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	<title>Cartaxo-comum Saxicola rubicola &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Cartaxo-comum (Saxicola rubicola)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Saxicola rubicola]]></category>
		<category><![CDATA[Cartaxo-comum Saxicola rubicola]]></category>
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					<description><![CDATA[O peito laranja e a cabeça preta do cartaxo funcionam como um semáforo, quando a ave se empoleira nos postes e cercas das zonas abertas. Esta ave é uma das mais fáceis de observar, devido à sua conspicuidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O peito laranja e a cabeça preta do cartaxo funcionam como um semáforo, quando a ave se empoleira nos postes e cercas das zonas abertas. Esta ave é uma das mais fáceis de observar, devido à sua conspicuidade.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/82891691/embed/640" width="690" height="570" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Muscicapidae/" target="_blank" rel="noopener">Muscicapidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Saxicola</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Saxicola rubicola</em> (Linnaeus, 1766)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<p>Em Portugal nidifica a subespécie <em>S. r. hibernans</em>, mas é provável que também aqui cheguem alguns migradores da subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Pequeno insectívoro de fácil identificação, especialmente no caso do macho. Possui um característico padrão preto na cabeça, contrastante com o colar branco e o peito alaranjado. As fêmeas têm a plumagem menos contrastada e podem ser confundidas com as de <a href="saxrub">cartaxo-nortenho</a>, separando-se pela ausência de lista superciliar esbranquiçada e de lista malar (bigode).Vulgarmente é encontrado empoleirado em postes, cercas e fios, locais que elege para observar as presas (insectos) que captura.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do cartaxo-comum, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/77569/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Bastante abundante, encontra-se sobretudo em zonas abertas de charnecas, estepes, campos agrícolas, montados e bosques abertos, zonas de matos baixos, sapais e dunas.Ocorre durante todo o ano, sendo principalmente residente, mas nalguns locais do litoral parece ocorrer sobretudo fora da época reprodutora. O Alentejo, a Estremadura e a maior parte da Beira Interior são as melhores regiões para procurar este pequeno passeriforme.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20884" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Sax-tor.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Sax-tor.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Sax-tor-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/06/Mapas-Sax-tor-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">O cartaxo-comum pode ser observado em inúmeros locais um pouco por todo o país.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b><b> – </b>pode ser visto com facilidade na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a> e na zona de <a href="sitguimaraes">Guimarães</a>; por vezes também aparece nos estuários do <a href="sitestulima">Lima</a>, do <a href="sitestucavado">Cávado</a> e do <a href="sitestudouro">Douro</a> e ainda no <a href="sitcornodebico">Corno de Bico</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b><b> – </b>é bastante comum na <a href="sitgeres">serra do Gerês</a>, na <a href="sitalvao">serra do Alvão</a>, na veiga de Chaves, na <a href="sitcoroa">serra da </a><a href="sitcoroa">Coroa</a> e no planalto de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral cent</b><b>r</b><b>o</b><b> – </b>é uma das regiões onde é menos comum, podendo ser visto junto ao <a href="sitpeniche">cabo Carvoeiro</a>, no <a href="sittornada">paul de </a><a href="sittornada">Tornada</a>, na <a href="sitaire">serra de Aire</a> e também na <a href="sitesmoriz">barrinha de Esmoriz</a>, na <a href="sitriadeaveiro">ria de </a><a href="sitriadeaveiro">Aveiro</a> e na zona de <a href="sitsalreu">Estarreja</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b><b> –</b> frequente nesta região, na Beira Alta pode ser visto por exemplo na zona de <a href="sitribacoa">Vilar Formoso</a>, na <a href="sitserradaestrela">serra da </a><a href="sitserradaestrela">Estrela</a> e na zona da <a href="sitvilar">albufeira de Vilar</a>; na Beira Baixa observa-se na <a href="sitgardunha">serra da Gardunha</a>, na campina de Idanha-Toulões, na zona da <a href="sitmarateca">albufeira </a><a href="sitmarateca">da Marateca</a> e no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b><b> –</b> o cartaxo evita as zonas densamente urbanizadas, sendo por isso raro em Lisboa, mas aparece a pouco quilómetros da capital, no <a href="sitmontachique">cabeço de Montachique</a>.  Mais para norte, pode também ser visto na <a href="sitmontejunto">serra de </a><a href="sitmontejunto">Montejunto</a>. Na margem sul do Tejo é mais abundante e pode ser visto com facilidade no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da </a><a href="sitpontadaerva">Erva</a>, zona de <a href="sitpancas">Pancas</a> e, por vezes, em <a href="sitcorroios">Corroios</a>), no <a href="sitbarroca">p</a><a href="sitbarroca">aul da Barroca</a> e no <a href="sitcaboespichel">c</a><a href="sitcaboespichel">abo Espichel</a>. Ocorre também junto à <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b><b> –</b> o cartaxo está presente por todo o Alentejo, sendo fácil de observar em sítios tão variados como a <a href="sitpovoa">barragem </a><a href="sitpovoa">da Póvoa</a>, a zona de <a href="sitmarvao">Marvão</a>, a região de <a href="sitelvas">Elvas</a>, o <a href="sitestuariosado">estuário </a><a href="sitestuariosado">do </a><a href="sitestuariosado">Sado</a>, a região de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a> e a zona de <a href="sitmourao">Mourão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b><b> – </b>é nesta região que este cartaxo é menos comum durante a época de reprodução, nomeadamente nas zonas húmidas junto à costa, como a <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de Alvor</a>, <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>, a <a href="sitquintadolago">Q</a><a href="sitquintadolago">uinta </a><a href="sitquintadolago">do Lago</a>, a <a href="sitriaformosa">ria Formosa</a> e o sapal de <a href="sitcastromarim">Castro Marim</a> – em todos eles é mais comum no Outono e no Inverno. Já no <a href="sitcabosaovic">c</a><a href="sitcabosaovic">abo de São Vicente</a>, na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>, na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitespinhacocao">serra </a><a href="sitespinhacocao">de </a><a href="sitespinhacocao">Espinhaço de Cão</a> e no alto da <a href="sitmonchique">s</a><a href="sitmonchique">erra de </a><a href="sitmonchique">Monchique</a>, o cartaxo-comum é frequente durante todo o ano.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>No episódio número 2 das <em>Conversas sobre Aves</em>, o tema é o cartaxo-comum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 2: o cartaxo-comum" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/iLKEfoz_klY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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