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	<title>Suliformes &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Alcatraz-de-pés-vermelhos (Sula sula)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/sulsul/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/sulsul/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Sula sula]]></category>
		<category><![CDATA[Suliformes]]></category>
		<category><![CDATA[Alcatraz-de-pés-vermelhos Sula sula]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Ave marinha da família do ganso-patola, Sulídeos, mas de menor dimensão. Habita regiões tropicais e subtropicais dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. Muito rara em Portugal registando-se apenas uma observação, ainda não homologada pelo CPR. ﻿﻿ Taxonomia Ordem: Suliformes Família: Sulidae Género: Sula Espécie: Sula sula (Linnaeus, 1766) Subespécies: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/suliformes/'>Suliformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Ave marinha da família do ganso-patola, Sulídeos, mas de menor dimensão. Habita regiões tropicais e subtropicais dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. Muito rara em Portugal registando-se apenas uma observação, ainda não homologada pelo CPR.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/162710741/embed/640" width="690" height="570" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Suliformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/sulidae/" target="_blank" rel="noopener">Sulidae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Sula</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Sula sula</em> (Linnaeus, 1766)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 3</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Da mesma família do<a href="https://www.avesdeportugal.info/morbas"> ganso-patola</a>, distinguindo-se deste pelo menor tamanho e pelas patas vermelhas. O adulto é branco, com o bico azul; o juvenil é castanho.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.<br />
Até final de 2012 não existem observações homologadas, conhece-se contudo um registo recente:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">201</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">9</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">3-Jun, </span><a href="sitcabosardao"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Cabo Sardão</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, Odemira, 1 imat., por H. Matos</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11327" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-sul-sul.jpg" alt="" width="417" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-sul-sul.jpg 417w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-sul-sul-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-sul-sul-370x235.jpg 370w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alcatraz-pardo (Sula leucogaster)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/sulleu/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/sulleu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Sula leucogaster]]></category>
		<category><![CDATA[Suliformes]]></category>
		<category><![CDATA[Alcatraz-pardo Sula leucogaster]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/sulleu/</guid>

					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Ave marinha de tamanho semelhante ao ganso-patola, conhecido também pelo nome de Atobá-pardo. Tem uma distribuição pantropical. Existe cerca de uma dezena de observações em Portugal, a sua maioria distribuídas pelos meses de Março a Julho. Em anos recentes, as observações têm vindo a tornar-se mais frequentes. ﻿ Taxonomia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/suliformes/'>Suliformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Ave marinha de tamanho semelhante ao ganso-patola, conhecido também pelo nome de Atobá-pardo. Tem uma distribuição pantropical. Existe cerca de uma dezena de observações em Portugal, a sua maioria distribuídas pelos meses de Março a Julho. Em anos recentes, as observações têm vindo a tornar-se mais frequentes.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/136413341/embed" width="690" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Suliformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/sulidae/" target="_blank" rel="noopener">Sulidae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Sula</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Sula leucogaster</em> (Boddaert, 1783)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 4</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>De tamanho semelhante a um <a href="https://www.avesdeportugal.info/morbas">ganso-patola</a>, distingue-se desta espécie pela plumagem castanha escura lisa, com excepção do ventre, que é branco. O bico é amarelo nos adultos, e azulado nos juvenis, sendo que em ambas as plumagens apresentam as patas amarelas. É também uma espécie de hábitos mais costeiros,sendo frequentemente encontrada pousada em rochedos, bóias ou mesmo barcos.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2023 foram homologadas 11 observações:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><strong>1996</strong>, 27-Jul e 20-Ago, <a href="https://www.avesdeportugal.info/sulleu/sitpontapiedade">Ponta da Piedade</a>, C Noivo, MB Hansen e outros (Pardela 8)</li>
