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	<title>Pelecaniformes &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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	<item>
		<title>Abetouro (Botaurus stellaris)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/botste/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/botste/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Botaurus stellaris]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Abetouro Botaurus stellaris]]></category>
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					<description><![CDATA[Extremamente difícil de observar, quer pelo extraordinário mimetismo que apresenta, quer pela escassez da espécie. O canto desta espécie é um dos mais incríveis sons produzidos na natureza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Extremamente difícil de observar, quer pelo extraordinário mimetismo que apresenta, quer pela escassez da espécie. O canto desta espécie é um dos mais incríveis sons produzidos na natureza.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Info. insuficiente (pop. residente) Criticamente em perigo (Inverno)</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/78959231/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Pelecaniformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/ardeidae/" target="_blank" rel="noopener">Ardeidae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Botaurus</em><br />
<strong>Espécie</strong>:<em> Botaurus stellaris</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Eis uma garça robusta e de grandes dimensões, mas de patas mais curtas que a <a href="ardcin">garça-real</a> e a <a href="ardpur">garça-</a><a href="ardpur">vermelha</a>. O corpo é compacto, de tom castanho-amarelado e pintalgado. Possui manchas pretas na cabeça e junto à base do bico. O pescoço, ao contrário das duas espécies acima mencionadas, é robusto e mais largo. Esta é uma espécie que se camufla na perfeição por entre a vegetação palustre, e por isso de bastante difícil detecção. O som emitido durante a época de reprodução assemelha-se ao som produzido por um touro, e daí o nome desta garça.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abetouro é raro no nosso território. Embora já tenha sido registada a nidificação em Portugal, actualmente trata-se de uma espécie que apenas é observada ocasionalmente, sobretudo fora da época de reprodução.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21855" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bot-ste.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bot-ste.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bot-ste-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bot-ste-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Não existem locais fiáveis para a observação do abetouro, pelo que se apresenta um conjunto de locais onde existem observações documentadas desta garça.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho </b>– existem registos da sua ocorrência nas lagoas de Vila Franca.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>–  nos últimos anos tem sido observado com alguma frequência nos pauis do Baixo Mondego.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e vale do Tejo</b> – tem sido observado com regularidade nas lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da </a><a href="sitpontadaerva">Erva</a>, particularmente nos arrozais de Alcamé e da Giganta, assim como na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de </a><a href="sitlagoaalbuf">Albufeira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – um dos poucos locais onde foi registada a nidificação do abetouro (em 1987) é o Açude da Murta. Também existem registos de observações no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e na <a href="sitsantoandre">l</a><a href="sitsantoandre">agoa de Santo André</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – existem registos no <a href="sitludo">Ludo</a>, em <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a> e na <a href="sitdunasdouradas">lagoa das Dunas Douradas</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Botaurus-stellaris">Ficha do abetouro no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Colhereiro (Platalea leucorodia)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/plaleu/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/plaleu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Platalea leucorodia]]></category>
		<category><![CDATA[Colhereiro Platalea leucorodia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/plaleu/</guid>

					<description><![CDATA[Apresenta-se um dos bicos mais estranhos e chamativos da nossa avifauna. Esta ave usa uma «espátula» para varrer os lodos e fundos aquáticos em busca de alimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Apresenta-se um dos bicos mais estranhos e chamativos da nossa avifauna. Esta ave usa uma «espátula» para varrer os lodos e fundos aquáticos em busca de alimento.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Vulnerável (pop. residente)<br />
Quase ameaçado (invernada)</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/72109131/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Pelecaniformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/threskiornithidae/" target="_blank" rel="noopener">Threskiornithidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Platalea</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Platalea leucorodia</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Bastante fácil de identificar, tanto em voo como pousado, sobretudo devido ao seu enorme bico em forma de espátula, achatado na ponta. Quase totalmente branco, de patas escuras, esta grande ave ostenta um penacho na nuca durante a época de reprodução, assim como uma pequena mancha amarela na garganta. Em voo, a sua cor totalmente branca e o pescoço bem estendido para frente com o bico comprido, tornam-no numa silhueta inconfundível. Os juvenis apresentam as pontas das asas escuras.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O colhereiro associa-se a zonas húmidas, distribuindo-se localmente em açudes, albufeiras e lagoas, ocorrendo também nas grandes zonas húmidas costeiras. Cria nalguns locais da metade sul do território. Ocorre em Portugal durante todo o ano, vendo os seus efectivos reforçados por aves invernantes provenientes de outros países europeus. As maiores concentrações ocorrem durante o Verão e o início do Outono, pelo que a época de maior sucesso na observação destas aves surge de Agosto a Outubro.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21833" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pla-leu.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pla-leu.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pla-leu-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pla-leu-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Claramente mais abundante a sul que a norte, distribui-se sobretudo pelos grandes estuários e alguns açudes e albufeiras da metade sul.