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	<title>Bico-de-lacre Estrilda astrild &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Bico-de-lacre (Estrilda astrild)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria C]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Estrilda astrild]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
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		<category><![CDATA[Bico-de-lacre Estrilda astrild]]></category>
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					<description><![CDATA[Os bicos-de-lacre fazem-se muitas vezes notar pelo seu peculiar chamamento. Quando o observador procura a origem do som, muitas vezes vê um conjunto de “pontinhos” a passar a grande velocidade. Esta minúscula ave, originária de África, foi uma das primeiras espécies de aves não nativas a estabelecerem uma população selvagem em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Os bicos-de-lacre fazem-se muitas vezes notar pelo seu peculiar chamamento. Quando o observador procura a origem do som, muitas vezes vê um conjunto de “pontinhos” a passar a grande velocidade. Esta minúscula ave, originária de África, foi uma das primeiras espécies de aves não nativas a estabelecerem uma população selvagem em Portugal.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a" class="cat_dir_a"><strong>Esta espécie pertence à <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/categorias/categoria-c/'>Categoria C</a></strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/163723191/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/estrildidae/" target="_blank" rel="noopener">Estrildidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Estrilda</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Estrilda astrild</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 15</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Pequena ave granívora muito mais pequena que um pardal. Pode ser facilmente reconhecida pelo espesso bico vermelho vivo, sendo esta a característica que mais chama a atenção. Também a máscara, que se estende para trás do olho é de tom vermelho vivo. O resto da plumagem é dominada pelo castanho nas partes superiores e nas asas, ao passo que o ventre tem tons avermelhados.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do bico-de-lacre, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/84508/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Introduzido na <a href="sitlagoaobid">l</a><a href="sitlagoaobid">agoa de Óbidos</a> em 1968, o bico-de-lacre expandiu-se rapidamente pelo território nacional e hoje encontra-se amplamente distribuído pelo nosso território, sendo uma espécie relativamente comum. Parece ser mais frequente em zonas de baixa altitude, em especial junto a zonas húmidas ou linhas de água com vegetação densa, como caniçais e silvados. É assim mais abundante no sul que no norte e mais comum no litoral que no interior, sendo raro ou estando ausente da maior parte da Beira Interior e do nordeste transmontano.O bico-de-lacre pode ser visto em Portugal durante todo o ano e nas zonas onde ocorre não é raro encontrar bandos, que podem juntar desde meia dúzia até algumas dezenas de indivíduos.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21779" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Est-ast-1.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Est-ast-1.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Est-ast-1-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Est-ast-1-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Quase todas as zonas húmidas costeiras são boas para observar bicos-de-lacre.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – observa-se nas zonas costeiras como por exemplo no <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a> e no <a href="sitestulima">estuário do Lima</a>. Tambem pode ser visto em <a href="sitguimaraes">Guimarães</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – pouco abundante nesta região, ocorre essencialmente nas zonas de menor altitude; pode ser visto ao longo do rio Douro e também no vale do Tâmega, ate à zona de Chaves.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>, onde inicialmente terá sido introduzido, continua a ser um bom local para observar o bico-de-lacre. Adicionalmente observa-se na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, no baixo Mondego, nas <a href="sitquiaios">lagoas de Quiaios</a> e, por vezes, na <a href="sitervedeira">lagoa da Ervedeira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – pouco abundante, pode ser visto nas zonas de menor altitude na Beira Baixa e mais localmente na Beira Alta (já foi visto na <a href="siturgeirica">lagoa da Urgeiriça</a>, na cidade de Viseu e também no rio Mondego, junto a <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – comum nas zonas baixas da região; os locais onde a espécie é mais abundante e fácil de encontrar são o <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> e o paul do Boquilobo. Também aparece no <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a>, na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a>, na <a href="sitvarzealoures">várzea de Loures</a> e no vale do Sorraia junto a <a href="sitcoruche">Coruche. </a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – fácil de observar junto à costa, nomeadamente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e na <a href="sitribeiramoinhos">ribeira de Moinhos</a>. Mais para o interior, pode ser visto junto à <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a>, na zona de <a href="sitelvas">Elvas</a> e, ocasionalmente, junto à <a href="sitpovoa">barragem da Póvoa</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – observa-se um pouco por todo o litoral algarvio, em especial junto às zonas húmidas; entre os locais onde é mais frequente contam-se o <a href="sitlagos">paul de Lagos</a>, a <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, as <a href="sitodiaxere">salinas de Odiáxere</a>, o <a href="sitestuarade">estuário do Arade</a>, a <a href="sitdunasdouradas">lagoa das Dunas Douradas</a> e a <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Se deseja conhecer melhor a situação do bico-de-lacre em Portugal, sugerimos que ouça o episódio das &#8220;conversas sobre aves&#8221; dedicado a esta espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 13: o bico-de-lacre" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/9WdwfOyz_fc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.wilder.pt/diversoes/a-construcao-de-um-ninho-de-bico-de-lacre/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">A construção de um ninho de bico-de-lacre</span></a></li>
</ul>
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