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	<title>Categoria A &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Abelharuco (Merops apiaster)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Coraciiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Merops apiaster]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Abelharuco Merops apiaster]]></category>
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					<description><![CDATA[A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/coraciiformes/'>Coraciiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A profusão de cores do abelharuco, bastante invulgar entre as aves portuguesas, dá um toque de exotismo à nossa avifauna.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22663" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Merops-apiaster-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abelharucos?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-merapi" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/56569241/embed/600" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Coraciiformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/meropidae/" target="_blank" rel="noopener">Meropidae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Merops</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Merops apiaster</em> Linnaeus, 1758<em><br />
</em></p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21266" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mer-api.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mer-api.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mer-api-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Mer-api-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Durante a Primavera, o abelharuco é relativamente fácil de encontrar em todo o sul do país, pousando frequentemente em fios telefónicos, o que facilita a sua detecção.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>T</b><b>rás-os-Montes</b> – de distribuição localizada, pode ser encontrado em <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a> e também na <a href="sitcoroa">serra da Coroa</a>. Mais para sul, ocorre igualmente na zona de <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– raro nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – na Beira Baixa é comum e relativamente fácil de encontrar em todo o planalto de Idanha e também no <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Grandes bandos vêm por vezes alimentar-se junto à <a href="sittoulica">albufeira da Toulica</a>. Ocorre igualmente junto à<a href="sitmarateca"> albufeira da Marateca</a> e nas encostas da <a href="sitgardunha">serra </a><a href="sitgardunha">da Gardunha</a>. Mais para norte, torna-se escasso, mas pode ser visto com regularidade junto à fronteira, na zonas de <a href="sitribacoa">Riba Côa</a> e do <a href="sitsabugal">Sabugal</a>. Também ocorre na zona de <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – está presente no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>) e na <a href="sitarrabida">serra da </a><a href="sitarrabida">Arrábida</a>; também se observa no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a>, na <a href="sitmachada">Mata da Machada</a> e na zona de <a href="sitcorroios">Corroios</a>; a norte do Tejo torna-se menos frequente, podendo ser visto na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>, no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul </a><a href="sitboquilobo">do </a><a href="sitboquilobo">Boquilobo</a> e nas encostas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é sobretudo nesta região que o abelharuco é mais fácil de encontrar, em especial na metade interior da região. Refiram-se, por exemplo, as zonas de <a href="sitevora">Évora</a>, <a href="sitcaia">barragem do </a><a href="sitcaia">Caia</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitalqueva">albufeira de </a><a href="sitalqueva">Alqueva</a>, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e <a href="sitmertola">Mértola</a>; um pouco a norte, na região de Portalegre, o abelharuco pode ser encontrado na zona da <a href="sitpovoa">b</a><a href="sitpovoa">arragem da </a><a href="sitpovoa">Póvoa</a> e também em <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e <a href="sitmontargil">Montargil</a>. Mais para o  litoral, ocorre regularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e junto à <a href="sitmora">ribeira do Divor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – esta bonita ave é comum e é uma presença frequente no litoral algarvio; pode ser visto com facilidade na <a href="sitbocadorio">Boca do Rio</a>, na <a href="sitriadealvor">r</a><a href="sitriadealvor">ia de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a>, na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia </a><a href="sitriaformosa">Formosa</a> e na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>. Também se observa no <a href="sitlagos">paul </a><a href="sitlagos">de Lagos</a> e na <a href="sitcarrapateira">Carrapateira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Sabia que no Algarve existe uma praia com o nome desta espécie? E que a espécie conheceu, nas últimas décadas, uma enorme expansão no continente europeu? Estas e outras curiosidades acerca do abelharuco é o que poderá ver na gravação do webinário dedicado a esta espécie, clicando na seta abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O colorido abelharuco, uma ave amada e odiada" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/s44C9cy9LGo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Partilhamos igualmente o episódio 17 das &#8220;conversas sobre aves&#8221;, dedicado a esta espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 17: o abelharuco" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/rxo731-X_RY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/naturalistas/cronicas-naturais-saudades-dos-abelharucos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Crónicas naturais: Saudades dos abelharucos</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/joana-vai-descobrir-a-viagem-dos-abelharucos-portugueses-ate-africa/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Joana vai descobrir a viagem dos abelharucos portugueses até África</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/cientistas-seguem-voos-de-abelharucos-de-portugal-e-de-outros-dois-paises/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Cientistas seguem voos de abelharucos de Portugal e de outros dois países</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2022/05/o-primeiro-abelharuco-de-2022-ser.html" target="_blank" rel="noopener">O primeiro abelharuco de 2022 a ser devolvido à Natureza</a></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Abelharuco-persa (Merops persicus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/merper/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/merper/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Coraciiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Merops persicus]]></category>
		<category><![CDATA[Abelharuco-persa Merops persicus]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Um pouco maior que o abelharuco-comum é uma ave oriunda do continente africano. As zonas mais próximas de nidificação situam-se em Marrocos. Registam-se apenas duas observações nos meses de Abril, ambas homologadas pelo CPR. Taxonomia Ordem: Coraciiformes Família: Meropidae Género: Merops Espécie: Merops persicus Pallas, 1773 Subespécies: 2 Identificação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">
<ul>Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/coraciiformes/'>Coraciiformes</a>.</ul>