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – bastante raro nesta região, ocorre ocasionalmente no <a href="sitestucavado">estuário do </a><a href="sitestucavado">Cávad</a><a href="sitestucavado">o</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – embora pouco frequente, pode ser avistado na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a> (e na vizinha zona de<a href="sitsalreu"> Salreu</a>), nos pauis do Baixo Mondego e no <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a>. Por vezes observa-se na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – durante a época de cria, os melhores locais são o <a href="sitestutejo">estuário do </a><a href="sitestutejo">Tejo</a> (por exemplo o <a href="sithortas">sítio das Hortas</a> e o sapal de <a href="sitcorroios">Corroios</a>), o<a href="sitescaroupim"> Escaroupim</a>, o <a href="sitbarroca">paul da </a><a href="sitbarroca">Barroca</a> e o <a href="sitboquilobo">paul do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a>. Durante a passagem e no Inverno ocorre nos pauis de Belmonte e no <a href="sithortas">s</a><a href="sithortas">ítio </a><a href="sithortas">das </a><a href="sithortas">Hortas</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – ocorre em alguns açudes e albufeiras desta região, nomeadamente na zona de <a href="sitsaocristovao">São Cristóvão</a>/Cabrela, nas albufeiras da planície de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>, na zona de Arraiolos, na albufeira do Esporão. Ocorre também no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a> e nas lagoas de <a href="sitsantoandre">Santo André</a> e de <a href="sitmelides">Melides</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – alguns dos melhores locais de observação encontram-se nesta região. Durante a época de cria, os melhores locais são a <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>, onde podem ocorrer bandos de grande dimensão, e o <a href="sitludo">Ludo</a>. Durante as passagens e o Inverno, para além dos locais antes mencionados, o colhereiro ocorre também na <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a>, na <a href="sitriaformosa">ria </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e, ocasionalmente, na <a href="sitdunasdouradas">lagoa das Dunas Douradas</a>, no <a href="sitestuarade">estuário </a><a href="sitestuarade">do Arade</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia </a><a href="sitriadealvor">de Alvor</a>, nas <a href="sitodiaxere">salinas de Odiáxere</a> e no <a href="sitlagos">paul de Lagos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Descubra outros factos interessantes sobre o colhereiro vendo a gravação do webinário que fizemos sobre essa espécie ou ouvindo o correspondente episódio das <em>Conversas sobre Aves</em>!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="À descoberta da ave com o bico engraçado: o colhereiro europeu" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/r-okUq8TYBI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 214: o colhereiro" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/zK1seDokN8Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Platalea-leucorodia" target="_blank" rel="noopener">Ficha do colhereiro no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Platalea-leucorodia-Colhereiro.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do colhereiro no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Garça-boieira (Ardea ibis)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/ardibi/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/ardibi/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ardea ibis]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Garça-boieira Bubulcus ibis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/bubibi/</guid>

					<description><![CDATA[A garça-boieira é uma fiel acompanhante do gado bovino, podendo ser vista com frequência nos campos, procurando alimento entre aqueles animais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A garça-boieira é uma fiel acompanhante do gado bovino, podendo ser vista com frequência nos campos, procurando alimento entre aqueles animais.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22756" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Bubulcus-ibis.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Bubulcus-ibis.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Bubulcus-ibis-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Bubulcus-ibis-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Bubulcus-ibis-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Bubulcus-ibis-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Bubulcus-ibis-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Bubulcus-ibis-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Bubulcus-ibis-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Bubulcus-ibis-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Pelecaniformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/ardeidae/" target="_blank" rel="noopener">Ardeidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Ardea</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Ardea ibis</em> Linnaeus, 1758</p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>É uma garça de média dimensão, com a plumagem quase totalmente branca, mas com manchas alaranjadas no dorso e na coroa, sobretudo durante a época de reprodução. O bico é amarelo, tornando-se alaranjado na Primavera. As patas são pretas, mas também se tornam alaranjadas na época de criação.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Esta garça pode ser vista em Portugal durante todo o ano. É geralmente bastante numerosa e não é raro encontrar bandos de várias centenas de aves juntas. Esta é a mais terrestre de todas as garças, surgindo muitas vezes longe de água, associada ao gado bovino, equino e ovino ou acompanhando as máquinas agrícolas. Durante a época dos ninhos ocorre principalmente a sul do Tejo e na Beira Baixa, observando-se as maiores concentrações nas zonas das colónias, mas a partir do final do Verão aparece também com bastante frequência na Beira Litoral e, por vezes, no norte do país.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21842" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bub-ibi.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bub-ibi.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bub-ibi-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bub-ibi-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">A sul do Tejo, a garça-boieira pode ser observada com facilidade um pouco por todo o território.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pouco comum nesta região, observa-se por vezes nas terras baixas do litoral, particularmente na época fria.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – fora da época de nidificação aparece regularmente na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>, na zona de <a href="sitsmporto">São Martinho do Porto</a>, em <a href="sitpeniche">Peniche</a>, no Baixo Mondego e junto às <a href="sitquiaios">lagoas de </a><a href="sitquiaios">Quiaios</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – ocorre com regularidade na zona de Castelo Branco e junto à <a href="sitmarateca">albufeira da </a><a href="sitmarateca">Marateca</a>; no Outono e no Inverno ocorre também na zona da Covilhã; no resto da região a sua ocorrência parece ser excepcional.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo </b>&#8211; é frequente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> e no vizinho <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a>. Mais para o interior, pode ser vista facilmente no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e na zona de <a href="sitcoruche">Coruche</a>. Fora da época de reprodução observa-se em <a href="sitlisboa">Lisboa</a>, no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, no <a href="sitparquetejo">Parque do Tejo</a> e na <a href="sitvarzealoures">várzea de </a><a href="sitvarzealoures">Loures</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – comum e bem distribuída, é fácil de observar no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na <a href="sitsantoandre">l</a><a href="sitsantoandre">agoa de </a><a href="sitsantoandre">Santo André</a>, na <a href="sitlagoapatos">l</a><a href="sitlagoapatos">agoa dos Patos</a> e na região de <a href="sitelvas">Elvas</a>. Ocorre igualmente em <a href="sitmourao">Mourão</a> e junto à vizinha <a href="sitalqueva">albufeira </a><a href="sitalqueva">de Alqueva</a>, bem como na zona de <a href="sitnisa">N</a><a href="sitnisa">isa</a> e no <a href="sitcabosardao">cabo Sardão</a>. No Inverno observam-se por vezes grandes bandos no <a href="sitbeja">aterro </a><a href="sitbeja">sanitário de Beja</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – comum nas terras baixas do litoral, é frequente na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, na <a href="sitlagoasalg">lagoa dos </a><a href="sitlagoasalg">Salgados</a> e nos campos de golfe de <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul de Lagos</a>, no <a href="sitcabosaovic">cabo de São </a><a href="sitcabosaovic">Vicente</a>, no <a href="sitrogil">planalto do Rogil</a> e na reserva de <a href="sitcastromarim">Castro </a><a href="sitcastromarim">Marim</a>. Existem duas colónias importantes na região: uma no <a href="sitleixaogaivota">Leixão da Gaivota</a> e outra na<a href="sitpontapiedade"> Ponta </a><a href="sitpontapiedade">da Piedade</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Conversas</h2>
