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	<title>Gaivota-de-bico-riscado Larus delawarensis &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Gaivota-de-bico-riscado (Larus delawarensis)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Charadriiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Larus delawarensis]]></category>
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		<category><![CDATA[Gaivota-de-bico-riscado Larus delawarensis]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando em plumagem nupcial, os adultos exibem um bico amarelo traçado de preto, e um verde nas patas, que permitem distingui-los facilmente das restantes gaivotas. Os imaturos são menos fáceis de identificar. Esta gaivota é a espécie de origem americana com maiores probabilidades de ser observada no nosso território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/charadriiformes/'>Charadriiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Quando em plumagem nupcial, os adultos exibem um bico amarelo traçado de preto, e um verde nas patas, que permitem distingui-los facilmente das restantes gaivotas. Os imaturos são menos fáceis de identificar. Esta gaivota é a espécie de origem americana com maiores probabilidades de ser observada no nosso território.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
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<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Charadriiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/laridae/" target="_blank" rel="noopener">Laridae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Larus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Larus delawarensis</em> Ord, 1815<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Tal como acontece com outras gaivotas, esta espécie representa um desafio em termos de identificação. Como é habitual neste grupo taxonómico, estas aves são mais facilmente distinguíveis das restantes espécies quando em plumagem de adulto. Em concreto, esta gaivota ostenta um bico amarelo riscado transversalmente a preto, patas amarelas-esverdeadas, olho claro e dorso de um cinzento muito pálido. Paralelamente, a sua dimensão situa-a entre a <a href="larmic">gaivota-argêntea</a> e o <a href="chrrid">guincho-comum</a>. Já os juvenis podem ser semelhantes aos da <a href="larcan">gaivota-parda</a>, distinguindo-se pelo bico bicolor, maior dimensão, pelo dorso mais pálido e pelas terciárias com menor quantidade de branco.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Talvez a característica mais interessante desta espécie não esteja relacionada com a sua morfologia, mas sim com o facto de se tratar de uma gaivota que tem a sua área de distribuição no continente americano, e que ocorre regularmente na Europa, nomeadamente em Portugal. A sua ocorrência dá-se sobretudo durante o Inverno, especialmente entre Novembro e Fevereiro. Encontra-se com mais frequência em praias, que constituem refúgio das intempéries, bem como em portos de pesca e nas fozes de ribeiras junto ao mar.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21916" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/Mapas-Lar-del.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/Mapas-Lar-del.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/Mapas-Lar-del-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/Mapas-Lar-del-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>De acordo com as observações que vêem sendo publicadas, esta espécie ocorre sobretudo em praias e zonas portuárias, sendo avistada, habitualmente, integrada em grupos com outras espécies de gaivotas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho </b>– o melhor local para a procura desta espécie situa-se no Cabedelo (<a href="sitestudouro">estuário do Douro</a>). Existem também registos para o <a href="sitparquecidade">Parque da Cidade</a> e o <a href="sitestucavado">estuário do </a><a href="sitestucavado">Cávado</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– nesta região encontram-se alguns dos melhores locais para a observação desta gaivota. Exemplo disso é o porto de <a href="sitpeniche">Peniche</a>, a baía de <a href="sitsmporto">S</a><a href="sitsmporto">ão</a><a href="sitsmporto"> Martinho do </a><a href="sitsmporto">Porto</a> e a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>. Para além destes locais, tem sido registada com regularidade em São Jacinto e na Barrinha de Mira.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e vale do Tejo</b> – a <a href="sitcostaestoril">costa do Estoril</a> é o local onde têm sido publicados mais registos desta gaivota americana. Também no <a href="sitcaboraso">cabo Raso</a> tem sido observada com alguma frequência, assim como no sapal de <a href="sitcorroios">Corroios</a> e na baía do Seixal. Mais escassamente tem ocorrido na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de </a><a href="sitlagoaalbuf">Albufeira</a> e no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>, nomeadamente em Vasa-Sacos (<a href="sitpancas">Pancas</a>).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – esta espécie é observada com alguma regularidade no <a href="sitestumira">estuário do Mira</a> e na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a>. Mais raramente regista-se no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta é a região com menor número de observações, tendo já sido registada a sua presença em locais como o porto de Sagres, a <a href="sitriadealvor">ria de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a> e a <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.atlasavesmarinhas.pt/gaivota-de-bico-riscado/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Atlas das aves marinhas de Portugal &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Larus delawarensis</span></i></a></li>
</ul>
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