos este pequeno tutorial, no qual passamos em revista os principais critérios para identificar correctamente as várias espécies.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Alveolas" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/iHyppxtuH2E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/primavera/sinais-da-primavera-o-regresso-das-alveolas-amarelas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Sinais da Primavera: o regresso das alvéolas-amarelas</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://arcadedarwin.blogs.sapo.pt/o-misterio-da-cauda-das-alveloas-18336">O mistério da cauda das alvéloas</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alvéola-amarela-oriental (Motacilla tschutschensis)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/mottsc/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/mottsc/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Motacilla tschutschensis]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Alvéola-amarela-oriental Motacilla tschutschensis]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Passeriforme da família Motacillidae oriundo da Ásia Central, muito difícil de distinguir da alvéola-amarela. Em Portugal, de 2011 a 2020, regista-se menos de uma dezena de observações, todas no Inverno e todas menos duas na Lezíria de Vila Franca de Xira. Taxonomia Ordem: Passeriformes Família: Motacillidae Género: Motacilla Espécie: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Passeriforme da família Motacillidae oriundo da Ásia Central, muito difícil de distinguir da alvéola-amarela. Em Portugal, de 2011 a 2020, regista-se menos de uma dezena de observações, todas no Inverno e todas menos duas na Lezíria de Vila Franca de Xira.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/127016851/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/motacillidae/" target="_blank" rel="noopener">Motacillidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Motacilla</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Motacilla tschutschensis</em> Gmelin JF, 1789<br />
<strong>Subespécies:</strong> 4</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Muito semelhante à <a href="https://www.avesdeportugal.info/motfla">alvéola-amarela</a>, sendo considerada conspecífica por alguns autores. A distinção não é fácil, devido à enorme variação individual. No caso dos juvenis, de uma forma geral as aves apresentam tons mais acinzentados que os da sua congénere. As vocalizações também são distintas e servem frequentemente de confirmação.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2023 existem cinco observações homologadas:</span></p>
<ul>
<li><strong>2011</strong>, 13-Nov, foz do Sizandro, Torres Vedras, 1 ind. 1º inv. por M. Robb (Anuário 13)</li>
<li><strong>2016</strong>, 29 a 31-Dez,  Lezíria Grande de VFXira, 1 ind. 1º inv. por M. Robb <em>et al</em>. (Anuário 13)</li>
<li><strong>2018</strong>, 29-Dez, lezíria grande de Vila Franca de Xira, 1 ind. 1º inv. por P. Alves <em>et al</em>. (Anuário 13)</li>
<li><strong>2021-2022, </strong>10-Nov a 4-Fev, lezíria grande, Vila Franca de Xira, 2 inds. (1 macho ad. e 1 ind. 1º inv.), M. Robb (Anuário 16)</li>
<li><strong>2023</strong>, 13 a 21-Fev, complexo de salinas do Canal das Pirâmides, Aveiro, 1 ind., anónimo (Anuário 17)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outras observações:</p>
<ul>
<li><strong>2018</strong>, 2 a 31-Dez, Lezíria Grande de VFXira, 1 1º inv., por M. Robb</li>
<li><strong>2019</strong>, 15-Jan, Lezíria Grande de VFXira, 1 macho ad., por M. Robb</li>
<li><strong>2019</strong>, 03-Dez, Lezíria Grande de VFXira, 1 ind., por M. Robb</li>
<li><strong>2019</strong>, 28-Dez, Lezíria Grande de VFXira, 1 ind., por M. Robb</li>
<li><strong>2020</strong>, 19-Jan, Lezíria Grande de VFXira, 2 inds., por M. Robb</li>
<li><strong>2020</strong>, 09-Fev, Lezíria Grande de VFXira, 4 inds., por P. Marques</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22239" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-mot-tsc.jpg" alt="" width="416" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-mot-tsc.jpg 416w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-mot-tsc-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-mot-tsc-370x236.jpg 370w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alvéola-branca (Motacilla alba)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/motalb/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/motalb/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Motacilla alba]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Alvéola-branca Motacilla alba]]></category>
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					<description><![CDATA[A alvéola-branca é uma das espécies mais conhecidas da generalidade das pessoas, com o seu típico baloiçar da cauda e a combinação preto-e-branco da coloração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A alvéola-branca é uma das espécies mais conhecidas da generalidade das pessoas, com o seu típico baloiçar da cauda e a combinação preto-e-branco da coloração.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22603" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/293079461/embed/640" width="690" height="565" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/motacillidae/" target="_blank" rel="noopener">Motacillidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Motacilla</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Motacilla alba </em>Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies</strong>: 9</p>
<p>Em Portugal ocorrem regularmente a subespécie nominal e a subespécie <em>M. a.</em> <em>yarrellii</em>. A subespécie <em>M. a. subpersonata</em> é acidental.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A alvéola-branca é bastante fácil de identificar, com o seu típico padrão escuro na cabeça, garganta e dorso, que contrasta com o branco no peito e abdómen, assim como nas faces. A cauda comprida e patas compridas são extremamente visíveis, pois esta ave passa bastante tempo no solo, baloiçando bastante a cauda, no que é um comportamento bastante característico desta espécie. A subespécie britânica <i>Motacilla alba yarrellii</i>, que ocorre com regularidade no nosso território, distingue-se por possuir a mancha negra na garganta a estender-se até ao peito, e por ter o dorso negro, ao contrário da subespécie nominal que o possui cinzento-escuro (ver foto abaixo).</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da alvéola-branca, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/77358/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Trata-se de uma espécie mais comum na metade norte do território, onde está presente durante todo o ano. Durante a passagem outonal e no Inverno, a população reforça-se com a chegada de aves de passagem e invernantes. Entre os meses de Outubro e Março, a alvéola-branca é uma espécie comum na metade sul do território, ocorrendo também a subespécie britânica como invernante, embora neste caso seja mais escassa que a subespécie nominal.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21771" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-alb-1.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-alb-1.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-alb-1-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-alb-1-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">As zonas ribeirinhas, cursos de água e terrenos lavrados, parques e jardins, são os habitats de eleição da alvéola-branca. Também nas pequenas localidades é facilmente avistada, sobretudo em regiões onde existe uma forte presença de gado e pequenos cursos de água que as atravessam.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – os melhores locais de observação centram-se no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, no vale do Lima e nas<a href="sitbertiandos"> lagoa</a><a href="sitbertiandos">s</a><a href="sitbertiandos"> de Bertiandos</a>, assim como na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a>. Ocorre igualmente no <a href="sitestulima">estuário do Lima</a>. Também ocorre em <a href="sitguimaraes">Guimarães</a>. Na zona do Porto pode ser vista no <a href="sitparquecidade">Parque da Cidade</a> e ainda no vizinho <a href="sitestudouro">estuário do Douro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – alguns dos melhores locais de observação são a veiga de Chaves, a <a href="sitalvao">serra do Alvão</a>, a albufeira do Azibo e a <a href="sitmontesinho">serra de Montesinho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– é uma das melhores regiões para observar esta espécie, que é comum no baixo Mondego, na <a href="sitriadeaveiro">ria de </a><a href="sitriadeaveiro">Aveiro</a>, na <a href="sitervedeira">lagoa da Ervedeira</a>, na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>, na <a href="sitaire">serra </a><a href="sitaire">de Aire</a> e no vale do Vouga. Refira-se também as cidades de <a href="sitpeniche">Peniche</a> e <a href="sitsico">Pombal</a> e a zona de São Pedro de Moel (<a href="sitpinhalleiria">pinhal de Leiria</a>), onde esta alvéola pode ser vista a pequena distância.