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	<title>Abelharuco Merops apiaster &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 18:56:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – de distribuição localizada, pode ser encontrado em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e também na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>. Mais para sul, ocorre igualmente na zona de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é sobretudo nesta região que o abelharuco é mais fácil de encontrar, em especial na metade interior da região. Refiram-se, por exemplo, as zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcaia">barragem do </a><a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>; um pouco a norte, na região de Portalegre, o abelharuco pode ser encontrado na zona da <a href="sitpovoa">b</a><a href="sitpovoa">arragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a> e também em <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Mais para o  litoral, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e junto à <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 18:54:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
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<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
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<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<tbody>
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<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
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<p>&nbsp;</p>
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<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
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<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
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<p>&nbsp;</p>
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<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
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					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
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<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
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<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
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<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
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<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
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<td width="0"></td>
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<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
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<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
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<p>&nbsp;</p>
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<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
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</tbody>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
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					<comments>https://www.avesdeportugal.info/teste-goncalo-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 13:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Abelharuco Merops apiaster]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
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					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – de distribuição localizada, pode ser encontrado em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e também na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>. Mais para sul, ocorre igualmente na zona de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é sobretudo nesta região que o abelharuco é mais fácil de encontrar, em especial na metade interior da região. Refiram-se, por exemplo, as zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcaia">barragem do </a><a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>; um pouco a norte, na região de Portalegre, o abelharuco pode ser encontrado na zona da <a href="sitpovoa">b</a><a href="sitpovoa">arragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a> e também em <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Mais para o  litoral, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e junto à <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 100%;" src="https://www.ivoox.com/player_ej_107571168_6_1.html?c1=313733" height="200" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/merapi/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Coraciiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Merops apiaster]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Abelharuco Merops apiaster]]></category>
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					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/coraciiformes/'>Coraciiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22663" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Coraciiformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/meropidae/" target="_blank" rel="noopener">Meropidae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Merops</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Merops apiaster</em> Linnaeus, 1758<em><br />
</em></p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21266" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mer-api.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mer-api.