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	<title>Rouxinol-comum Luscinia megarhynchos &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 24 Sep 2023 17:20:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Rouxinol-comum (Luscinia megarhynchos)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Luscinia megarhynchos]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Rouxinol-comum Luscinia megarhynchos]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas noites de Primavera, o canto interminável do rouxinol faz-se ouvir durante toda a noite.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Nas noites de Primavera, o canto interminável do rouxinol faz-se ouvir durante toda a noite.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-megarhynchos.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22747" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-megarhynchos.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-megarhynchos-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-megarhynchos-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-megarhynchos-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-megarhynchos-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-megarhynchos-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-megarhynchos-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-megarhynchos-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Luscinia-megarhynchos-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros rouxinóis-comuns?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-lusmeg" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/52391361/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Muscicapidae/" target="_blank" rel="noopener">Muscicapidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Luscinia</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Luscinia megarhynchos</em> CL Brehm, 1831<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Castanho e algo incaracterístico, o rouxinol-comum não é uma ave muito fácil de identificar visualmente. A longa cauda arruivada, visível sobretudo em voo, contrasta com os tons acastanhados do dorso. É sobretudo pelo canto que o rouxinol-comum se faz notar e pode ser identificado. Este canto é muito variado, contendo diferentes sequências de notas. Uma das mais características é o “tu-tu-tu-tu-tu” em crescendo.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do rouxinol-comum, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/74636/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O rouxinol-comum é bastante frequente em Portugal, mas a sua abundância apresenta importantes variações a nível regional. Assim, no litoral norte e centro é escasso, mas no interior norte e centro é muito abundante, tal como no litoral sul e em certas zonas do Algarve. Esta espécie esconde-se geralmente no meio de vegetação densa e raramente pousa à vista. No norte frequenta todo o tipo de matagais, ao passo que no Alentejo ocorre principalmente ao longo de rios e ribeiras, onde a vegetação é mais densa. O rouxinol-comum é estival, fazendo ouvir o seu canto a partir de finais de Março ou princípios de Abril. Em Junho começa a calar-se e em Agosto abala rumo a África.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20916" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lus-meg.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lus-meg.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lus-meg-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Lus-meg-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Pode ser visto e ouvido de norte a sul do país, sendo particularmente comum nas regiões do interior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – muito escasso nesta região, ocorre em números reduzidos na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – o rouxinol-comum é muito numeroso em Trás-os-Montes, sendo frequente nas serras da <a href="sitcoroa">Coroa</a> e de <a href="sitmontesinho">Montesinho</a>, bem como na região de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– pouco abundante nesta região, observa-se com mais facilidade na serra dos Candeeiros e também na <a href="sitsico">serra de Sicó</a>, mas também pode ser visto em certos locais junto à costa, como a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – o rouxinol-comum é abundante nesta região; alguns dos locais onde é mais fácil de encontrar incluem as zonas de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a> e <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>, no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a> e junto às albufeiras da <a href="sitmarateca">Marateca</a> e de <a href="sitsmaguiar">Santa Maria de Aguiar</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>isboa e vale do Tej</b><b>o</b> – bem distribuído mas pouco abundante; os melhores locais de observação situam-se na zona de <a href="sitcoruche">Coruche</a>, na região de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábid</a><a href="sitarrabida">a</a>; durante as passagens o rouxinol-comum também ocorre no <a href="sitcaboespichel">cabo </a><a href="sitcaboespichel">Espichel</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – comum e bem distribuído, sobretudo ao longo de linhas de água; no norte alentejano está presente nas zonas de <a href="sitcastvide">Castelo de Vide</a>, <a href="sitmarvao">Marvão</a> e <a href="sitelvas">Elvas</a>; ocorre também nas zonas de <a href="sitmontargil">Montargil</a> e da <a href="sitmora">Ribeira do Divor</a>; mais para sul ocorre no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na serra de Grândola e na zona da <a href="sitodivelas">barragem de Odivelas</a>.  Nas zonas mais áridas do interior alentejano é mais escasso, podendo ser visto localmente junto à <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a> e na região de <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – na época de reprodução ocorre principalmente no interior (serras de <a href="sitespinhacocao">Espinhaço de Cão</a>, de <a href="sitmonchique">Monchique</a> e do <a href="sitcaldeirao">Caldeirão</a>), mas localmente também pode ser ouvido junto à faixa costeira, nomeadamente no <a href="sitrogil">planalto do Rogil</a>, na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a> e no Parque Ambiental de <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>; na passagem migratória ocorre noutros locais junto à costa (por exemplo no <a href="sitcabosaovic">cabo de São </a><a href="sitcabosaovic">Vicente</a> e na <a href="sitriadealvor">ria de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Não deixe de ouvir o episódio das &#8220;conversas sobre aves&#8221; dedicado ao rouxinol-comum, no qual falamos do seu canto, que se pode ouvir dia e noite, dos movimentos migratórios e da alimentação destas aves.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 18: o rouxinol-comum" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/J_xCiYPp-so?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.wilder.pt/cronicas/cronicas-naturais-rouxinol-repenica-o-cante/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Crónicas naturais: rouxinol repenica o cante</span></a></li>
</ul>
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		<title>Rouxinol-comum (Luscinia megarhynchos)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Apr 2023 22:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Registos históricos]]></category>