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – embora ocorra um pouco por todas as ribeiras e aldeias da região, pode ser mais facilmente localizada na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>, nas zonas de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>, <a href="sitsabugal">Sabugal</a> e  <a href="sitribacoa">Vilar </a><a href="sitribacoa">Formoso</a> e nas albufeiras de <a href="sitsmaguiar">Santa Maria </a><a href="sitsmaguiar">de </a><a href="sitsmaguiar">Aguiar</a>, de <a href="sitvilar">Vilar</a> e da <a href="sitmarateca">Marateca</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>isboa e vale do Tej</b><b>o</b> – pode ser avistada nas lezírias da<a href="sitpontadaerva"> Ponta da Erva</a>, no <a href="sitparquetejo">Parque do </a><a href="sitparquetejo">Tejo</a> e no <a href="sitcaboraso">cabo </a><a href="sitcaboraso">Raso</a>, sobretudo nas passagens migratórias e durante o Inverno. Também ocorre nas <a href="sitalverca">salinas de Alverca</a>, no<a href="sitbarroca"> paul da Barroca</a>, na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa </a><a href="sitlagoaalbuf">de Albufeira</a> e em <a href="sitcheleiros">Cheleiros</a>, especialmente durante o período de Inverno. Em <a href="sittomar">Tomar</a> observa-se na ilha do Mouchão.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – durante o Inverno é uma espécie mais comum que na Primavera. Na metade norte da região pode encontrar-se em locais como a <a href="sitdivor">albufeira do Divor</a>, a <a href="sitpovoa">barragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a>, a Portagem (<a href="sitmarvao">Marvão</a>) e a zona de <a href="sitelvas">Elvas</a>. Na metade sul, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na <a href="sitalqueva">albufeira do Alqueva</a> e no sudoeste alentejano. Também pode ser vista em <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – na época dos ninhos é pouco comum na região, observa-se principalmente nas ribeiras do concelho de Alcoutim e também na região de Aljezur; no Outono e no Inverno é comum um pouco por toda a região, sendo especialmente numerosa nas terras baixas do litoral, em locais como a <a href="sitriadealvor">ria </a><a href="sitriadealvor">de Alvor</a>, o <a href="sitludo">Ludo</a>, <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>, as lagoas dos <a href="sitlagoasalg">Salgados</a> e das <a href="sitdunasdouradas">Dunas Douradas</a>, na <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a>, as <a href="sitodiaxere">salinas de Odiáxere</a> e junto ao <a href="sitcabosaovic">cabo de S</a><a href="sitcabosaovic">ão</a><a href="sitcabosaovic"> Vicente</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Se deseja conhecer melhor a alvéola-branca, não deixe de ver os dois vídeos que aqui lhe apresentamos: o primeiro tem a gravação do webinário que fizemos acerca desta espécie; o segundo é um pequeno tutorial sobre a identificação de alvéolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Curiosidades sobre a alvéola-branca" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/f5-V02ulfVU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não deixe também de ouvir esta &#8220;conversa sobre aves&#8221;, que versa sobre a alvéola-branca. Os assuntos abordados na conversa incluem: a taxonomia, as duas subespécies europeias, o significado e a origem do nome científico, a distribuição em Portugal e no mundo, o habitat e as variações de plumagem. Para terminar, falamos dos grandes dormitórios invernais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 32: a alvéola-branca" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/NKtmBLEktUM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, sugerimos este pequeno tutorial no qual passamos em revista os principais critérios de identificação de alvéolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Alveolas" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/iHyppxtuH2E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://arcadedarwin.blogs.sapo.pt/o-misterio-da-cauda-das-alveloas-18336"><span style="font-weight: 400;">O mistério da cauda das alvéloas</span></a><span style="font-weight: 400;">  </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2015/12/devolucao-natureza-de-duas-alveolas.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Devolução à Natureza de duas alveolas-brancas</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2021/08/alveolas-brancas-que-ingressaram-no.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Alvéolas-brancas que ingressaram no RIAS enquanto crias, foram devolvidas ao seu habitat natural</span></a></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/motalb/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Alvéola-cinzenta (Motacilla cinerea)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/motcin/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/motcin/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Motacilla cinerea]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Alvéola-cinzenta Motacilla cinerea]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/motcin/</guid>

					<description><![CDATA[Esta alvéola é uma presença característica das ribeiras de curso rápido, sendo uma das primeiras aves que se observa junto à água a partir de uma pequena ponte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Esta alvéola é uma presença característica das ribeiras de curso rápido, sendo uma das primeiras aves que se observa junto à água a partir de uma pequena ponte.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22601" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-cinerea.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-cinerea.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-cinerea-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-cinerea-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-cinerea-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-cinerea-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-cinerea-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-cinerea-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-cinerea-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-cinerea-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/286352331/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/motacillidae/" target="_blank" rel="noopener">Motacillidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Motacilla</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Motacilla cinerea</em> Tunstall, 1771<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal no continente e as subespécies <em>M. f. schmitzi</em> e <em>M. f. patriciae</em> na Madeira e nos Açores, respectivamente.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O ventre amarelo e a cauda longa são as características mais visíveis desta alvéola. O macho tem a garganta preta. Por vezes é confundida com a <a href="motfla">alvéola-amarela</a>, distinguindo-se desta espécie pela cauda mais longa e pelas diferentes vocalizações.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da alvéola-cinzenta, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/19699/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Embora raramente seja numerosa, a alvéola-cinzenta distribui-se por todo o território. Frequenta zonas de água límpida e corrente, como ribeiros de montanha, pequenos diques ou represas. Por vezes também frequenta canais de rega. É uma espécie residente no norte e no centro e invernante em certas zonas do sul.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21775" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-cin-1.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-cin-1.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-cin-1-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-cin-1-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">As ribeiras de água corrente são os melhores locais para procurar a alvéola-cinzenta.