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	<title>Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Picanço-isabel (Lanius isabellinus)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 14:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Lanius isabellinus]]></category>
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		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Picanço-isabel Lanius isabellinus]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . De origem asiática, este picanço migrador é muito raro na Europa. Em Portugal conhece-se apenas um registo, efectuado em 2024, que se encontra a aguardar homologação. Taxonomia Ordem: Passeriformes Família: Laniidae Género: Lanius Espécie: Lanius isabellinus Hemprich e Ehrenberg, 1833 Subespécies: 3 Identificação Este é um picanço relativamente pequeno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">De origem asiática, este picanço migrador é muito raro na Europa. Em Portugal conhece-se apenas um registo, efectuado em 2024, que se encontra a aguardar homologação.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/625793998/embed/640" width="690" height="570" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/laniidae/" target="_blank" rel="noopener">Laniidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Lanius</em><br />
<strong>Espécie:</strong><em> Lanius isabellinus </em>Hemprich e Ehrenberg, 1833<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Este é um picanço relativamente pequeno e compacto, mas de cauda longa, com cantos e comportamento parecidos aos do <a href="https://www.avesdeportugal.info/lancol/">picanço-de-dorso-ruivo</a>. A subespécie nominal apresenta uma coroa cinza-clara, tingida de bege na testa, com orla estreita esbranquiçada acima, cinza-arenoso quente nas partes superiores até ao uropígio superior; cauda arruivada; sobre as asas, contrastando com o preto, penas com bordas cinza-arenoso e mancha branca na base das primárias; garganta esbranquiçada; pernas cinza-pretas. A fêmea é parecida com o macho, mas um pouco mais pálida.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2025 não existem observações homologadas, conhece-se contudo um registo recente:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2024, 01 a 05</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">-Nov</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, Sagres, Vila do Bispo, 1 ind., por C. Pacheco</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Gaivota-de-pallas (Ichthyaetus ichthyaetus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/ichich/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/ichich/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 17:54:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Charadriiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ichthyaetus ichthyaetus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Gaivota-de-pallas Ichthyaetus ichthyaetus]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Esta grande gaivota é muito rara em Portugal, tendo sido registada pela primeira vez no país em 2026. Taxonomia Ordem: Charadriiformes Família: Laridae Género: Ichthyaetus Espécie: Ichthyaetus ichthyaetus Pallas, 1773 A espécie é monotípica. Identificação É uma das maiores gaivotas, sendo quase tão grande quanto a Larus marinus. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/charadriiformes/'>Charadriiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Esta grande gaivota é muito rara em Portugal, tendo sido registada pela primeira vez no país em 2026.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/652751414/embed/320" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Charadriiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/laridae/" target="_blank" rel="noopener">Laridae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Ichthyaetus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Ichthyaetus ichthyaetus</em> Pallas, 1773<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>É uma das maiores gaivotas, sendo quase tão grande quanto a <em>Larus marinus</em>. O adulto em plumagem nupcial ostenta um barrete preto, com uns &#8220;óculos&#8221; brancos bastante conspícuos; o manto é cinzento e as patas são amareladas.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2025 existem observações homologadas; conhece-se, contudo, um registo recente:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2026</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 13 e 14-Mar, Lázaros, Golegã, 1 ind., R. Salgueiro</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Picanço-nortenho (Lanius excubitor)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/lanexc/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/lanexc/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 17:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Lanius excubitor]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Picanço-nortenho Lanius excubitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Passeriforme muito semelhante ao picanço-real, tendo os dois taxa sido considerados conspecíficos até à década de 1990. Este picanço distribui-se por uma vasta área que abrange a Europa, as ilhas Canárias, metade norte de África e grande parte da Ásia. Em Portugal existe um registo recente, efectuado em 2024. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Passeriforme muito semelhante ao picanço-real, tendo os dois taxa sido considerados conspecíficos até à década de 1990.<br />
Este picanço distribui-se por uma vasta área que abrange a Europa, as ilhas Canárias, metade norte de África e grande parte da Ásia. Em Portugal existe um registo recente, efectuado em 2024.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/626620451/embed/640" width="690" height="520" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/laniidae/" target="_blank" rel="noopener">Laniidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Lanius</em><br />
<strong>Espécie:</strong><em> Lanius excubitor </em>Linnaeus, 1758<br />