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mer-api-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mer-api-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – de distribuição localizada, pode ser encontrado em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e também na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>. Mais para sul, ocorre igualmente na zona de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é sobretudo nesta região que o abelharuco é mais fácil de encontrar, em especial na metade interior da região. Refiram-se, por exemplo, as zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcaia">barragem do </a><a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>; um pouco a norte, na região de Portalegre, o abelharuco pode ser encontrado na zona da <a href="sitpovoa">b</a><a href="sitpovoa">arragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a> e também em <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Mais para o  litoral, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e junto à <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Sabia que no Algarve existe uma praia com o nome desta espécie? E que a espécie conheceu, nas últimas décadas, uma enorme expansão no continente europeu? Estas e outras curiosidades acerca do abelharuco é o que poderá ver na gravação do webinário dedicado a esta espécie, clicando na seta abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O colorido abelharuco, uma ave amada e odiada" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/s44C9cy9LGo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Partilhamos igualmente o episódio 17 das &#8220;conversas sobre aves&#8221;, dedicado a esta espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 17: o abelharuco" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/rxo731-X_RY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/cronicas-naturais-saudades-dos-abelharucos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Crónicas naturais: Saudades dos abelharucos</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/joana-vai-descobrir-a-viagem-dos-abelharucos-portugueses-ate-africa/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Joana vai descobrir a viagem dos abelharucos portugueses até África</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/cientistas-seguem-voos-de-abelharucos-de-portugal-e-de-outros-dois-paises/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Cientistas seguem voos de abelharucos de Portugal e de outros dois países</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2022/05/o-primeiro-abelharuco-de-2022-ser.html" target="_blank" rel="noopener">O primeiro abelharuco de 2022 a ser devolvido à Natureza</a></li>
</ul>
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		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/cheg-merapi/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/cheg-merapi/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Apr 2023 22:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Registos históricos]]></category>
		<category><![CDATA[Abelharuco Merops apiaster]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/cheg-merapi/</guid>

					<description><![CDATA[<h2>Chegadas</h2>04.02.2008 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Esperança, Arronches - [J. T. Tavares]<br>05.02.1992 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Odelouca, Silves - [G. Vowles]<br>12.02.2012 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Loulé - [J. Tavares]<br>13.02.2000 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;S. João da venda, Faro – [N. Fonseca]<br>15.02.------ &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Abrantes - [ref. 61]<br>20.02.1986 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Odemira - [R. Neves]<br>20.02.2010 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Vila Fernando, Elvas - [A. Ribeiro]<br>28.02.2008 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Herdade da Mitra, Évora - [G. Dias]<br>01.03.1998 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Monte Belver, Castro Verde – [L. Reino]<br>01.03.2008 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Barrancos - [C. Pacheco]<br>06.03.2010 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Entre Alcobaça e Porto de Mós - [E. Barrento]<br>08.03.2008 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Martinchel, Abrantes - [Paulo Alves]<br>11.03.2012 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ponte sobre o rio Vascão, Mértola - [J. Rodrigues]<br>11.03.2014 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Pedras d'el Rei, Tavira - [P. Dedicoat]<br>12.03.2006 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Arronches - [L. Venâncio]<br>12.03.2008 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Aranhas, Penamacor - [J. Cruz]<br>13.03.2011 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Mexilhoeira Grande, Portimão - [S. Roda, B. Araújo]<br>13.03.2016 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Zambujal, Palmela – [H. Costa]<br>16.03.2006 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Paul do Boquilobo, Golegã - [obs. desconhecido]<br>17.03.1990 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Canal Caveira, Grândola – [L. Costa]<br>17.03.2009 (2) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Vale de Arada, Cuba - [G. Dias]<br>17.03.2009 (10) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Gambelas, Faro - [G. Schreier]<br>17.03.2010 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Tavira - [P. Dedicoat]<br><h2>Partidas</h2>10.10.1990 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Odelouca, Silves - [G. Vowles]<br>12.10.1994 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - SAGRES 94<br>12.10.1994 (2) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Cabo Espichel, Sesimbra - [C.C.Moore]<br>13.10.2019 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo – [T. Carvalho]<br>14.10.2013 (2) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - [C. Pacheco]<br>14.10.2017 (3) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo – [F. Oliveira, P. Ramalho, M. Tissot]<br>15.10.2017 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Quinta do Lago, Loulé – [G. Rethoré]<br>17.10.1992 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Cabo Espichel, Sesimbra - [C.C.Moore]<br>19.10.2018 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Enxerim, Silves - [L. Santos]<br>20.10.2018 (3) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - [N. Martins, C. Hawker]<br>21.10.1994 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Vale da Telha, Aljezur - [C. Noivo]<br>21.10.2007 (2) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Caniçal de Vilamoura - [J. M. Pereira]<br>24.10.2003 (2) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Cabo Espichel, Sesimbra - [R. Guerreiro, J. Quaresma]<br>25.10.2015 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo – [R. Caratão, A. Leitão]<br>26.10.2019 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Cabo Espichel, Sesimbra – [A. Gonçalves e outros]<br>30.10.1997 (5) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - [F. Walker]<br>01.11.1997 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Cabo Espichel, Sesimbra - [P. Sá Pessoa]<br>17.11.1993 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - [F. Walker]<br>25.11.2015 