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pode ser vista na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a> e na vertente minhota da <a href="sitgeres">serra do Gerês</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – a <a href="sitgeres">serra do Gerês</a> é um bom local para ver esta alvéola, que também ocorre em <a href="sitpedras">Pedras Salgadas</a> e na <a href="sitalvao">serra do Alvão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– nidifica no rio Arunca, junto a <a href="sitsico">Pombal</a>, onde é fácil de observar; no Inverno surge nas zonas húmidas costeiras, como por exemplo a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a> e também no porto de <a href="sitpeniche">Peniche</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – bastante comum em zonas serranas, podendo ser vista com facilidade na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>; outros locais onde ocorre incluem o rio Mondego em <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>, a <a href="sitvilar">albufeira de Vilar</a>, a <a href="sitmontemuro">serra de </a><a href="sitmontemuro">Montemuro</a> e o<a href="sitribacoa"> planalto de Riba </a><a href="sitribacoa">Côa</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>isboa e vale do Tej</b><b>o</b> – observa-se regularmente na cidade de <a href="sittomar">Tomar</a> e no <a href="sitboquilobo">paul do Boquilobo</a>; pode também ser vista na cidade de <a href="sitlisboa">Lisboa</a>, na zona de <a href="sitcheleiros">Cheleiros</a> e na <a href="sitarrabida">serra </a><a href="sitarrabida">da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>. Localmente observa-se na <a href="sitsintra">serra de Sintra</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – durante a época reprodutora observa-se com relativa facilidade no norte alentejano, como por exemplo nas zonas de <a href="sitnisa">N</a><a href="sitnisa">isa</a>, <a href="sitcastvide">Castelo de Vide</a>, <a href="sitmarvao">Marvão</a> e junto à <a href="sitpovoa">barragem da Póvoa</a>; também se observa em <a href="sitmontargil">Montargil</a> e no rio Guadiana, junto a <a href="sitelvas">Elvas</a>; no Inverno aparece no <a href="sitestuariosado">estuário do </a><a href="sitestuariosado">Sado</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – a <a href="sitmonchique">serra de Monchique</a> é um bom local para ver esta alvéola na Primavera; nas serras de <a href="sitespinhacocao">Espinhaço de Cão</a> e do <a href="sitcaldeirao">Caldeirão</a> a espécie também ocorre mas é mais escassa. No Outono e no Inverno aparece em zonas costeiras, como a <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a> e a <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>A alvéola-cinzenta tem uma distribuição alargada no nosso país: ocorre não apenas no território continental, mas também nos arquipélagos dos Açores e da Madeira. Aprecia margens de cursos de água límpida. Daí o título do nosso webinário: <strong>Alvéola-cinzenta, a ave dos ribeiros e das ilhas</strong>. Descubra mais sobre esta espécie clicando na seta vermelha!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Alvéola-cinzenta: a ave dos ribeiros e das ilhas" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/bgSjNm1Bzec?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sugerimos igualmente este pequeno tutorial no qual passamos em revista os principais critérios de identificação de alvéolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Alveolas" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/iHyppxtuH2E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Partilhamos também a gravação da &#8220;conversa sobre aves&#8221; dedicada a esta espécie. Falamos primeiro do estatuto migratório em Portugal Continental, assim como da distribuição e do habitat. Abordamos igualmente a distribuição no resto do mundo, sem esquecer os Açores e a Madeira. No final deixamos algumas notas sobre a forma de distinguir esta alvéola das suas congéneres amarela e citrina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 53: a alvéola-cinzenta" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Yipmzi0JY-U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://arcadedarwin.blogs.sapo.pt/o-misterio-da-cauda-das-alveloas-18336"><span style="font-weight: 400;">O mistério da cauda das alvéloas</span></a><span style="font-weight: 400;">  </span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/motcin/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alvéola-citrina (Motacilla citreola)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/motcit/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/motcit/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Motacilla citreola]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Alvéola-citrina Motacilla citreola]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/motcit/</guid>

					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Passeriforme muito semelhante à alvéola-amarela, excepto quando em plumagem nupcial. Nidifica nas regiões temperadas da Ásia e inverna na Índia e no Sudeste asiático. Em Portugal existem cerca de uma dezena de observações feitas nos meses de Inverno, destas apenas 8 são homologadas pelo CPR. Taxonomia Ordem: Passeriformes Família: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Passeriforme muito semelhante à alvéola-amarela, excepto quando em plumagem nupcial. Nidifica nas regiões temperadas da Ásia e inverna na Índia e no Sudeste asiático. Em Portugal existem cerca de uma dezena de observações feitas nos meses de Inverno, destas apenas 8 são homologadas pelo CPR.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/44194461/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/motacillidae/" target="_blank" rel="noopener">Motacillidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Motacilla</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Motacilla citreola</em> Pallas, 1776<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A alvéola-citrina é do mesmo tamanho da <a href="https://www.avesdeportugal.info/motfla">alvéola-amarela</a>, espécie à qual se assemelha. Distingue-se sobretudo pela presença de uma dupla barra alar nas coberturas da asa fechada.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.<span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Até final de 2021 foram homologadas oito observações em Portugal Continental.</span></span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><strong>1996</strong>, 6-Set, <a href="https://www.avesdeportugal.info/motcit/sitsantoandre">l</a><a href="https://www.avesdeportugal.info/motcit/sitsantoandre">agoa de Santo André</a>, M. Armelin, P. Delaloye (Pardela 8)</li>
<li><strong>1997</strong>, 24-Mar, <a href="https://www.avesdeportugal.info/motcit/sitestuarade">estuário do Arade</a>, macho, N. Fonseca (Pardela 11)</li>
<li><strong>2016</strong>, 12 a 14-Mar, ribeira de Alcantarilha, Silves, 1 macho ad., G. Roberts e outros (Anuário 12)</li>
<li><strong>2017</strong>, 1-Jan a 8-Fev, Alcamé, <a href="https://www.avesdeportugal.info/motcit/sitpontadaerva">lezíria VFXira</a>, 1 ind. 1.º inv., C. Pacheco, P. Nicolau (Anuário 12)</li>
<li><strong>2017</strong>, 15 a 19-Nov, salinas, <a href="https://www.avesdeportugal.info/motcit/sitriadeaveiro">Aveiro</a>, 1 ind. 1.º inv., J. L. Sequeira (Anuário 12)</li>
<li><strong>2018</strong>,  28-Dez a 28-Mar, Lezíria Grande de Vila Franca de Xira, 1 1º inv., por T. Cohen <em>et al</em>. (Anuário 13)</li>
<li><strong>2020</strong>, 19-Fev, Lezíria Grande de Vila Franca de Xira, 1 fêmea, por M. Cachapela (Anuário 14)</li>
<li><strong>2020</strong>, 29-Fev, Lezíria Grande de Vila Franca de Xira, 1 fêmea por A. Gonçalves e P. Marques (Anuário 14)</li>
</ul>
<p><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Outras observações:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2019, 20 a 28-Mar, Ponta da Erva, VFX, 1 1º inv., por A. Pena</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2020, 08-Mar, Lezíria Grande de Vila Franca de Xira, 1 ind. (aparentemente </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">diferente </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">dos </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">anteriores), </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">por M. Robb</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11019" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-mot-cit.jpg" alt="" width="417" height="260" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-mot-cit.jpg 417w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-mot-cit-300x187.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-mot-cit-370x231.jpg 370w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Andorinha-das-barreiras (Riparia riparia)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/riprip/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/riprip/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Riparia riparia]]></category>
		<category><![CDATA[Andorinha-das-barreiras Riparia riparia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/riprip/</guid>

					<description><![CDATA[A mais pequena das cinco andorinhas portuguesas tem a curiosa particularidade de escavar os seus ninhos em vez de os construir. Vale a pena observar uma colónia de andorinhas-das-barreiras em plena atividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A mais pequena das cinco andorinhas portuguesas tem a curiosa particularidade de escavar os seus ninhos em vez de os construir. Vale a pena observar uma colónia de andorinhas-das-barreiras em plena actividade.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22665" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Riparia-riparia.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Riparia-riparia.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Riparia-riparia-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Riparia-riparia-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Riparia-riparia-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Riparia-riparia-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Riparia-riparia-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Riparia-riparia-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Riparia-riparia-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Riparia-riparia-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam as primeiras andorinhas-das-barreiras?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-riprip" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/54393281/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/hirundinidae/" target="_blank" rel="noopener">Hirundinidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Riparia</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Riparia riparia</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 4</p>
