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	<title>teste &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 18:56:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – de distribuição localizada, pode ser encontrado em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e também na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>. Mais para sul, ocorre igualmente na zona de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é sobretudo nesta região que o abelharuco é mais fácil de encontrar, em especial na metade interior da região. Refiram-se, por exemplo, as zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcaia">barragem do </a><a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>; um pouco a norte, na região de Portalegre, o abelharuco pode ser encontrado na zona da <a href="sitpovoa">b</a><a href="sitpovoa">arragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a> e também em <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Mais para o  litoral, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e junto à <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 18:54:21 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
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<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
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<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
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<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
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<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
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<p>&nbsp;</p>
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<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
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<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
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<p>&nbsp;</p>
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<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
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		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
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					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
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<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
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<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
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<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
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<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
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<tbody>
<tr>
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<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
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<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
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<p>&nbsp;</p>
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<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Águia-de-bonelli (Aquila fasciata)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/aqufas-velho/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/aqufas-velho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Aquila fasciata]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da sua grande dimensão, a águia-de-bonelli é uma espécie difícil de observar, mercê dos seus hábitos discretos e da inacessibilidade de muitos dos locais onde ocorre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Apesar da sua grande dimensão, a águia-de-bonelli é uma espécie difícil de observar, mercê dos seus hábitos discretos e da inacessibilidade de muitos dos locais onde ocorre.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Em perigo</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/173386521/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>A águia-de-bonelli é uma ave de rapina de grande dimensão, que se identifica sobretudo pelo ventre branco, contrastando com as asas mais escuras. Os adultos possuem uma mancha branca no dorso, enquanto que os juvenis têm as coberturas infra-alares de tom alaranjado.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Esta águia está presente em Portugal durante todo o ano. De uma forma geral é uma espécie rara e localizada, que se distribui de forma muito descontínua de norte a sul do país. Ocorre essencialmente em dois tipos de habitat: vales alcantilados com fragas (principalmente no norte) e zonas acidentadas bem florestadas (no Alentejo e no Algarve). No primeiro caso, constrói o ninho em escarpa, no segundo caso nidifica em árvores de grande porte.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Apesar de ser muito fiel aos seus locais de ocorrência, a águia-de-bonelli pode ser surpreendentemente difícil de encontrar.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – pode ser vista ao longo dos vales do Douro e do Sabor, onde está presente uma das populações do nosso território; um dos locais privilegiados de observação é <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>. Aparece também na zona da Régua, junto ao rio Douro.