</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Um pouco maior que o abelharuco-comum é uma ave oriunda do continente africano. As zonas mais próximas de nidificação situam-se em Marrocos. Registam-se apenas duas observações nos meses de Abril, ambas homologadas pelo CPR.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<div id="attachment_16860" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16860" class="wp-image-16860 size-full" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/mer-per-dp3-600x4001-1.jpg" alt="Abelharuco-persa (Merops persicus)" width="600" height="400" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/mer-per-dp3-600x4001-1.jpg 600w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/mer-per-dp3-600x4001-1-300x200.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/mer-per-dp3-600x4001-1-370x247.jpg 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/mer-per-dp3-600x4001-1-270x180.jpg 270w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-16860" class="wp-caption-text">Abelharuco-persa (Merops persicus)</p></div>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Coraciiformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/meropidae/" target="_blank" rel="noopener">Meropidae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Merops</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Merops persicus</em> Pallas, 1773<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Um pouco maior que o <a href="https://www.avesdeportugal.info/merapi">abelharuco-comum</a>, distinguindo-se desta espécie pela plumagem predominantemente verde, pelas faces azuis, pela garganta vermelha e ainda pelas rectrizes centrais mais longas.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2021 foram homologadas duas observações em Portugal:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><b>20</b><b>1</b><b>4</b>, 4-Abr, Piçarras, <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>, 1 ad., D. Pinheiro e outros (Anuário 11)</li>
<li><strong>2016</strong>,18-Abr, salinas Arroteia de Baixo-Tavira, 1 ind., J. Ferreira e G. Schreier (Anuário 13)</li>
<li></li>
</ul>
</div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11017" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-mer-per.jpg" alt="" width="413" height="269" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-mer-per.jpg 413w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-mer-per-300x195.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-mer-per-370x241.jpg 370w" sizes="(max-width: 413px) 100vw, 413px" /></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Abetarda (Otis tarda)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/otitar/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/otitar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Otidiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Otis tarda]]></category>
		<category><![CDATA[Abetarda Otis tarda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/otitar/</guid>

					<description><![CDATA[Uma das espécies mais emblemáticas do Alentejo, a abetarda é a mais pesada das aves europeias, mas também uma das mais difíceis de observar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/otidiformes/'>Otidiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Uma das espécies mais emblemáticas do Alentejo, a abetarda é a mais pesada das aves europeias, mas também uma das mais difíceis de observar.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Otis-tarda.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22546" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Otis-tarda.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Otis-tarda-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Otis-tarda-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Otis-tarda-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Otis-tarda-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Otis-tarda-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Otis-tarda-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Otis-tarda-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Otis-tarda-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/66514871/embed/640" width="690" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Otidiformes<br />
<strong>Família</strong>:  <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/otididae/" target="_blank" rel="noopener">Otididae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Otis</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Otis tarda </em>Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Muito grande. Os machos chegam a pesar 16 kg, as fêmeas são um pouco mais pequenas, sendo a diferença visível quando estão perto dos machos. A plumagem  é castanha e o pescoço esbranquiçado. Devido ao seu comportamento muito arisco, as abetardas raramente se deixam ver a pequena distância, pelo que estes aspectos nem sempre são fáceis de observar.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Pouco comum e com uma distribuição muito localizada, a abetarda muito difícil de encontrar fora dos seus locais habituais de ocorrência. A espécie conta hoje em Portugal com uma população de cerca de 1000 indivíduos (metade dos quais se encontram nas planícies de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>). Frequenta sobretudo grandes extensões abertas e dificilmente tolera aproximações de pessoas a menos de um quilómetro. Embora a espécie seja sobretudo residente, é habitual haver alguma dispersão de indivíduos nos meses de Verão, havendo então observações esporádicas de abetardas noutras regiões do país.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22075" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Oti-tar.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Oti-tar.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Oti-tar-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Oti-tar-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>É nas planícies alentejanas que é mais fácil observar esta espécie. No Inverno formam-se bandos que podem reunir muitas dezenas de indivíduos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – a abetarda é rara para norte do Tejo, sendo a campina de Idanha o melhor local da região para observar esta espécie.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – rara e irregular, não nidifica nesta zona; por vezes observa-se no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a> (em especial na <a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>) durante os meses de Verão.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – a região de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> reúne a maior concentração de abetardas do país e é o melhor local do território nacional para observar esta espécie; outros locais favoráveis para ver abetardas situam-se nas zonas de Cuba, <a href="sitmourao">Mourão</a>, <a href="sitelvas">Elvas</a>, <a href="sitevora">Évora</a> e <a href="sitalter">Alter do Chão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Documentação</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Otis-tarda" target="_blank" rel="noopener">Ficha da abetarda no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Otis-tarda-Abetarda.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha da abetarda no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.dn.pt/arquivo/2008/gigante-nos-ceus-do-alentejo-1137454.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Gigante nos céus do Alentejo</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/este-ano-ha-cerca-de-1-200-abetardas-na-regiao-de-castro-verde/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Este ano há cerca de 1.200 abetardas na região de Castro Verde</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://biodiversidade.com.pt/biogaleria/abetarda/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Conheça a abetarda, uma das maiores aves em Portugal</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.lpn.pt/pt/conservacao-da-natureza/outros-projetos/vedacoes-amigaveis-para-a-abetarda" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Vedações amigáveis para a Abetarda</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.lpn.pt/pt/conservacao-da-natureza/outros-projetos/projeto-falco-e-otis-proteger-o-peneireiro-das-torres-e-a-abetarda" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Projeto Falco &amp; Otis: Proteger o Peneireiro-das-torres e a Abetarda</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Abetouro (Botaurus stellaris)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/botste/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/botste/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Botaurus stellaris]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Pelecaniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Abetouro Botaurus stellaris]]></category>
