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	<title>Ostraceiro Haematopus ostralegus &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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	<item>
		<title>Ostraceiro (Haematopus ostralegus)</title>
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					<comments>https://www.avesdeportugal.info/haeost/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Charadriiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Haematopus ostralegus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Ostraceiro Haematopus ostralegus]]></category>
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					<description><![CDATA[Este ganso nidifica nas regiões árticas e inverna na Europa em latitudes temperadas. Na maioria dos anos é muito raro em Portugal, mas em certos invernos pode ser relativamente numeroso - foi o que aconteceu em 1991-92,2011-12 e 2014-15. Nestes anos, o total de aves em Portugal deverá ter atingido as muitas dezenas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/charadriiformes/'>Charadriiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">As limícolas são um grupo difícil de identificar, especialmente no Inverno, mas o ostraceiro destaca-se das restantes espécies e é fácil de reconhecer, mesmo a grande distância.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Region. extinto (pop. residente) Quase ameaçado (invernada)</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/49918521/embed/640" width="690" height="540" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Charadriiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/haematopodidae/" target="_blank" rel="noopener">Haematopodidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Haematopus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Haematopus ostralegus</em> Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 4</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O ostraceiro é fácil de identificar: preto e branco, com as patas e o bico de um tom laranja avermelhado muito intenso. Em voo é visível uma risca branca na asa e quando em plumagem de Inverno as aves apresentam também um meio-colar branco. Não se confunde com nenhuma outra ave europeia.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do ostraceiro, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/27068/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Em Portugal, esta limícola de hábitos costeiros é uma espécie pouco comum e com uma distribuição muito fragmentada. No entanto, a sua ocorrência parece ser regular nalguns locais do território nacional. Embora a espécie seja principalmente invernante em Portugal, existem observações de ostraceiros em todos os meses do ano. As observações feitas na Primavera e no Verão deverão envolver indivíduos não nidificantes. De uma forma geral é pouco abundante, embora localmente possam ocorrer concentrações de algumas centenas de indivíduos.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22031" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hae-ost.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hae-ost.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hae-ost-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hae-ost-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>A quase totalidade da população invernante de ostraceiros concentra-se em meia dúzia de locais, sendo a espécie rara no resto do país.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho </b>– o ostraceiro observa-se regularmente na Ínsua, junto ao <a href="sitestuminho">estuário </a><a href="sitestuminho">do Minho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> – a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a> é um dos locais onde a presença de ostraceiros parece ser regular.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e vale do Tejo</b> – a espécie pode ser vista nas salinas do Samouco e nas praias rochosas da <a href="sitericeira">Ericeira</a> e da <a href="sitcostaestoril">costa </a><a href="sitcostaestoril">do Estoril</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – o <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> acolhe uma importante população de ostraceiros invernantes, que podem ser vistos na zona do sapal da Carrasqueira; adicionalmente, a espécie pode ser observada no litoral rochoso a sul de Sines.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – existem três locais principais de observação de ostraceiros no Algarve: a foz do rio Guadiana, a <a href="sitriadealvor">ria de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a> e a <a href="sitriaformosa">ria Formosa</a> (neste último local esta limícola pode ser vista durante quase todo o ano).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Nesta conversa cuja gravação aqui partilhamos falamos sobre o ostraceiro e começamos pelo significado do nome científico <em>Haematopus ostralegus</em>. Outros aspectos abordados incluem a distribuição, o habitat, a dimensão da população invernante e a existência de uma pequena população reprodutora na Península Ibérica. Fazemos também uma referência ao extinto ostraceiro-das-canárias. No final mencionamos o estatuto de ameaça e os movimentos migratórios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 62: o ostraceiro" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/v98Doc6XxlA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Haematopus-ostralegus">Ficha do ostraceiro no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.atlasavesmarinhas.pt/ostraceiro/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Atlas das aves marinhas de Portugal &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Haematopus ostralegus</span></i></a></li>
</ul>
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