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	<title>Toutinegra-de-cabeça-preta Curruca melanocephala &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Toutinegra-de-cabeça-preta (Curruca melanocephala)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/curmel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Curruca melanocephala]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Toutinegra-de-cabeça-preta Curruca melanocephala]]></category>
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					<description><![CDATA[Em muitas zonas de matos densos, esta é uma das primeiras espécies a fazer notara sua presença com a sua típica vocalização matraqueada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Em muitas zonas de matos densos, esta é uma das primeiras espécies a fazer notara sua presença com a sua típica vocalização matraqueada.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Curruca-melanocephala.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22493" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Curruca-melanocephala.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Curruca-melanocephala-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Curruca-melanocephala-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Curruca-melanocephala-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Curruca-melanocephala-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Curruca-melanocephala-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Curruca-melanocephala-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Curruca-melanocephala-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Curruca-melanocephala-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/68455371/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/sylviidae/" target="_blank" rel="noopener">Sylviidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Curruca</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Curruca melanocephala</em> (JF Gmelin, 1789)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 5</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Trata-se de uma das mais abundantes toutinegras da nossa avifauna. Apresenta a cabeça preta, no caso dos machos, garganta branca e um visível anel orbital avermelhado. As fêmeas são mais acastanhadas na cabeça e menos escuras no dorso. A cauda é ligeiramente comprida, facto mais notado quando esta ave se desloca em voo.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização da toutinegra-de-cabeça-preta, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/54724/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Relativamente abundante em algumas zonas do território, encontra-se bem distribuída de norte a sul, sendo contudo mais rara acima dos 1000 metros de altitude. Pode ser encontrada durante todo o ano, dado ser uma espécie residente. Espécie bem adaptada a zonas de matos, bosques com sub-coberto desenvolvido, podendo também ser encontrada em jardins urbanos.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20985" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cur-mel.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cur-mel.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cur-mel-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cur-mel-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Fácil de encontrar em qualquer local com vegetação arbustiva densa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pode ser observada no pinhal do Camarido, junto ao <a href="sitestuminho">estuário do Minho</a>, e na vertente minhota da <a href="sitgeres">serra do Gerês</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – é pouco comum no nordeste e distribui-se principalmente pela Terra Quente, sendo por isso mais fácil de observar em locais como <a href="sitbarcadalva">Barca d’Alva</a> e o baixo Sabor.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>– relativamente comum em alguns locais, como as serras de <a href="sitaire">Aire</a>, <a href="sitsico">Sicó</a> e Alvaiázere, a zona da<a href="sitlagoaobid"> lagoa de </a><a href="sitlagoaobid">Óbidos</a>, os pinhais de Mira e <a href="sitpinhalleiria">Leiria</a>, o <a href="sittornada">paul de Tornada</a>, o baixo Mondego e a zona de <a href="sitsalreu">Estarreja-Salreu</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – na Beira Alta é relativamente escassa e pode ser vista nas zonas de menor altitude, como por exemplo em <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a> e também na zona da<a href="sitvilar"> albufeira de </a><a href="sitvilar">Vilar</a>; na Beira Baixa é consideravelmente mais fácil de encontrar, nomeadamente nas <a href="sitportasrodao">Portas de Ródão</a>, e no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>isboa e vale do Tej</b><b>o</b> – é bastante comum no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (observa-se em <a href="sitpancas">Pancas</a>, nas <a href="sitalverca">salinas de Alverca</a>, na <a href="sitribeiraenguias">ribeira das Enguias</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>) e também na <a href="sitarrabida">serra da Arrábida</a>, assim como junto ao <a href="sitcaboespichel">cabo Espichel</a>. Na <a href="sitsintra">serra de Sintra</a> também está presente em densidades apreciáveis, ocorrendo também em parques e jardins de <a href="sitlisboa">Lisboa</a>, como o Jardins da Gulbenkian e a Tapada da Ajuda. Pode ainda ser vista no <a href="sitparquetejo">Parque do Tejo</a> e na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – encontra-se bem distribuída por esta região, nomeadamente na zona de <a href="sitmertola">Mértola</a>, na serra de Grândola e no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, assim como, mais a norte, em <a href="sitcastvide">Castelo de Vide</a>, na <a href="sitpovoa">barragem da Póvoa</a>, na zona da Beirã (<a href="sitmarvao">Marvão</a>), na <a href="sitmora">ribeira do Divor</a> e em Arraiolos.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – abundante no barrocal e em algumas zonas com matos costeiros, tais como a <a href="sitrochadapena">Rocha da Pena</a> e a Fonte Benémola, no primeiro caso, e a <a href="sitpontapiedade">Ponta da Piedade</a>, o <a href="sitcabosaovic">cabo de São </a><a href="sitcabosaovic">Vicente</a>, a <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a> e os vales das ribeiras de Odeceixe e Aljezur, no segundo. Também está presente junto a algumas zonas húmidas, como é o caso da <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>, das <a href="sitodiaxere">salinas de </a><a href="sitodiaxere">Odiáxere</a>, do <a href="sitlagos">paul de Lagos</a>, do <a href="sitestuarade">estuário do Arade</a>, da <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a>, da <a href="sitfozalmargem">foz do Almargem</a>, do <a href="sitludo">Ludo</a> e das salinas de Tavira e <a href="sitsantaluzia">Santa </a><a href="sitsantaluzia">Luzia</a>, assim como nas serras do  <a href="sitcaldeirao">Caldeirão</a> e de <a href="sitespinhacocao">Espinhaço de Cão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Partilhamos a gravação do episódio das &#8220;conversas sobre aves&#8221; dedicado a esta espécie:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 19: a toutinegra-de-cabeça-preta" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/mIGU-AVzZJ4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.wilder.pt/historias/piscos-e-toutinegras-dao-boleia-a-fungos-amigos-das-plantas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Piscos e toutinegras dão boleia a fungos “amigos” das plantas</span></a></li>
<li><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2015/11/apreensao-de-passarinhos-pelo-sepna-de.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Apreensão de passarinhos pelo SEPNA de Faro</span></a></li>
</ul>
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