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	<title>Zarro-bastardo Aythya marila &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Zarro-bastardo (Aythya marila)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anseriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Aythya marila]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
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		<category><![CDATA[Zarro-bastardo Aythya marila]]></category>
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					<description><![CDATA[Oriundo no Norte da Europa, o zarro-bastardo é muito escasso em Portugal e por isso foi recentemente adicionado à lista das espécies que são consideradas ‘raridades' e cujos registos requerem, por isso, homologação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/anseriformes/'>Anseriformes</a>.</div>
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<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Oriundo no Norte da Europa, o zarro-bastardo é muito escasso em Portugal e por isso foi recentemente adicionado à lista das espécies que são consideradas &#8216;raridades&#8217; e cujos registos requerem, por isso, homologação.</h4>
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<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
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<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Anseriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/anatidae/" target="_blank" rel="noopener">Anatidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Aythya</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Aythya marila</em> (Linnaeus, 1761)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 2</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O macho deste pato mergulhador identifica-se facilmente pela cabeça verde e pelo corpo cinzento; a fêmea é mais acastanhada e pode confundir-se com a de <a href="aytful">zarro-</a><a href="aytful">negrinha</a>, distinguindo-se geralmente pela maior quantidade de branco em torno da base do bico.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>“Invernante raro” é talvez a melhor forma de descrever o estatuto deste pato em Portugal. Oriundos do norte da Europa (Fino-Escandinávia e Islândia), os zarros-bastardos invernam principalmente nas zonas costeiras da Europa Central e nas ilhas Britânicas e no Mar Negro, sendo poucos os indivíduos que chegam ao nosso país, pelo que a maioria dos registos envolve aves isoladas ou pequenos bandos. A espécie aparece sobretudo de meados de Novembro a meados de Março, com registos ocasionais noutros meses do ano. O litoral centro e o Algarve parecem ser os locais onde o zarro-bastardo é mais regular.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>A escassez deste zarro não permite identificar locais onde a sua ocorrência seja regular. Indicam-se alguns locais onde a espécie tem sido observada nos últimos anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>L</b><b>itoral centro</b> – a <a href="sitsaojacinto">pateira de São Jacinto</a>, onde a espécie já foi observada em diferentes ocasiões, é talvez o melhor local da região para ver esta espécie, que também já foi observada na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>. Nos últimos anos também tem havido observações regulares na lagoa dos Teixoeiros, perto de Cantanhede.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – existem diversas observações no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (na <a href="sitpontadaerva">Ponta da </a><a href="sitpontadaerva">Erva</a> e na zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – já foi observado na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e nos açudes perto de <a href="sitsaocristovao">São Cristóvão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – a <a href="sitquintadolago">Quinta do Lago</a> reúne a maioria dos registos de zarro-bastardo na região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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