<strong>Subespécies:</strong> 12</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Muito parecido com o <a href="https://www.avesdeportugal.info/lanmer">picanço-real</a>, do qual se distingue sobretudo pela plumagem muito mais pálida,  pelo supercílio indistinto ou inexistente, pela maior extensão de branco na asa, pelas asas ligeiramente mais longas, pelo bico mais curto e menos robusto e ainda pelas pernas mais curtas.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2025 não existem observações homologadas, conhece-se contudo um registo recente:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2024, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">22</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">-Nov a 08-Dez</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, Francemar, Vila Nova de Gaia, 1 ind., por P.Leite</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Borrelho-do-deserto (Anarhynchus leschenaultii)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/anales/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/anales/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 16:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anarhynchus leschenaultii]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Charadriiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Borrelho-do-deserto Anarhynchus leschenaultii]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta espécie pertence à Ordem . Este borrelho de origem asiática apenas conta com uma observação em Portugal, referente a uma ave vista no Algarve em Abril de 2022. ﻿ Taxonomia Ordem: Charadriiformes Família: Charadriidae Género: Anarhynchus Espécie: Anarhynchus leschenaultii Lesson, 1826 Subespécies: 3 Identificação Trata-se de um borrelho de tamanho médio, com patas longas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/charadriiformes/'>Charadriiformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Este borrelho de origem asiática apenas conta com uma observação em Portugal, referente a uma ave vista no Algarve em Abril de 2022.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/437947531/embed/640" width="690" height="660" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Charadriiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/charadriidae/" target="_blank" rel="noopener">Charadriidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Anarhynchus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Anarhynchus leschenaultii</em> Lesson, 1826<br />
<strong>Subespécies:</strong> 3</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Trata-se de um borrelho de tamanho médio, com patas longas de tom verde-acinzentado, mas variável. O macho apresenta uma banda peitoral ruiva. Em voo, é visível uma barra alar branca, que se alarga em direção às primárias externas.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.</span></p>
<p><span class="text"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Até final de 2025 foi homologada uma única observação em Portugal:</span></span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2022, 17 a 21-Ago, </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ria de Alvor</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, macho, P Caseirito </span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">(Anu</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ário</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 16</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Andorinhão-da-serra (Apus unicolor)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/apuuni/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/apuuni/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 17:44:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apodiformes]]></category>
		<category><![CDATA[Apus unicolor]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Andorinhão-preto Apus apus]]></category>
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					<description><![CDATA[Totalmente preto, parece uma grande andorinha, com as asas em forma de foice. Os seus bandos, por vezes ruidosos, dificilmente passam despercebidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">
<ul>Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/apodiformes/'>Apodiformes</a>.</ul>
</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Este andorinhão parece ser uma presença recente em Portugal Continental, as devido às dificuldades de identificação a situação no território não se encontra totalmente esclarecida.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/411945101/embed/600" width="690" height="520" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Apodiformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/apodidae/" target="_blank" rel="noopener">Apodidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Apus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Apus unicolor </em>(Jardine, 1830)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Trata-se de um andorinhão bastante escuro, quase preto, mas sob condições de iluminação favorável são visíveis alguns contrastes de plumagem, nomeadamente nas partes inferiores e nas coberturas infracaudais, onde pode ser visível um barramento fino e pouco contrastado. A cauda é longa e bastante bifurcada.</p>
<h2>Sons</h2>
<p>Para ouvir a vocalização do andorinhão-da-serra, clique na seta abaixo!</p>
<p><iframe src="https://xeno-canto.org/374985/embed?darkbg=1" width="340" height="220" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O andorinhão-da-serra parece ser residente em Portugal Continental, havendo observações ao longo de todo o ciclo anual, mas os seus movimentos encontram-se mal estudados. Não é, de modo, algum, uma espécie comum.</p>
<p>Já na Madeira é numeroso mas uma parte das aves deverá ser migradora e passar o inverno em África, pois na estação fria o número de indivíduos presentes na região é claramente inferior.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p>No território continental, este andorinhão tem sido registado unicamente nas regiões de Lisboa (capital e Cascais) e Porto (perto do Parque da Cidade), contudo não é de excluir que possa ocorrer noutros locais do país.</p>
