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	<title>Sombria Emberiza hortulana &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Sombria (Emberiza hortulana)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Emberiza hortulana]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Sombria Emberiza hortulana]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante os meses de Maio e Junho, o canto da sombria enche as encostas da <a href="http://xpulxke.cluster030.hosting.ovh.net/sitserradaestrela">s</a><a href="http://xpulxke.cluster030.hosting.ovh.net/sitserradaestrela">erra da</a><a href="http://xpulxke.cluster030.hosting.ovh.net/sitserradaestrela">Estrela</a>.Esta pequena ave, pouco conhecida dos ornitólogos nacionais, é uma das espécies mais características das zonas de altitude do nosso país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Durante os meses de Maio e Junho, o canto da sombria enche as encostas da <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitserradaestrela">serra da Estrela</a>. Esta pequena ave, pouco conhecida dos ornitólogos nacionais, é uma das espécies mais características das zonas de altitude do nosso país.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22849" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Emberiza-hortulana.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Emberiza-hortulana.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Emberiza-hortulana-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Emberiza-hortulana-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Emberiza-hortulana-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Emberiza-hortulana-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Emberiza-hortulana-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Emberiza-hortulana-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Emberiza-hortulana-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Emberiza-hortulana-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam as primeiras sombrias?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-embhor" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/52376211/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/emberizidae/" target="_blank" rel="noopener">Emberizidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Emberiza</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Emberiza hortulana</em> Linnaeus, 1758<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A cabeça verde, a garganta e o bigode amarelos e o ventre avermelhado permitiriam identificar facilmente a sombria, não fora o facto de esta ave raramente se deixar aproximar e de, à distância, poder parecer simplesmente uma ave acastanhada. Felizmente, o seu canto característico, que na Primavera é repetido incessantemente, permite localizar e identificar a sombria sem grande dificuldade.Para cantar, os machos pousam frequentemente em rochedos, árvores isoladas e mesmo postes de alta tensão, sendo então facilmente observáveis à distância.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da sombria, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/30192/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A sombria não é uma espécie comum em Portugal. Ocorre sobretudo em zonas de maior altitude, distribuindo-se por isso quase exclusivamente pelas principais serras do interior norte e centro (Trás-os-Montes e Beira Alta). A sua abundância varia em função da altitude e do habitat disponível, mas o sector subalpino da <a href="sitserradaestrela">s</a><a href="sitserradaestrela">erra da Estrela</a> parece reunir as condições óptimas para a sua ocorrência, sendo esta a zona onde a sombria é mais comum.É uma visitante estival que chega bastante tarde, raramente sendo vista antes de finais de Abril ou princípios de Maio. Permanece nas suas zonas de nidificação até Agosto.No sul do país, especialmente no Algarve, ocorre regularmente em passagem migratória, sobretudo durante o mês de Setembro.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20785" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Emb-hor.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Emb-hor.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Emb-hor-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Emb-hor-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>As zonas de altitude, preferencialmente acima dos 900 ou 1000 metros, são os locais mais favoráveis à observação da sombria.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– observa-se na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a> e, possivelmente, na serra de Arga.