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – os melhores locais de observação são o <a href="sittejointernac">Tejo </a><a href="sittejointernac">Internacional</a> e as <a href="sitportasrodao">Portas de Rodão</a>, bem como os vales dos rios Côa e Águeda, sendo uma espécie bastante escassa no resto da região.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> &#8211; alguns locais onde esta águia ocorre incluem as serras da <a href="sitarrabida">Arrábida</a>, de <a href="sitmontejunto">Montejunto</a> e de <a href="sitsintra">Sintra</a>, embora em densidades extremamente baixas; por vezes pode ser observada no <a href="sitestutejo">estuário do </a><a href="sitestutejo">Tejo</a>, tratando-se sobretudo de observações fora da época de reprodução.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – nos extremos nordeste e sueste desta região residem as melhores probabilidades de observação, mais concretamente na <a href="sitsaomamede">serra de </a><a href="sitsaomamede">São Mamede</a> e na região de <a href="sitmertola">Mértola</a>; a espécie também pode ser observada nas serras litorais de Grândola e Cercal, bem como na região de Luzianes/Odemira; na região de <a href="sitsaocristovao">São Cristóvão</a>/Cabrela também está presente, embora as probabilidades de observação sejam baixas devido à escassez da espécie nessa zona.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – embora bem distribuída pelo interior algarvio, como espécie rara que é ocorre geralmente em densidades baixas; contudo, pode ser vista nas serras do <a href="sitcaldeirao">Caldeirão</a> e do <a href="sitespinhacocao">Espinhaço d</a><a href="sitespinhacocao">e</a><a href="sitespinhacocao"> Cão</a> e, por vezes, junto ao <a href="sitcabosaovic">c</a><a href="sitcabosaovic">abo de São Vicente</a>; a<a href="sitmonchique"> s</a><a href="sitmonchique">erra de Monchique</a> é outro local onde pode ser vista com alguma regularidade.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Veja aqui o webinário que realizámos acerca desta espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Gaivota-de-audouin (Ichthyaetus audouinii)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/ichaud-teste/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/ichaud-teste/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 21:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Gaivota-de-audouin Ichthyaetus audouinii]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
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					<description><![CDATA[Como a maioria das gaivotas, ostenta um bico vermelho garrido contrastante com a restante plumagem. Esta é uma das espécies mais ameaçadas do seu género.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Como a maioria das gaivotas, ostenta um bico vermelho garrido contrastante com a restante plumagem. Esta é uma das espécies mais ameaçadas do seu género.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18650" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03.png" alt="" width="3373" height="1633" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03.png 3373w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-300x145.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-1024x496.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-768x372.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-1536x744.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-2048x992.png 2048w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-1170x566.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-870x421.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-370x179.png 370w" sizes="(max-width: 3373px) 100vw, 3373px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/82300031/embed/640" width="690" height="600" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Trata-se de uma gaivota mais pequena que as congéneres <a href="larmic">gaivota-argêntea</a> e <a href="larfus">gaivota-d’asa-escura</a>, embora maior que um <a href="chrrid">guincho</a>. Em plumagem adulta, apresenta um padrão cinzento-prateado algo esbatido no dorso e parte superior das asas, o que faz com que a tonalidade geral da ave seja pálida. As patas são verde-escuras ou cinzento-esverdeado, e o bico vermelho com uma risca preta junto à ponta do mesmo. O olho escuro confere-lhe um ar «simpático». Os juvenis apresentam a típica plumagem sarapintada de castanho das gaivotas, distinguindo-se das restantes pela mancha branca em forma de U do uropígio.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A gaivota de Audouin era, até há poucos anos, uma espécie bastante rara no nosso território. O aumento da população mundial fez com que fosse mais regularmente observada, sendo hoje uma espécie frequente, mas pouco comum, no Sotavento algarvio. Frequenta sobretudo complexos salineiros e bancos de areia em zonas pouco perturbadas como as rias algarvias. Alimenta-se no mar, especialmente de noite. Ocorre mais raramente no resto do Algarve, e, fora desta região, é uma espécie bastante rara. Ocorre sobretudo entre a Primavera e o Outono, nidificando por vezes em alguns locais do Sotavento, pelo que o melhor período de observação vai de Maio a Outubro. No entanto, têm-se observado alguns exemplares durante o Inverno, o que poderá significar que algumas aves permanecem junto à costa sul entre Novembro e Março.