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	<title>Guincho-comum Chroicocephalus ridibundus &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Guincho-comum (Chroicocephalus ridibundus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/chrrid/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Charadriiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Chroicocephalus ridibundus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Guincho-comum Chroicocephalus ridibundus]]></category>
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					<description><![CDATA[Sendo uma gaivota muito abundante em Portugal, o guincho-comum não cativa geralmente a atenção dos ornitólogos. No entanto, quem observar esta espécie ao longo do ano notará que as aves se tornam mais atraentes a partir de Fevereiro ou Março, quando os adultos vestem o seu capuz cor de chocolate.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/charadriiformes/'>Charadriiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Sendo uma gaivota muito abundante em Portugal, o guincho-comum não cativa geralmente a atenção dos ornitólogos. No entanto, quem observar esta espécie ao longo do ano notará que as aves se tornam mais atraentes a partir de Fevereiro ou Março, quando os adultos vestem o seu capuz cor de chocolate.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/132637951/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Charadriiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/laridae/" target="_blank" rel="noopener">Laridae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Chroicocephalus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Chroicocephalus ridibundus</em> (Linnaeus, 1766)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>É uma gaivota relativamente pequena. Por baixo é branca e por cima é prateada. As asas são cinzentas com um triângulo branco nas primárias. O bico e as patas são vermelhos. A partir de Março os adultos envergam a plumagem nupcial, facilmente reconhecível pelo capuz castanho, cor de chocolate. Pode formar bandos de centenas ou mesmo milhares de indivíduos e mistura-se frequentemente com outras espécies de gaivotas. Pode confundir-se com a <a href="ichmel">gaivota-de-cabeça-preta</a>, distinguindo-se desta última espécie pela ponta preta das asas e, quando em plumagem nupcial, pelo capuz castanho, e não preto.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do guincho-comum, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/87742/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O guincho-comum ocorre em Portugal principalmente como invernante e pode ser observado sobretudo de Julho a Março. A partir do fim de Junho os primeiros adultos regressam, por vezes ainda em plumagem de Verão e em Julho aparecem os primeiros juvenis. Como nidificante é claramente raro, havendo registos isolados de nidificação nos estuários do Mondego e do Sado. Note-se que alguns indivíduos não reprodutores podem ser observados em Portugal durante a época de nidificação.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21928" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Chr-rid.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Chr-rid.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Chr-rid-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Chr-rid-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Esta pequena gaivota é uma espécie relativamente fácil de observar em Portugal. É mais abundante junto à faixa costeira, sendo particularmente numerosa nos grandes estuários.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – espécie facilmente observável nos estuários do <a href="sitestuminho">Minho</a>, do <a href="sitestulima">Lima</a> e do <a href="sitestucavado">Cávado</a>, assim como no Cabedelo (<a href="sitestudouro">estuário do Douro</a>), onde é uma invernante comum.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – por vezes ocorre na albufeira do Azibo e no vale do Douro, onde é uma invernante pouco frequente.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro</b> – comum nesta região, sobretudo no <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a>, no baixo Mondego e na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a>, assim como na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>, na baía de <a href="sitsmporto">São Martinho do </a><a href="sitsmporto">Porto</a> e junto ao <a href="sitpeniche">cabo </a><a href="sitpeniche">Carvoeiro</a>. Ocorre ainda, em pequenos números, na <a href="sitesmoriz">barrinha de </a><a href="sitesmoriz">Esmoriz</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – ocorre regularmente em locais como as <a href="sitportasrodao">P</a><a href="sitportasrodao">ortas de Ródão</a> e a albufeira de Idanha.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – pode ser observada na cidade de <a href="sitlisboa">Lisboa</a>, sobretudo na zona ribeirinha e no vizinho <a href="sitparquetejo">Parque do </a><a href="sitparquetejo">Tejo</a>. O <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> alberga a maior população invernante, sendo facilmente avistada nesta zona. Também ocorre na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a> e na <a href="sitfozsizandro">foz do Sizandro</a>, assim como na <a href="sitcostaestoril">costa do Estoril</a>. Ocasionalmente aparece no <a href="sitbarroca">paul da </a><a href="sitbarroca">Barroca</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – espécie regularmente observada no litoral, sobretudo no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e no <a href="sitestumira">estuário do Mira</a>. No interior, é frequente nas albufeiras do <a href="sitcaia">Caia</a> e do <a href="sitalqueva">Alqueva</a>, e na <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a>, assim como nas albufeiras de <a href="sitodivelas">Odivelas</a> e de <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Também pode ser vista no <a href="sitbeja">aterro sanitário de Beja</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – sendo bastante comum nesta região, a sua detecção é fácil em locais como o <a href="sitludo">Ludo</a>, a <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a>, a <a href="sitriaformosa">ria </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a>, a reserva de <a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>, o <a href="sitestuarade">estuário do Arade</a>, a <a href="sitriadealvor">ria </a><a href="sitriadealvor">de Alvor</a> e o <a href="sitlagos">paul de Lagos</a>. Na costa ocidental o melhor local é a <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Partilhamos a gravação de uma conversa sobre o guincho, na qual falamos das recentes alterações taxonómicas, do habitat, da distribuição, da dimensão da população invernante e do estatuto como reprodutora em Portugal e Espanha. Abordamos também os movimentos migratórios e a origem das aves que vêm invernar ao nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 40: o guincho" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Mk90XmjVmlM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.atlasavesmarinhas.pt/guincho/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Atlas das aves marinhas de Portugal &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Chroicocephalus ridibundus</span></i></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2020/12/mais-um-guincho-comum-recuperado-e-de.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Mais um Guincho-comum recuperado e de volta à Natureza</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2020/11/guincho-e-gaivota-de-cabeca-preta-de.html" target="_blank" rel="noopener">Guincho e Gaivota-de-cabeça-preta de volta à Natureza</a></li>
</ul>
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