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – pode ser vista na maioria das serras que ultrapassam a cota dos 1200 metros, como a <a href="sitgeres">serra do </a><a href="sitgeres">Gerês</a>, a <a href="sitalvao">s</a><a href="sitalvao">erra do Alvão</a>, a <a href="sitmarao">serra do Marão</a> e a <a href="sitmontesinho">serra de Montesinho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– poderá ocorrer nas zonas serranas do interior, sendo contudo pouco comum nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – a<a href="sitserradaestrela"> serra da Estrela</a> é o melhor local do país para observar a sombria e um dos poucos sítios de Portugal onde a espécie se pode considerar comum, particularmente na faixa entre os 1000 e os 1700 metros de altitude. A espécie também pode ser vista em <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>, na <a href="sitmontemuro">s</a><a href="sitmontemuro">erra de Montemuro</a>, na região de Penedono e na serra da Malcata. Na Beira Baixa é mais localizada, sendo a <a href="sitgardunha">serra da Gardunha</a> o sítio onde esta ave é mais fácil de encontrar.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – observa-se apenas durante a passagem migratória, aparecendo raramente na zona de <a href="sitpancas">Pancas</a> e no <a href="sitcaboespichel">cabo Espichel</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – rara e irregular nesta região, a sombria ocorre esporadicamente durante as migrações, mas não se conhece nenhum local onde a sua observação seja expectável.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – durante a passagem migratória outonal, podem por vezes ser vistos pequenos bandos nas imediações do <a href="sitcabosaovic">c</a><a href="sitcabosaovic">abo de São Vicente</a> e, ocasionalmente, na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Partilhamos o episódio das &#8220;conversas sobre aves&#8221; dedicado à sombria. Na primeira parte da conversa falamos da distribuição e do habitat. Seguidamente debruçamo-nos sobre o nome comum em português. Abordamos também alguns apontamentos históricos que ajudam a compreender como se foi descobrindo o estatuto da espécie no país. Outros assuntos aflorados incluem a distribuição mundial, o estatuto de ameaça e os factores que poderão ter contribuído para o declínio das populações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 104: a sombria" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/jo63kVBM1GY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sugerimos igualmente este pequeno tutorial sobre a identificação de escrevedeiras (género <em>Emberiza</em>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Escrevedeiras" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/UP6IMsQt3Ro?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Emberiza-hortulana">Ficha da sombria no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Sombria (Emberiza hortulana)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Apr 2023 22:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Registos históricos]]></category>
		<category><![CDATA[Sombria Emberiza hortulana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/cheg-embhor/</guid>

					<description><![CDATA[<h2>Chegadas</h2>14.03.1993 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Barão S. João, Lagos - [F. Walker]<br>18.03.1984 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ludo, Faro - [G. Vowles]<br>24.03.1993 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>26.03.2009 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Senhora do Espinheiro, Seia - [F. Martins]<br>28.03.2012 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Gambelas, Faro - [J. T. Tavares]<br>13.04.2015 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo – [G. Réthoré]<br>14.04.1994 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Santa Catarina, Tavira - [CV]<br>18.04.2011 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Cabo Sardão - [D. Cortes]<br>18.04.2015 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;São Marcos da Atabueira, Castro Verde - [P. Dedicoat]<br>19.04.1992 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>20.04.1992 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Covelães, Montalegre - [P, Geraldes, &#160;J. Braga]<br>21.04.1992 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Cabo Espichel, Sesimbra - [C.C.Moore]<br>21.04.2004 (2) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Bruçó, Mogadouro – [C. Pereira]<br>22.04.2010 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Cabeço das Rolas, Lisboa - [S. MacKay]<br>22.04.2019 (6) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Serra da Gardunha, Fundão- [H. Costa]<br>23.04.1992 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Castro Marim - [C.C.Moore]<br>23.04.2018 (5) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Serra da Gardunha, Fundão- [A. Botelho, T. Carvalho]<br>25.04.2005 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Miranda do Douro – [J. Siddle]<br>26.04.1994 (4) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Deilão, Bragança - [L. Reino]<br>28.04.2005 (2) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ribeira das Mercês, Loulé – [J. M. Pereira]<br>28.04.2005 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sabugueiro, Seia – [G. Elias, M. Sousa]<br><h2>Partidas</h2>11.10.1992 (2) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Vilamoura, Loulé - [F. Walker]<br>11.10.2017 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Quinta d'A Rocha, Portimão - [G. Réthoré]<br>12.10.1990 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>12.10.1992 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>12.10.2014 