<li><strong>2010</strong>, 17-Abril, <a href="https://www.avesdeportugal.info/sulleu/sitcaboraso">cabo Raso</a>, adulto, A. Gonçalves (Anuário 8)</li>
<li><strong>2016-17</strong>, 23-Jul a 5-Out, cabo de Ares, Sesimbra, 1 ad., A. Afendras, F. Veiras et al. (Anuário 12)</li>
<li><strong>2017</strong>, 16-Mai a 13-Jun e 20-Nov, Farilhões, 1 juv., I. Gutiérrez e outros (Anuário 12)</li>
<li><strong>2017</strong>, 18-Jul Farilhões-Berlengas, 1 adulto, por I. Gutiérrez (Anuário 14)</li>
<li><strong>2017</strong>, 10-Ago, 5 milhas ao largo de Faro, 1 ad., A. Muñoz (Anuário 12)</li>
<li><strong>2017</strong>, 5-Out, <a href="https://www.avesdeportugal.info/sulleu/sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a>, 1 ad., D. Raposo, J. Simão e outros (Anuário 12)</li>
<li><strong>2019</strong>, 03-Out, Cabo Carvoeiro, Peniche, 1 ad., por P. Ramalho (Anuário 13)</li>
<li><strong>2021-2022, </strong>27-Set a 23-Jan, Berlengas, Leiria, 1 ad., A.Santos, M. Duarte, N. Dias (Anuário 16)</li>
<li><strong>2022</strong> – 7-Set, Papôa, Peniche, 1 ad., P. Wolf (Anuário 17)</li>
<li><strong>2022</strong> – 10-Set a 15-Out, ao largo da Berlenga, Leiria, 1 fêmea ad., P. L. Esteves (Anuário 17)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Outras observações:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2017, 14 a 15-Mar, ao largo de Faro, 1 ind., por I. Gutiérrez</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2017, 24-Jul, ao largo de Albufeira, 1 juvenil, por P. Gomes</span></li>
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2018, 25-Jun, Farilhões-Peniche, 1 adu., por I. Fagundes</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22257" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-sul-leu.jpg" alt="" width="416" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-sul-leu.jpg 416w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-sul-leu-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-sul-leu-370x236.jpg 370w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Corvo-marinho-de-crista (Gulosus aristotelis)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/gulari/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/gulari/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Gulosus aristotelis]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Suliformes]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo-marinho-de-crista (Gulosus aristotelis)]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo-marinho-de-crista Phalacrocorax aristotelis]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando em plumagem nupcial, atrai pela sua crista levantada na testa, e pelos reflexos esverdeados na sua plumagem escura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/suliformes/'>Suliformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Quando em plumagem nupcial, atrai pela sua crista levantada na testa, e pelos reflexos esverdeados na sua plumagem escura.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22830" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Gulosus-aristotelis.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Gulosus-aristotelis.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Gulosus-aristotelis-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Gulosus-aristotelis-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Gulosus-aristotelis-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Gulosus-aristotelis-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Gulosus-aristotelis-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Gulosus-aristotelis-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Gulosus-aristotelis-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Gulosus-aristotelis-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/79760851/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Suliformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/phalacrocoracidae/" target="_blank" rel="noopener">Phalacrocoracidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Gulosus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Gulosus aristotelis</em> (Linnaeus, 1761)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Trata-se de um corvo-marinho típico, com corpo escuro, pescoço e bico compridos e patas curtas. É um excelente nadador, sendo bastante comum de observar poisado no mar e a mergulhar, dado que esta espécie é exclusivamente marinha no nosso território. A sua característica mais marcante é a crista que os adultos , em plumagem nupcial ostentam, imediatamente acima do bico. Comparativamente ao <a href="phacar">corvo-marinho-de-</a><a href="phacar">faces-</a><a href="phacar">brancas</a>, esta espécie é mais pequena, com bico menor, e não possui as características faces brancas da sua congénere. Os juvenis são acastanhados e possuem a barriga e o peito esbranquiçados.