<p>As aves que nidificam na Europa pertencem à subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A andorinha-das-barreiras caracteriza-se pela sua plumagem castanha e branca, pela curta cauda quase quadrada e pela banda castanha no peito. Contudo, são as suas colónias, directamente escavadas nos taludes, que mais diferenciam esta andorinha dos outros membros da sua família.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da andorinha-das-barreiras, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/184443/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Sendo uma espécie estival, a andorinha-das-barreiras pode ser observada durante a Primavera e o Verão, sobretudo entre Março e Setembro (por vezes a partir de finais de Fevereiro).Esta espécie tem uma distribuição muito fragmentada. Sendo uma espécie colonial, é consideravelmente mais fácil de observar nas imediações das suas colónias. Estas situam-se quase sempre em taludes ou barreiras de terra, geralmente nas várzeas e terras baixas do litoral ou junto a linhas de água. Na metade interior do país, esta andorinha é claramente menos frequente.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21026" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Rip-rip.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Rip-rip.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Rip-rip-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Rip-rip-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">A andorinha-das-barreiras ocorre sobretudo, mas não exclusivamente, junto a planos de água onde se alimenta. As suas colónias, construídas em barreiras de terra, estão muitas vezes junto às estradas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– bastante comum por toda a região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – no interior norte, a principal zona de ocorrência é a região de Chaves.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– no centro do país a andorinha-das-barreiras pode ser observada na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>, no <a href="sittornada">paul de </a><a href="sittornada">Tornada</a>, no Baixo Mondego (entre Coimbra e Figueira da Foz), em <a href="sitsico">Pombal</a> e também na <a href="sitriadeaveiro">r</a><a href="sitriadeaveiro">ia de Aveiro</a>, nomeadamente na zona de <a href="sitsalreu">Salreu</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – pouco comum e com uma distribuição localizada, pode ser observada na <a href="sitmontemuro">serra de Montemuro</a>, na <a href="sitvilar">albufeira de Vilar</a> e na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – a andorinha-das-barreiras pode ser vista com facilidade a pouca distância de Lisboa, nomeadamente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> e no vizinho <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a>. No vale do Sorraia também existem algumas colónias importantes desta andorinha, que é fácil de ver na zona de <a href="sitcoruche">Coruche</a>. No resto do Ribatejo é comum junto ao Tejo, por exemplo no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul do Boquilobo</a>, no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na zona da Chamusca e na região de Abrantes, e ainda junto ao rio Nabão, particularmente na cidade de <a href="sittomar">Tomar</a>. Também tem sido observada junto à <a href="sitmontejunto">serra </a><a href="sitmontejunto">de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – o<a href="sitestuariosado"> estuário do Sado</a> é talvez o melhor local da região para observar esta andorinha, que aqui ocorre em números consideráveis, muitas delas oriundas da vizinha  zona da Marateca, onde existem areeiros em exploração que suportam algumas colónias importantes. Mais para sul, pode ser vista na <a href="sitribeiramoinhos">ribeira de Moinhos</a>. No interior alentejano, a espécie é menos frequente, mas pode ser vista com facilidade junto à <a href="sitmontargil">b</a><a href="sitmontargil">arragem de Montargil</a> e também na região de <a href="sitelvas">Elvas</a>, nomeadamente nos terrenos baixos junto ao rio Guadiana.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – rara durante a época de criação, observa-se principalmente durante a passagem migratória, junto à faixa costeira. Tem sido vista com alguma frequência no parque  ambiental de <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>A andorinha-das-barreiras tem a particularidade de escavar os seus ninhos em vez de os construir. Alguns dos aspectos abordados são: a dimensão das colónias, o comprimento dos túneis, o tipo de locais escolhidos para nidificar, a distribuição em Portugal e no mundo e ainda os movimentos dispersivos e migratórios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 28: a andorinha-das-barreiras" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/xDY3gEt2pRU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se deseja conhecer melhor este grupo de aves, poderá interessar-lhe a gravação deste webinário sobre as andorinhas de Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="As Andorinhas de Portugal" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/12qOsnsopxw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sugerimos igualmente este pequeno tutorial sobre a identificação das espécies de andorinhas que ocorrem no nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Andorinhas" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/MFufpRP3v40?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/em-lousada-ha-mega-colonias-de-andorinhas-das-barreiras/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Em Lousada há mega-colónias de andorinhas-das-barreiras</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.andorin.pt/andorinha-das-barreiras" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Andorinha-das-barreiras (</span><i><span style="font-weight: 400;">Riparia riparia</span></i><span style="font-weight: 400;">) | Andorin</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/para-procurar-no-verao-as-andorinhas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Para procurar no Verão: as andorinhas</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/ajude-o-andorin-a-saber-onde-fazem-ninho-as-andorinhas-e-andorinhoes-em-portugal/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ajude o Andorin a saber onde fazem ninho as andorinhas e andorinhões em Portugal</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/riprip/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Andorinha-das-chaminés (Hirundo rustica)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/hirrus/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/hirrus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Hirundo rustica]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Andorinha-das-chaminés Hirundo rustica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/hirrus/</guid>

					<description><![CDATA[É uma das primeiras espécies estivais a chegar ao país. Esta andorinha de cauda longa e bifurcada personifica a Primavera, com os seus bandos voando em busca incessante de insetos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">É uma das primeiras espécies estivais a chegar ao país. Esta andorinha de cauda longa e bifurcada personifica a Primavera, com os seus bandos voando em busca incessante de insectos.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hirundo-rustica.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22597" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hirundo-rustica.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hirundo-rustica-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hirundo-rustica-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hirundo-rustica-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hirundo-rustica-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hirundo-rustica-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hirundo-rustica-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hirundo-rustica-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hirundo-rustica-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/149015451/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/hirundinidae/" target="_blank" rel="noopener">Hirundinidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Hirundo</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Hirundo rustica</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 8</p>
