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	<title>Flamingo Phoenicopterus roseus &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 28 Jul 2024 10:28:45 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Flamingo (Phoenicopterus roseus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/phoros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Phoenicopteriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Phoenicopterus roseus]]></category>
		<category><![CDATA[Flamingo Phoenicopterus roseus]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das mais emblemáticas aves selvagens que ocorrem em Portugal, o flamingo pode hoje em dia ser observado com relativa facilidade, mesmo às portas de Lisboa. O “lençol” rosado formado pelos grandes bandos de flamingos que se alimentam num estuário constitui uma imagem única.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/phoenicopteriformes/'>Phoenicopteriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Uma das mais emblemáticas aves selvagens que ocorrem em Portugal, o flamingo pode hoje em dia ser observado com relativa facilidade, mesmo às portas de Lisboa. O “lençol” rosado formado pelos grandes bandos de flamingos que se alimentam num estuário constitui uma imagem única.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Region. extinto (pop. residente) Vulnerável (invernada)</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/62751271/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Phoenicopteriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/phoenicopteridae/" target="_blank" rel="noopener">Phoenicopteridae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Phoenicopterus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Phoenicopterus roseus</em> Pallas, 1811<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Enorme, rosado, com longas patas e com um bico espesso, o flamingo é uma ave inconfundível e pode ser reconhecido a grande distância.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do flamingo, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/31609/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>No passado o flamingo era muito raro em Portugal, mas desde o final da década de 1980 a presença de grandes bandos de flamingos passou a ser habitual nas principais zonas húmidas portuguesas, não sendo raro observar concentrações de muitas centenas de indivíduos. Embora não nidifique habitualmente no nosso país, pode ser observado ao longo de todo o ano. Os movimentos algo erráticos desta espécie não permitem classificá-la como residente nem como invernante.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22098" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pho-ros.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pho-ros.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pho-ros-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Pho-ros-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>As grandes zonas húmidas do litoral centro e sul são os locais mais favoráveis à observação de flamingos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– os flamingos aparecem regularmente na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, no <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a> e na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a> podendo ser observados com facilidade em qualquer um destes locais.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – o local que reúne maiores concentrações de flamingos e onde a espécie pode ser encontrada ao longo de praticamente todo o ano é o <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>, nomeadamente nas lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>, na zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>, no <a href="sithortas">sítio das Hortas</a>, na <a href="sitribeiraenguias">ribeira das Enguias</a> e no sapal de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; por vezes alguns flamingos surgem na margem direita do rio, podendo ser vistos no <a href="sitparquetejo">Parque do Tejo</a> e nas <a href="sitalverca">salinas de Alverca</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – o <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> acolhe regularmente algumas centenas de flamingos; ocasionalmente a espécie pode também ser vista na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a>, na <a href="sitlagoapatos">lago</a><a href="sitlagoapatos">a</a><a href="sitlagoapatos"> dos </a><a href="sitlagoapatos">Patos</a> e noutros açudes do interior alentejano, particularmente na zona de <a href="sitsaocristovao">São Cristóvão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – o<a href="sitludo"> Ludo</a>, as salinas de <a href="sittavira">Tavira</a> e de<a href="sitsantaluzia"> Santa Luzia</a> e a <a href="sitcastromarim">reserva de Castro Marim</a> são os melhores locais do Algarve para ver a espécie, sendo frequentes as concentrações de algumas centenas de aves; a espécie também ocorre com alguma regularidade na <a href="sitriadealvor">ria </a><a href="sitriadealvor">de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, no <a href="sitestuarade">estuário do Arade</a> e na <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a>, mas geralmente em números mais reduzidos. Ocasionalmente surge na ETAR de <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>, nas <a href="sitodiaxere">salinas de Odiáxere</a> e no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Nesta conversa sobre o flamingo, falamos primeiro das recentes alterações taxonómicas. Seguidamente abordamos a distribuição mundial, na Europa e na Península Ibérica, com enfoque nos locais de reprodução em Espanha e os registos de nidificação em Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 107: o flamingo" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/IEsL1V7tDDc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja também este webinário e ficará a saber um pouco mais sobre a situação do flamingo em Portugal e nos outros países do Mediterrâneo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Flamingos em Portugal" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/xh7VEPT8H1k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Phoenicopterus-roseus" target="_blank" rel="noopener">Ficha do flamingo no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Phoenicopterus-roseus-Flamingo.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do flamingo no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.nationalgeographic.pt/meio-ambiente/quando-portugal-fica-pintado-um-imenso-cor-de-rosa_1199" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Quando Portugal fica pintado de um imenso cor-de-rosa</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://gazetadascaldas.pt/sociedade/os-flamingos-que-estao-de-visita-a-lagoa-de-obidos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Os flamingos que estão de visita à Lagoa de Óbidos</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/flamingos-nidificam-em-reserva-de-castro-marim" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Flamingos nidificam em reserva de Castro Marim</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://sicnoticias.pt/pais/2023-01-07-Ha-cada-vez-mais-flamingos-na-Ria-de-Aveiro-a80e2645" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Há cada vez mais flamingos na Ria de Aveiro</span></a></li>
</ul>
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