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	<title>Corvo-marinho-de-faces-brancas Phalacrocorax carbo &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/phacar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Phalacrocorax carbo]]></category>
		<category><![CDATA[Suliformes]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo-marinho-de-faces-brancas Phalacrocorax carbo]]></category>
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					<description><![CDATA[A característica silhueta de uma ave preta, debico e cauda compridos, a voar à superfície da água ou com as asas abertas a secar ao sol, rapidamente nos diz que estamos na presença de um corvo-marinho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/suliformes/'>Suliformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A característica silhueta de uma ave preta, de bico e cauda compridos, a voar à superfície da água ou com as asas abertas a secar ao sol, rapidamente nos diz que estamos na presença de um corvo-marinho.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/42457871/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Suliformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/phalacrocoracidae/" target="_blank" rel="noopener">Phalacrocoracidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Phalacrocorax</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Phalacrocorax carbo</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 5</p>
<p>Em Portugal ocorrem duas subespécies: <em>P. c. carbo,</em> originária das costas atlânticas da Europa ocidental e setentrional e <em>P. c. sinensis,</em> originária do centro e leste da Europa e que se tem vindo a expandir como nidificante.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Esta ave aquática de médio-grande porte chama a atenção por ser quase totalmente preta, tanto pousada como em voo. É claramente maior que um pato, tem um pescoço longo e asas igualmente longas. O bico amarelo contrasta como preto da plumagem e, no final do Inverno,alguns indivíduos adquirem uma mancha branca em cada flanco e outra na cabeça. É um nadador exímio, que mergulha para apanhar o peixe de que se alimenta. Pode confundir-se apenas com o <a href="https://www.avesdeportugal.info/phaari">corvo-marinho-de-</a><a href="https://www.avesdeportugal.info/phaari">crista</a>, espécie residente, que contudo é mais esguio, não tem branco na plumagem e tem o bico mais fino.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O corvo-marinho-de-faces-brancas é sobretudo invernante em Portugal. Está ligado às zonas húmidas, sendo localmente abundante, podendo ver-se concentrações de dezenas ou mesmo centenas de indivíduos. No interior do país é menos frequente, mas também ocorre junto a barragens, açudes e rios de grande caudal.Está presente no nosso país sobretudo de Setembro a Abril. Contudo, alguns imaturos e indivíduos não reprodutores podem ser observados durante a Primavera e o Verão, embora nesta época a espécie seja relativamente rara em Portugal.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21859" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pha-car.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pha-car.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pha-car-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pha-car-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Os melhores locais para observar este corvo-marinho são as grandes zonas húmidas costeiras, ocorrendo também no litoral e em albufeiras do interior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– ocorre regularmente no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, sobretudo na Ínsua, assim como no <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a> e no <a href="sitestulima">estuário do </a><a href="sitestulima">Lima</a>. Também no <a href="sitestudouro">e</a><a href="sitestudouro">stuário do Douro</a> podem ser encontradas bastantes aves durante o Inverno.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – esta espécie já foi registada na albufeira do Azibo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– pode ser facilmente observado na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, no <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a>, na <a href="sitlagoaobid">lagoa de </a><a href="sitlagoaobid">Óbidos</a>, no <a href="sittornada">paul de Tornada</a> e no <a href="sitpeniche">cabo </a><a href="sitpeniche">Carvoeiro</a>. Ocasionalmente observa-se na baía de <a href="sitsmporto">São </a><a href="sitsmporto">Martinho do Porto</a> e na <a href="sitervedeira">lagoa da Ervedeira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – embora menos abundante que em algumas zonas do litoral, é observado regularmente nesta região, nomeadamente nas <a href="sitportasrodao">portas </a><a href="sitportasrodao">de Ródão</a>, na <a href="sitsmaguiar">albufeira de Santa </a><a href="sitsmaguiar">Maria </a><a href="sitsmaguiar">de </a><a href="sitsmaguiar">Aguiar</a>, na <a href="sitvilar">albufeira de Vilar</a>, na <a href="sitteja">albufeira da Teja</a>, na <a href="sitmarateca">albufeira da Marateca</a> e no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Por vezes observa-se na <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – o<a href="sitestutejo"> estuário do Tejo</a> é um dos melhores locais no país para a observação desta ave, pois a espécie é comum na região durante o Outono e o Inverno. Pode ser vista com facilidade no <a href="sitparquetejo">Parque do </a><a href="sitparquetejo">Tejo</a> e na frente ribeirinha de <a href="sitlisboa">Lisboa</a>. Ocorre igualmente nas imediações do estuário, como por exemplo no <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a>. Também se observa em certas localidades do interior, como por exemplo em <a href="sittomar">Tomar</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – espécie comum no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e na<a href="sitalqueva"> albufeira </a><a href="sitalqueva">do Alqueva</a>, ocorrendo também na <a href="sitlagoapatos">l</a><a href="sitlagoapatos">agoa dos Patos</a> e na <a href="sitroxo">albufeira </a><a href="sitroxo">do Roxo</a>. No norte alentejano pode ainda ser visto em <a href="sitelvas">Elvas</a>, na <a href="sitpovoa">barragem da Póvoa</a> e na zona de <a href="sitnisa">Nisa</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – espécie fácil de detectar, sobretudo em zonas húmidas costeiras como a <a href="sitriaformosa">ria </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a>, a <a href="sitcastromarim">reserva de Castro Marim</a>, o <a href="sitestuarade">estuário do </a><a href="sitestuarade">Arade</a> e a <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>. Também se observa em portos de abrigo, como por exemplo em Lagos ou <a href="sitcabosaovic">Sagres</a>, e em pequenas lagoas, como a <a href="sitfozalmargem">foz do </a><a href="sitfozalmargem">Almargem</a> e a <a href="sitdunasdouradas">lagoa das Dunas Douradas</a>. Alguns indivíduos pousam regularmente em ilhéus rochosos, nomeadamente na <a href="sitpontapiedade">Ponta da Piedade</a> e no <a href="sitleixaogaivota">Leixão da Gaivota</a> e também nas praias da costa ocidental, junto ao <a href="sitrogil">planalto do Rogil</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Nas últimas décadas, os corvos-marinhos-de-faces-brancas tiveram uma espectacular expansão na Europa e actualmente já nidificam em Portugal. Neste webinário partilhamos informação detalhada sobre a situação actual da espécie no continente, com gráficos da população nidificante em diversos países europeus. Para ver a gravação, basta clicar na seta em baixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Corvos-marinhos-de-faces-brancas: História de uma Explosão Demográfica" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/XIGADrO3JZg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Phalacrocorax-carbo-Corvo-marinhoCorvo-marinho-de-faces-brancas.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do corvo-marinho-de-faces-brancas no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.nationalgeographic.pt/meio-ambiente/a-injusta-ma-fama-do-corvo-marinho_1450" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">A injusta má fama do corvo-marinho</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.atlasavesmarinhas.pt/corvo-marinho/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Atlas das aves marinhas de Portugal &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Phalacrocorax carbo</span></i></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://rias-aldeia.blogspot.com/2011/01/libertacao-29-de-janeiro-de-2011.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Libertação de um corvo-marinho-de-faces-brancas (</span><i><span style="font-weight: 400;">Phalacrocorax carbo</span></i><span style="font-weight: 400;">)</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/cinco-coisas-a-saber-para-distinguir-as-duas-especies-de-corvos-marinhos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Cinco coisas a saber para distinguir as duas espécies de corvos-marinhos</span></a></li>
</ul>
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