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	<title>Felosa-comum Phylloscopus collybita &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Felosa-comum (Phylloscopus collybita)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/phycol/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Phylloscopus collybita]]></category>
		<category><![CDATA[Felosa-comum Phylloscopus collybita]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta insectívora diminuta é uma das mais comuns invernantes em Portugal, observando-se em praticamente todos os habitats, tal é o seu ecletismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Esta insectívora diminuta é uma das mais comuns invernantes em Portugal,observando-se em praticamente todos os habitats, tal é o seu ecletismo.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/36029141/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/phylloscopidae/" target="_blank" rel="noopener">Phylloscopidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Phylloscopus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Phylloscopus collybita</em> (Vieillot, 1817)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 6</p>
<p>A grande maioria das aves que ocorrem no país pertence à subespécie nominal. É possível que ocorram também indivíduos das subespécies <em>P. c. tristis</em> e <em>P. c. abietinus</em>, mas o estatuto destas duas subespécies em Portugal não é muito claro.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Esta espécie apresenta algumas pequenas variações nas tonalidades de plumagem para plumagem, mas no geral o seu aspecto é rechonchudo e pequeno, o dorso é cinzento-esverdeado, as asas escuras, as partes inferiores pálidas, e uma lista supraciliar ténue. As patas escuras e o bico pálido, curto e fino completam as características a reter da felosa-comum.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da felosa-comum, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/35097/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A felosa-comum é abundante durante o Inverno, sendo contudo rara durante a Primavera e o Verão. Assim, a melhor época de observação gira em torno do período entre Novembro e Março. Distribui-se de norte a sul, sendo relativamente mais comum nas terras baixas.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20998" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Phy-col.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Phy-col.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Phy-col-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Phy-col-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">É uma espécie comum numa grande variedade de habitats, sendo particularmente fácil de detectar em parques e jardins urbanos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – invernante comum em locais como o pinhal do Camarido e o caniçal do Coura (<a href="sitestuminho">estuário do </a><a href="sitestuminho">Minho</a>), assim como na <a href="sitgeres">serra do Gerês</a>, em <a href="sitguimaraes">Guimarães</a> e no <a href="sitparquecidade">Parque da </a><a href="sitparquecidade">Cidade</a>, no Porto.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – comum durante o Inverno em locais como as serras de <a href="sitmontesinho">Montesinho</a> e da <a href="sitcoroa">Coroa</a>, <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>, <a href="sitlarouco">serra </a><a href="sitlarouco">do Larouco</a> e a vertente transmontana da <a href="sitgeres">serra do Gerês</a>. Na serra da Nogueira foi já detectada a reprodução num passado recente.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– trata-se de uma espécie abundante em locais como a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a> e o pinhal de Mira. Ocorre também na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, em <a href="sitsaojacinto">São Jacinto</a>, nas <a href="sitquiaios">lagoas de Quiaios</a>, no <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a>, no <a href="sitmadriz">paul da Madriz</a>, no <a href="sitpinhalleiria">pinhal </a><a href="sitpinhalleiria">de Leiria</a> e no <a href="sittornada">paul de Tornada</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – comum em parques e jardins de algumas cidades, como Castelo Branco e Viseu, assim como no <a href="sittejointernac">Tejo </a><a href="sittejointernac">Internacional</a>, na <a href="sitvilar">albufeira de Vilar</a>, na zona do <a href="sitsabugal">Sabugal</a> e em<a href="sitribacoa">Vilar </a><a href="sitribacoa">Formoso</a>. Durante a época reprodutora tem sido observada na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>isboa e vale do Tej</b><b>o</b> – durante o Inverno, é bastante frequente em parques e jardins de <a href="sitlisboa">Lisboa</a>, assim como no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (é frequente na <a href="sitribeiraenguias">ribeira das Enguias</a> e também aparece no vizinho <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a> e na <a href="sitmachada">Mata da </a><a href="sitmachada">Machada</a>); ocorre nas serras de <a href="sitsintra">Sintra</a> e da <a href="sitarrabida">Arrábida</a>, podendo ser vista também com regularidade na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a> e no <a href="sitcaboespichel">cabo </a><a href="sitcaboespichel">Espichel</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – invernante comum nesta região, podendo ser observada em <a href="sitcastvide">Castelo de Vide</a>, Arraiolos, no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e na <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>. Pode também ser encontrada na <a href="sitsantoandre">lagoa </a><a href="sitsantoandre">de Santo André</a>, onde é comum.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – invernante comum junto ao litoral, nomeadamente na <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a>, na <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a>, em <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a> e na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, assim como nas zonas interiores nomeadamente nas serras do <a href="sitcaldeirao">Caldeirão</a> e de <a href="sitmonchique">Monchique</a>. Na passagem migratória é comum no <a href="sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Na conversa sobre a felosa-comum, que aqui partilhamos, começamos por abordar a questão dos vários nomes comuns mencionados na literatura. Seguidamente falamos da sua situação em Portugal, seja como invernante, seja como nidificante, e também do estatuto de ameaça. Deixamos também alguns apontamentos relacionados com a taxonomia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 115: a felosa-comum" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/bCHWEBFgwkI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2015/11/devolucao-natureza-de-uma-felosa-comum.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Devolução à Natureza de uma felosa-comum</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://expresso.pt/internacional/2022-03-10-alteracoes-climaticas-aumento-da-temperatura-leva-passaros-europeus-a-mudar-altura-de-porem-ovos" target="_blank" rel="noopener">Alterações climáticas: aumento da temperatura leva pássaros europeus a mudar altura de porem ovos</a></li>
</ul>
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