<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Pisco-de-peito-azul Luscinia svecica &#8211; Aves de Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.avesdeportugal.info/tag/pisco-de-peito-azul-luscinia-svecica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.avesdeportugal.info</link>
	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 23 Mar 2025 10:47:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>Pisco-de-peito-azul (Luscinia svecica)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/lussve/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/lussve/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Luscinia svecica]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Pisco-de-peito-azul Luscinia svecica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/lussve/</guid>

					<description><![CDATA[A observação de um pisco-de-peito-azul pousado sobre um tronco ou um tufo de sapal tem o dom de animar qualquer sessão de observação num dia frio de Inverno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A observação de um pisco-de-peito-azul pousado sobre um tronco ou um tufo de sapal tem o dom de animar qualquer sessão de observação num dia frio de Inverno.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22867" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-svecica.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-svecica.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-svecica-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-svecica-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-svecica-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-svecica-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-svecica-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-svecica-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-svecica-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-svecica-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;<br />
<iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/372425571/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Muscicapidae/" target="_blank" rel="noopener">Muscicapidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Luscinia</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Luscinia svecica</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 11</p>
<p>Em Portugal ocorrem as subespécies <em>L. s. namnetum</em> (a mais comum) e <em>L. s. cyanecula</em>. As aves que nidificam na Península Ibérica pertencem à subespécie <em>L. s.</em> <em>azuricollis</em>.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O macho adulto é fácil de identificar, pois ostenta no peito uma mancha azul com o centro branco; já o macho jovem e a fêmea apresentam pouco ou nenhum azul; os machos oriundos da Escandinávia (subespécie <i>L. s. svecica</i>) têm o centro laranja em vez de branco. Em todas as plumagens, as aves apresentam uma grande mancha cor-de-laranja nas penas exteriores da cauda, que são facilmente visíveis em voo.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do pisco-de-peito-azul, clique na seta abaixo!</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O pisco-de-peito-azul é sobretudo um migrador de passagem e invernante, que ocorre habitualmente em sapais e caniçais, podendo ser visto na maioria das zonas húmidas costeiras e, com menor frequência, no interior do território; está presente sobretudo de Janeiro a Março e de Agosto a Dezembro. Contudo, existem algumas observações primaveris nas serras do interior norte e centro, podendo haver uma pequena população nidificante nessas regiões.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20917" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lus-sve.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lus-sve.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lus-sve-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lus-sve-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">As grandes zonas húmidas do litoral são os melhores sítios para procurar o pisco-de-peito-azul.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho </b>&#8211; o <a href="sitestudouro">estuário do Douro</a> é um dos melhores locais da região para encontrar esta espécie.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – já nidificou na <a href="sitmontesinho">serra de</a><a href="sitmontesinho"> Montesinho</a>, desconhecendo-se se é regular nessa zona.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– observa-se na ria de Aveiro (zona de <a href="sitsalreu">Salreu</a>), no <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a>, na zona do <a href="sitmadriz">paul da Madriz</a> e na <a href="sitlagoaobid">lagoa </a><a href="sitlagoaobid">de Óbidos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – na década de 1990 foi observado na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>, onde nidificou, mas não se conhecem registos recentes na região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>isboa e vale do Tej</b><b>o</b> – o <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (nomeadamente as lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>, a zona de <a href="sitpancas">Pancas</a> e as <a href="sitalverca">salinas </a><a href="sitalverca">de Alverca</a>) é um dos melhores locais do país para observar este<br />
passeriforme, que também aparece esporadicamente na <a href="sitvarzealoures">várzea de Loures</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – pode ser visto com regularidade no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a>; no interior é mais raro, havendo alguns registos na <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a> e na zona de <a href="sitelvas">Elvas</a>, bem como observações esporádicas noutros locais.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – a <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a> e a <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a> são dois dos locais habituais de ocorrência</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td>desta espécie, que também se observa nas <a href="sitolhao">salinas de Olhão</a>, em <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>, no <a href="sitestuarade">estuário do<br />
</a><a href="sitestuarade">Arade</a>, nas <a href="sitodiaxere">salinas de Odiáxere</a> e no <a href="sitlagos">paul de Lagos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
</div>
<p>Este pequeno passeriforme, de aspecto atraente mas nem sempre fácil de ver, é essencialmente invernante no país. Nesta conversa, falamos dos nomes comuns, das características identificativas, da situação taxonómica actual e do significado do nome científico. Seguidamente falamos da situação em Portugal e Espanha, com referência aos casos conhecidos de nidificação no nosso país, e das subespécies que ocorrem por cá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 134: o pisco-de-peito-azul" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/ACfifZDV_08?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<div id="aves_top_div_2col">
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.wilder.pt/historias/pisco-de-peito-azul-o-belo-visitante-de-inverno-dos-estuarios/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Pisco-de-peito-azul, o belo visitante de Inverno dos estuários</span></a></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/lussve/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