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					<description><![CDATA[Extremamente difícil de observar, quer pelo extraordinário mimetismo que apresenta, quer pela escassez da espécie. O canto desta espécie é um dos mais incríveis sons produzidos na natureza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/pelecaniformes/'>Pelecaniformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Extremamente difícil de observar, quer pelo extraordinário mimetismo que apresenta, quer pela escassez da espécie. O canto desta espécie é um dos mais incríveis sons produzidos na natureza.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Info. insuficiente (pop. residente) Criticamente em perigo (Inverno)</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/78959231/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Pelecaniformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/ardeidae/" target="_blank" rel="noopener">Ardeidae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Botaurus</em><br />
<strong>Espécie</strong>:<em> Botaurus stellaris</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Eis uma garça robusta e de grandes dimensões, mas de patas mais curtas que a <a href="ardcin">garça-real</a> e a <a href="ardpur">garça-</a><a href="ardpur">vermelha</a>. O corpo é compacto, de tom castanho-amarelado e pintalgado. Possui manchas pretas na cabeça e junto à base do bico. O pescoço, ao contrário das duas espécies acima mencionadas, é robusto e mais largo. Esta é uma espécie que se camufla na perfeição por entre a vegetação palustre, e por isso de bastante difícil detecção. O som emitido durante a época de reprodução assemelha-se ao som produzido por um touro, e daí o nome desta garça.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abetouro é raro no nosso território. Embora já tenha sido registada a nidificação em Portugal, actualmente trata-se de uma espécie que apenas é observada ocasionalmente, sobretudo fora da época de reprodução.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21855" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bot-ste.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bot-ste.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bot-ste-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Bot-ste-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Não existem locais fiáveis para a observação do abetouro, pelo que se apresenta um conjunto de locais onde existem observações documentadas desta garça.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho </b>– existem registos da sua ocorrência nas lagoas de Vila Franca.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral centro </b>–  nos últimos anos tem sido observado com alguma frequência nos pauis do Baixo Mondego.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e vale do Tejo</b> – tem sido observado com regularidade nas lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da </a><a href="sitpontadaerva">Erva</a>, particularmente nos arrozais de Alcamé e da Giganta, assim como na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de </a><a href="sitlagoaalbuf">Albufeira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – um dos poucos locais onde foi registada a nidificação do abetouro (em 1987) é o Açude da Murta. Também existem registos de observações no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e na <a href="sitsantoandre">l</a><a href="sitsantoandre">agoa de Santo André</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – existem registos no <a href="sitludo">Ludo</a>, em <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a> e na <a href="sitdunasdouradas">lagoa das Dunas Douradas</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Documentação</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Botaurus-stellaris">Ficha do abetouro no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Abibe (Vanellus vanellus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/vanvan/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/vanvan/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Charadriiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Vanellus vanellus]]></category>
		<category><![CDATA[Abibe Vanellus vanellus]]></category>
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					<description><![CDATA[O abibe é uma das aves mais emblemáticas da nossa avifauna invernante, com assuas vocalizações características, e a sua distintiva poupa e o padrão colorido da plumagem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/charadriiformes/'>Charadriiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O abibe é uma das aves mais emblemáticas da nossa avifauna invernante, com as suas vocalizações características, e a sua distintiva poupa e o padrão colorido da plumagem.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Pouco preocupante</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/75602581/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Charadriiformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/charadriidae/" target="_blank" rel="noopener">Charadriidae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Vanellus</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Vanellus vanellus</em> (Linnaeus, 1758)</p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Esta é uma das espécies de mais fácil identificação da nossa avifauna, sobretudo quando em plumagem de adulto. O seu característico penacho comprido, mais longo durante a Primavera e o Verão, o padrão escuro (dorso) e claro (abdómen e peito),as patas algo compridas e as manchas brancas faciais permitem distingui-lo facilmente das restantes limícolas. No dorso, apresenta uma tonalidade esverdeada com reflexos, que perdem vivacidade na plumagem de Inverno. Quando em fuga,emite vocalizações extremamente características, parecidos a lamentos.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do abibe, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/67486/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abibe é abundante durante o Inverno na metade sul do país. A melhor época de observação centra-se nos meses de Outono e Inverno, sobretudo entre Outubro e Fevereiro. Na Primavera, e dado ser uma espécie rara como reprodutora, os seus números caem bastante. Ocorre sobretudo junto a zonas húmidas, prados húmidos, pastagens e zonas lavradas, estando ausente de zonas montanhosas ou densamente florestadas. Pode ocorrer em bandos de algumas centenas, por vezes em associação com a <a href="pluapr">tarambola-dourada</a>. No restante do ano, o abibe torna-se mais raro. Trata-se de uma espécie mais frequente a sul que a norte.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22025" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Van-van.