<p>No Episódio 1 do podcast <em>Conversas sobre aves</em>, falamos sobre a garça-boieira.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 1: a garça-boieira" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/TwS9aSPD1-g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<div id="aves_top_div_2col">
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Bubulcus-ibis-Garca-boieiraCarraceiro.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha da garça-boieira no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Garça-branca-grande (Ardea alba)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/ardalb/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/ardalb/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ardea alba]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Garça-branca-grande Ardea alba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/ardalb/</guid>

					<description><![CDATA[Até finais da década de 1990 tratava-se de uma espécie bastante rara no nosso território. Hoje em dia, não surpreende encontrar esta garça branca de enormes dimensões nas zonas húmidas portuguesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Até finais da década de 1990 tratava-se de uma espécie bastante rara no nosso território. Hoje em dia, não surpreende encontrar esta garça branca de enormes dimensões nas zonas húmidas portuguesas.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/94149411/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Pelecaniformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/ardeidae/" target="_blank" rel="noopener">Ardeidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Ardea</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Ardea alba</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 4</p>
<p>Em Portugal Continental ocorre a subespécie nominal, mas nos Açores há vários registos atribuídos à subespécies <em>A. a. egretta</em>.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Embora semelhante à <a href="egrgar">garça-branca-pequena</a> pela plumagem branca, esta ave é muito maior, com patas e pescoço mais compridos que a sua parente mais pequena, sendo praticamente da mesma dimensão da <a href="ardcin">garça-real</a>. Quando em plumagem de Inverno, apresenta o bico todo amarelo e as patas escuras, e corpo inteiramente branco. Na plumagem nupcial, ostenta um bico mais escuro, amarelo junto aos loros, e patas com tonalidades amareladas, assim como tufos de penas no dorso. Em voo apresenta as patas bastante estendidas para trás, deslocando-se com batimentos lentos tal como a <a href="ardcin">garça-real</a>.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Embora possa ser observada durante quase todo o ano, não existem efectivos reprodutores no nosso território, pelo que se trata de uma garça sobretudo invernante, sendo no Outono e no Inverno que se torna mais frequente. O melhor período de observação decorre de Outubro a Março. Ainda assim, é uma ave bastante escassa, que ocorre em números reduzidos em zonas húmidas, albufeiras, arrozais e tanques abandonados de salinas. Esta garça é mais abundante a sul que a norte.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21847" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-alb.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-alb.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-alb-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-alb-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Observa-se em diferentes tipos de zonas húmidas, tanto no litoral como no interior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – existem diversas observações no <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a> e também no <a href="sitestudouro">estuário do Douro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – observável com regularidade na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, nos arrozais do Baixo Mondego e no <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a>. Por vezes também surge nas <a href="sitquiaios">lagoas de Quiaios</a> e na <a href="sitsalreu">zona de Salreu</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – existem observações esporádicas nas albufeiras de <a href="sitsmaguiar">Santa Maria de Aguiar</a>, da <a href="sitmarateca">Marateca </a> e da <a href="sittoulica">Toulica</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – presente com regularidade no <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a> e na <a href="sitribeiraenguias">ribeira das Enguias</a>, sendo este o melhor local da região. Pode também ser observada nos Arrozais da Giganta (<a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>) e nas salinas de <a href="sitpancas">Vasa-Sacos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – nesta região os melhores locais são o <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, os açudes de <a href="sitsaocristovao">São Cristóvão</a>, e a <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a>. Nestes três locais têm sido observadas as maiores concentrações, por vezes reunindo meia dúzia de indivíduos. Também pode ocorrer na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e na <a href="sitalqueva">albufeira do Alqueva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – pouco frequente, observa-se ocasionalmente nas zonas húmidas da região, quase sempre em números reduzidos; os locais com maior número de observações são a <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, a <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a> e o <a href="sitcastromarim">sapal de Castro Marim</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>No início da década de 1990, esta garça era uma raridade em Portugal, mas actualmente pode ser vista com regularidade em todo o país. No webinário sobre esta espécie, cuja gravação aqui partilhamos, apresentamos a evolução da situação da espécie na Europa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="A formidável expansão da garça-branca-grande" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Ie9J04up6d8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/outrora-rara-garca-branca-grande-ja-faz-parte-inverno-portugal/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Outrora rara, a garça-branca-grande já faz parte do Inverno em Portugal</span></a></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Garça-branca-pequena (Egretta garzetta)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/egrgar/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/egrgar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Egretta garzetta]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Garça-branca-pequena Egretta garzetta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/egrgar/</guid>

