<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Garça-real Ardea cinerea &#8211; Aves de Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.avesdeportugal.info/tag/garca-real-ardea-cinerea/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.avesdeportugal.info</link>
	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 03 Jul 2024 17:19:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Garça-real (Ardea cinerea)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/ardcin/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/ardcin/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ardea cinerea]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Garça-real Ardea cinerea]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/ardcin/</guid>

					<description><![CDATA[Imponente, com o seu longo pescoço cinzento, a garça-real é muitas vezes a maior ave aquática que a vista alcança. Devido à facilidade com que é observada, é frequentemente uma das primeiras espécies a serem vistas por quem se inicia na observação de aves.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Imponente, com o seu longo pescoço cinzento, a garça-real é muitas vezes a maior ave aquática que a vista alcança. Devido à facilidade com que é observada, é frequentemente uma das primeiras espécies a serem vistas por quem se inicia na observação de aves.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22516" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Ardea-cinerea-2-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;<br />
<iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/52446801/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Pelecaniformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/ardeidae/" target="_blank" rel="noopener">Ardeidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Ardea</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Ardea cinerea</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 4</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Com quase 1 metro de altura, é a maior das garças que ocorrem em Portugal. É uma ave cinzenta, que se destaca pelo seu longo pescoço. Ocasionalmente pousa em árvores ou mesmo em edifícios. Pode ser confundida com a <a href="ardpur">garça-vermelha</a>, distinguindo-se desta pela total ausência de tons castanhos ou arruivados. Quando em voo o pescoço encontra-se recolhido, sendo esta uma característica que a separa da <a href="ciccic">cegonha-branca</a>.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da garça-real, clique na seta abaixo!</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Comum. Ocorre em Portugal ao longo de todo o ano, mas é mais numerosa fora da época de nidificação. Surge associada a todo o tipo de zonas húmidas, sendo particularmente abundante nos grandes estuários e lagoas costeiras. Durante a época de nidificação é relativamente escassa e tem uma distribuição mais restrita. Existem algumas colónias no Alentejo, especialmente nos distritos de Évora e Portalegre, mas são conhecidos casos de nidificação isolada noutros pontos do território. Algumas garças-reais não nidificantes podem ser vistas nas zonas de invernada ao longo da Primavera.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21851" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-cin.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-cin.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-cin-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ard-cin-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">A garça-real é uma espécie fácil de encontrar. Qualquer mancha de água doce ou salobra de média ou grande dimensão é propícia à sua observação e em zonas de habitat muito favorável ou com abundantes recursos alimentares ocorrem por vezes concentrações de muitas dezenas ou mesmo centenas de aves.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pode ser vista com facilidade no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a> e no <a href="sitestucavado">estuário do Cávado</a> e também na baía de São Paio (<a href="sitestudouro">estuário </a><a href="sitestudouro">do Douro</a>). Ocorre igualmente no <a href="sitestulima">estuário do Lima</a> e nas <a href="sitbertiandos">lagoas de Bertiandos</a>. No interior é menos frequente, mas já tem sido observada nas <a href="sitfafe">serras de Fafe</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – é a província onde a garça-real é mais escassa; observa-se sobretudo junto a barragens, nomeadamente na <a href="sitmontesinho">serra de Montesinho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – bastante frequente e fácil de observar nas zonas húmidas costeiras como a <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, o <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a> e a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>, podendo também ser vista no <a href="sittaipal">paul do Taipal</a>, no <a href="sitmadriz">paul da Madriz</a>, nas<a href="sitquiaios"> lagoas de Quiaios</a> e na <a href="sitesmoriz">barrinha de Esmoriz</a>. Por vezes aparece no rio Tornada, perto de <a href="sitsmporto">São Martinho do Porto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – as albufeiras de <a href="sitvilar">Vilar</a> e de <a href="sitsmaguiar">Santa Maria de Aguiar</a> são os principais locais de ocorrência desta garça na Beira Alta; já na Beira Baixa a espécie pode ser vista nas albufeiras da<a href="sittoulica"> Toulica</a> e da <a href="sitmarateca">Marateca</a> e também no vale do Zêzere, perto da Covilhã.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – abundante e fácil de encontrar, a garça-real é particularmente numerosa no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>, podendo ser vista nos vários pontos de observação em redor do estuário como o <a href="sitparquetejo">parque do </a><a href="sitparquetejo">Tejo</a>, as <a href="sitalverca">salinas de </a><a href="sitalverca">Alverca</a>, o sapal de <a href="sitcorroios">Corroios</a>, o <a href="sithortas">sítio das Hortas</a> ou as lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da </a><a href="sitpontadaerva">Erva</a>; ocorre também no <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a>, na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de </a><a href="sitlagoaalbuf">Albufeira</a>, no <a href="sitboquilobo">paul do Boquilobo</a> e no rio Nabão, em <a href="sittomar">Tomar</a>. Ocasionalmente é vista na zona ribeirinha de <a href="sitlisboa">Lisboa</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – o <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, a <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e a <a href="sitribeiramoinhos">ribeira de Moinhos</a> são alguns bons locais para procurar esta garça junto à costa; mais para o interior, a espécie observa-se facilmente na <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a>, nas barragens da <a href="sitbarrpovoa">Póvoa</a>, de <a href="sitmontargil">Montargil</a>, do <a href="sitmaranhao">Maranhão</a> e do <a href="sitcaia">Caia</a>, bem como em muitas outras barragens e açudes da região. Outro local de ocorrência é o <a href="sitbeja">aterro sanitário de </a><a href="sitbeja">Beja</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – é frequente nas principais zonas húmidas da região, como a <a href="sitriaformosa">ria Formosa</a>, o <a href="sitludo">Ludo</a>, o <a href="sitlagos">paul de Lagos</a>, a <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, o <a href="sitestuarade">estuário do </a><a href="sitestuarade">Arade</a>, a <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a>, a <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a>, a zona de <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitvilamoura/">Vilamoura</a> e a <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitcastromarim/">reserva de Castro Marim</a>. Ocasionalmente observa-se também na <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitbocadorio/">Boca do Rio</a>, na <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitcarrapateira/">Carrapateira</a> e nas <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitodiaxere/">salinas de Odiáxere</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
</div>
<p>Partilhamos o 45º episódio das &#8220;conversas sobre aves&#8221;, dedicado à garça-real. Nesta conversa, falamos do nome científico e do seu significado, do habitat frequentado por esta espécie, da alimentação, e da nidificação em Portugal. No final fazemos uma referência à longevidade desta garça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 45: a garça-real" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Uy1-qGTusVI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<div id="aves_top_div_2col">
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Ardea-cinerea">Ficha da garçhttps://youtu.be/Uy1-qGTusVIa-real no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/ardcin/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
