<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Gralha-preta Corvus corone &#8211; Aves de Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.avesdeportugal.info/tag/gralha-preta-corvus-corone/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.avesdeportugal.info</link>
	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 23 Dec 2023 11:36:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Gralha-preta (Corvus corone)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/corcrn/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/corcrn/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Corvus corone]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Gralha-preta Corvus corone]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/corcrn/</guid>

					<description><![CDATA[Os gritos roucos da gralha denunciam imediatamente a sua presença. Esta espécie oportunista é vista facilmente ao longo das estradas e, por vezes, em aterros sanitários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Os gritos roucos da gralha denunciam imediatamente a sua presença. Esta espécie oportunista é vista facilmente ao longo das estradas e, por vezes, em aterros sanitários.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22623" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Corvus-corone.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Corvus-corone.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Corvus-corone-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Corvus-corone-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Corvus-corone-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Corvus-corone-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Corvus-corone-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Corvus-corone-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Corvus-corone-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Corvus-corone-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/37801011/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/corvidae/" target="_blank" rel="noopener">Corvidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Corvus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Corvus corone</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 2</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Grande e totalmente preta. O bico é preto e relativamente forte. Apesar de serem conhecidas por “corvos” em muitas zonas do país, não devem ser confundidas com esta espécie. Assim, a gralha-preta distingue-se do corvo pelo menor tamanho, pela cauda quadrada e pelas vocalizações mais longas (“<em>kraa-kraa-kraa</em>”) e da  <a href="https://www.avesdeportugal.info/colmon">gralha-de-nuca-cinzenta</a> (esta bastante mais pequena) pela ausência de mancha clara na cabeça e pelos olhos escuros.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da gralha-preta, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/81915/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e calendário</h2>
<p>A gralha-preta é um dos corvídeos mais abundantes da nossa fauna. Pode ser vista em quase todos os tipos de habitats, excepto as zonas urbanizadas. Forma frequentemente pequenos bandos. Distribui-se por todo o território, embora seja relativamente rara na parte meridional do Alentejo e no Algarve. É uma espécie residente que pode ser vista durante todo o ano.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21072" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cor-crn.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cor-crn.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cor-crn-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cor-crn-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Pode ser vista com frequência por todo o país, excepto no Baixo Alentejo e no Algarve, onde se torna rara. Dada a sua relativa abundância e facilidade de observação, indicam-se apenas alguns dos locais onde a espécie é comum.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pode ser observada no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a> e na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a> e também nas zonas rurais do concelho de <a href="sitguimaraes">Guimarães</a>. Ocorre igualmente nas <a href="sitfafe">serras de Fafe</a>, nas <a href="sitbertiandos">lagoas de Bertiandos</a> e no <a href="sitcornodebico">Corno de Bico</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – é frequente nas serras do <a href="sitgeres">Gerês</a>, do <a href="sitalvao">Alvão</a> e da <a href="sitcoroa">Coroa</a> e ainda na região de <a href="sitmiranda">Miranda do </a><a href="sitmiranda">Douro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– comum em toda esta região; alguns locais onde pode ser observada incluem as <a href="sitquiaios">lagoas de Quiaios</a>, o <a href="sitpinhalleiria">pinhal de Leiria</a>, a <a href="sitervedeira">lagoa da Ervedeira</a>, a zona de <a href="sitsmporto">São </a><a href="sitsmporto">Martinho </a><a href="sitsmporto">do </a><a href="sitsmporto">Porto</a> e a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>. Também ocorre na <a href="sitaire">serra de </a><a href="sitaire">Aire</a> e na cidade de <a href="sitsico">Pombal</a>, junto ao rio Arunca.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – é uma espécie fácil de observar: na Beira Alta pode ser vista com relativa facilidade na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>, na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>, em <a href="sitribacoa">Vilar </a><a href="sitribacoa">Formoso</a>, na zona do <a href="sitsabugal">Sabugal</a> e ainda na <a href="sitvilar">albufeira de Vilar</a>; mais para sul, na Beira Baixa, observa-se na <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da </a><a href="sitgardunha">Gardunha</a>, na <a href="sitmarateca">albufeira da Marateca</a> e no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e vale do Tejo</b> – é comum em toda a envolvente do <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (podendo ser vista nas zonas da <a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>, de <a href="sitpancas">Pancas</a>, da <a href="sitribeiraenguias">ribeira das Enguias</a> e também na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e em <a href="sitcorroios">Corroios</a>) e no vizinho <a href="sitbarroca">paul da Barroca</a>; também se observa na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a> e na <a href="sitarrabida">serra da Arrábida</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – no Alto Alentejo é comum e pode ser vista em <a href="sitnisa">Nisa</a>, nas barragens da <a href="sitpovoa">Póvoa</a>, do <a href="sitmaranhao">Maranhão</a> e do <a href="sitdivor">Divor</a> e na zona de <a href="sitelvas">Elvas</a>; no Baixo Alentejo é frequente no litoral, nomeadamente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e no <a href="sitcabosardao">cabo Sardão</a>;  no interior da região torna-se mais rara, podendo ser vista por exemplo no <a href="sitbeja">aterro sanitário de Beja</a>, na <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a> e também na região de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – ocorre regularmente no <a href="sitrogil">planalto do Rogil</a>; no resto da região as observações são esporádicas e irregulares.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Se deseja saber mais acerca da gralha-preta, não deixe de ouvir esta conversa, na qual abordamos a situação taxonómica da espécie e das diferenças como este assunto é tratado pelas várias autoridades. Falamos também de aspectos comportamentais e da interacção com outras espécies, como sejam rapinas e cucos-rabilongos. Na segunda parte mencionamos aspectos da dieta, que é variada, da sua distribuição em Portugal e na Europa e das dificuldades de identificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 51: a gralha-preta" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/twqFvvM-bng?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Portugal ocorrem regularmente quatro espécies de corvídeos negros. A identificação destas aves nem sempre é fácil, uma vez que algumas espécies são bastante parecidas. Se deseja aprender a distinguir o corvo das várias espécies de gralhas, veja a apresentação seguinte!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Corvos e Gralhas" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/TNT6rp7ue_0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://ominho.pt/psp-resgata-sete-aves-protegidas-que-estavam-a-venda-na-feira-de-famalicao/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">PSP resgata sete aves protegidas que estavam à venda na feira de Famalicão</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/leitores-joao-almeida-foi-apanhado-de-surpresa-por-uma-gralha-atrevida/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Leitores: João Almeida foi apanhado de surpresa por uma gralha atrevida</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/cronicas/dias-com-vida-selvagem-as-gralhas-da-pedra-que-verte-agua/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dias com vida selvagem: as gralhas da Pedra Que Verte Água</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/monitor/gralhas-pretas-em-cativeiro-ilegal-precisaram-de-um-ano-para-recuperar/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Gralhas-pretas em cativeiro ilegal precisaram de um ano para recuperar</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://zap.aeiou.pt/gralhas-consciencia-si-mesmas-489993" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Penso, logo existo. As gralhas têm consciência de si mesmas, tal como nós</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://maisguimaraes.pt/gnr-resgata-gralha-preta-mantida-em-cativeiro/" target="_blank" rel="noopener">GNR resgata gralha-preta mantida em cativeiro</a></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/corcrn/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