<p>As aves que nidificam em Portugal pertencem à subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Proporcionalmente, esta ave tem das mais compridas penas caudais da nossa avifauna. As duas penas exteriores formam uma cauda muito bifurcada e comprida. A cabeça escura e a garganta avermelhada contrastam com as partes inferiores brancas. O dorso e as partes superiores das asas são azuis-escuras com reflexos na nuca e dorso, mas podem parecer pretas à distância. Distingue-se da <a href="cecdau">andorinha-dáurica</a> pela ausência de uropígio claro.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da andorinha-das-chaminés, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/58369/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Abundante, esta andorinha pode ser encontrada em zonas humanizadas, principalmente em meio rural, junto a linhas de água, prados, e em zonas alagadas. Geralmente voa a baixa altura em busca de insectos voadores. Sobretudo estival, ocorrendo habitualmente entre Fevereiro e final de Outubro. Geralmente não ocorre em bandos de tão grandes dimensões como a <a href="delurb">andorinha-</a><a href="delurb">dos-beirais</a>. Observam-se concentrações pós-nupciais no final do Verão.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21015" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hir-rus.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hir-rus.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hir-rus-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hir-rus-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Trata-se de uma espécie comum em todo o território, embora um pouco mais abundante a sul que a norte.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – os melhores locais são as localidades junto ao litoral, nomeadamente Caminha, no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, e Esposende, no <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a>. Também pode ser encontrada na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a> e na zona de Ponte de Lima.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – bem distribuída por esta região, a andorinha-das-chaminés pode ser vista nas aldeias das serras da <a href="sitcoroa">Coroa</a> e de <a href="sitmontesinho">Montesinho</a>, e também em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – abundante ao longo de toda a região, pode facilmente ser encontrada junto das localidades, como Montemor-o-Velho, Mira e <a href="sitsaojacinto">São Jacinto</a>, assim como concentrações importantes no final do Verão, em locais como o<a href="sitmadriz"> paul da Madriz</a> e a <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – amplamente distribuída por este território, é facilmente detectada em locais como o planalto de Ribacoa, a zona de <a href="sitsegura">Segura</a>, o <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>, e mesmo em cidades como Castelo Branco.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – os melhores locais situam-se junto a localidades ao longo do vale do Tejo, em que a esta espécie é abundante, sobretudo a Chamusca, Azambuja, Almeirim, Santarém. Também podem ser observadas concentrações importantes no final do Verão, sobretudo em locais como os arrozais da Giganta (<a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>) e o <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a>, assim como a <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – bem distribuída nesta região, é facilmente vista junto a localidades de pequena e média dimensão, assim como junto a edificações rurais. Pode ser encontrada em <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>, Arraiolos, <a href="sitminasaodoming">Mina de São Domingos</a>, zona de <a href="sitnisa">Alpalhão</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a> e em locais costeiros como Vila Nova de Milfontes, no <a href="sitestumira">estuário do Mira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – ocorre um pouco por toda a região, sendo mais abundante no sotavento e na região central. É comum em zonas como Lagos, Portimão, o vale do Arade, Tavira, <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a> e o <a href="sitcastromarim">s</a><a href="sitcastromarim">apal de Castro Marim</a>. Neste último local e no <a href="sitludo">Ludo</a>, ocorre regularmente durante  o Inverno.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Se deseja conhecer melhor a andorinha-das-chaminés, poderá querer ouvir o episódio que a seguir lhe disponibilizamos das &#8220;conversas sobre aves&#8221;, dedicado a esta espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas  - Episódio 5: a andorinha-das-chaminés" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/lWsVurR2dPc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Poderá também interessar-lhe a gravação deste webinário sobre as andorinhas de Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="As Andorinhas de Portugal" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/12qOsnsopxw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, sugerimos este pequeno tutorial sobre a identificação das espécies de andorinhas que ocorrem no nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Andorinhas" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/MFufpRP3v40?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.andorin.pt/andorinha-das-chamin%C3%A9s" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Andorinha-das-chaminés (</span><i><span style="font-weight: 400;">Hirundo rustica</span></i><span style="font-weight: 400;">) | Andorin</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2023/07/andorinhas-andorinhas-e-mais-andorinhas.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Andorinhas, andorinhas e mais andorinhas .. de volta à natureza</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/as-andorinhas-tambem-fazem-parte-do-museu-do-coa/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">As andorinhas também fazem parte do Museu do Côa</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/para-procurar-no-verao-as-andorinhas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Para procurar no Verão: as andorinhas</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/cronicas/a-espera-das-andorinhas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">À espera das andorinhas</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/ajude-o-andorin-a-saber-onde-fazem-ninho-as-andorinhas-e-andorinhoes-em-portugal/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ajude o Andorin a saber onde fazem ninho as andorinhas e andorinhões em Portugal</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://paginaum.pt/2022/03/20/chuvas-em-novembro-natal-em-dezembro-andorinhas-em-janeiro/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Chuvas em Novembro, Natal em Dezembro, andorinhas em Janeiro</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Andorinha-das-rochas (Ptyonoprogne rupestris)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/ptyrup/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/ptyrup/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ptyonoprogne rupestris]]></category>
		<category><![CDATA[Andorinha-das-rochas Ptyonoprogne rupestris]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/ptyrup/</guid>

					<description><![CDATA[A visão de um bando de andorinhas em pleno Inverno pode parecer inesperada, mas não é anormal: a andorinha-das-rochas ocorre no nosso país durante todo ano. Em certas zonas esta espécie é conhecida como “andorinha-de-Inverno”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A visão de um bando de andorinhas em pleno Inverno pode parecer inesperada,mas não é anormal: a andorinha-das-rochas ocorre no nosso país durante todo o ano. Em certas zonas esta espécie é conhecida como “andorinha-de-Inverno”.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22599" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ptyonoprogne-rupestris.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ptyonoprogne-rupestris.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ptyonoprogne-rupestris-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ptyonoprogne-rupestris-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ptyonoprogne-rupestris-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ptyonoprogne-rupestris-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ptyonoprogne-rupestris-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ptyonoprogne-rupestris-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ptyonoprogne-rupestris-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ptyonoprogne-rupestris-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/205351821/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/hirundinidae/" target="_blank" rel="noopener">Hirundinidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Ptyonoprogne</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Ptyonoprogne rupestris</em> (Scopoli, 1769)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Andorinha totalmente castanha com a cauda quadrada. É um pouco mais clara nas partes inferiores. Quando abre a cauda são visíveis algumas pintas esbranquiçadas.Distingue-se da <a href="riprip">andorinha-das-barreiras</a> pela ausência de banda peitoral e pelo facto de construir ninho em forma de taça e não em túnel escavado.