					<description><![CDATA[A observação de uma silhueta esguia e totalmente branca, deslocando-se lentamente na margem de um açude ou de um estuário é geralmente indicativa da presença de uma garça-branca-pequena. Esta ave aquática pode ser vista um pouco por todo o país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A observação de uma silhueta esguia e totalmente branca, deslocando-se lentamente na margem de um açude ou de um estuário é geralmente indicativa da presença de uma garça-branca-pequena. Esta ave aquática pode ser vista um pouco por todo o país.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22782" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Egretta-garzetta.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Egretta-garzetta.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Egretta-garzetta-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Egretta-garzetta-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Egretta-garzetta-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Egretta-garzetta-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Egretta-garzetta-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Egretta-garzetta-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Egretta-garzetta-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Egretta-garzetta-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/89503291/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Pelecaniformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/ardeidae/" target="_blank" rel="noopener">Ardeidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Egretta</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Egretta garzetta</em> (Linnaeus, 1766)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 2</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Distingue-se principalmente pela brancura da sua plumagem. É uma garça de tamanho médio com um longo pescoço em forma de S, que está encolhido quando voa. A plumagem é totalmente branca e por vezes podem ser notadas algumas plumas compridas na parte posterior da cabeça. O bico e as patas são pretos, mas os dedos são amarelos. Quando em alimentação, é geralmente uma ave solitária, embora ocasionalmente forme bandos esparsos. No entanto, reúne-se em grandes bandos nos dormitórios e nas colónias. Distingue-se da <a href="https://www.avesdeportugal.info/bubibi">garça-boieira</a> pelo pescoço mais comprido e pelo bico preto e não amarelo. Por vezes observam-se indivíduos com a plumagem cinzenta, que poderão ser variações melanísticas ou híbridos com <a href="https://www.avesdeportugal.info/egrgul">garça-dos-recifes</a>.</p>
<h2>Abundância e calendário</h2>
<p>A garça-branca-pequena é sobretudo residente e pode ser vista em Portugal durante todo o ano. É mais abundante no litoral, especialmente na metade sul do território e é relativamente rara no interior norte, especialmente em zonas de altitude. Nidifica colonialmente havendo colónias importantes no Ribatejo, no Alentejo e no Algarve.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21844" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Egr-gar.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Egr-gar.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Egr-gar-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Egr-gar-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Esta garça pode ser encontrada em praticamente todas as zonas húmidas costeiras e também ocorre em barragens e açudes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – o <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, o <a href="sitestulima">estu</a><a href="sitestulima">á</a><a href="sitestulima">rio do Lima</a> e o <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a> são os três principais locais de ocorrência desta garça, que também se observa no <a href="sitestudouro">estuário do Douro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – rara nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – pode ser vista com facilidade na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, no <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a> e na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>. Por vezes também aparece na zona de <a href="sitsmporto">São Martinho </a><a href="sitsmporto">do Porto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – pouco numerosa, ocorre principalmente na Beira Baixa, podendo ser vista junto a algumas albufeiras da região, como a <a href="sitmarateca">albufeira </a><a href="sitmarateca">da Marateca</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – esta garça é comum no estuário do Tejo e pode ser vista regularmente em todo o perímetro do estuário (no <a href="sitparquetejo">parque do </a><a href="sitparquetejo">Tejo</a>, nas <a href="sitalverca">salinas de Alverca</a>, no <a href="sithortas">sítio das Hortas</a>, na <a href="sitribeiraenguias">ribeira das Enguias</a>, no sapal de <a href="sitcorroios">Corroios</a>, na zona de <a href="sitpancas">Pancas</a> e nas lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta </a><a href="sitpontadaerva">da Erva</a>). Na região existem importantes colónias no <a href="sitboquilobo">paul do Boquilobo</a> e no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>. Também aparece em pequenos números na <a href="sitvarzealoures">várzea de </a><a href="sitvarzealoures">Loures</a> e na <a href="sitcostaestoril">costa do Estoril</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – no litoral é comum e observa-se facilmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e na <a href="sitribeiramoinhos">ribeira de Moinhos</a>, ocorrendo ainda no <a href="sitestumira">estuário do Mira</a>. Mais para o interior, ocorre em barragens e açudes, como a <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a> e as barragens do <a href="sitroxo">Roxo</a>, de <a href="sitodivelas">Odivelas</a>, da <a href="sitbarrpovoa">Póvoa</a>, de <a href="sitmontargil">Montargil</a>, do <a href="sitcaia">Caia</a> e do <a href="sitalqueva">Alqueva</a>. Também ocorre ao longo de ribeiras, como por exemplo a ribeira de Seda junto a <a href="sitalter">Alter do Chão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – é regular nas principais zonas húmidas da região, nomeadamente na <a href="sitriadealvor">ria de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, no <a href="sitludo">Ludo</a>, na <a href="sitriaformosa">ria </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e também no <a href="sitcastromarim">sapal de Castro Marim</a>. Também aparece regularmente na <a href="sitdunasdouradas">lagoa das </a><a href="sitdunasdouradas">Dunas Douradas</a>, nas <a href="sitodiaxere">salinas de Odiáxere</a>, no <a href="sitlagos">paul de Lagos</a> e na <a href="sitbocadorio">Boca do </a><a href="sitbocadorio">Rio</a>. Durante a época de nidificação pode ser vista uma grande colónia na <a href="sitpontapiedade">Ponta da Piedade</a> e outra no <a href="sitleixaogaivota">Leixão da Gaivota</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>A garça-branca-pequena é o tema da conversa cuja gravação partilhamos. Entre os assuntos abordados, salientamos: a distribuição, a perseguição de que foi alvo no passado, a expansão geográfica das últimas décadas, as variações populacionais registadas no nosso país e os movimentos migratórios. No final, falamos dos indivíduos com plumagem mais escura e de alguns aspectos comportamentais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 46: a garça-branca-pequena" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/rZWOcJ4483U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Egretta-garzetta" target="_blank" rel="noopener">Ficha da garça-branca-pequena no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)<br />
<img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Egretta-garzetta-Garca-branca-pequena.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha da garça-branca-pequena no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