		<category><![CDATA[Rouxinol-comum Luscinia megarhynchos]]></category>
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					<description><![CDATA[<h2>Chegadas</h2>19.02.1922 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Abrantes - [ref. 61]<br>23.02.2003 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Évora - [obs. desconhecido]<br>29.02.1984 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Odelouca, Silves -[G. Vowles]<br>03.03.2006 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Carreiras, Torres Vedras - [R. Matias]<br>03.03.2007 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;São Facundo, Abrantes - [A. Tomás]<br>03.03.2007 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ervedal, Avis - [A. Xeira]<br>04.03.1997 (2) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Odelouca, Silves -[G. Vowles]<br>04.03.2003 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Eixo, Aveiro – [A. Luís]<br>04.03.2012 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Vagos - [S. Doutor]<br>06.03.2009 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [C. Key]<br>09.03.2006 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Coimbra - [obs. desconhecido]<br>09.03.2014 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ponte de Sor - [C. Pacheco]<br>11.03.2012 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Paul do Boquilobo, Golegã - [F. Morais]<br>12.03.2018 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Fojo, Tavira - [C. Viney]<br>13.03.2005 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Alcácer do Sal - [obs. desconhecido]<br>13.03.2009 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Herdade do Baldio, Arronches - [L. Venâncio]<br>15.03.1994 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>16.03.1992 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Burgau - [G. Vowles]<br>16.03.2014 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Torrão, Alcácer do Sal – [J. Tavares]<br>16.03.2019 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Açude da Murta, Alcácer do Sal – [H. Blanco]<br><h2>Partidas</h2>12.10.1990 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - [F. Walker]<br>14.10.1992 (2) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>14.10.1995 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - [F. Walker]<br>15.10.1991 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>15.10.1994 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - SAGRES 94<br>17.10.1984 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Odelouca, Silves - [G. Vowles]<br>18.10.1993 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>19.10.1993 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>20.10.1993 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>20.10.2016 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - [P. Nicolau]<br>21.10.1993 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>21.10.1991 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>23.10.1987 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Odelouca, Silves - [G. Vowles]<br>23.10.1993 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - [P. Harris]<br>18.11.2013 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Lisboa - [M. Tissot, M. Lemos]<br><h2>Registos de Inverno</h2>21.01.2004 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Paul do Boquilobo, Golegã - [obs. desconhecido]<br>29.01.2010 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Seia - [F. Martins]<br>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Registos históricos de chegadas muito precoces e partidas muito tardias da espécie <a href="lusmeg" target="_self" rel="noopener">Rouxinol-comum (Luscinia megarhynchos)</a>, obtidos ao longo das últimas décadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 610px; height: 530px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/52391361/embed/640" width="690" height="600" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Chegadas</h2>
<p>19.02.1922              Abrantes &#8211; [ref. 61]<br />
23.02.2003              Évora &#8211; [obs. desconhecido]<br />
25.02.2021              Lagoa dos Teixoeiros, Cantanhede – [L. Silva]<br />
28.02.2021              Gouveia, Guarda – [S. Duarte]<br />
29.02.1984              Odelouca, Silves -[G. Vowles]<br />
03.03.2006              Carreiras, Torres Vedras &#8211; [R. Matias]<br />
03.03.2007              São Facundo, Abrantes &#8211; [A. Tomás]<br />
03.03.2007              Ervedal, Avis &#8211; [A. Xeira]<br />
04.03.1997 (2)        Odelouca, Silves -[G. Vowles]<br />
04.03.2003              Eixo, Aveiro – [A. Luís]<br />
04.03.2012              Vagos &#8211; [S. Doutor]<br />
06.03.2009              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [C. Key]<br />
07.03.2022              Sanhoane, Mogadouro – [L. Ribeiro]<br />
08.04.2014              Taberna Seca, Castelo Branco – [R. Tavares]<br />
09.03.2006              Coimbra &#8211; [obs. desconhecido]<br />
09.03.2014              Ponte de Sor &#8211; [C. Pacheco]<br />
10.03.2022              Santarém – [L. Arinto, J. Freitas]<br />
11.03.2012              Paul do Boquilobo, Golegã &#8211; [F. Morais]<br />
12.03.2018              Fojo, Tavira &#8211; [C. Viney]<br />
13.03.2005              Alcácer do Sal &#8211; [obs. desconhecido]<br />
13.03.2009              Herdade do Baldio, Arronches &#8211; [L. Venâncio]<br />
13.03.2020              Portas de Ródão, Vila Velha de Ródão – [N. Oliveira]</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Partidas</h2>
<p>11.10.2022              Paul de Arzila, Coimbra – [P. Tenreiro]<br />
12.10.1990              Sagres, Vila do Bispo &#8211; [F. Walker]<br />
14.10.1992 (2)        Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
14.10.1995              Sagres, Vila do Bispo &#8211; [F. Walker]<br />
15.10.1991              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
15.10.1994              Sagres, Vila do Bispo &#8211; SAGRES 94<br />
16.10.1997              Estuário do Arade, Portimão – [N.Fonseca]<br />
16.10.2009              Sagres, Vila do Bispo – [D. Leitão]<br />
17.10.1984              Odelouca, Silves &#8211; [G. Vowles]<br />
18.10.1993              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
19.10.1993              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
20.10.1993              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
20.10.2016              Sagres, Vila do Bispo &#8211; [P. Nicolau]<br />
21.10.1993              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
21.10.1991              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
23.10.1987              Odelouca, Silves &#8211; [G. Vowles]<br />
23.10.1993              Sagres, Vila do Bispo &#8211; [P. Harris]<br />
01.11.1992              Bragança – [L. Reino]<br />
18.11.2013              Lisboa &#8211; [M. Tissot, M. Lemos]<br />
19.11.2020              Quinta da Rocha, Portimão – [G. Réthoré]</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Registos de Inverno</h2>
<p>13.01.2021              Porto da Póvoa de Varzim – [S. Moreira]<br />
21.01.2004              Paul do Boquilobo, Golegã &#8211; [obs. desconhecido]<br />
29.01.2010              Seia &#8211; [F. Martins]</p>
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