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Esta ave marinha é de distribuição localizada e restrita à faixa costeira, sendo pouco comum à escala nacional, embora de fácil observação nos locais onde ocorre. Pode ser encontrada durante todo o ano, já que se trata de uma espécie residente.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21857" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Gul-ari.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Gul-ari.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Gul-ari-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Gul-ari-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>O corvo-marinho-de-crista pode ser visto regularmente em zonas de falésias costeiras.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho </b>– muito raro nesta região, já foi registado no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, tratando-se possivelmente de aves oriundas das colónias galegas.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – situa-se nesta região o melhor local do país para a sua observação: trata-se da ilha <a href="sitberlenga">Berlenga</a>, onde se concentra a maioria das aves portuguesas. Ocorre igualmente junto ao <a href="sitpeniche">cabo Carvoeiro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e vale do Tejo</b> – Pode ser visto nos dois cabos mais proeminentes da região (<a href="sitcaboespichel">cabo </a><a href="sitcaboespichel">Espichel</a> e <a href="sitcabodaroca">c</a><a href="sitcabodaroca">abo da Roca</a>), aparecendo também junto ao <a href="sitcaboraso">cabo Raso</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – observa-se unicamente na faixa costeira para sul de Sines, nomeadamente no <a href="sitcabosardao">cabo Sardão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – o <a href="sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a>, a ponta de Sagres e a <a href="sitpontapiedade">ponta da Piedade</a> são dois bons locais para ver este corvo-marinho, que também ocorre localmente na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Partilhamos aqui o episódio das <em>Conversas sobre Aves</em> que tem como o corvo-marinho-de-crista e começamos por abordar a questão do nome comum e também do nome científico. Seguidamente falamos da distribuição e de alguns aspectos comportamentais. Na parte final falamos do estatuto de ameaça em Portugal e das informações apresentadas no mais recente atlas de aves nidificantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 132: o corvo-marinho-de-crista" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/9T3kWd4OlMs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Phalacrocorax-aristotelis">Ficha do corvo-marinho-de-crista no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.berlengas.eu/pt/especie/galheta/especie-alvo" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Life Berlengas &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Gulosus aristotelis</span></i></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.atlasavesmarinhas.pt/galheta/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Atlas das aves marinhas de Portugal &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Gulosus aristotelis</span></i></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.aimmportugal.org/pt/species/corvo-marinho-de-crista/" target="_blank" rel="noopener">Associação para a invsetigação do meio marinho &#8211; <i>Gulosus aristotelis</i></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/cinco-coisas-a-saber-para-distinguir-as-duas-especies-de-corvos-marinhos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Cinco coisas a saber para distinguir as duas espécies de corvos-marinhos</span></a></li>
</ul>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/phacar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
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		<category><![CDATA[Corvo-marinho-de-faces-brancas Phalacrocorax carbo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/phacar/</guid>

					<description><![CDATA[A característica silhueta de uma ave preta, debico e cauda compridos, a voar à superfície da água ou com as asas abertas a secar ao sol, rapidamente nos diz que estamos na presença de um corvo-marinho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/suliformes/'>Suliformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A característica silhueta de uma ave preta, de bico e cauda compridos, a voar à superfície da água ou com as asas abertas a secar ao sol, rapidamente nos diz que estamos na presença de um corvo-marinho.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/42457871/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Suliformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/phalacrocoracidae/" target="_blank" rel="noopener">Phalacrocoracidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Phalacrocorax</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Phalacrocorax carbo</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 5</p>
