<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Galeirão (Fulica atra) &#8211; Aves de Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.avesdeportugal.info/tag/galeirao-fulica-atra/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.avesdeportugal.info</link>
	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 Mar 2024 21:20:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Galeirão (Fulica atra)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/fulatr/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/fulatr/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Fulica atra]]></category>
		<category><![CDATA[Gruiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Galeirão (Fulica atra)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/fulatr/</guid>

					<description><![CDATA[Contrariamente ao que acontece no centro e no norte da Europa, onde é uma ave de jardim, em Portugal o galeirão é uma ave tímida, que não se deixa observar apequena distância. A visão mais frequente é a de um conjunto de pontos pretos, a algumas centenas de metros de distância.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/gruiformes/'>Gruiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Contrariamente ao que acontece no centro e no norte da Europa, onde é uma ave de jardim, em Portugal o galeirão é uma ave tímida, que não se deixa observar a pequena distância. A visão mais frequente é a de um conjunto de pontos pretos, a algumas centenas de metros de distância.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/53278501/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Gruiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/rallidae/" target="_blank" rel="noopener">Rallidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Fulica</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Fulica atra</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 4</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Do tamanho de um pato, todo preto, com excepção do bico e da placa frontal, que são brancos. Mistura-se frequentemente com patos e mergulhões, mas só pode ser confundido com o <a href="fulcri">galeirão-de-crista</a>, muito mais raro em Portugal.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do galeirão-comum, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/71022/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O galeirão está presente em Portugal durante todo o ano, mas a sua abundância varia bastante de mês para mês e de local para local. Na Primavera pode ser encontrado em muitas charcas, açudes, lagoas e pauis, onde nidifica. Contudo, é no Inverno que ocorrem as maiores concentrações, as quais incluem provavelmente muitas aves oriundas de Espanha.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22046" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ful-atr.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ful-atr.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ful-atr-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ful-atr-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">As lagoas costeiras parecem reunir as condições ideais para esta espécie, que também aparece contudo noutro tipo de zonas húmidas, tanto no litoral como no interior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– ocorre com regularidade no <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– ocorre regularmente no <a href="sittornada">paul de Tornada</a>, na <a href="sitquiaios">lagoa da Vela</a>, na <a href="sitervedeira">lagoa da </a><a href="sitervedeira">Ervedeira</a>, na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>, na zona de Mira e na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – observa-se na <a href="sitsmaguiar">a</a><a href="sitsmaguiar">lbufeira</a><a href="sitsmaguiar"> de Santa Maria de Aguiar</a> e nas barragens da região de Idanha-a-Nova.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – pode ser encontrado em bons números na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a>; por vezes também ocorre na <a href="sitvarzealoures">várzea de Loures</a>, nas <a href="sitalverca">salinas de Alverca</a> e nas lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – no litoral é especialmente abundante na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e também ocorre no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> (lagoas de Bem-Pais). Mais para o interior, está presente em barragens e açudes de média dimensão e é regular nas albufeiras do <a href="sitroxo">Roxo</a>, do <a href="sitdivor">Divor</a>, de <a href="sitodivelas">Odivelas</a> e do <a href="sitcaia">Caia</a>, mas é escasso na maioria das grandes albufeiras.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – muito abundante e fácil de observar na <a href="sitcastromarim">reserva de Castro Marim</a> e na <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a>, podendo também ser visto na <a href="sitaldeianova">lagoa de Aldeia Nova</a>, na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, na <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a>, na <a href="sitfozalmargem">foz do Almargem</a>, no caniçal de <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>, no <a href="sitludo">Ludo</a> e ainda na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>O galeirão é uma ave fácil de identificar e é razoavelmente frequente no nosso país. Nesta &#8220;conversa sobre aves&#8221; falamos da distribuição mundial, do habitat, dos movimentos conhecidos e da situação populacional. Outros aspectos abordados incluem o calendário reprodutor precoce e o facto de esta ser uma espécie cinegética, com referência a uma tradição, que perdurou até ao final do século XX, da caçada aos galeirões na lagoa de Santo André.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 64: o galeirão" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Lnw-y18fg9U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2020/07/galeirao-comum-devolvido-natureza.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Galeirão-comum devolvido à Natureza depois de ingressar extremamente debilitado e desnutrido</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/fulatr/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
