<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Alvéola-branca Motacilla alba &#8211; Aves de Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.avesdeportugal.info/tag/alveola-branca-motacilla-alba/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.avesdeportugal.info</link>
	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 Oct 2023 17:36:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>Alvéola-branca (Motacilla alba)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/motalb/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/motalb/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Motacilla alba]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Alvéola-branca Motacilla alba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/motalb/</guid>

					<description><![CDATA[A alvéola-branca é uma das espécies mais conhecidas da generalidade das pessoas, com o seu típico baloiçar da cauda e a combinação preto-e-branco da coloração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A alvéola-branca é uma das espécies mais conhecidas da generalidade das pessoas, com o seu típico baloiçar da cauda e a combinação preto-e-branco da coloração.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22603" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Motacilla-alba-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/293079461/embed/640" width="690" height="565" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/motacillidae/" target="_blank" rel="noopener">Motacillidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Motacilla</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Motacilla alba </em>Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies</strong>: 9</p>
<p>Em Portugal ocorrem regularmente a subespécie nominal e a subespécie <em>M. a.</em> <em>yarrellii</em>. A subespécie <em>M. a. subpersonata</em> é acidental.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A alvéola-branca é bastante fácil de identificar, com o seu típico padrão escuro na cabeça, garganta e dorso, que contrasta com o branco no peito e abdómen, assim como nas faces. A cauda comprida e patas compridas são extremamente visíveis, pois esta ave passa bastante tempo no solo, baloiçando bastante a cauda, no que é um comportamento bastante característico desta espécie. A subespécie britânica <i>Motacilla alba yarrellii</i>, que ocorre com regularidade no nosso território, distingue-se por possuir a mancha negra na garganta a estender-se até ao peito, e por ter o dorso negro, ao contrário da subespécie nominal que o possui cinzento-escuro (ver foto abaixo).</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da alvéola-branca, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/77358/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Trata-se de uma espécie mais comum na metade norte do território, onde está presente durante todo o ano. Durante a passagem outonal e no Inverno, a população reforça-se com a chegada de aves de passagem e invernantes. Entre os meses de Outubro e Março, a alvéola-branca é uma espécie comum na metade sul do território, ocorrendo também a subespécie britânica como invernante, embora neste caso seja mais escassa que a subespécie nominal.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21771" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-alb-1.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-alb-1.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-alb-1-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mot-alb-1-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">As zonas ribeirinhas, cursos de água e terrenos lavrados, parques e jardins, são os habitats de eleição da alvéola-branca. Também nas pequenas localidades é facilmente avistada, sobretudo em regiões onde existe uma forte presença de gado e pequenos cursos de água que as atravessam.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – os melhores locais de observação centram-se no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, no vale do Lima e nas<a href="sitbertiandos"> lagoa</a><a href="sitbertiandos">s</a><a href="sitbertiandos"> de Bertiandos</a>, assim como na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a>. Ocorre igualmente no <a href="sitestulima">estuário do Lima</a>. Também ocorre em <a href="sitguimaraes">Guimarães</a>. Na zona do Porto pode ser vista no <a href="sitparquecidade">Parque da Cidade</a> e ainda no vizinho <a href="sitestudouro">estuário do Douro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – alguns dos melhores locais de observação são a veiga de Chaves, a <a href="sitalvao">serra do Alvão</a>, a albufeira do Azibo e a <a href="sitmontesinho">serra de Montesinho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– é uma das melhores regiões para observar esta espécie, que é comum no baixo Mondego, na <a href="sitriadeaveiro">ria de </a><a href="sitriadeaveiro">Aveiro</a>, na <a href="sitervedeira">lagoa da Ervedeira</a>, na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>, na <a href="sitaire">serra </a><a href="sitaire">de Aire</a> e no vale do Vouga. Refira-se também as cidades de <a href="sitpeniche">Peniche</a> e <a href="sitsico">Pombal</a> e a zona de São Pedro de Moel (<a href="sitpinhalleiria">pinhal de Leiria</a>), onde esta alvéola pode ser vista a pequena distância.