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	<title>Gaivota-d&#8217;asa-escura Larus fuscus &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Gaivota-d&#8217;asa-escura (Larus fuscus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/larfus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Charadriiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Larus fuscus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Gaivota-d'asa-escura Larus fuscus]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta gaivota, a mais comum das gaivotas portuguesas, é uma presença constante em quase todas as zonas húmidas do litoral português durante o Inverno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/charadriiformes/'>Charadriiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Esta gaivota, a mais comum das gaivotas portuguesas, é uma presença constante em quase todas as zonas húmidas do litoral português durante o Inverno.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Vulnerável (pop. residente)<br />
Pouco preocupante (invernada)</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px; height: 540px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/49843431/embed/640" width="690" height="550" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Charadriiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/laridae/" target="_blank" rel="noopener">Laridae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Larus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Larus fuscus</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 5</p>
<p>Em Portugal ocorrem as subespécies <em>L. f.</em> <em>graellsii</em>, <em>L. f. intermedius</em> e, acidentalmente, a subespécie nominal</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Os adultos apresentam uma plumagem típica de gaivota: dorso cinzento-escuro,cabeça e peito brancos, patas amarelo pálido, e bico amarelo com uma pinta que pode ir do vermelho ao preto. No caso dos imaturos, e tal como acontece com a generalidade das gaivotas grandes, também esta pode ser de identificação difícil, variando a plumagem consoante a idade, até ao 4º ano de vida, sendo, por norma, de um tom mais escuro que a congénere <a href="https://www.avesdeportugal.info/larmic">gaivota-argêntea</a>.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da gaivota-d’asa-escura, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/98906/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e calendário</h2>
<p>A gaivota-d&#8217;asa-escura ocorre durante todo o ano, sendo mais abundante durante o período de Inverno. É muito abundante em todo o litoral, especialmente em estuários, praias e portos de pesca, onde por vezes se juntam centenas ou milhares de indivíduos. Ocorre também, embora em menor quantidade, no interior do país, frequentando rios, albufeiras e campos recentemente agricultados.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21905" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lar-fus.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lar-fus.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lar-fus-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lar-fus-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Os melhores locais para observar esta gaivota a pequena distância são os grandes portos pesqueiros, onde se agregam largas centenas de aves desta espécie. Também é frequente nas praias e zonas de salinas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – é uma invernante comum em <a href="sitestulima">Viana do Castelo</a>, no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, no <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a> e no <a href="sitestudouro">e</a><a href="sitestudouro">stuário do Douro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – pode ser encontrada em locais como a albufeira do Azibo e no <a href="sitdourointernac">Douro Internacional</a>, embora neste último local seja menos frequente.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral cent</b><b>r</b><b>o</b> – os melhores locais prendem-se com as zonas portuárias, como é o caso de <a href="sitpeniche">Peniche</a>, Aveiro e <a href="sitestumondego">Figueira </a><a href="sitestumondego">da Foz</a>. Também está presente em grande quantidade na <a href="sitlagoaobid">lagoa de </a><a href="sitlagoaobid">Óbidos</a> e na ria de Aveiro e, em menor número, na <a href="sitesmoriz">barrinha de Esmoriz</a>. Refira-se ainda a <a href="sitberlenga">Berlenga</a>, onde reside a única população reprodutora, embora aqui esta gaivota seja difícil de encontrar devido à presença de milhares de casais de <a href="larmic">gaivota-</a><a href="larmic">argêntea</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – durante o Inverno está presente na <a href="sitmarateca">albufeira </a><a href="sitmarateca">d</a><a href="sitmarateca">a Marateca</a>, na <a href="sitsmaguiar">albufeira de Santa Maria </a><a href="sitsmaguiar">de </a><a href="sitsmaguiar">Aguiar</a> e nas <a href="sitportasrodao">P</a><a href="sitportasrodao">ortas de Ródão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – ocorre em abundância em locais como o <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>, a <a href="sitcostaestoril">costa do Estoril</a>, os portos de <a href="sitsesimbra">Sesimbra</a> e Setúbal, a <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a> e a <a href="sitfozsizandro">foz do Sizandro</a>, assim como na <a href="sitericeira">Ericeira</a>. Ocorre frequentemente sobre a cidade de <a href="sitlisboa">Lisboa</a>, especialmente na zona ribeirinha. No interior é mais escassa, aparece por vezes em <a href="sittomar">Tomar</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – um dos melhores locais é o porto de <a href="sitsines">Sines</a>, onde está presente em grande número durante o Inverno. Também ocorre na foz da <a href="sitribeiramoinhos">ribeira de Moinhos</a>, no <a href="sitestumira">estuário do </a><a href="sitestumira">Mira</a>, no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a>. Ocorre ainda mais para o interior, em locais como a <a href="sitcaia">albufeira do Caia</a>, a albufeira de Alqueva e a <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a>. Longe dos planos de água, observa-se ainda no <a href="sitbeja">aterro sanitário de Beja</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – tal como nas restantes regiões, os portos são uma opção segura de observação da espécie, tais como Portimão, Olhão e Lagos. Paralelamente, é também uma espécie comum na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, no <a href="sitestuarade">estuário do Arade</a>, na reserva de <a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>, no <a href="sitludo">Ludo</a>, na <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a> e em <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>. Surge em pequenos números em diversos outros locais.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Partilhamos a gravação da &#8220;conversa sobre aves&#8221; dedicada à gaivota-d&#8217;asa-escura. Falamos da situação da espécie em Portugal, não apenas da população invernante mas também dos casais nidificantes. Abordamos a questão das subespécies e da respectiva distribuição, bem como as alterações registadas nas últimas décadas na Península Ibérica. Outros temas abordados incluem a alimentação, a migração, a marcação com anilhas coloridas e a identificação da espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 55: a gaivota-d&#039;asa-escura" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/z2zcOMIz_rg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Larus-fuscus">Ficha da gaivota-d’asa-escura no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.jn.pt/nacional/lancado-concurso-para-plano-de-acao-de-controlo-das-gaivotas-na-regiao-do-porto-12473218.html/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Lançado concurso para plano de ação de controlo das gaivotas na região do Porto</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2018/10/gaivotas-ha-muitas-mas-todas-diferentes.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Gaivotas há muitas, mas todas diferentes!</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.aimmportugal.org/pt/species/gaivota-dasa-escura/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Associação para a invsetigação do meio marinho &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Larus fuscus</span></i></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.atlasavesmarinhas.pt/gaivota-dasa-escura/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Atlas das aves marinhas de Portugal &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Larus fuscus</span></i></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://tvi.iol.pt/noticias/sociedade/vila-do-conde/gaivota-voa-da-islandia-ate-portugal-e-passa-o-inverno-na-bacia-do-ave" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Gaivota voa da Islândia até Portugal e passa o inverno na bacia do Ave</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.sulinformacao.pt/2020/11/rias-salva-gaivota-coberta-de-oleo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">RIAS salva gaivota coberta de óleo</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.berlengas.eu/pt/especie/gaivota-dasa-escura" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Life Berlengas &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Larus fuscus</span></i></a></li>
</ul>
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