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Van-van.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Van-van-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Van-van-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro</b> –  ocorre sobretudo nos arrozais do Baixo Mondego, podendo também ser visto nas <a href="sitquiaios">lagoas de Quiaios</a>, na zona do <a href="sitmadriz">paul da </a><a href="sitmadriz">Madriz</a> e junto à <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> &#8211; pouco comum nesta região; pode ser visto com regularidade junto à <a href="sitmarateca">albufeira da Marateca</a>; ocasionalmente observa-se na zona de Seia e na campina de Idanha.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – esta espécie é frequente nos Arrozais da Giganta (<a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>), na zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>, no <a href="sitbarroca">paul </a><a href="sitbarroca">da Barroca</a>, no Vale de Santarém e no <a href="sitboquilobo">p</a><a href="sitboquilobo">aul do Boquilobo</a>, podendo ainda ocorrer em lezírias e campos lavrados ao longo do vale do Tejo. Ocorre também localmente nos terrenos agrícolas da <a href="sitmontejunto">serra de Montejunto</a> e na <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a>.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – bandos de grande dimensão podem ser vistos na Comporta, nos arrozais de Alcácer do Sal/<a href="sitestuariosado">estuário do </a><a href="sitestuariosado">Sado</a>, na planície de <a href="sitevora">Évora</a>, na zona de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>, na <a href="sitlagoapatos">l</a><a href="sitlagoapatos">agoa</a><a href="sitlagoapatos"> dos </a><a href="sitlagoapatos">Patos</a>, em <a href="sitsaocristovao">S</a><a href="sitsaocristovao">ã</a><a href="sitsaocristovao">o</a><a href="sitsaocristovao"> Cristóvão</a>/Cabrela, e na <a href="sitcaia">a</a><a href="sitcaia">lbufeira do </a><a href="sitcaia">Caia</a>. Mais para norte é também bastante comum em  <a href="sitelvas">Elvas</a>, na zona de <a href="sitnisa">N</a><a href="sitnisa">isa</a> e nas imediações da <a href="sitbarrpovoa">barragem da Póvoa</a>.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – pode ser visto nas terras baixas junto à faixa costeira, por exemplo no <a href="sitlagos">paul de </a><a href="sitlagos">Lagos</a>, nas <a href="sitodiaxere">salinas de Odiáxere</a>, na <a href="sitriadealvor">ria de </a><a href="sitriadealvor">Alvor</a> ou no <a href="sitcabosaovic">Cabo de São Vicente</a>. Também ocorre na reserva de <a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Embora sendo essencialmente invernante, o abibe aparece também durante o Verão. Na &#8220;conversa sobre aves&#8221;, que aqui partilhamos, começamos por falar das observações estivais e dos registos de nidificação em Portugal e Espanha. Abordamos também os aspectos relacionados com o habitat de nidificação e invernada, as variações populacionais, a origem do nome científico, os movimentos migratórios e o estatuto de ameaça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 56: o abibe" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/dcN_yedshHI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Abibe-sociável (Vanellus gregarius)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/vangre/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/vangre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Charadriiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Vanellus gregarius]]></category>
		<category><![CDATA[Abibe-sociável Vanellus gregarius]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/vangre/</guid>

					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Da família Charadriidae, distribui-se pela Ásia-central sendo muito raro na Europa. Em Portugal, registaram-se 24 observações homologadas pelo CPR. A sua ocorrência é mais frequente nos meses de inverno. Encontra-se &#8220;Criticamente em Perigo&#8221; a nível Mundial. Taxonomia Ordem: Charadriiformes Família: Charadriidae Género: Vanellus Espécie: Vanellus gregarius (Pallas, 1771) A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">
<ul>Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/charadriiformes/'>Charadriiformes</a>.</ul>
</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Da família Charadriidae, distribui-se pela Ásia-central sendo muito raro na Europa. Em Portugal, registaram-se 24 observações homologadas pelo CPR. A sua ocorrência é mais frequente nos meses de inverno. Encontra-se &#8220;Criticamente em Perigo&#8221; a nível Mundial.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/39150361/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Charadriiformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/charadriidae/" target="_blank" rel="noopener">Charadriidae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Vanellus</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Vanellus gregarius</em> (Pallas, 1771)</p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Um pouco menor que o <a href="https://www.avesdeportugal.info/vanvan">abibe-comum</a>. Quando pousado, distingue-se desta espécie pela plumagem mais acastanhada, pelas patas pretas, pela ausência de poupa e pela lista supraciliar branca. Em voo, o padrão tricolor da plumagem, composto por branco, castanho e preto, é característico e facilmente visível à distância.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2023 foram homologadas 24 observações:</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><strong>1995</strong>, 21 a 24-Out, <a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitsantoandre">l</a><a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitsantoandre">agoa de Santo André</a>, plumagem de 1º Inverno, CC Moore e outros (Pardela 5)</li>
<li><strong>1997</strong>, 11-Dez, <a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitriadealvor">Ria de Alvor</a>, N Fonseca, F Bally (Pardela 11)</li>
<li><strong>1998</strong>, 27-Fev, <a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitpancas">Pancas</a>, estuário do Tejo, CC Moore, (Pardela 11)</li>
<li><strong>2000</strong>, 11 e 28-Fev e 1-Mar, Bate-orelhas, <a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitestutejo">estuário do Tejo</a>, plum. Inverno, CC Moore, G Elias (Anuá. 1)</li>
<li><strong>2000</strong>, 27-Nov e 16-Dez, Bate-orelhas, <a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitestutejo">estuário do Tejo</a>, plum. Inverno, CC Moore e outros (Anuário 1)</li>
<li><strong>2000</strong>, 1-Dez a 3-Dez, <a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitludo">Ludo</a>, juv., M Mendes, J Pereira, P Palma, G Silva, R Tipper (Anuário 1)</li>
<li><strong>2001</strong>, 20-Jan, <a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitludo">Ludo</a>, juv., N Fonseca (Anuário 1)</li>
<li><strong>2004</strong>, 3-Out a 29-Out, <a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitlagoapatos">l</a><a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitlagoapatos">agoa dos Patos</a>, juvenil, CC Moore, JL Almeida (Anuário 4)</li>
<li><strong>2005</strong>, 11-Dez, Bate-Orelhas, <a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitestutejo">estuário do Tejo</a>, adulto,CC Moore (Anuário 5)</li>
<li><strong>2009-10</strong>, 17-Dez a 19-Fev, Benviúda (Mértola), P. Dedicoat e outros (Anuário 7)</li>
<li><strong>2011</strong>, Jan, Monte Chaminé de Baixo, Castro Verde, 1 ind., obs. desconhecido (Anuário 12)</li>
<li><strong>2012</strong>, 27-Nov a 27-Dez, Bate-Orelhas, <a href="https://www.avesdeportugal.info/vangre/sitestutejo">est. do Tejo</a>, um 1º inv., por G. Elias, P. Ramalho, A. Gonçalves (Anuário 10)</li>
<li><strong>2015</strong>, 27-Dez, Entradas, Castro Verde, 1 ind., W. Müller e outros (Anuário 12)</li>