</div>
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		<item>
		<title>Garça-dos-recifes (Egretta gularis)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/egrgul/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/egrgul/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Egretta gularis]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Garça-dos-recifes Egretta gularis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/egrgul/</guid>

					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Da família Ardeidae, também conhecida por garça-negra é do tamanho de uma garça-branca. Oriunda da África tropical e da ásia é muito rara em Portugal. Taxonomia Ordem: Pelecaniformes Família: Ardeidae Género: Egretta Espécie: Egretta gularis (Bosc, 1792) Subespécies: 2 Identificação Tamanho semelhante a uma garça-branca-pequena. Na fase escura (a mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Da família Ardeidae, também conhecida por garça-negra é do tamanho de uma garça-branca. Oriunda da África tropical e da ásia é muito rara em Portugal.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/48334931/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Pelecaniformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/ardeidae/" target="_blank" rel="noopener">Ardeidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Egretta</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Egretta gularis</em> (Bosc, 1792)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 2</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Tamanho semelhante a uma <a href="https://www.avesdeportugal.info/egrgar">garça-branca-pequena</a>. Na fase escura (a mais fácil de identificar), distingue-se pela plumagem escura, quase negra, pelo queixo branco, pelo bico ligeiramente mais longo e pelas tonalidades amareladas no bico e nos tarsos. Por vezes aparecem aves que apresentam características e tons intermédios entre a presente espécie e a <a href="https://www.avesdeportugal.info/egrgar">garça-branca-pequena</a>, admitindo-se que se possam tratar de híbridos.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2005 foram homologadas 5 observações em Portugal Continental:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">1995</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 18-Mai, </span><a href="sitcastromarim"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">reserva de Castro Marim</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, A Severo, A Resende, M Armelin</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Par</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">dela</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 5</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2000</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 13-Mai, </span><a href="sitcarrapateira"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Carrapateira</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, R Tipper</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Anu</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ário</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 1</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2003</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 4 a 9-Fev, </span><a href="sitboquilobo"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">p</span></a><a href="sitboquilobo"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">aul do Boquilobo</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, A. Palavra e outros</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Anu</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ário</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 5</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2004</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 8 e 19-Ago, </span><a href="sitestutejo"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">estuário do Tejo</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, subespécie nominal, CC Moore, C Noivo, A Tavares</span> <span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">(</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Anu</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ário</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 4</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2005</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 11-Set, Va</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">s</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">a-sacos, </span><a href="sitestutejo"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">estuário do Tejo</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, fase escura, CC Moore</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Anu</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ário</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 5</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Outras observações:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2015, 13-Mai, </span><a href="sitfialho"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ETAR de Faro-Nascente</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">-Faro, 1 ind, por P. Dedicoat e J. Taylor</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10982" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-egr-gul.jpg" alt="" width="417" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-egr-gul.jpg 417w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-egr-gul-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-egr-gul-370x235.jpg 370w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /></p>
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		<item>
		<title>Garça-real (Ardea cinerea)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/ardcin/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/ardcin/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ardea cinerea]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Garça-real Ardea cinerea]]></category>
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					<description><![CDATA[Imponente, com o seu longo pescoço cinzento, a garça-real é muitas vezes a maior ave aquática que a vista alcança. Devido à facilidade com que é observada, é frequentemente uma das primeiras espécies a serem vistas por quem se inicia na observação de aves.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Imponente, com o seu longo pescoço cinzento, a garça-real é muitas vezes a maior ave aquática que a vista alcança. Devido à facilidade com que é observada, é frequentemente uma das primeiras espécies a serem vistas por quem se inicia na observação de aves.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22516" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;<br />
<iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/52446801/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Pelecaniformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/ardeidae/" target="_blank" rel="noopener">Ardeidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Ardea</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Ardea cinerea</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 4</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Com quase 1 metro de altura, é a maior das garças que ocorrem em Portugal. É uma ave cinzenta, que se destaca pelo seu longo pescoço. Ocasionalmente pousa em árvores ou mesmo em edifícios. Pode ser confundida com a <a href="ardpur">garça-vermelha</a>, distinguindo-se desta pela total ausência de tons castanhos ou arruivados. Quando em voo o pescoço encontra-se recolhido, sendo esta uma característica que a separa da <a href="ciccic">cegonha-branca</a>.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da garça-real, clique na seta abaixo!</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Comum. Ocorre em Portugal ao longo de todo o ano, mas é mais numerosa fora da época de nidificação. Surge associada a todo o tipo de zonas húmidas, sendo particularmente abundante nos grandes estuários e lagoas costeiras. Durante a época de nidificação é relativamente escassa e tem uma distribuição mais restrita. Existem algumas colónias no Alentejo, especialmente nos distritos de Évora e Portalegre, mas são conhecidos casos de nidificação isolada noutros pontos do território. Algumas garças-reais não nidificantes podem ser vistas nas zonas de invernada ao longo da Primavera.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21851" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-cin.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-cin.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-cin-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-cin-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">A garça-real é uma espécie fácil de encontrar. Qualquer mancha de água doce ou salobra de média ou grande dimensão é propícia à sua observação e em zonas de habitat muito favorável ou com abundantes recursos alimentares ocorrem por vezes concentrações de muitas dezenas ou mesmo centenas de aves.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pode ser vista com facilidade no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a> e no <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a> e também na baía de São Paio (<a href="sitestudouro">estuário </a><a href="sitestudouro">do Douro</a>). Ocorre igualmente no <a href="sitestulima">estuário do Lima</a> e nas <a href="sitbertiandos">lagoas de Bertiandos</a>. No interior é menos frequente, mas já tem sido observada nas <a href="sitfafe">serras de Fafe</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – é a província onde a garça-real é mais escassa; observa-se sobretudo junto a barragens, nomeadamente na <a href="sitmontesinho">serra de Montesinho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – bastante frequente e fácil de observar nas zonas húmidas costeiras como a <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, o <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a> e a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>, podendo também ser vista no <a href="sittaipal">paul do Taipal</a>, no <a href="sitmadriz">paul da Madriz</a>, nas<a href="sitquiaios"> lagoas de Quiaios</a> e na <a href="sitesmoriz">barrinha de Esmoriz</a>. Por vezes aparece no rio Tornada, perto de <a href="sitsmporto">São Martinho do Porto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – as albufeiras de <a href="sitvilar">Vilar</a> e de <a href="sitsmaguiar">Santa Maria de Aguiar</a> são os principais locais de ocorrência desta garça na Beira Alta; já na Beira Baixa a espécie pode ser vista nas albufeiras da<a href="sittoulica"> Toulica</a> e da <a href="sitmarateca">Marateca</a> e também no vale do Zêzere, perto da Covilhã.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – abundante e fácil de encontrar, a garça-real é particularmente numerosa no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>, podendo ser vista nos vários pontos de observação em redor do estuário como o <a href="sitparquetejo">parque do </a><a href="sitparquetejo">Tejo</a>, as <a href="sitalverca">salinas de </a><a href="sitalverca">Alverca</a>, o sapal de <a href="sitcorroios">Corroios</a>, o <a href="sithortas">sítio das Hortas</a> ou as lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da </a><a href="sitpontadaerva">Erva</a>; ocorre também no <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a>, na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de </a><a href="sitlagoaalbuf">Albufeira</a>, no <a href="sitboquilobo">paul do Boquilobo</a> e no rio Nabão, em <a href="sittomar">Tomar</a>. Ocasionalmente é vista na zona ribeirinha de <a href="sitlisboa">Lisboa</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – o <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, a <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e a <a href="sitribeiramoinhos">ribeira de Moinhos</a> são alguns bons locais para procurar esta garça junto à costa; mais para o interior, a espécie observa-se facilmente na <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a>, nas barragens da <a href="sitbarrpovoa">Póvoa</a>, de <a href="sitmontargil">Montargil</a>, do <a href="sitmaranhao">Maranhão</a> e do <a href="sitcaia">Caia</a>, bem como em muitas outras barragens e açudes da região. Outro local de ocorrência é o <a href="sitbeja">aterro sanitário de </a><a href="sitbeja">Beja</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – é frequente nas principais zonas húmidas da região, como a <a href="sitriaformosa">ria Formosa</a>, o <a href="sitludo">Ludo</a>, o <a href="sitlagos">paul de Lagos</a>, a <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, o <a href="sitestuarade">estuário do </a><a href="sitestuarade">Arade</a>, a <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a>, a <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a>, a zona de <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitvilamoura/">Vilamoura</a> e a <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitcastromarim/">reserva de Castro Marim</a>. Ocasionalmente observa-se também na <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitbocadorio/">Boca do Rio</a>, na <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitcarrapateira/">Carrapateira</a> e nas <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitodiaxere/">salinas de Odiáxere</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
</div>
<p>Partilhamos o 45º episódio das &#8220;conversas sobre aves&#8221;, dedicado à garça-real. Nesta conversa, falamos do nome científico e do seu significado, do habitat frequentado por esta espécie, da alimentação, e da nidificação em Portugal. No final fazemos uma referência à longevidade desta garça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 45: a garça-real" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Uy1-qGTusVI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<div id="aves_top_div_2col">
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Ardea-cinerea">Ficha da garçhttps://youtu.be/Uy1-qGTusVIa-real no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Garça-verde (Butorides virescens)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/butvir/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/butvir/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Butorides virescens]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Garça-verde Butorides virescens]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta garça nativa do continente americano é muito rara na Europa. Os dois primeiros registos para Portugal Continental deram-se ambos em 2018, com poucos dias de intervalo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Esta garça nativa do continente americano é muito rara na Europa. Os dois primeiros registos para Portugal Continental deram-se ambos em 2018, com poucos dias de intervalo.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/120909891/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Pelecaniformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/ardeidae/" target="_blank" rel="noopener">Ardeidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Butorides</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Butorides virescens</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 4</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Ligeiramente menor que uma <a href="https://www.avesdeportugal.info/bubibi">garça-boieira</a>, identifica-se sobretudo pelo padrão decores: dorso e asas verdes, pescoço vermelho-escuro, coroa preta e uma lista vertical branca no peito. As patas são amarelas.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2021 foram homologadas duas observações:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li>2018, 1 a 13-Nov, Herdade da Aroeira, Almada, 1 subadulto por M. Estevens <em>et al</em>. (Anuário 13)</li>