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Trafal, Loulé - [M. Davis]<br>29.11.2014 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Praia de Trafal, Loulé – [J.Tavares]<br><h2>Registos de Inverno</h2>04.12.2001 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Cabo Espichel, Sesimbra – [R. Matias]<br>28.12.1976 (2) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ludo, Faro - [R. Rufino, &#160;R. Neves, &#160;A. Araújo]<br>09-12.01.2016 (3) &#160;&#160;&#160;Trafal, Loule - [M. Davis]<br>27.01.2008 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Entre Gavião e Nisa - [P. Fernandes]<br>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Registos históricos de chegadas muito precoces e partidas muito tardias da espécie <a href="merapi" target="_self" rel="noopener">Abelharuco (Merops apiaster)</a>, obtidos ao longo das últimas décadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 610px; height: 495px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Chegadas</h2>
<p>04.02.2008              Esperança, Arronches &#8211; [J. T. Tavares]<br />
05.02.1992              Odelouca, Silves &#8211; [G. Vowles]<br />
10.02.2006              Almada d&#8217;Ouro, Castro Marim &#8211; [N. Fonseca]<br />
12.02.2012              Loulé &#8211; [J. Tavares]<br />
13.02.2000              S. João da Venda, Faro – [N. Fonseca]<br />
13.02.2016              Quarteira, Loulé &#8211; [G. Olioso]<br />
15.02.&#8212;&#8212;                  Abrantes &#8211; [ref. 61]<br />
20.02.1986              Odemira &#8211; [R. Neves]<br />
20.02.2010              Vila Fernando, Elvas &#8211; [A. Ribeiro]<br />
20.02.2020              Peral, Faro &#8211; [J. Ferreira]<br />
22.02.2021 (5)        Sousel &#8211; [D. Oliveira]<br />
28.02.1998              Belver, Castro &#8211; [L. Reino]<br />
28.02.2008              Herdade da Mitra, Évora &#8211; [G. Dias]<br />
01.03.1998              Monte Belver, Castro Verde – [L. Reino]<br />
01.03.2008              Barrancos &#8211; [C. Pacheco]<br />
01.03.2020              Castro Verde &#8211; [H. Lousa]<br />
06.03.2010              Entre Alcobaça e Porto de Mós &#8211; [E. Barrento]<br />
08.03.2008              Martinchel, Abrantes &#8211; [Paulo Alves]<br />
11.03.2012              Ponte sobre o rio Vascão, Mértola &#8211; [J. Rodrigues]<br />
11.03.2014              Pedras d&#8217;el Rei, Tavira &#8211; [P. Dedicoat]</p>
<h2>Partidas</h2>
<p>12.10.1994              Sagres, Vila do Bispo &#8211; [SAGRES 94]<br />
12.10.1994 (2)        Cabo Espichel, Sesimbra &#8211; [C.C.Moore]<br />
13.10.2019              Sagres, Vila do Bispo – [T. Carvalho]<br />
14.10.2013 (2)        Sagres, Vila do Bispo &#8211; [C. Pacheco]<br />
14.10.2017 (3)        Sagres, Vila do Bispo – [F. Oliveira, P. Ramalho, M. Tissot]<br />
15.10.2017              Quinta do Lago, Loulé – [G. Rethoré]<br />
17.10.1992              Cabo Espichel, Sesimbra &#8211; [C.C.Moore]<br />
19.10.2022              Sagres, Vila do Bispo &#8211; [M. Robb, S. Correia]<br />
19.10.2018              Enxerim, Silves &#8211; [L. Santos]<br />
20.10.2018 (3)        Sagres, Vila do Bispo &#8211; [N. Martins, C. Hawker]<br />
21.10.1994              Vale da Telha, Aljezur &#8211; [C. Noivo]<br />
21.10.2007 (2)        Caniçal de Vilamoura &#8211; [J. M. Pereira]<br />
24.10.2003 (2)        Cabo Espichel, Sesimbra &#8211; [R. Guerreiro, J. Quaresma]<br />
25.10.2015              Sagres, Vila do Bispo – [R. Caratão, A. Leitão]<br />
26.10.2019              Cabo Espichel, Sesimbra – [A. Gonçalves e outros]<br />
28.10.2020              Vale do Boi Velho, Vila do Bispo &#8211; [P. Geraldes]<br />
30.10.1997 (5)        Sagres, Vila do Bispo &#8211; [F. Walker]<br />
01.11.1997              Cabo Espichel, Sesimbra &#8211; [P. Sá Pessoa]<br />
17.11.1993              Sagres, Vila do Bispo &#8211; [F. Walker]<br />
25.11.2015              Trafal, Loulé &#8211; [M. Davis]<br />
29.11.2014              Praia de Trafal, Loulé – [J.Tavares]</p>
<h2>Registos de Inverno</h2>
<p>04.12.2001                Cabo Espichel, Sesimbra – [R. Matias]<br />
28.12.1976 (2)          Ludo, Faro &#8211; [R. Rufino,  R. Neves,  A. Araújo]<br />
09-12.01.2016 (3)   Trafal, Loule &#8211; [M. Davis]<br />
27.01.2008                Entre Gavião e Nisa &#8211; [P. Fernandes]</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Abelharuco-TESTE (Merops apiaster)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/merapi-teste-taxon/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 20:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Abelharuco Merops apiaster]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
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					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p>Ordem: Coraciiformes<br />
Família:  Meropidae<br />
Género: <em>Merops</em><br />
Espécie: <em>Merops apiaster</em> Linnaeus, 1758</p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – de distribuição localizada, pode ser encontrado em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e também na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>. Mais para sul, ocorre igualmente na zona de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é sobretudo nesta região que o abelharuco é mais fácil de encontrar, em especial na metade interior da região. Refiram-se, por exemplo, as zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcaia">barragem do </a><a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>; um pouco a norte, na região de Portalegre, o abelharuco pode ser encontrado na zona da <a href="sitpovoa">b</a><a href="sitpovoa">arragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a> e também em <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Mais para o  litoral, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e junto à <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Sabia que no Algarve existe uma praia com o nome desta espécie? E que a espécie conheceu, nas últimas décadas, uma enorme expansão no continente europeu? Estas e outras curiosidades acerca do abelharuco é o que poderá ver na gravação do webinário dedicado a esta espécie, clicando na seta abaixo:</p>
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<p><iframe title="O colorido abelharuco, uma ave amada e odiada" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/s44C9cy9LGo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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