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Pode ser vista com regularidade no sotavento algarvio, sendo comparativamente escassa no resto do país.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Li</b><b>tor</b><b>al centro</b> &#8211; surge esporadicamente ao longo da costa, tendo já sido observada na zona de Ovar, na <a href="sitesmoriz">barrinha de Esmoriz</a> e no <a href="sitpeniche">cabo Carvoeiro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> &#8211; muito rara nesta região, existe uma observação na <a href="sitmarateca">albufeira da Marateca</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e vale do Tejo</b> &#8211; conhecem-se algumas observações na <a href="sitcostaestoril">costa do Estoril</a>, na costa de Caparica e no <a href="sitcaboraso">cabo </a><a href="sitcaboraso">Raso</a> (a maioria das quais durante o Verão), e registos isolados noutros pontos da região, como <a href="sitlisboa">Lisboa</a>, <a href="sitbarroca">paul da </a><a href="sitbarroca">Barroca</a>, salinas de Vasa-Sacos (<a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>) e <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de </a><a href="sitlagoaalbuf">Albufeira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> &#8211; já foi observada em diversos locais da costa alentejana, nomeadamente no <a href="sitestumira">estuário do Mira</a>, na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>; no interior é consideravelmente mais rara, tendo já sido observada na <a href="sitalqueva">albufeira do Alqueva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – é frequente na<a href="sitcastromarim"> r</a><a href="sitcastromarim">eserva </a><a href="sitcastromarim">de Castro Marim</a>, nas <a href="sitsantaluzia">Salinas de Santa Luzia</a> e de <a href="sittavira">Tavira</a>, e na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia Formosa</a>, especialmente junto ao cabo de Santa Maria e ainda na zona de Cacela Velha; alguns indivíduos ocorrem também nos <a href="sitfialho">Salgados do Fialho</a>, na <a href="sitlagoasalg">l</a><a href="sitlagoasalg">agoa dos Salgado</a><a href="sitlagoasalg">s</a> e na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Conservação</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Principais ameaças</strong>:</p>
<ul>
<li>predação dos ovos por mamíferos</li>
<li>competição com a gaivota de patas amarelas</li>
<li>perturbação humana</li>
<li>pesca excessiva</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Projetos existentes</strong></p>
<ul>
<li>’Life Ilhas Barreira’’ (setembro 2019 – dezembro 2023), Ilha Deserta
<ul>
<li>Avaliar o estado das populações da gaivota de Audouin</li>
<li>Implementação de medidas para reduzir os impactos causados pela predação por parte de outras espécies e pela perturbação humana</li>
<li>Rever e propor novos limites para a área marinha da Zona de Proteção Especial (ZPE) da Ria Formosa, área de alimentação desta ave</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Larus-audouinii">Ficha da gaivota-de-audouin no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Toutinegra-de-barrete-preto (Sylvia atricapilla)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/teste01/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/teste01/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 17:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
		<category><![CDATA[Toutinegra-de-barrete-preto Sylvia atricapilla]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=16588</guid>

					<description><![CDATA[O canto melodioso da toutinegra-de-barrete-preto é um dos sons mais característicos dos parques e jardins urbanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O canto melodioso da toutinegra-de-barrete-preto é um dos sons mais característicos dos parques e jardins urbanos.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/163722411/embed/640" width="690" height="600" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Toutinegra com corpo acinzentado, mais escuro nas partes superiores. Como característica mais saliente apresenta um barrete conspícuo, preto nos machos e arruivado nas fêmeas, que permite ao observador identificar facilmente esta espécie.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da toutinegra-de-barrete, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/29723/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Comum nalgumas regiões, particularmente na metade norte do território. Tal como outras toutinegras, faz-se anunciar mais facilmente cantando, sendo mais fácil de observar durante a época dos ninhos, que decorre entre Março e Julho. Durante o Outono e o Inverno surge em grande número no sul do país, sendo então particularmente abundante em olivais.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p>Apresentamos o mapa de distribuição da espécie (esquerda) e o mapa com os registos máximos por distrito, segundo o eBird (direita).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="aves_top_div_2col">