<li>2018, 19-Out a 08-Abr, <a href="https://www.avesdeportugal.info/butvir/sitquintadolago">Q</a><a href="https://www.avesdeportugal.info/butvir/sitquintadolago">uinta do Lago</a>, Faro, 1 ind., por D. Godden <em>et al</em>. (Anuário 13)</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10954" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-but-vir.jpg" alt="" width="417" height="260" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-but-vir.jpg 417w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-but-vir-300x187.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-but-vir-370x231.jpg 370w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Garça-vermelha (Ardea purpurea)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/ardpur/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/ardpur/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ardea purpurea]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Garça-vermelha Ardea purpurea]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/ardpur/</guid>

					<description><![CDATA[Majestosa, a garça-vermelha, também conhecida por garça-imperial, é uma das mais interessantes espécies da família das Garças que ocorre em Portugal. Atualmente a sua população encontra-se em declínio e por isso tem estatuto de conservação "em perigo". No entanto, e apesar de ser uma espécie tímida, ainda é possível observá-la com alguma facilidade em zonas húmidas como o estuário do Tejo, os pauis do Mondego e a ria de Aveiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Majestosa, a garça-vermelha, também conhecida por garça-imperial, é uma das mais interessantes espécies da família das Garças que ocorre em Portugal. Actualmente a sua população encontra-se em declínio e por isso tem estatuto de conservação &#8220;em perigo&#8221;. No entanto, e apesar de ser uma espécie tímida, ainda é possível observá-la com alguma facilidade em zonas húmidas como o estuário do Tejo, os pauis do Mondego e a ria de Aveiro.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22780" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-purpurea.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-purpurea.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-purpurea-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-purpurea-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-purpurea-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-purpurea-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-purpurea-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-purpurea-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-purpurea-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-purpurea-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam as primeiras garças-vermelhas?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-ardpur" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/152600311/embed/640" width="690" height="510" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Pelecaniformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/ardeidae/" target="_blank" rel="noopener">Ardeidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Ardea</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Ardea purpurea</em> Linnaeus, 1766<br />
<strong>Subespécies:</strong> 4</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>De tamanho ligeiramente menor que uma <a href="ardcin">g</a><a href="ardcin">arça-real</a>, a garça-vermelha identifica-se com alguma facilidade pela plumagem de tons gerais cinzento variando de mais escuros até rosados e pela característica mancha de tons púrpura que possui debaixo da asa e que se vê bem em voo. Durante o voo recolhe o pescoço, o que é uma característica desta família. Distingue-se da <a href="ardcin">g</a><a href="ardcin">arça-real</a> pelo seu bico amarelo mais comprido (tipo baioneta) e pela posição mais angular do pescoço quando em voo. Muitas vezes permanece imóvel na vegetação alta, passando despercebida. Emite um grito característico em voo, monossilábico tipo &#8220;<em>kreek</em>&#8220;, e várias vocalizações semelhantes quando está nas imediações do ninho que denunciam a sua presença.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Localmente abundante em algumas regiões como o Estuário do Tejo e a Ria de Aveiro. Apenas ocorre em Portugal durante a época estival, começando a ser avistada em inícios de Março e ficando por cá até finais de Julho no caso dos adultos ou Setembro nos juvenis. Num passado recente era no estuário do Tejo que se concentrava a maioria do efectivo nidificante da espécie. Este cenário tem vindo a mudar e os núcleos principais de nidificação têm vindo a deslocar-se para norte. Assim, actualmente é na zona Centro e em particular na Ria de Aveiro que se localiza grande parte das colónias reprodutoras. Pode ser observada essencialmente em zonas húmidas costeiras, embora recentemente se tenha estabelecido em algumas albufeiras de interior, nomeadamente na do Alqueva.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21849" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-pur.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-pur.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-pur-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-pur-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>É uma espécie que não é muito fácil de observar pois é discreta e muito tímida, embora se procurada nos locais adequados se observe com relativa facilidade. Assim, pode ver-se em muitas zonas húmidas costeiras e em algumas albufeiras e açudes de interior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pouco comum na região podendo ocorrer no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a> (e no vizinho caniçal do Coura) e no<a href="sitestulima"> estuário do Lima</a>. Existem registos em Areias de Vilar numa antiga pedreira.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – é uma das melhores zonas para observar a espécie. Pode observar-se em quase toda a <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, destacando-se os caniçais e arrozais de <a href="sitsalreu">Salreu</a> em Estarreja, a pateira de Fermentelos em Águeda, a Ilha do Garcia em Ovar e a pateira de Frossos em Albergaria-a-Velha, entre outros. Pode também ser vista no<a href="sittaipal"> paul </a><a href="sittaipal">do Taipal</a>, no <a href="sitmadriz">paul da Madriz</a>, no <a href="sitarzila">paul de Arzila</a>, no <a href="sittornada">paul de Tornada</a> e na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>isboa e vale do Tej</b><b>o</b> – é outra das boas zonas para observar a espécie, em particular no <a href="sitestutejo">e</a><a href="sitestutejo">stuário do Tejo</a> (a espécie frequenta a <a href="sitpontadaerva">Ponta da </a><a href="sitpontadaerva">Erva</a> e as <a href="sitalverca">salinas de Alverca</a>) e no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do Boquilobo</a>. Também se observa na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a> e na <a href="sitvarzealoures">várzea de Loures</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – pode ser vista no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, nas lagoas de <a href="sitmelides">Melides</a>, de <a href="sitsantoandre">Santo André</a> e da Sancha e na <a href="sitribeiramoinhos">ribeira de Moinhos</a>; também se observa na <a href="sitalqueva">a</a><a href="sitalqueva">lbufeira do Alqueva</a>, para além de outros pequenos açudes de interior e lagoas e charcos costeiros.