<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Pato-trombeteiro Spatula clypeata &#8211; Aves de Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.avesdeportugal.info/tag/pato-trombeteiro-spatula-clypeata/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.avesdeportugal.info</link>
	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 01 Nov 2024 09:33:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>Pato-trombeteiro (Spatula clypeata)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/spacly/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/spacly/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anseriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Spatula clypeata]]></category>
		<category><![CDATA[Pato-trombeteiro Spatula clypeata]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/spacly/</guid>

					<description><![CDATA[Facilmente identificável, com a sua silhueta atarracada e o seu característico bico comprido e largo em forma de colher, é uma das espécies de patos mais comuns no nosso país durante a época de Invernada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/anseriformes/'>Anseriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Facilmente identificável, com a sua silhueta atarracada e o seu característico bico comprido e largo em forma de colher, é uma das espécies de patos mais comuns no nosso país durante a época de Invernada.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Em perigo (população residente) Pouco preocupante (invernada)</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/205358141/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Anseriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/anatidae/" target="_blank" rel="noopener">Anatidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Spatula</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Spatula clypeata</em> (Linnaeus, 1758)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Trata-se de um pato de dimensões médias. O macho: com a cabeça verde-garrafa,o peito branco e os flancos castanhos, distingue-se de imediato da fêmea: toda acastanhada, à semelhança das outras espécies de patos de superfície. Em voo ambos os sexos apresentam um espelho alar verde. Tanto pousados, estando na água &#8211; meneando o bico constantemente ou utilizando-o como «aspirador», à superfície, na prospecção de alimento &#8211; ou em voo, têm um aspecto bastante típico,aparentando um aspecto algo pesado e «curto».</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O pato-trombeteiro, no nosso país, é sobretudo um invernante, chegando os primeiros indivíduos muito cedo, a partir de Agosto, permanecendo algumas aves entre nós até Abril. Associa-se frequentemente a outras espécies de patos formando por vezes bandos muito numerosos. Ocorre, de Norte a Sul de Portugal,ocupando todo o tipo de habitats aquáticos de baixa profundidade: tanto em lagoas costeiras, como açudes, barragens, pauis ou ribeiras no interior.Existe ainda uma pequena população reprodutora, localizada sobretudo a sul do Tejo: essencialmente distribuída pelo Alentejo e por alguns locais do Algarve.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22129" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Spa-cly.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Spa-cly.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Spa-cly-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Spa-cly-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Sendo um pato razoavelmente abundante, pode ser visto com relativa facilidade nas principais zonas húmidas do país.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral cent</b><b>r</b><b>o</b> – destacam-se a pateira das <a href="sitsaojacinto">Dunas de São Jacinto</a>, os pauis do Baixo Mondego (<a href="sitarzila">Arzila</a>, <a href="sitmadriz">Madriz</a> e <a href="sittaipal">Taipal</a>), a Quinta da Foja e a Quinta do Canal. Por vezes observam-se pequenos bandos na <a href="sitlagoaobid">lagoa de </a><a href="sitlagoaobid">Óbidos</a> e nas<a href="sitquiaios"> lagoa</a><a href="sitquiaios">s</a><a href="sitquiaios"> d</a><a href="sitquiaios">e</a><a href="sitquiaios"> Quiaios</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – observa-se habitualmente no <a href="sitboquilobo">paul do Boquilobo</a>. No <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> pode ser visto com regularidade nas Marinhas da Saragoça (lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>), nas salinas de <a href="sitalverca">Alverca</a> e de Vasa-Sacos (<a href="sitpancas">Pancas</a>) e no <a href="sithortas">sítio das Hortas</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é fácil de observar no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, nomeadamente no Zambujal e nas lagoas de Bem-Pais e Sachola. No interior ocorre em alguns açudes da zona das Alcáçovas/<a href="sitsaocristovao">São Crist</a><a href="sitsaocristovao">ó</a><a href="sitsaocristovao">vão</a>: Banhas, Fartos, Caldeira e Defesa Grande; ocorre também na zona de Ferreira do Alentejo e Aljustrel, particularmente na <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a> e nas albufeiras do <a href="sitalqueva">Alqueva</a>, de <a href="sitodivelas">Odivelas</a> e do <a href="sitroxo">Roxo</a>. Mais para o litoral, destaca-se  igualmente a <a href="sitsantoandre">l</a><a href="sitsantoandre">agoa de </a><a href="sitsantoandre">Santo André</a>. No norte alentejano é menos numeroso, sendo de referir a sua ocorrência na zona de <a href="sitalter">Alter do Chão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – este pato encontra-se com facilidade nos <a href="sitfialho">Salgados do Fialho</a>, no <a href="sitludo">Ludo</a>, na <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a> e na reserva de <a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também aparece em pequenos números na <a href="sitaldeianova">lagoa de Aldeia Nova</a>, na <a href="sitdunasdouradas">lagoa das </a><a href="sitdunasdouradas">Dunas </a><a href="sitdunasdouradas">Douradas</a>, na <a href="sitfozalmargem">foz do Almargem</a> e em <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>O pato-trombeteiro é, essencialmente, uma espécie invernante em Portugal, mas também nidifica no nosso país. Nesta conversa abordamos em detalhe o estatuto da espécie em Portugal e dissecamos a informação publicada acerca da dimensão populacional e da distribuição conhecida. Também falamos de aspectos morfológicos, da alimentação e dos nomes da espécie (comum e científico). No final, comentamos a taxonomia, a distribuição mundial e o estatuto de ameaça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 123: o pato-trombeteiro" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/ntZf4azGcLs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Anas-clypeata">Ficha do pato-trombeteiro no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/spacly/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