<div id="aves_top_div_1col_esq"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17631" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/mapa-Sylvia-atricapilla-copy.jpg" alt="" width="249" height="424" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/mapa-Sylvia-atricapilla-copy.jpg 611w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/mapa-Sylvia-atricapilla-copy-176x300.jpg 176w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/mapa-Sylvia-atricapilla-copy-602x1024.jpg 602w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/mapa-Sylvia-atricapilla-copy-370x629.jpg 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/mapa-Sylvia-atricapilla-copy-300x510.jpg 300w" sizes="(max-width: 249px) 100vw, 249px" /></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-18783" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/mapa-teste-distritos.png" alt="" width="302" height="425" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/mapa-teste-distritos.png 356w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/mapa-teste-distritos-213x300.png 213w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/mapa-teste-distritos-300x422.png 300w" sizes="(max-width: 302px) 100vw, 302px" /></div>
</div>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p>Prefere galerias rípicolas, florestas mistas frondosas e parques e jardins urbanos. Nestes últimos habitats é relativamente fácil de detectar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Entre Douro e Minho</strong> – comum em toda a região, é fácil de encontrar no <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, nas <a href="sitbertiandos">lagoas de Bertiandos</a>, na <a href="sitpeneda">serra da Peneda</a>. e no <a href="sitcornodebico">Corno de Bico</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>T</strong><strong>rás-os-Montes</strong> – distribui-se pelas principais serras da região, como as do <a href="sitgeres">Gerês</a>, do <a href="sitlarouco">Larouco</a>, da <a href="sitcoroa">Coroa</a> e de <a href="sitmontesinho">Montesinho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Litoral centro </strong>– comum no Baixo Mondego e nos jardins urbanos de Coimbra, bem como na <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a> e em <a href="sitsico">Pombal</a>. Ocorre igualmente junto à <a href="sitquiaios">lagoa das Braças</a>, no <a href="sittornada">paul de </a><a href="sittornada">Tornada</a> e na <a href="sitaire">serra de </a><a href="sitaire">Aire</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Beira interior</strong> – é mais comum na Beira Alta, onde pode ser encontrada facilmente na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a> e na zona do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Ocorre também junto à <a href="sitvilar">albufeira de Vilar</a>. Na Beira Baixa tem uma distribuição mais localizada e observa-se mais facilmente em zonas abrigadas, por exemplo junto à <a href="sitmarateca">albufeira da Marateca</a> ou nas encostas arborizadas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Lisboa e vale do Tej</strong><strong>o</strong> – observa-se na maioria dos jardins de <a href="sitlisboa">Lisboa</a>. Também é comum na <a href="sitsintra">serra de Sintra</a> e no <a href="sitmontachique">cabeço </a><a href="sitmontachique">de Montachique</a>. Outros locais onde ocorre habitualmente incluem: para norte do Tejo, a cidade de <a href="sittomar">Tomar</a> e a <a href="sitmontejunto">serra de </a><a href="sitmontejunto">Montejunto</a>; para sul do Tejo, a <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e a <a href="sitarrabida">serra da Arrábida</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Alentejo</strong> – no norte da região é comum e pode ser vista facilmente em <a href="sitcastvide">Castelo de Vide</a>, <a href="sitmontargil">Montargil</a> e <a href="sitelvas">Elvas</a>. Na parte sul é mais escassa, ocorrendo sobretudo ao longo das ribeiras, mas no Inverno é frequente nos olivais da zona de <a href="sitmoura">Moura</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><strong>Algarve</strong> – na Primavera é comum em <a href="sitmonchique">Monchique</a>, ao passo que no Outono e no Inverno se distribui também pela faixa costeira, ocorrendo por exemplo na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Alguns números</h2>
<p>Apresenta-se aqui o número máximo de indivíduos observados em cada distrito ou região de Portugal, assim como o gráfico de frequência (fonte dos dados: ebird.org).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18502" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/graf-e-totais-ana-pla.png" alt="" width="934" height="498" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/graf-e-totais-ana-pla.png 934w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/graf-e-totais-ana-pla-300x160.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/graf-e-totais-ana-pla-768x409.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/graf-e-totais-ana-pla-870x464.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/graf-e-totais-ana-pla-370x197.png 370w" sizes="(max-width: 934px) 100vw, 934px" /></p>
<h2>DOCUMENTOS</h2>
<p><a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/File_PDF_file_icon.svg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17662" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/File_PDF_file_icon.svg" alt="" /></a><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" />  <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Pandion-haliaetus.pdf">Pandion-haliaetus</a> &#8211; Ficha da águia-pesqueira no Livro Vermelho dos Vertebrados</p>
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