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	<title>Pardal-comum Passer domesticus &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Pardal-comum (Passer domesticus)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passer domesticus]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Pardal-comum Passer domesticus]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das mais abundantes espécies da nossa avifauna, e, provavelmente, a mais conspícua, desde há muito que o pardal-comum se estabeleceu em ambientes urbanos, sendo bastante fácil de detetar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Uma das mais abundantes espécies da nossa avifauna, e, provavelmente, a mais conspícua, desde há muito que o pardal-comum se estabeleceu em ambientes urbanos, sendo bastante fácil de detectar.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Passer-domesticus.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22752" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Passer-domesticus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Passer-domesticus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Passer-domesticus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Passer-domesticus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Passer-domesticus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Passer-domesticus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Passer-domesticus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Passer-domesticus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Passer-domesticus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/298356791/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Passeridae/" target="_blank" rel="noopener">Passeridae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Passer</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Passer domesticus</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 12</p>
<p>Em Portugal nidifica a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O facto de coexistir com o homem no mesmo ambiente faz com que as suas características sejam facilmente apreciadas. Os machos e as fêmeas apresentam plumagens diferentes, sendo o primeiro caracterizado pelo babete preto, a testa e a coroa cinzentas, os loros escuros e o dorso acastanhado com marcas escuras. As fêmeas não possuem babete nem os loros escuros, apresentando a plumagem acastanhada e uma lista creme desde o olho à nuca. O bico é grosso, como é próprio das aves granívoras.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do pardal-comum, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/55221/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O facto de coexistir com o homem no mesmo ambiente faz com que as suas características sejam facilmente apreciadas. Os machos e as fêmeas apresentam plumagens diferentes, sendo o primeiro caracterizado pelo babete preto, a testa e a coroa cinzentas, os loros escuros e o dorso acastanhado com marcas escuras. As fêmeas não possuem babete nem os loros escuros, apresentando a plumagem acastanhada e uma lista creme desde o olho à nuca. O bico é grosso, como é próprio das aves granívoras.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21777" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-pas-dom-1.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-pas-dom-1.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-pas-dom-1-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-pas-dom-1-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Sendo provavelmente a espécie mais observada em Portugal, não é difícil detectá-la, sendo preferível procurá-la em ambientes humanizados, onde se deixa observar a menor distância.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – presente junto das localidades, pode ser visto facilmente nos estuários do <a href="sitestuminho">Minho</a> e do <a href="sitestucavado">Cávado</a> e também no <a href="sitparquecidade">Parque d</a><a href="sitparquecidade">a </a><a href="sitparquecidade">C</a><a href="sitparquecidade">idade</a> do Porto. Também se observa junto às aldeias no <a href="sitcornodebico">Corno de Bico</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – pode ser visto em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>, nas aldeias da serra da <a href="sitcoroa">Coroa</a> e nas cidades de Chaves, Vila Real e Bragança, entre muitos outros locais.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– não existem zonas onde a espécie seja escassa, pelo que ocorre bem distribuída e em elevadas densidades um pouco por toda a região, nomeadamente junto  das localidades, como Coimbra, Figueira da Foz e Óbidos, e também em zonas húmidas como a <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a> e o baixo Mondego.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – distribui-se bastante bem pelo território, podendo ser visto em <a href="sitribacoa">Vilar Formoso</a>, nas aldeias da região do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>, em <a href="sitsegura">Segura</a>, na aldeia do Sabugueiro (<a href="sitserradaestrela">s</a><a href="sitserradaestrela">erra </a><a href="sitserradaestrela">da </a><a href="sitserradaestrela">Estrela</a>) e nas aldeias do <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>isboa e vale do Tej</b><b>o</b> – bastante comum por toda a região, sobretudo nas grandes zonas urbanas como em <a href="sitlisboa">Lisboa</a> e junto da <a href="sitcostaestoril">costa do Estoril</a>. Ocorre em bandos de grande dimensões no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> em associação com outras espécies, especialmente no Inverno. Pode também ser visto com facilidade no <a href="sitcaboespichel">cabo Espichel</a> e no <a href="sithortas">sítio das Hortas</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – ao longo de toda esta região está presente em grande número, inclusive nas planícies mais abertas de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitevora">Évora</a>, e nas zonas secas de <a href="sitmertola">Mértola</a>,<a href="sitmoura"> Moura</a> e <a href="sitmourao">Mourão</a>, para além de muitos outros locais e localidades. É fácil observá-lo de perto em <a href="sitcastvide">Castelo de Vide</a> e <a href="sitmarvao">Marvão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – extremamente bem distribuída ao longo desta região, desde as cotas mais altas da <a href="sitmonchique">serra de Monchique</a>, até ao <a href="sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a> e zonas salinas da <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro </a><a href="sitcastromarim">Marim</a>, sendo mais comum nas localidades. Também é frequente na <a href="sitquintadolago">Quinta do </a><a href="sitquintadolago">Lago</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Partilhamos aqui dois vídeos acerca do pardal-comum. O primeiro é um episódio da série &#8220;conversas sobre aves&#8221;, dedicado a esta espécie. No segundo descrevem-se os vários critérios de identificação das quatro espécies de pardais que ocorrem em Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 10: o pardal-comum" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/cikYB-Cz2Jo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Pardais" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/WrZLAM_z2iI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.terraruiva.pt/2021/03/20/dia-mundial-do-pardal-para-alertar-para-os-perigos-que-ameacam-esta-pequena-ave/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Dia Mundial do Pardal, para alertar para os perigos que ameaçam esta pequena ave</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://capeiaarraiana.pt/2015/10/21/aves-das-nossas-terras-o-pardal/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Aves das nossas terras – o pardal</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.cienciaviva.pt/aprenderforadasaladeaula/index.asp?accao=showobj&amp;id_obj=2932" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ciência viva &#8211; Pardal-comum</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/reducao-de-pardais-em-portugal-agrava-risco-de-pragas" target="_blank" rel="noopener">Redução de pardais em Portugal agrava risco de pragas</a></li>
<li aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2017/05/devolucao-natureza-de-um-pardal-comum.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Devolução à Natureza de um pardal-comum</span></a></li>
</ul>
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