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da andorinha-das-rochas, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/53735/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A andorinha-das-rochas é o único membro da sua família que pode ser observado em Portugal durante todo o ano. Esta andorinha distribui-se de norte a sul do país e é geralmente pouco abundante, embora possa ser localmente comum, especialmente no interior. Tal como o nome indica, esta andorinha privilegia  habitats rochosos e escarpados, mas também ocorre com alguma regularidade em núcleos urbanos, onde pode formar dormitórios com muitas dezenas de indivíduos. Durante a época de nidificação ocorre principalmente em casais ou pequenos bandos, na metade interior do país, desde Trás-os-Montes até às serras algarvias. No Inverno ocorre também junto à costa, especialmente no centro e no sul do país, podendo então formar bandos com várias dezenas de indivíduos. Nessa época  pode ser encontrada sobretudo junto a zonas húmidas ou falésias. No interior do país forma dormitórios em igrejas.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21020" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pty-rup.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pty-rup.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pty-rup-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pty-rup-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Pode ser vista de norte a sul do país, sendo mais fácil de encontrar no interior do território.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho </b>&#8211; pouco abundante nesta região, observa-se localmente na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a> e também nos paredões de algumas barragens, como por exemplo a de Touvedo (rio Lima) e a de Vilarinho das Furnas (rio Homem).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – pode ser vista na <a href="sitmontesinho">serra de Montesinho</a> e na <a href="sitgeres">serra do Gerês</a>; ocorre igualmente ao longo do <a href="sitdourointernac">Douro Internacional</a>, podendo ser observada na zona de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>, na barragem do <a href="sitpicote">Picote</a> e na ribeira do Mosteiro (perto de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> &#8211; pode ser observada durante o Inverno na cidade de <a href="sitriadeaveiro">Aveiro</a>, na vizinha zona de <a href="sitsalreu">Estarreja-Salreu</a> e na <a href="sitesmoriz">barrinha de Esmoriz</a>. Na Primavera observa-se em <a href="sitsico">Pombal</a> e Miranda do Corvo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – observa-se com facilidade na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>, onde é bastante comum; ocorre igualmente na <a href="sitbarrsantaluzia">barragem de Santa Luzia</a>, onde por vezes se juntam algumas dezenas de aves; outros locais onde pode ser vista são: <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>, o <a href="sitribacoa"> planalto de Riba Côa</a>, a <a href="sitvilar">albufeira de Vilar</a>, a <a href="sitmarateca">albufeira da Marateca</a>, a ponte de <a href="sitsegura">Segura</a> e o <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – pouco comum na região, observa-se por vezes durante o Inverno em Cascais (<a href="sitcostaestoril">costa do Estoril</a>), na zona de <a href="sitsesimbra">Sesimbra</a>, no <a href="sitcaboespichel">cabo Espichel</a> e na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a>. Em <a href="sittomar">Tomar</a>, onde nidifica, pode observar-se durante todo o ano.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – distribui-se principalmente pela metade interior da região; no Alto Alentejo é bastante frequente e pode ser encontrada, por exemplo, em <a href="sitcastvide">Castelo de Vide</a>, <a href="sitmarvao">Marvão</a>, <a href="sitnisa">Nisa</a>, nas barragens da <a href="sitpovoa">Póvoa</a>, do <a href="sitmaranhao">Maranhão</a> e de <a href="sitmontargil">Montargil</a> e ainda nas zonas de <a href="sitalter">Alter do Chão</a> e <a href="sitelvas">Elvas</a>. No Baixo Alentejo é claramente menos comum, mas pode ser vista facilmente na zona de <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, na <a href="sitminasaodoming">Mina de São Domingos</a> e na zona de <a href="sitmertola">Mértola</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – no Outono e no Inverno pode ser vista com relativa facilidade ao longo da faixa costeira; ocorre, por exemplo, no <a href="sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a>, no <a href="sitlagos">paul de Lagos</a>, nas <a href="sitodiaxere">salinas de Odiáxere</a>, na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, na <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a>, em <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>, na <a href="sitdunasdouradas">lagoa das Dunas Douradas</a> e na vila de <a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Por vezes também aparece na <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a> e no <a href="sitestuarade">estuário do Arade</a>. Durante a Primavera observa-se no interior, em especial ao longo das ribeiras.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Se deseja conhecer melhor este grupo de aves, poderá interessar-lhe a gravação deste webinário sobre as andorinhas de Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="As Andorinhas de Portugal" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/12qOsnsopxw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também lhe poderá interessar esta &#8220;conversa sobre aves&#8221; acerca da andorinha-das-rochas. Nesta conversa falamos da distribuição, incluindo das alterações que houve nas últimas décadas. Outros pontos incluem o habitat e os movimentos migratórios, com destaque para o aparecimento de bandos de invernantes nas áreas costeiras. No final mencionamos as características a ter em conta na sua identificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 81: a andorinha-das-rochas" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/-sUUgju29W4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sugerimos igualmente este pequeno tutorial sobre a identificação das espécies de andorinhas que ocorrem no nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Andorinhas" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/MFufpRP3v40?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/cronicas/cronicas-naturais-andorinhas-do-frio/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Crónicas naturais: andorinhas do frio</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.andorin.pt/andorinha-das-rochas" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Andorinha-das-rochas (</span><i><span style="font-weight: 400;">Ptyonoprogne rupestris</span></i><span style="font-weight: 400;">) | Andorin</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://cervas-aldeia.blogspot.com/2018/02/devolucao-natureza-de-uma-andorinha-das.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Devolução à Natureza de uma andorinha-das-rochas que tinha ficado presa num ninho durante a ExpoSerra 2018 em Gouveia!</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/para-procurar-no-verao-as-andorinhas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Para procurar no Verão: as andorinhas</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/ajude-o-andorin-a-saber-onde-fazem-ninho-as-andorinhas-e-andorinhoes-em-portugal/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ajude o Andorin a saber onde fazem ninho as andorinhas e andorinhões em Portugal</span></a></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/ptyrup/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Andorinha-dos-beirais (Delichon urbicum)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/delurb/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/delurb/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Delichon urbicum]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Andorinha-dos-beirais Delichon urbicum]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das mais emblemáticas aves da nossa fauna, carregada de simbolismo relacionado com a sua chegada, que costuma ser entendida como um anúncio da Primavera. As entradas e saídas dos ninhos são uma constante nas localidades portuguesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Uma das mais emblemáticas aves da nossa fauna, carregada de simbolismo relacionado com a sua chegada, que costuma ser entendida como um anúncio da Primavera. As entradas e saídas dos ninhos são uma constante nas localidades portuguesas.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Delichon-urbicum.