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	<title>Mocho-galego Athene noctua &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Mocho-galego (Athene noctua)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Athene noctua]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Strigiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Mocho-galego Athene noctua]]></category>
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					<description><![CDATA[Este pequeno mocho é a ave de rapina noturna mais fácil de observar, devido aos seus hábitos parcialmente diurnos. O seu hábito de pousar em pontos altos, à beirada estrada, torna esta espécie bastante conspícua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/strigiformes/'>Strigiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Este pequeno mocho é a ave de rapina nocturna mais fácil de observar, devido aos seus hábitos parcialmente diurnos. O seu hábito de pousar em pontos altos, à beirada estrada, torna esta espécie bastante conspícua.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22520" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Athene-noctua.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Athene-noctua.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Athene-noctua-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Athene-noctua-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Athene-noctua-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Athene-noctua-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Athene-noctua-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Athene-noctua-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Athene-noctua-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Athene-noctua-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/89773791/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Strigiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/strigidae/" target="_blank" rel="noopener">Strigidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Athene</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Athene noctua</em> (Scopoli, 1769)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 13</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie <em>A. n. vidalii</em>.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Pouco maior que um <a href="https://www.avesdeportugal.info/turmer">melro</a>, o mocho-galego chama a atenção pela sua característica silhueta arredondada. A plumagem é castanha, com malhas brancas e os olhos são amarelos. As suas vocalizações, que fazem lembrar um latido, são facilmente audíveis, podendo ouvir-se vários indivíduos a responder uns aos outros nas zonas onde a espécie é mais comum.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do mocho-galego, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/76846/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O mocho-galego é uma ave relativamente comum e encontra-se de norte a sul do país. É uma espécie residente, que está presente no país durante todo o ano. É particularmente frequente em terrenos agrícolas com algumas árvores dispersas e em olivais. Muitas vezes ocorre em ruínas ou amontoados de pedras, que usa para nidificar. Está ausente em zonas de altitude, bem como em áreas densamente florestadas.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21283" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ath-noc.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ath-noc.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ath-noc-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ath-noc-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Por vezes bastante conspícua visualmente, esta rapina nocturna faz-se ouvir com frequência, sendo fácil de detectar junto a localidades do interior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pouco abundante nesta região, encontra-se sobretudo nos vales de alguns rios, como o Cávado e o Ave. Pode ser observado junto ao parque da cidade, em <a href="sitguimaraes">Guimarães</a>, assim como na zona de Viana do Castelo e na vizinha veiga da Areosa.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – espécie pouco comum nesta região, onde pode ser observada com relativa facilidade em zonas como <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>, o baixo Sabor e a veiga de Chaves.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral cent</b><b>r</b><b>o</b> – ocorre em zonas como a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>, o baixo Mondego e o pinhal de Mira.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – trata-se de um mocho comum nesta região, nomeadamente no <a href="sittejointernac">Tejo </a><a href="sittejointernac">Internacional</a> e no planalto de <a href="sitribacoa">Vilar </a><a href="sitribacoa">Formoso</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – nesta região, destaca-se a zona de <a href="sitpancas">Pancas</a> (no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>), onde é relativamente comum. Também pode ser visto regularmente no <a href="sitcaboespichel">cabo Espichel</a> e na <a href="sitcostacaparica">Costa de Caparica</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – os mochos-galegos são comuns no Alentejo, especialmente em zonas mais abertas do interior, sendo fácil observá-lo na região de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>. Também podem ser vistos na zona de <a href="sitnisa">Alpalhão</a>, nas planícies de <a href="sitevora">Évora</a> e na <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta é a região onde o mocho-galego é mais fácil de detectar. Pode ser visto, por exemplo, na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, assim como na <a href="sitlagoasalg">lagoa dos </a><a href="sitlagoasalg">Salgados</a>, na zona de <a href="sitcabosaovic">Sagres</a><a href="sitcabosaovic">&#8211;</a><a href="sitcabosaovic">cabo de São </a><a href="sitcabosaovic">Vicente</a> e no barrocal algarvio, de que é exemplo a Rocha da Pena.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Ave nacional da Grécia e ave favorita da deusa Atena, o mocho-galego é a mais comum das rapinas nocturnas portuguesas. Nesta conversa, cuja gravação aqui partilhamos, falamos da situação desta espécie em Portugal e na Europa, do habitat, da subespécie <em>vidalii</em> que ocorre no nosso país, da tendência populacional e dos principais factores de ameaça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 23: o mocho-galego" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/AxH4Bln8YYk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/qual-a-diferenca-entre-mocho-e-coruja/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Qual a diferença entre mocho e coruja?</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://gulbenkian.pt/jardim/read-watch-listen/da-coruja-das-torres-ao-mocho-galego-como-contribuir-para-a-conservacao-das-aves-de-rapina-noturnas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Da coruja-das-torres ao mocho-galego, como contribuir para a conservação das aves de rapina noturnas</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.noticiasaominuto.com/pais/2344625/gnr-recupera-mocho-galego-debilitado-na-serta-alunos-deram-alerta" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">GNR recupera mocho-galego &#8220;debilitado&#8221; na Sertã. Alunos deram alerta</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://noticiasdevilareal.com/gnr-de-vila-real-recolheu-mocho-galego-preso-em-chamine/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">GNR de Vila Real recolheu mocho galego preso em chaminé</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://correiodoribatejo.pt/psp-resgata-cria-de-mocho-galego/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">PSP resgata cria de Mocho Galego</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2022/02/mocho-galego-devolvido-natureza-apos.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Mocho-galego devolvido à Natureza após ter sido resgatado de uma vedação, onde estava preso pela cabeça</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/mocho-libertado-apos-ter-estado-ilegalmente-em-cativeiro" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Mocho libertado após ter estado ilegalmente em cativeiro</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://strirapinasnocturnas.com/aves-rapina-nocturnas-portugal/mocho-galego/" target="_blank" rel="noopener">STRI &#8211; Rpinas noturnas de Portugal &#8211; <i>Athene noctua</i></a></li>
</ul>
</div>
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