<li><strong>2016</strong>, 5-Nov a 1-Dez, Cavaleiro, Odemira, 1 ind. 1.º inv., D. Raposo e outros (Anuário 12)</li>
<li><strong>2017</strong>, 15 a 23-Nov, EVOA, Vila Franca de Xira, 1 ind por P. Henriques <em>et al</em>. (Anuário 13)</li>
<li><strong>2017-18</strong>, 22-Nov a 01-Mar, lagoa dos Salgados, Silves, 1 juv. Por G. Schreier <em>et al</em>. (Anuário 13)</li>
<li><strong>2020</strong>, 29-Nov a 16-Dez, vale da Figueira, Odemira, 1 ad. por R. Jorge e C. Pacheco (Anuário 15)</li>
<li><strong>2020</strong>, 10 a 28-Dez, ZPE Évora, 1 juvenil por A. Mota, J. Caeiro e J. Safara (Anuário 15)</li>
<li><strong>2021</strong>, 17 a 18-Fev, Herdade Vale das Covas, Castro Verde, 1 ad. por S. Correia (Anuário 15)</li>
<li><strong>2021-2022, </strong>25-Out a 31-Jan, são Brás Regedouro, Évora, 1 ind., A. Mota, J. Safara (Anuário 16)</li>
<li><strong>2021-2022, </strong>30-Dez a 1-Fev, Nossa Senhora da Aracelis, Beja, 1 ad., T. Valkenburg <em>et al. </em>(Anuário 16)</li>
<li><strong>2022, </strong>7-Nov, albufeira da Herdade do Esporão, Évora, 1 ind., A. Mota, T. Branco (Anuário 17)</li>
<li><strong>2022-2023, </strong>19-Dez a 5-Mar, Chainha, Arraiolos, 1 ind., F. Barreto <em>et al. </em>(Anuário 17)</li>
<li><strong>2023, </strong>14 a 21-Jan, Nossa Senhora da Aracelis, Beja, 1 ind., Anónimo (Anuário 17)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span class="text"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Outras observações:</span></span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2012, 17-Nov, lagoa dos Salgados, 1 juv., por J. Luis Almeida<br />
</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22265" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-van-gre.jpg" alt="" width="416" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-van-gre.jpg 416w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-van-gre-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-van-gre-370x236.jpg 370w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Abutre-do-egipto (Neophron percnopterus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/neoper/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/neoper/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Neophron percnopterus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Abutre-do-egipto (Neophron percnopterus)]]></category>
		<category><![CDATA[Abutre-do-egipto ou Britango Neophron percnopterus]]></category>
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					<description><![CDATA[O mais pequeno dos abutres portugueses constitui uma das aves mais emblemáticas do nordeste transmontano. Nessa região, é conhecido popularmente pelo nome de "criado do cuco", por ser "aquele que vem à sua frente, para lhe trazer a bagagem".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O mais pequeno dos abutres portugueses constitui uma das aves mais emblemáticas do nordeste transmontano. Nessa região, é conhecido popularmente pelo nome de &#8220;criado do cuco&#8221;, por ser &#8220;aquele que vem à sua frente, para lhe trazer a bagagem&#8221;.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22674" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Neophron-percnopterus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b">Sabe quando chegam os primeiros abutres-do-egipto?<br />
Veja as datas <a href="/cheg-neoper" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/256531961/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Accipitriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Neophron</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Neophron percnopterus</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>É uma rapina de tamanho médio. Pela plumagem branca e preta, o adulto pode fazer lembrar uma <a href="hiepen">águia-calçada</a>. Distingue-se desta espécie pela cauda longa e cuneiforme, pelas partes superiores brancas e pela face amarela. Os imaturos são totalmente castanhos, apresentando também a cauda cuneiforme.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O abutre-do-egipto é uma espécie estival, que pode geralmente ser visto em Portugal a partir de finais de Fevereiro ou princípios de Março. É pois uma das primeiras espécies migradoras a chegar ao território continental. Está presente nas zonas de nidificação de Março a Setembro. Outrora uma espécie comum, este abutre tornou-se progressivamente mais escasso e hoje é uma ave relativamente rara, encontrando-se o seu principal núcleo reprodutor no nordeste transmontano. Frequenta sobretudo vales alcantilados, onde nidifica.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21805" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Neo-per.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Neo-per.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Neo-per-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Neo-per-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">Durante o período reprodutor está praticamente restringida à zona raiana, nomeadamente aos vales mais encaixados.</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;" type="square">
<li><b>Trás-os-Montes</b> – o <a href="sitdourointernac">Douro Internacional</a>, que alberga a maioria da população desta espécie, é o melhor local para o observar. Destaca-se a zona de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>, onde o abutre-do-egipto é uma presença quase constante ao longo da época de cria. Também pode ser visto em <a href="sitpicote">Picote</a>, na zona de Lagoaça, em <a href="sitbarcadalva">Barca d&#8217;Alva</a> e no vale do Sabor.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;" type="square">
<li><b>Beira interior</b> – pode ser visto ocasionalmente na região do Sabugal. Contudo, no centro do país o único local onde a espécie pode ser vista com relativa facilidade é o <a href="sittejointernac">Tejo </a><a href="sittejointernac">Internacional</a>, sendo por vezes também avistado nas zonas vizinhas, como por exemplo em <a href="sitsegura">Segura</a>, e nas <a href="sitportasrodao">Portas </a><a href="sitportasrodao">de Ródão</a>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;" type="square">
<li><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – embora raramente, surge no <a href="sitcaboespichel">Cabo Espichel</a> durante a passagem migratória outonal.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;" type="square">
<li><b>Alentejo</b> – actualmente é bastante raro; pode ser observado esporadicamente no extremo norte desta região, nomeadamente na zona de <a href="sitnisa">Nisa</a>. Durante as passagens migratórias, alguns exemplares são avistados nas planícies de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;" type="square">