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Lagoa dos Salgados, Silves – [G. Réthoré]<br>12.10.2010 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Berlenga - [M. Robb]<br>16.10.2012 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Cabo de São Vicente - [P. Fernandes]<br>17.10.2015 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Parque do Tejo, Lisboa - [F. Morais, S. MacKay]<br>14.10.1997 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - [F. Walker]<br>14.10.2015 (11) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - [P. Caboz]<br>15.10.1961 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Lisboa - [60]<br>15.10.1987 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Carvoeiro, Lagoa - [G. Foggitt]<br>15.10.1991 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>15.10.1994 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo - [C. Noivo]<br>18.10.2016 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Sagres, Vila do Bispo – [M. Robb, S. Wates, S. Correia]<br>19.10.1998 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [ROC 98]<br>24.10.2008 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Quinta do Rosário, Lagoa - [T. Valkenburg, R. Eufrásia]<br>25.10.1986 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ria de Alvor, Portimão - [P. Harris]<br>25.10.2018 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Abrantes - [P. Alves]<br>31.10.2017 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Campos do Lis, Leiria – [J. Tomás]<br>04.11.1990 &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Vale de Frades, Alcochete - [D. Leitão]<br><h2>Registos de Inverno</h2>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Registos históricos de chegadas muito precoces e partidas muito tardias da espécie <a href="embhor" target="_self" rel="noopener">Sombria (Emberiza hortulana)</a>, obtidos ao longo das últimas décadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 664px; height: 539px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/52376211/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Chegadas</h2>
<p>14.03.1993              Barão S. João, Lagos &#8211; [F. Walker]<br />
18.03.1984              Ludo, Faro &#8211; [G. Vowles]<br />
24.03.1993              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
26.03.2009              Senhora do Espinheiro, Seia &#8211; [F. Martins]<br />
28.03.2012              Gambelas, Faro &#8211; [J. T. Tavares]<br />
31.03.2021              Ilha de Tavira – [R. Bagarrão]<br />
08.04.2022 (2)        Sagres, Vila do Bispo – [J.T. Tavares]<br />
09.04.2022              Serra da Estrela – [S. Duarte]<br />
13.04.2015              Sagres, Vila do Bispo – [G. Réthoré]<br />
14.04.1994              Santa Catarina, Tavira &#8211; [CV]<br />
15.04.2022              Miranda do Douro &#8211; [L. Ribeiro]<br />
18.04.2011              Cabo Sardão &#8211; [D. Cortes]<br />
18.04.2015              São Marcos da Atabueira, Castro Verde &#8211; [P. Dedicoat]<br />
18.04.2020              Serra da Estrela – [S. Duarte]<br />
19.04.1992              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
19.04.2016              Salinas da Fuzeta, Olhão – [J. Ferreira]<br />
20.04.1992              Covelães, Montalegre &#8211; [P, Geraldes,  J. Braga]<br />
20.04.2014              Serra da Gardunha &#8211; [H. Costa]<br />
21.04.1992              Cabo Espichel, Sesimbra &#8211; [C.C.Moore]<br />
21.04.2004 (2)        Bruçó, Mogadouro – [C. Pereira]</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Partidas</h2>
<p>12.10.1990              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
12.10.1992              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
12.10.2014              Lagoa dos Salgados, Silves – [G. Réthoré]<br />
12.10.2010              Berlenga &#8211; [M. Robb]<br />
16.10.2012              Cabo de São Vicente &#8211; [P. Fernandes]<br />
17.10.2015              Parque do Tejo, Lisboa &#8211; [F. Morais, S. MacKay]<br />
14.10.1997              Sagres, Vila do Bispo &#8211; [F. Walker]<br />
14.10.2015 (11)      Sagres, Vila do Bispo &#8211; [P. Caboz]<br />
15.10.1961              Lisboa &#8211; [60]<br />
15.10.1987              Carvoeiro, Lagoa &#8211; [G. Foggitt]<br />
15.10.1991              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
15.10.1994              Sagres, Vila do Bispo &#8211; [C. Noivo]<br />
18.10.2016              Sagres, Vila do Bispo – [M. Robb, S. Wates, S. Correia]<br />
18.10.2022              Vilarinha, Vila do Bispo – [P. Alves]<br />
19.10.1998              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [ROC 98]<br />
24.10.2008              Quinta do Rosário, Lagoa &#8211; [T. Valkenburg, R. Eufrásia]<br />
25.10.1986              Ria de Alvor, Portimão &#8211; [P. Harris]<br />
25.10.2018              Abrantes &#8211; [P. Alves]<br />
31.10.2017              Campos do Lis, Leiria – [J. Tomás]<br />
04.11.1990              Vale de Frades, Alcochete &#8211; [D. Leitão]</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Registos de Inverno</h2>
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