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	<title>Aquila fasciata &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Águia-de-bonelli (Aquila fasciata)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Aquila fasciata]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da sua grande dimensão, a águia-de-bonelli é uma espécie difícil de observar, mercê dos seus hábitos discretos e da inacessibilidade de muitos dos locais onde ocorre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
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<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Apesar da sua grande dimensão, a águia-de-bonelli é uma espécie difícil de observar, mercê dos seus hábitos discretos e da inacessibilidade de muitos dos locais onde ocorre.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Em perigo</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/173386521/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A águia-de-bonelli é uma ave de rapina de grande dimensão, que se identifica sobretudo pelo ventre branco, contrastando com as asas mais escuras. Os adultos possuem uma mancha branca no dorso, enquanto que os juvenis têm as coberturas infra-alares de tom alaranjado.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Esta águia está presente em Portugal durante todo o ano. De uma forma geral é uma espécie rara e localizada, que se distribui de forma muito descontínua de norte a sul do país. Ocorre essencialmente em dois tipos de habitat: vales alcantilados com fragas (principalmente no norte) e zonas acidentadas bem florestadas (no Alentejo e no Algarve). No primeiro caso, constrói o ninho em escarpa, no segundo caso nidifica em árvores de grande porte.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Apesar de ser muito fiel aos seus locais de ocorrência, a águia-de-bonelli pode ser surpreendentemente difícil de encontrar.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – pode ser vista ao longo dos vales do Douro e do Sabor, onde está presente uma das populações do nosso território; um dos locais privilegiados de observação é <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>. Aparece também na zona da Régua, junto ao rio Douro.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – os melhores locais de observação são o <a href="sittejointernac">Tejo </a><a href="sittejointernac">Internacional</a> e as <a href="sitportasrodao">Portas de Rodão</a>, bem como os vales dos rios Côa e Águeda, sendo uma espécie bastante escassa no resto da região.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> &#8211; alguns locais onde esta águia ocorre incluem as serras da <a href="sitarrabida">Arrábida</a>, de <a href="sitmontejunto">Montejunto</a> e de <a href="sitsintra">Sintra</a>, embora em densidades extremamente baixas; por vezes pode ser observada no <a href="sitestutejo">estuário do </a><a href="sitestutejo">Tejo</a>, tratando-se sobretudo de observações fora da época de reprodução.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – nos extremos nordeste e sueste desta região residem as melhores probabilidades de observação, mais concretamente na <a href="sitsaomamede">serra de </a><a href="sitsaomamede">São Mamede</a> e na região de <a href="sitmertola">Mértola</a>; a espécie também pode ser observada nas serras litorais de Grândola e Cercal, bem como na região de Luzianes/Odemira; na região de <a href="sitsaocristovao">São Cristóvão</a>/Cabrela também está presente, embora as probabilidades de observação sejam baixas devido à escassez da espécie nessa zona.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – embora bem distribuída pelo interior algarvio, como espécie rara que é ocorre geralmente em densidades baixas; contudo, pode ser vista nas serras do <a href="sitcaldeirao">Caldeirão</a> e do <a href="sitespinhacocao">Espinhaço d</a><a href="sitespinhacocao">e</a><a href="sitespinhacocao"> Cão</a> e, por vezes, junto ao <a href="sitcabosaovic">c</a><a href="sitcabosaovic">abo de São Vicente</a>; a<a href="sitmonchique"> s</a><a href="sitmonchique">erra de Monchique</a> é outro local onde pode ser vista com alguma regularidade.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Veja aqui o webinário que realizámos acerca desta espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
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