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – embora ocorra um pouco por todas as ribeiras e aldeias da região, pode ser mais facilmente localizada na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>, nas zonas de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>, <a href="sitsabugal">Sabugal</a> e  <a href="sitribacoa">Vilar </a><a href="sitribacoa">Formoso</a> e nas albufeiras de <a href="sitsmaguiar">Santa Maria </a><a href="sitsmaguiar">de </a><a href="sitsmaguiar">Aguiar</a>, de <a href="sitvilar">Vilar</a> e da <a href="sitmarateca">Marateca</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>isboa e vale do Tej</b><b>o</b> – pode ser avistada nas lezírias da<a href="sitpontadaerva"> Ponta da Erva</a>, no <a href="sitparquetejo">Parque do </a><a href="sitparquetejo">Tejo</a> e no <a href="sitcaboraso">cabo </a><a href="sitcaboraso">Raso</a>, sobretudo nas passagens migratórias e durante o Inverno. Também ocorre nas <a href="sitalverca">salinas de Alverca</a>, no<a href="sitbarroca"> paul da Barroca</a>, na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa </a><a href="sitlagoaalbuf">de Albufeira</a> e em <a href="sitcheleiros">Cheleiros</a>, especialmente durante o período de Inverno. Em <a href="sittomar">Tomar</a> observa-se na ilha do Mouchão.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – durante o Inverno é uma espécie mais comum que na Primavera. Na metade norte da região pode encontrar-se em locais como a <a href="sitdivor">albufeira do Divor</a>, a <a href="sitpovoa">barragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a>, a Portagem (<a href="sitmarvao">Marvão</a>) e a zona de <a href="sitelvas">Elvas</a>. Na metade sul, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na <a href="sitalqueva">albufeira do Alqueva</a> e no sudoeste alentejano. Também pode ser vista em <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – na época dos ninhos é pouco comum na região, observa-se principalmente nas ribeiras do concelho de Alcoutim e também na região de Aljezur; no Outono e no Inverno é comum um pouco por toda a região, sendo especialmente numerosa nas terras baixas do litoral, em locais como a <a href="sitriadealvor">ria </a><a href="sitriadealvor">de Alvor</a>, o <a href="sitludo">Ludo</a>, <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>, as lagoas dos <a href="sitlagoasalg">Salgados</a> e das <a href="sitdunasdouradas">Dunas Douradas</a>, na <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a>, as <a href="sitodiaxere">salinas de Odiáxere</a> e junto ao <a href="sitcabosaovic">cabo de S</a><a href="sitcabosaovic">ão</a><a href="sitcabosaovic"> Vicente</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Se deseja conhecer melhor a alvéola-branca, não deixe de ver os dois vídeos que aqui lhe apresentamos: o primeiro tem a gravação do webinário que fizemos acerca desta espécie; o segundo é um pequeno tutorial sobre a identificação de alvéolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Curiosidades sobre a alvéola-branca" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/f5-V02ulfVU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não deixe também de ouvir esta &#8220;conversa sobre aves&#8221;, que versa sobre a alvéola-branca. Os assuntos abordados na conversa incluem: a taxonomia, as duas subespécies europeias, o significado e a origem do nome científico, a distribuição em Portugal e no mundo, o habitat e as variações de plumagem. Para terminar, falamos dos grandes dormitórios invernais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 32: a alvéola-branca" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/NKtmBLEktUM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, sugerimos este pequeno tutorial no qual passamos em revista os principais critérios de identificação de alvéolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Alveolas" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/iHyppxtuH2E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://arcadedarwin.blogs.sapo.pt/o-misterio-da-cauda-das-alveloas-18336"><span style="font-weight: 400;">O mistério da cauda das alvéloas</span></a><span style="font-weight: 400;">  </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2015/12/devolucao-natureza-de-duas-alveolas.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Devolução à Natureza de duas alveolas-brancas</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2021/08/alveolas-brancas-que-ingressaram-no.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Alvéolas-brancas que ingressaram no RIAS enquanto crias, foram devolvidas ao seu habitat natural</span></a></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/motalb/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