<p>Em Portugal ocorrem duas subespécies: <em>P. c. carbo,</em> originária das costas atlânticas da Europa ocidental e setentrional e <em>P. c. sinensis,</em> originária do centro e leste da Europa e que se tem vindo a expandir como nidificante.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Esta ave aquática de médio-grande porte chama a atenção por ser quase totalmente preta, tanto pousada como em voo. É claramente maior que um pato, tem um pescoço longo e asas igualmente longas. O bico amarelo contrasta como preto da plumagem e, no final do Inverno,alguns indivíduos adquirem uma mancha branca em cada flanco e outra na cabeça. É um nadador exímio, que mergulha para apanhar o peixe de que se alimenta. Pode confundir-se apenas com o <a href="https://www.avesdeportugal.info/phaari">corvo-marinho-de-</a><a href="https://www.avesdeportugal.info/phaari">crista</a>, espécie residente, que contudo é mais esguio, não tem branco na plumagem e tem o bico mais fino.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O corvo-marinho-de-faces-brancas é sobretudo invernante em Portugal. Está ligado às zonas húmidas, sendo localmente abundante, podendo ver-se concentrações de dezenas ou mesmo centenas de indivíduos. No interior do país é menos frequente, mas também ocorre junto a barragens, açudes e rios de grande caudal.Está presente no nosso país sobretudo de Setembro a Abril. Contudo, alguns imaturos e indivíduos não reprodutores podem ser observados durante a Primavera e o Verão, embora nesta época a espécie seja relativamente rara em Portugal.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21859" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pha-car.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pha-car.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pha-car-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pha-car-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Os melhores locais para observar este corvo-marinho são as grandes zonas húmidas costeiras, ocorrendo também no litoral e em albufeiras do interior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– ocorre regularmente no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, sobretudo na Ínsua, assim como no <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a> e no <a href="sitestulima">estuário do </a><a href="sitestulima">Lima</a>. Também no <a href="sitestudouro">e</a><a href="sitestudouro">stuário do Douro</a> podem ser encontradas bastantes aves durante o Inverno.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – esta espécie já foi registada na albufeira do Azibo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– pode ser facilmente observado na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, no <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a>, na <a href="sitlagoaobid">lagoa de </a><a href="sitlagoaobid">Óbidos</a>, no <a href="sittornada">paul de Tornada</a> e no <a href="sitpeniche">cabo </a><a href="sitpeniche">Carvoeiro</a>. Ocasionalmente observa-se na baía de <a href="sitsmporto">São </a><a href="sitsmporto">Martinho do Porto</a> e na <a href="sitervedeira">lagoa da Ervedeira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – embora menos abundante que em algumas zonas do litoral, é observado regularmente nesta região, nomeadamente nas <a href="sitportasrodao">portas </a><a href="sitportasrodao">de Ródão</a>, na <a href="sitsmaguiar">albufeira de Santa </a><a href="sitsmaguiar">Maria </a><a href="sitsmaguiar">de </a><a href="sitsmaguiar">Aguiar</a>, na <a href="sitvilar">albufeira de Vilar</a>, na <a href="sitteja">albufeira da Teja</a>, na <a href="sitmarateca">albufeira da Marateca</a> e no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Por vezes observa-se na <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – o<a href="sitestutejo"> estuário do Tejo</a> é um dos melhores locais no país para a observação desta ave, pois a espécie é comum na região durante o Outono e o Inverno. Pode ser vista com facilidade no <a href="sitparquetejo">Parque do </a><a href="sitparquetejo">Tejo</a> e na frente ribeirinha de <a href="sitlisboa">Lisboa</a>. Ocorre igualmente nas imediações do estuário, como por exemplo no <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a>. Também se observa em certas localidades do interior, como por exemplo em <a href="sittomar">Tomar</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – espécie comum no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e na<a href="sitalqueva"> albufeira </a><a href="sitalqueva">do Alqueva</a>, ocorrendo também na <a href="sitlagoapatos">l</a><a href="sitlagoapatos">agoa dos Patos</a> e na <a href="sitroxo">albufeira </a><a href="sitroxo">do Roxo</a>. No norte alentejano pode ainda ser visto em <a href="sitelvas">Elvas</a>, na <a href="sitpovoa">barragem da Póvoa</a> e na zona de <a href="sitnisa">Nisa</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – espécie fácil