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22595" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Delichon-urbicum.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Delichon-urbicum-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Delichon-urbicum-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Delichon-urbicum-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Delichon-urbicum-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Delichon-urbicum-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Delichon-urbicum-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Delichon-urbicum-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Delichon-urbicum-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/259431631/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/hirundinidae/" target="_blank" rel="noopener">Hirundinidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Delichon</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Delichon urbicum</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<p>Em Portugal nidifica a subespécie <em>D. u. meridionale</em>, mas a subespécie nominal deverá ocorrer em passagem.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Conhecida de todos, a andorinha-dos-beirais é uma presença bastante frequente nos binóculos dos observadores no nosso território. A sua cauda ligeiramente bifurcada, as partes superiores escuras contrastantes com o uropígio branco e largo, e as partes inferiores brancas, aliadas ao bico fino e bastante  curto, tornam esta silhueta de fácil identificação, permitindo a separação da <a href="riprip">andorinha-das-</a><a href="riprip">barreiras</a>, à qual se assemelha nas dimensões.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da andorinha-dos-beirais, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/27279/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A andorinha-dos-beirais é bastante abundante e bem distribuída de norte a sul. Associada à Primavera e ao Verão, a maioria das aves chega ao nosso território já a partir de Fevereiro. A debandada dá-se até ao final do Verão e em Outubro já restam poucas aves em Portugal. Alguns exemplares invernam entre nós, sobretudo na metade do sul e junto a zonas húmidas perto do litoral. Fácil de detectar nas localidades, e junto a linhas de água ou albufeiras, pode concentrar-se em bandos de grande dimensão, sobretudo no final do Verão antes de iniciar a migração.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21009" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Del-urb.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Del-urb.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Del-urb-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Del-urb-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Bem distribuída de norte a sul, é mais abundante nas localidades de pequena e média dimensão. Os locais seleccionados referem-se à existência de colónias importantes desta espécie.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – alguns locais de observação são, por exemplo, o <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a> e o <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a>, sobretudo durante o Verão.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – a sua detecção é fácil em quase todas as localidades, nomeadamente em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e na serra de <a href="sitmontesinho">Montesinho</a>, sendo comum nas localidades de média/pequena dimensão.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – damos como exemplo de locais de distribuição a <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a> e o Baixo Mondego, podendo ser observada em quase todas as localidades desta região, nomeadamente em Montemor-o-Velho, Coimbra e Aveiro.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – tal como nas restantes regiões, a sua detecção é fácil por exemplo no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a> (existindo uma colónia no Rosmaninhal), em <a href="sitsegura">Segura</a>, <a href="sitbarcadalva">Barca d’Alva</a>, Monfortinho, no Planalto de Ribacoa e nas <a href="sitportasrodao">Portas de Ródão</a>. Esta espécie nidifica também a grande altitude nas Penhas da Saúde (c. 1500m), na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – fácil de observar ao longo do vale do Tejo, sendo bastante abundante nas localidades aqui situadas, como exemplo de locais onde é fácil observar refiram-se o <a href="sitboquilobo">paul do Boquilobo</a>, o <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> e a <a href="sitlagoaalbuf">Lagoa de Albufeira</a>, assim como no Porto Alto, Azambuja, Chamusca e Santarém, entre muitas outras localidades. Mais a sul, pode ser detectada em Azeitão.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – fácil de localizar em muitas localidades, nomeadamente nas zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, Arraiolos, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>, <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a>, entre outros. Exemplos de colónias importantes ou onde a espécie pode ser bem observada: <a href="sitcastvide">Castelo de Vide</a>, Póvoa e Meadas, <a href="sitnisa">Nisa</a>, barragem do <a href="sitmaranhao">Maranhão</a>, barragem de <a href="sitmontargil">Montargil</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – distribuída sobretudo pelo sotavento, pode ser facilmente encontrada junto a localidades especialmente junto ao litoral, como é o caso de Tavira, <a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>, Olhão e Faro. Para além destas localidades, a andorinha-dos-beirais ocorre no <a href="sitcastromarim">sapal de Castro Marim</a>, na <a href="sitriaformosa">ria Formosa</a>, na <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a> e na <a href="sitcaldeirao">serra do Caldeirão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Deixamos aqui a gravação do episódio das &#8220;conversas sobre aves&#8221; dedicado a esta espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 11: a andorinha-dos-beirais" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/ZhBAAdliN6s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Adicionalmente, se deseja conhecer melhor este grupo de aves, poderá interessar-lhe a gravação deste webinário sobre as andorinhas de Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="As Andorinhas de Portugal" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/12qOsnsopxw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sugerimos ainda este pequeno tutorial sobre a identificação das espécies de andorinhas que ocorrem no nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Andorinhas" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/MFufpRP3v40?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2015/06/devolucao-natureza-de-uma-andorinha-dos.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Devolução à natureza de uma andorinha-dos-beirais</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2023/07/andorinhas-andorinhas-e-mais-andorinhas.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Andorinhas, andorinhas e mais andorinhas .. de volta à natureza</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/as-andorinhas-tambem-fazem-parte-do-museu-do-coa/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">As andorinhas também fazem parte do Museu do Côa</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/para-procurar-no-verao-as-andorinhas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Para procurar no Verão: as andorinhas</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/cronicas/a-espera-das-andorinhas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">À espera das andorinhas</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/ajude-o-andorin-a-saber-onde-fazem-ninho-as-andorinhas-e-andorinhoes-em-portugal/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ajude o Andorin a saber onde fazem ninho as andorinhas e andorinhões em Portugal</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.andorin.pt/andorinha-dos-beirais" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Andorinha-dos-beirais (</span><i><span style="font-weight: 400;">Delichon urbicum</span></i><span style="font-weight: 400;">) | Andorin</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://paginaum.pt/2022/03/20/chuvas-em-novembro-natal-em-dezembro-andorinhas-em-janeiro/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Chuvas em Novembro, Natal em Dezembro, andorinhas em Janeiro</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.regiaodeleiria.pt/2021/03/destruicao-de-ninhos-da-andorinha-dos-beirais-e-crime/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Destruição de ninhos da andorinha dos beirais é crime</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/ajude-o-andorin-a-saber-onde-fazem-ninho-as-andorinhas-e-andorinhoes-em-portugal/" target="_blank" rel="noopener"><span>Ajude o Andorin a saber onde fazem ninho as andorinhas e andorinhões em Portugal</span></a></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Andorinha-ruiva (Cecropis rufula)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/cecruf/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/cecruf/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Cecropis rufula]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Andorinha-dáurica Cecropis daurica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/cecdau/</guid>