<li><b>Algarve </b>– Durante a passagem migratória outonal, a espécie aparece com regularidade no Algarve, em especial na zona do <a href="sitcabosaovic">Cabo de S</a><a href="sitcabosaovic">ã</a><a href="sitcabosaovic">o Vicente</a>.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Conhecido também pelos nomes de &#8220;almocreve do cuco&#8221; ou &#8220;criado do cuco&#8221;, o abutre-do-egipto é um dos nossos migradores mais precoces, podendo os primeiros indivíduos ser vistos ainda no mês de Fevereiro. Descubra mais sobre esta espécie vendo a gravação do nosso webinário, que aqui partilhamos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O abutre-do-egipto: o almocreve do cuco" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/vzk6BcMnWzM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também lhe poderá interessar esta <em>Conversa sobre Aves</em>. Nela começamos por abordar da origem do nome português, referindo também alguns nomes populares. Seguidamente conversamos sobre alguns aspectos morfológicos e comportamentais, os movimentos migratórios e o estatuto de ameaça. Partilhamos também algumas informações históricas e referimos os factores que mais terão contribuído para a regressão populacional. Para terminar, falamos do nome científico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 154: o abutre-do-egipto" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Z2RuRFgFNBc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostava de conhecer melhor a situação das várias espécies de abutres da Europa? Então não deixe de ouvir a entrevista ao director da <em>Vulture Conservation Foundation</em>, gravada através do podcast A Viagem do Maçarico e que aqui partilhamos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/episode/1c9DcuipwbiBm4qqBugxZR?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Sugerimos igualmente esta pequena apresentação que destaca os principais aspectos a ter em conta para fazer uma correcta identificação dos abutres que ocorrem no nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Abutres" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/qDg2EwED69c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Neophron-percnopterus" target="_blank" rel="noopener">Ficha do abutre-do-egipto no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Neophron-percnopterus-Abutre-do-EdiptoBritango.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do abutre-do-egipto no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Estado-das-Aves_2022-Grifos-e-Britangos.pdf" target="_blank" rel="noopener">Censo Nacional de Grifos e Britangos, 2018</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.nationalgeographic.pt/meio-ambiente/britango-o-mais-pequeno-abutre-portugues_1640" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Britango o mais pequeno abutre português</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.sulinformacao.pt/2016/03/abutre-do-egito-e-a-ave-estrela-do-festival-de-observacao-de-aves-de-sagres/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Abutre-do-Egipto é a “ave estrela” do Festival de Observação de Aves de Sagres</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://mediotejo.net/passadico-da-rota-da-sirga-perturba-abutres-que-ja-nao-nidificaram-este-ano-no-gaviao/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Passadiço da Rota da Sirga perturba abutres, que já não nidificaram este ano no Gavião</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/abutres-do-egipto-ja-comecaram-a-chegar-ao-douro-internacional/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Abutres-do-Egipto já começaram a chegar ao Douro Internacional</span></a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Abutre-preto (Aegypius monachus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/aegmon/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/aegmon/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aegypius monachus]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Abutre-preto Aegypius monachus]]></category>
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					<description><![CDATA[A enorme silhueta escura do abutre-preto é muitas vezes vista a grande altura, por momentos fazendo esquecer que esta é a maior das aves planadoras que ocorrem em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">A enorme silhueta escura do abutre-preto é muitas vezes vista a grande altura, por momentos fazendo esquecer que esta é a maior das aves planadoras que ocorrem em Portugal.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22473" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Aegypius-monachus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/188298771/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Aegypius</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Aegypius monachus</em> (Linnaeus, 1766)</p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Pelo tamanho pode fazer lembrar um <a href="gypful">grifo</a>, mas é um pouco maior que esta espécie, distinguindo-se principalmente pela plumagem totalmente escura, quase negra. A envergadura pode atingir os 3 metros. A silhueta em voo é um pouco diferente da do grifo, sendo as asas mantidas ligeiramente recurvadas para baixo. Quando visto em voo, podem por vezes ver-se as patas esbranquiçadas.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Este grande abutre é relativamente raro em Portugal, mas pode ser considerado de ocorrência regular ao longo da fronteira, especialmente na Beira e no Alentejo. Muitas vezes trata-se de indivíduos oriundos de Espanha, que vêm alimentar-se em território português. Embora não seja habitual ver mais que um ou dois indivíduos juntos, o abutre-preto associa-se frequentemente a bandos de <a href="gypful">grifos</a>.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21800" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Aeg-mon.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Aeg-mon.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Aeg-mon-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Aeg-mon-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>As zonas fronteiriças são as melhores para observar o abutre-preto.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – por vezes alguns exemplares são avistados perto de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>, mas o abutre-preto só ocasionalmente aparece nesta região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> – a zona onde é observado com mais frequência é o <a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a>. Também a zona de <a href="sitribacoa">Vilar Formoso</a> e a serra da Malcata (neste último local a espécie nidificou em anos recentes) são locais onde as probabilidades são boas. Mais raramente, aparece na <a href="sitserradaestrela">serra da Estrela</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – as melhores zonas de observação do abutre-preto são as regiões de <a href="sitmarvao">Marvão</a> e <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>, assim como a zona de <a href="sitmertola">Mértola</a>. Embora irregularmente, é também avistado nas planícies de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – a presença da espécie é escassa nesta região. Durante o Outono alguns exemplares podem acompanhar os bandos de <a href="gypful">grifos</a> que são observados na zona de Sagres ou perto do <a href="sitcabosaovic">Cabo de S</a><a href="sitcabosaovic">ã</a><a href="sitcabosaovic">o Vicente</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Gostava de conhecer melhor a situação das várias espécies de abutres da Europa? Então não deixe de ouvir a entrevista ao director da <em>Vulture Conservation Foundation</em>, gravada através do podcast A Viagem do Maçarico e que aqui partilhamos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/episode/1c9DcuipwbiBm4qqBugxZR?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameBorder="0" allowfullscreen="" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O abutre-preto é a maior ave planadora da Europa. Na &#8220;conversa sobre aves&#8221;, que aqui partilhamos, falamos da evolução populacional registada na Península Ibérica, assim como do estatuto de ameaça. Mencionamos também alguns factores de ameaça, nomeadamente o envenenamento, que é uma prática ilegal, a electrocussão e a colisão com estruturas de produção ou transporte de energia, assim como das medidas tomadas para reduzir estes impactos adversos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 87: o abutre-preto" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Qrlfz8BLg4g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sugerimos igualmente a gravação do webinário que realizámos sobre o abutre-preto e que teve a participação de José Pedro Tavares e Milene Matos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O regresso de um gigante: a conservação do abutre-preto aquém e além fronteiras" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/qNzz4ZGcCVY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, deixamos ainda esta pequena apresentação que desataca os principais aspectos a ter em conta para fazer uma correcta identificação dos abutres que ocorrem no nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Abutres" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/qDg2EwED69c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Aegypius-monachus">Ficha do abutre-preto no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Aegypius-monachus-Abutre-preto.