de detectar, sobretudo em zonas húmidas costeiras como a <a href="sitriaformosa">ria </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a>, a <a href="sitcastromarim">reserva de Castro Marim</a>, o <a href="sitestuarade">estuário do </a><a href="sitestuarade">Arade</a> e a <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>. Também se observa em portos de abrigo, como por exemplo em Lagos ou <a href="sitcabosaovic">Sagres</a>, e em pequenas lagoas, como a <a href="sitfozalmargem">foz do </a><a href="sitfozalmargem">Almargem</a> e a <a href="sitdunasdouradas">lagoa das Dunas Douradas</a>. Alguns indivíduos pousam regularmente em ilhéus rochosos, nomeadamente na <a href="sitpontapiedade">Ponta da Piedade</a> e no <a href="sitleixaogaivota">Leixão da Gaivota</a> e também nas praias da costa ocidental, junto ao <a href="sitrogil">planalto do Rogil</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Nas últimas décadas, os corvos-marinhos-de-faces-brancas tiveram uma espectacular expansão na Europa e actualmente já nidificam em Portugal. Neste webinário partilhamos informação detalhada sobre a situação actual da espécie no continente, com gráficos da população nidificante em diversos países europeus. Para ver a gravação, basta clicar na seta em baixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Corvos-marinhos-de-faces-brancas: História de uma Explosão Demográfica" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/XIGADrO3JZg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Phalacrocorax-carbo-Corvo-marinhoCorvo-marinho-de-faces-brancas.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do corvo-marinho-de-faces-brancas no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.nationalgeographic.pt/meio-ambiente/a-injusta-ma-fama-do-corvo-marinho_1450" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">A injusta má fama do corvo-marinho</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.atlasavesmarinhas.pt/corvo-marinho/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Atlas das aves marinhas de Portugal &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Phalacrocorax carbo</span></i></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://rias-aldeia.blogspot.com/2011/01/libertacao-29-de-janeiro-de-2011.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Libertação de um corvo-marinho-de-faces-brancas (</span><i><span style="font-weight: 400;">Phalacrocorax carbo</span></i><span style="font-weight: 400;">)</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/cinco-coisas-a-saber-para-distinguir-as-duas-especies-de-corvos-marinhos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Cinco coisas a saber para distinguir as duas espécies de corvos-marinhos</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ganso-patola (Morus bassanus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/morbas/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/morbas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Morus bassanus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Suliformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ganso-patola (Morus bassanus)]]></category>
		<category><![CDATA[Ganso-patola ou Alcatraz Morus bassanus]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta é a maior ave marinha que ocorre habitualmente em águas portuguesas. Os seus mergulhos espantosos, efetuados de grande altura, entrando na água como um fuso e com grande impacto, parecem flechas apontadas e disparadas e são um espetáculo a não perder.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/suliformes/'>Suliformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Esta é a maior ave marinha que ocorre habitualmente em águas portuguesas. Os seus mergulhos espantosos, efectuados de grande altura, entrando na água como um fuso e com grande impacto, parecem flechas apontadas e disparadas e são um espectáculo a não perder.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22879" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Morus-bassanus.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Morus-bassanus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Morus-bassanus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Morus-bassanus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Morus-bassanus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Morus-bassanus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Morus-bassanus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Morus-bassanus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Morus-bassanus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Morus-bassanus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;<br />
<iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/632704416/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Suliformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/sulidae/" target="_blank" rel="noopener">Sulidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Morus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Morus bassanus</em> (Linnaeus, 1758)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Esta enorme ave marinha (a maior das nossas águas) é inconfundível. Asas compridas e estreitas, cabeça amarelada, bico comprido e pontiagudo e padrão preto na ponta das asas e branco no resto do corpo, bem como a cabeça e o pescoço projectados bem para a frente, permitem uma distinção rápida das outras espécies marinhas. Do juvenil ao adulto (esta é a plumagem descrita acima) corre um gradiente de plumagens que vai desde o castanho pintalgado, passando pelo clareamento dos ombros, cabeça e abdómen, até à plumagem maioritariamente branca dos adultos. Quando em migração, voa em formação linear de dois a algumas dezenas de indivíduos, sendo normalmente de 4 a 5 exemplares.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O ganso-patola é abundante ao longo de toda a costa portuguesa, sendo facilmente detectado a partir de terra. Pode ocorrer durante todo o ano, sendo as melhores épocas de observação os picos de passagem migratória em Outubro e Março. Parece ser igualmente abundante a norte e a sul, ocorrendo por vezes muito próximo da costa.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Para além de ser uma das aves marinhas mais comuns na nossa costa, é também das que se pode avistar em todos os pontos do litoral português.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– ocorre regularmente frente à <a href="sitestucavado">foz do Cávado</a> e litoral de Esposende, e também frente ao Cabedelo (<a href="sitestudouro">estuário do Douro</a>).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– trata-se de uma ave comum nesta região, podendo ser observada junto ao <a href="sitpeniche">cabo Carvoeiro</a>, <a href="sitberlenga">Berlengas</a>, praia do Furadouro, cabo Mondego e barra de Aveiro.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – espécie comum frente aos cabos <a href="sitcaboraso">Raso</a> e <a href="sitcaboespichel">Espichel</a>, podendo também ser observada ao largo da <a href="sitlagoaalbuf">lago</a><a href="sitlagoaalbuf">a</a><a href="sitlagoaalbuf"> de Albufeira</a>.; por vezes alguns indivíduos aproximam-se da embocadura do Tejo e podem ser vistos a voar em frente às praias da <a href="sitcostaestoril">costa do Estoril</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – esta ave pode ser facilmente avistada a partir do <a href="sitcabosardao">cabo Sardão</a> e do <a href="sitsines">cabo de </a><a href="sitsines">Sines</a>, onde ocorre com regularidade, mas também se observa noutros pontos da costa, como por exemplo junto à foz da <a href="sitribeiramoinhos">ribeira d</a><a href="sitribeiramoinhos">e</a><a href="sitribeiramoinhos"> Moinhos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – os melhores locais de observação são o <a href="sitcabosaovic">cabo de S</a><a href="sitcabosaovic">ã</a><a href="sitcabosaovic">o</a><a href="sitcabosaovic"> Vicente</a> e a <a href="sitpontapiedade">ponta da </a><a href="sitpontapiedade">Piedade</a>, onde o ganso-patola é comum. A espécie também pode ser vista frente a outros locais proeminentes da costa, como o cabo de Santa Maria (<a href="sitriaformosa">ria Formosa</a>), a ponta da Atalaia (Aljezur) e a <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
</div>
<p>Alcatraz para uns, ganso-patola para outros. Ao que tudo indica, um destes nomes é um regionalismo, mas qual deles será? Oiça esta conversa e descubra a resposta! Falamos também de aspectos taxonómicos e do surto de gripe aviária que atingiu algumas colónias desta espécie em anos recentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 129: o ganso-patola" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/8iVdDSrAh80?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As aves marinhas têm sido bastante atingidas pela gripe aviária. Neste webinário, cuja gravação aqui partilhamos, falamos do ganso-patola e do impacto que esta doença teve sobre a espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O ganso-patola e a gripe das aves" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/VFi8SReUFSw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<div id="aves_top_div_2col">
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.atlasavesmarinhas.pt/alcatraz/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Atlas das aves marinhas de Portugal &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Morus bassanus</span></i></a></li>
<li><a href="https://www.aimmportugal.org/pt/species/ganso-patola/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Associação para a invsetigação do meio marinho &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Morus bassanus</span></i></a></li>
<li><a href="https://www.wilder.pt/historias/torda-mergulheira-e-ganso-patola-foram-as-aves-mais-observadas-em-arrojamentos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Torda-mergulheira e ganso-patola são as aves mais observadas em arrojamentos</span></a></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
					
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