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – pouco comum, ocorre sobretudo durante as passagens migratórias, mas poderá nidificar localmente; é vista com mais frequência nos locais com abundante vegetação emergente, como a <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a>, a <a href="sitdunasdouradas">lagoa das Dunas Douradas</a>, a <a href="sitgarrao">lagoa do Garrão</a>, a <a href="sitfozalmargem">foz do Almargem</a>, o caniçal de <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a> ou o <a href="sitbocadorio">paul da Lontreira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Partilhamos aqui a <em>Conversa sobre Aves</em> acerca da garça-vermelha. Falamos da situação em Portugal, incluindo da população, da distribuição, da tendência populacional e do estatuto de ameaça. Abordamos a situação em Espanha, com referência ás variações interanuais, e os movimentos migratórios da espécie. Analisamos também a situação taxonómica e as subespécies existentes. Na parte final há ainda tempo para falar do habitat e da dieta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 158: a garça-vermelha" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/wn-LJS3BGSM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Ardea-purpurea" target="_blank" rel="noopener">Ficha da garça-vermelha no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Ardea-purpurea-Garca-vermelhaGarca-imperial.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha da garça-vermelha no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Garçote (Botaurus minutus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/botmin/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/botmin/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Botaurus minutus]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Garçote Ixobrychus minutus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/ixomin/</guid>

					<description><![CDATA[A visão de um garçote atravessando rapidamente uma pequena lagoa ou voando sobre um caniçal surge quase sempre de forma inesperada. E tão depressa como apareceu, desaparece entre a vegetação densa, raramente pousando a descoberto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A visão de um garçote atravessando rapidamente uma pequena lagoa ou voando sobre um caniçal surge quase sempre de forma inesperada. E tão depressa como apareceu, desaparece entre a vegetação densa, raramente pousando a descoberto.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22845" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ixobrychus-minutus.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ixobrychus-minutus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ixobrychus-minutus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ixobrychus-minutus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ixobrychus-minutus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ixobrychus-minutus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ixobrychus-minutus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ixobrychus-minutus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ixobrychus-minutus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ixobrychus-minutus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Pelecaniformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/ardeidae/" target="_blank" rel="noopener">Ardeidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Botaurus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Botaurus minutus</em> (Linnaeus, 1766)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Esta pequena garça caracteriza-se pelo seu pequeno tamanho e pela combinação de preto e bege na plumagem. Tende a esconder-se muito entre a vegetação densa, sendo mais facilmente vista em voo &#8211; nesta situação, a característica mais evidente são as duas enormes manchas beges visíveis sobre as partes superiores. A detecção desta espécie também pode ser feita auditivamente, através do seu canto inconfundível.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do garçote, clique na seta abaixo!</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O garçote é estival em Portugal e está presente principalmente desde o início de Abril até ao mês de Setembro, sendo ocasionalmente observado no Inverno.É uma espécie pouco comum e com uma distribuição bastante localizada o que, aliado aos seus hábitos discretos e crepusculares, faz com que passe facilmente despercebida. Ocorre principalmente em manchas de água com abundante vegetação emergente, como lagoas, pauis e certos troços de rios.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21853" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ixo-min.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ixo-min.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ixo-min-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ixo-min-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">O garçote pode ser observado com mais facilidade em zonas húmidas com ampla vegetação emergente, como caniçais ou tabuais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– muito raro, ocorre por vezes no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – muito raro na região, conhecem-se registos na região de Chaves.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– em conjunto com o Algarve, é uma das melhores regiões para ver o garçote, que pode ser observado nos principais pauis: <a href="sittornada">paul de Tornada</a>, <a href="sittaipal">paul do Taipal</a>, <a href="sitmadriz">paul da Madriz</a>, barrinha de Mira e ainda a <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a> (zona de <a href="sitsalreu">Salreu</a>) e a poça do Vau, junto à <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – raro e irregular nesta região, o melhor local para tentar a sorte é a barragem de <a href="sitsmaguiar">Santa Maria de Aguiar</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – ocorre regularmente na <a href="sitvarzealoures">várzea de Loures</a>, no <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a> e no <a href="sitboquilobo">paul do Boquilobo</a>. Por vezes observa-se também nas <a href="sitalverca">salinas de Alverca</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – no Alentejo o garçote pode ser visto regularmente na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e na região de <a href="sitelvas">Elvas</a>, ocorrendo também em muitos outros pequenos açudes da região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – o Algarve é uma das melhores zonas para observar o garçote, que pode ser observado principalmente na parte central da região; os locais onde é visto com mais frequência são a <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a>, o <a href="sitludo">Ludo</a>, a <a href="sitdunasdouradas">l</a><a href="sitdunasdouradas">agoa das Dunas </a><a href="sitdunasdouradas">Douradas</a> e o Parque Ambiental de <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>A conversa sobre o garçote começa por abordar aspectos relacionados com a conservação, o estatuto de ameaça e a tendência populacional em Portugal, assim como os factores que poderão estar a contribuir para a regressão da espécie. Seguidamente fala-se da identificação e de aspectos comportamentais. Outros assuntos falados incluem a taxonomia, os movimentos migratórios e as mudas da plumagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 176: o garçote" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/YNmrAU2vygo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<div id="aves_top_div_2col">
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Ixobrychus-minutus" target="_blank" rel="noopener">Ficha do garçote no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Ixobrychus-minutus-GarcoteGarca-pequena.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do garçote no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
</div>
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