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do abutre-preto no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.nationalgeographic.pt/meio-ambiente/o-abutre-preto-regressou-ao-territorio-portugues_2589" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">O abutre-preto regressou ao território português</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.publico.pt/2023/07/01/azul/noticia/boas-noticias-descobertos-oito-ninhos-abutrespretos-ano-portugal-2053977" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Boas notícias: foram descobertos oito ninhos de abutres-pretos este ano na Malcata</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.jn.pt/local/noticias/braganca/miranda-do-douro/jovem-abutre-preto-regressou-ao-douro-internacional-14036734.html/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Jovem abutre preto regressou ao Douro Internacional</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.diariodigitalcastelobranco.pt/noticia/60734/tejo-internacional-concentra-70-da-populacao-de-abutres-pretos-em-portugal" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Tejo Internacional concentra 70% da população de abutres-pretos em Portugal</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/abutre-libertado-apos-tratamento-no-centro-de-recuperacao-de-animais-silvestres" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Abutre-preto libertado após tratamento no centro de recuperação de animais silvestres</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://spea.pt/novo-projeto-para-consolidar-o-regresso-do-abutre-preto/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Novo projeto para consolidar o regresso do abutre-preto</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://tvi.iol.pt/noticias/sociedade/moura/nasceu-o-primeiro-abutre-preto-no-alentejo-em-40-anos" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Nasceu o primeiro abutre-preto no Alentejo em 40 anos</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://4vultures.org/blog/life-aegypius-return-tagging-the-first-wild-hatched-cinereous-vulture-chicks-in-portugal-and-results-of-the-second-partners-meeting/?fbclid=IwAR2lU6vPyQL2CBRjZdOCF0-GdUx-cI-xB1jtp90Xh843NHot_e80ZpXw6bg" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">LIFE Aegypius Return: Marcação das primeiras crias de Abutre-preto selvagens nascidas em Portugal e resultados da segunda reunião de parceiros</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.lpn.pt/pt/noticias/formacao-em-resgate-e-manuseio-de-abutres-com-agentes-da-gnr-" target="_blank" rel="noopener">Formação em resgate e manuseio de abutres com agentes da GNR</a> </span></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/subiram-as-arvores-para-marcar-15-crias-de-abutre-preto-com-gps/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Subiram às árvores para marcar 15 crias de abutre-preto com GPS</span></a></li>
<li aria-level="1"><a href="https://www.wilder.pt/historias/abutre-preto-recuperado-de-uma-asa-fraturada-vai-ser-devolvido-a-natureza/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Abutre-preto recuperado de uma asa fraturada vai ser devolvido à natureza</span></a></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Açor (Astur gentilis)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/astgen/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/astgen/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Astur gentilis]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Açor Accipiter gentilis]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta rapina surpreende pela agilidade do seu voo poderoso por entre as árvores de um bosque.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Esta rapina surpreende pela agilidade do seu voo poderoso por entre as árvores de um bosque.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22462" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Accipiter-gentilis-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/47222851/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Astur</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Astur gentilis</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 7</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Ave de rapina de hábitos discretos, é bastante semelhante na forma e no padrão da plumagem ao <a href="https://www.avesdeportugal.info/accnis">gavião</a>, possuindo também barras horizontais no peito e no abdómen, e um tom acinzentado no dorso. Distingue-se sobretudo pelas maiores dimensões,asas mais robustas, cauda proporcionalmente mais comprida e cabeça projectada.Os imaturos têm riscas verticais em vez de barras horizontais. O açor tanto pode ser encontrado a voar por entre a ramagem das árvores de bosques densos, como planando acima das mesmas em correntes térmicas ascendentes.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do açor, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/84019/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O açor é uma espécie pouco comum, dependente de zonas florestadas. Sendo residente, ocorre durante todo o ano, podendo mais facilmente ser observado no início da Primavera durante as paradas nupciais. É mais frequente a norte e junto ao litoral que no sul.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21293" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Acc-gen.png" alt="" width="655" height="512" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Acc-gen.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Acc-gen-300x235.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Acc-gen-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pode ser observado na <a href="sitgeres">s</a><a href="sitgeres">erra do Gerês</a>, em zonas de mais densa florestação.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – os melhores locais de observação desta espécie encontram-se na <a href="sitmontesinho">serra de Montesinho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral</b><b> Centro</b> – observa-se um pouco ao longo de toda a faixa litoral, nomeadamente na pateira de <a href="sitsaojacinto">São Jacinto</a>, nos pinhais de Mira, no <a href="sitmadriz">paul da </a><a href="sitmadriz">Madriz</a>, no <a href="sittornada">paul de Tornada</a> e na <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – presente em baixas densidades, pode ser observado nas zonas densamente florestadas do Pinhal Interior.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – ocorre na <a href="sitmontejunto">s</a><a href="sitmontejunto">erra de Montejunto</a>. Pode também ser observado na <a href="sitsintra">s</a><a href="sitsintra">erra de Sintra</a>, especialmente durante o Inverno.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – bastante raro, ocorre como reprodutor na zona de <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – os melhores locais de observação são a <a href="sitcaldeirao">s</a><a href="sitcaldeirao">erra do Caldeirão</a> e o <a href="sitcabosaovic">Cabo de S</a><a href="sitcabosaovic">ã</a><a href="sitcabosaovic">o </a><a href="sitcabosaovic">Vicente</a>. Neste último local, é observado durante a passagem migratória outonal.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Documentação</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Accipiter-gentilis.pdf">Ficha do açor no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Águia-calçada (Hieraaetus pennatus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/hiepen/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/hiepen/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Hieraaetus pennatus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Águia-calçada Hieraaetus pennatus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/hiepen/</guid>

