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	<title>Petinha-de-richard Anthus richardi &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Petinha-de-richard (Anthus richardi)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anthus richardi]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas vezes vista como um prémio para os ornitólogos, já foi considerada uma raridade em Portugal. Trata-se de uma petinha que percorre um longo caminho desde a Sibéria para estar entre nós.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
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<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Muitas vezes vista como um prémio para os ornitólogos, já foi considerada uma raridade em Portugal. Trata-se de uma petinha que percorre um longo caminho desde a Sibéria para estar entre nós.</h4>
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<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/motacillidae/" target="_blank" rel="noopener">Motacillidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Anthus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Anthus richardi</em> Vieillot, 1818</p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Esta é uma ave de difícil identificação, pois é bastante semelhante à <a href="antcam">petinha-dos-campos</a>. As diferenças residem sobretudo nas patas mais compridas e na ausência de lista preta nos loros. Embora nem sempre seja possível conseguir ter uma visão clara das patas, um olhar atento à garra posterior ajuda a identificar esta espécie, pois é bastante mais comprida que as das congéneres. Também característico é o seu hábito de peneirar antes de pousar.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A petinha-de-richard é bastante rara em Portugal. É uma migradora proveniente das paragens longínquas da Sibéria, que ocorre entre nós sobretudo como migradora de passagem. Contudo, já foi registada a permanência entre nós de alguns indivíduos invernantes. Assim, a melhor época para a observação desta espécie decorre entre Outubro e Dezembro, podendo alguns exemplares ser ainda observados durante os meses finais do Inverno. Ocorre sobretudo junto a prados húmidos ou alagados, nas margens de lagoas, pequenos charcos e açudes. Por vezes associa-se a outras espécies de petinhas.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20859" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ant-ric.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ant-ric.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ant-ric-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Ant-ric-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>São escassos os registos desta espécie que apenas nas últimas duas décadas começou a ser detectada com regularidade em Portugal. A esmagadora maioria das observações foi feita em zonas a sul do Tejo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro</b> &#8211; aparentemente regular na zona de <a href="sitpeniche">Peniche</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – escassamente registada nesta região, foi já notada a sua presença no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>, nomeadamente nas lezírias da<a href="sitpontadaerva"> Ponta da Erva</a> e em <a href="sitpancas">Pancas</a>, assim como no <a href="sitcaboespichel">c</a><a href="sitcaboespichel">abo Espichel</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – ocorre regularmente junto ao <a href="sitcabosardao">c</a><a href="sitcabosardao">abo Sardão</a>, na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a>, e no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, tendo sido também registada mas em menor número, na <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – Pode ser observada esporadicamente no <a href="sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a> e em Sagres e na <a href="sitlagoasalg">l</a><a href="sitlagoasalg">agoa dos Salgados</a>. Para além destes locais, já foi também registada no Paul de Lagos, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de Alvor</a> e no <a href="sitcastromarim">Sapal de Castro </a><a href="sitcastromarim">Marim</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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