					<description><![CDATA[O planar calmo da andorinha-ruiva, que contrasta com o voo mais agitado das outras andorinhas, transmite uma sensação de tranquilidade. O seu ninho, com um longo túnel de acesso, é muito diferente do das outras andorinhas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O planar calmo da andorinha-ruiva, que contrasta com o voo mais agitado das outras andorinhas, transmite uma sensação de tranquilidade. O seu ninho, com um longo túnel de acesso, é muito diferente do das outras andorinhas.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22634" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Cecropis-daurica.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Cecropis-daurica.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Cecropis-daurica-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Cecropis-daurica-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Cecropis-daurica-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Cecropis-daurica-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Cecropis-daurica-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Cecropis-daurica-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Cecropis-daurica-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Cecropis-daurica-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam as primeiras andorinhas-ruivas?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-cecdau" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/178223671/embed/640" width="690" height="570" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/hirundinidae/" target="_blank" rel="noopener">Hirundinidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Cecropis</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Cecropis rufula </em>(Temminck, 1835)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Esta andorinha identifica-se principalmente pelo tom dourado das partes inferiores e do uropígio, que contrastam com o resto da plumagem preta. A cauda é fortemente bifurcada. Distingue-se da <a href="hirrus">andorinha-das-chaminés</a> pelo uropígio dourado e pela ausência de mancha vermelha escura na garganta.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da andorinha-ruiva, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/76894/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A andorinha-ruiva é uma espécie estival, que geralmente pode ser observada em Portugal de Março a Outubro. Embora ocorra de norte a sul do país, não é uma ave muito abundante. De uma forma geral é mais numerosa na metade interior do território, escasseando no litoral. Nidifica frequentemente por baixo de pontes e viadutos.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21014" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cec-dau.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cec-dau.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cec-dau-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cec-dau-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">O interior alentejano é, sem dúvida, a melhor região para observar esta andorinha.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho </b>&#8211; pouco frequente nesta região, ocorre em pequenos números na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – no norte do país a espécie pode ser vista com facilidade no <a href="sitdourointernac">Douro Internacional</a>, por exemplo em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e <a href="sitbarcadalva">Barca d’Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> &#8211; a andorinha-dáurica é pouco comum nesta região, sendo a <a href="sitaire">serra de Aire</a> um dos locais onde ocorre com regularidade.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – a andorinha-dáurica está presente nas zonas raianas do<a href="sitribacoa"> planalto de Riba Côa</a>, de <a href="sitsegura">Segura</a> e do <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>, podendo também ser vista localmente na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – pode ser vista em <a href="sitpancas">Pancas</a> (no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da Arrábida</a>. A norte de Lisboa é pouco frequente, mas tem sido vista com regularidade no <a href="sitmontachique">cabeço de Montachique</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – comum e bem distribuída, por toda a região; é mais numerosa na metade oriental; alguns dos locais onde é frequente são: <a href="sitnisa">Alpalhão</a>, <a href="sitpovoa">barragem da Póvoa</a>, <a href="sitcastvide">Castelo de Vide</a>, <a href="sitmarvao">Marvão</a>, <a href="sitsaomamede">s</a><a href="sitsaomamede">erra de São Mamede</a>, <a href="sitalter">Alter do Chão</a>, <a href="sitmora">ribeira do </a><a href="sitmora">Divor</a>, albufeiras de <a href="sitmontargil">Montargil</a>, do <a href="sitroxo">Roxo</a> e de <a href="sitalqueva">Alqueva</a>, e ainda as zonas de <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitmertola">Mértola</a> e <a href="sitminasaodoming">Mina de São Domingos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – observa-se com mais facilidade nas zonas serranas do interior, podendo ser vista regularmente nas serras de <a href="sitmonchique">Monchique</a>, do <a href="sitcaldeirao">Caldeirão</a> e do <a href="sitespinhacocao">Espinhaço de Cão</a>. No entanto,<br />
também ocorre com regularidade nalguns locais junto à costa, como por exemplo no<br />
<a href="sitrogil">planalto do Rogil</a>, na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>, na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitpontapiedade">Ponta da Piedade</a>, no <a href="sitlagos">paul de </a><a href="sitlagos">Lagos</a>,<br />
no <a href="sitestuarade">estuário do Arade</a>, na <a href="sitdunasdouradas">lagoa das Dunas Douradas</a>, na <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a>, no caniçal de<a href="sitvilamoura"><br />
</a><a href="sitvilamoura">Vilamoura</a> e no <a href="sitcastromarim">sapal de Castro Marim</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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<h2>Saber Mais</h2>
<p>Se deseja saber mais sobre a andorinha-ruiva, não deixe de ouvir a &#8220;conversa sobre aves&#8221;que aqui partilhamos. Os pontos abordados incluem o habitat, os locais de nidificação e as características do ninho. Falamos também da história da presença desta espécie em Portugal, tendo presente que o seu aparecimento na Península Ibérica é relativamente recente, assim como da distribuição mundial. Na parte final abordamos alguns aspectos sobre a identificação desta andorinha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 80: a andorinha-dáurica" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/oLO5m-yYjOs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p>Também lhe poderá interessar a gravação deste webinário sobre as andorinhas de Portugal.</p>
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<p><iframe title="As Andorinhas de Portugal" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/12qOsnsopxw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p>Sugerimos ainda este pequeno tutorial sobre a identificação das espécies de andorinhas que ocorrem no nosso país.</p>
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<p><iframe title="Identificacao Andorinhas" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/MFufpRP3v40?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.andorin.pt/andorinha-d%C3%A1urica" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Andorinha-dáurica (</span><i><span style="font-weight: 400;">Cecropis daurica</span></i><span style="font-weight: 400;">) | Andorin</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2023/07/andorinhas-andorinhas-e-mais-andorinhas.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Andorinhas, andorinhas e mais andorinhas .. de volta à natureza</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/as-andorinhas-tambem-fazem-parte-do-museu-do-coa/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">As andorinhas também fazem parte do Museu do Côa</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/para-procurar-no-verao-as-andorinhas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Para procurar no Verão: as andorinhas</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/ajude-o-andorin-a-saber-onde-fazem-ninho-as-andorinhas-e-andorinhoes-em-portugal/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ajude o Andorin a saber onde fazem ninho as andorinhas e andorinhões em Portugal</span></a></li>
</ul>
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					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/cecruf/feed/</wfw:commentRss>
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