					<description><![CDATA[O facto mais curioso acerca da águia-calçada é a existência de duas formas – uma clara e outra escura. Esta pequena águia nidifica em árvores e raramente pousa à vista, sendo mais fácil de observar em voo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O facto mais curioso acerca da águia-calçada é a existência de duas formas – uma clara e outra escura. Esta pequena águia nidifica em árvores e raramente pousa à vista, sendo mais fácil de observar em voo.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus.png" alt="" width="1920" height="1080" class="alignnone size-full wp-image-22530" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus.png 1920w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-300x170.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-1024x576.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-768x432.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-1536x864.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-1170x658.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-870x490.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-370x208.png 370w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Hieraaetus-pennatus-390x220.png 390w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/72911821/embed/640" width="690" height="510" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem</strong>: Accipitriformes<br />
<strong>Família</strong>: <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género</strong>: <em>Hieraaetus</em><br />
<strong>Espécie</strong>: <em>Hieraaetus pennatus</em> (Gmelin, JF, 1788)</p>
<p>A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>É uma rapina de médias dimensões, que se caracteriza pela sua cauda quadrada e pelas patas emplumadas. Os indivíduos de forma clara são fáceis de identificar: a plumagem é preta e branca, conferindo um forte contraste nas partes inferiores, o que torna estas aves distinguíveis à distância. Já no caso das aves de forma escura,totalmente castanhas, as probabilidades de confusão são maiores, nomeadamente com o <a href="https://www.avesdeportugal.info/milmig">milhafre-preto</a> (que se distingue pela cauda bifurcada) ou com as fêmeas de <a href="https://www.avesdeportugal.info/ciraer">tartaranhão-ruivo-dos-pauis</a> (que têm geralmente a cabeça bege). Neste caso, as águias-calçadas distinguem-se pelas “luzes de aterragem” (dois pequenos pontos brancos voltados para a frente de ambos os lados do pescoço).</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A águia-calçada é uma espécie maioritariamente estival que pode ser vista em Portugal sobretudo de Março a Setembro. Distribui-se de norte a sul do país, sendo bastante frequente no Alentejo, no Ribatejo e na Beira interior, ocorrendo igualmente, mas em menor número, no nordeste transmontano. Quando em migração, surge com alguma regularidade junto à costa, nomeadamente no Algarve. Alguns indivíduos permanecem entre nós durante a estação fria, maioritariamente junto à faixa costeira.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21794" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hie-pen.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hie-pen.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hie-pen-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Hie-pen-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Na Primavera, a águia calçada pode ser vista com relativa facilidade um pouco por todo o país.</span></p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – pouco comum na região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – pode ser vista na zona de <a href="sitmiranda">Miranda do Douro</a>, no Baixo Sabor e na <a href="sitalvao">serra </a><a href="sitalvao">do Alvão</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral </b><b>c</b><b>e</b><b>ntro</b> –  pouco comum na região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterior</b> – pode ser vista principalmente nas zonas raianas da Beira Baixa (<a href="sittejointernac">Tejo Internacional</a> e campina de Idanha) e da Beira Alta (<a href="sitsmaguiar">albufeira de Santa Maria de Aguiar</a>, <a href="sitribacoa">planalto de Riba Côa</a> e <a href="sitsabugal">Sabugal</a>), mas também ocorre na <a href="sitmarateca">albufeira da Marateca</a>, nas serras da <a href="sitgardunha">Gardunha</a> e da <a href="sitserradaestrela">Estrela</a> e em <a href="sitcelorico">Celorico da Beira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – na região de Lisboa, o melhor local para ver esta águia é o <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>, mas a espécie ocorre ao longo do vale do Sorraia até <a href="sitcoruche">Coruche</a>, no <a href="sitescaroupim">Escaroupim</a> e mais para norte, na zona de <a href="sittomar">Tomar</a>. Também tem sido observada na <a href="sitlagoaobid">lagoa </a><a href="sitlagoaobid">de Óbidos</a>, particularmente durante o Inverno.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – é a região onde a espécie é mais comum e, portanto, mais fácil de observar. No Alto Alentejo pode ser vista na zona da barragem de <a href="sitmontargil">Montargil</a>, em Cabeção, Arraiolos  e nas zonas de <a href="sitevora">Évora</a> e <a href="sitelvas">Elvas</a>. Ocorre igualmente no Baixo Alentejo, particularmente no <a href="sitestuariosado">estuário do </a><a href="sitestuariosado">Sado</a> e na região de <a href="sitbarrancos">Barrancos</a>. Durante o Inverno surge no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a> e na <a href="sitsantoandre">l</a><a href="sitsantoandre">agoa de </a><a href="sitsantoandre">Santo André</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – rara como nidificante, ocorre sobretudo nas épocas de migração; durante a passagem outonal, o melhor local para ver esta espécie é, sem dúvida, a zona do <a href="sitcabosaovic">c</a><a href="sitcabosaovic">abo de </a><a href="sitcabosaovic">São Vicente</a>, principalmente quando os ventos sopram de leste, formando-se então concentrações de algumas dezenas ou mesmo centenas de aves.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Documentação</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Hieraaetus-pennatus" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-calçada no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Hieraaetus-pennatus-Aguia-calcada.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha da águia-calçada no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://www.noticiasaominuto.com/pais/2320924/covilha-gnr-resgata-aguia-calcada-debilitada-que-nao-conseguia-voar" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">GNR resgata Águia-calçada &#8220;debilitada&#8221; que não conseguia voar na Covilhã</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="http://rias-aldeia.blogspot.com/2022/02/ingressou-no-rias-uma-aguia-calcada-com.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ingressou no RIAS uma Águia-calçada com sinais de ter sido mantida em cativeiro ilegal</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/hiepen/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
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