<p>Na ilha da Madeira a espécie é comum e tem uma ampla distribuição, sendo fácil de ver, especialmente durante a Primavera e o Verão.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Partilhamos um vídeo sobre a identificação de andorinhões, que lhe permitirá ficar a saber quais os aspectos-chave para distinguir as várias espécies!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Andorinhoes" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/ZRLg0CDFUoM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Espécies da categoria A</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/especies-cat-a/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 15:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies da categoria B]]></category>
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					<description><![CDATA[Incluem-se na categoria A as espécies de aves que foram registadas num aparente estado selvagem em Portugal pelo menos uma vez a partir de 1 de Janeiro de 1950.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Incluem-se na categoria A as espécies de aves que foram registadas num aparente estado selvagem em Portugal pelo menos uma vez a partir de 1 de Janeiro de 1950.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Gaivota-de-audouin (Ichthyaetus audouinii)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/ichaud-teste/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 21:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Gaivota-de-audouin Ichthyaetus audouinii]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
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					<description><![CDATA[Como a maioria das gaivotas, ostenta um bico vermelho garrido contrastante com a restante plumagem. Esta é uma das espécies mais ameaçadas do seu género.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem Ordens.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Como a maioria das gaivotas, ostenta um bico vermelho garrido contrastante com a restante plumagem. Esta é uma das espécies mais ameaçadas do seu género.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18650" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03.png" alt="" width="3373" height="1633" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03.png 3373w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-300x145.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-1024x496.png 1024w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-768x372.png 768w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-1536x744.png 1536w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-2048x992.png 2048w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-1170x566.png 1170w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-870x421.png 870w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/estatutos-ich-aud-03-370x179.png 370w" sizes="(max-width: 3373px) 100vw, 3373px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/82300031/embed/640" width="690" height="600" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Trata-se de uma gaivota mais pequena que as congéneres <a href="larmic">gaivota-argêntea</a> e <a href="larfus">gaivota-d’asa-escura</a>, embora maior que um <a href="chrrid">guincho</a>. Em plumagem adulta, apresenta um padrão cinzento-prateado algo esbatido no dorso e parte superior das asas, o que faz com que a tonalidade geral da ave seja pálida. As patas são verde-escuras ou cinzento-esverdeado, e o bico vermelho com uma risca preta junto à ponta do mesmo. O olho escuro confere-lhe um ar «simpático». Os juvenis apresentam a típica plumagem sarapintada de castanho das gaivotas, distinguindo-se das restantes pela mancha branca em forma de U do uropígio.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>A gaivota de Audouin era, até há poucos anos, uma espécie bastante rara no nosso território. O aumento da população mundial fez com que fosse mais regularmente observada, sendo hoje uma espécie frequente, mas pouco comum, no Sotavento algarvio. Frequenta sobretudo complexos salineiros e bancos de areia em zonas pouco perturbadas como as rias algarvias. Alimenta-se no mar, especialmente de noite. Ocorre mais raramente no resto do Algarve, e, fora desta região, é uma espécie bastante rara. Ocorre sobretudo entre a Primavera e o Outono, nidificando por vezes em alguns locais do Sotavento, pelo que o melhor período de observação vai de Maio a Outubro. No entanto, têm-se observado alguns exemplares durante o Inverno, o que poderá significar que algumas aves permanecem junto à costa sul entre Novembro e Março.</p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>Pode ser vista com regularidade no sotavento algarvio, sendo comparativamente escassa no resto do país.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Li</b><b>tor</b><b>al centro</b> &#8211; surge esporadicamente ao longo da costa, tendo já sido observada na zona de Ovar, na <a href="sitesmoriz">barrinha de Esmoriz</a> e no <a href="sitpeniche">cabo Carvoeiro</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira interior</b> &#8211; muito rara nesta região, existe uma observação na <a href="sitmarateca">albufeira da Marateca</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e vale do Tejo</b> &#8211; conhecem-se algumas observações na <a href="sitcostaestoril">costa do Estoril</a>, na costa de Caparica e no <a href="sitcaboraso">cabo </a><a href="sitcaboraso">Raso</a> (a maioria das quais durante o Verão), e registos isolados noutros pontos da região, como <a href="sitlisboa">Lisboa</a>, <a href="sitbarroca">paul da </a><a href="sitbarroca">Barroca</a>, salinas de Vasa-Sacos (<a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>) e <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de </a><a href="sitlagoaalbuf">Albufeira</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> &#8211; já foi observada em diversos locais da costa alentejana, nomeadamente no <a href="sitestumira">estuário do Mira</a>, na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a> e no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>; no interior é consideravelmente mais rara, tendo já sido observada na <a href="sitalqueva">albufeira do Alqueva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – é frequente na<a href="sitcastromarim"> r</a><a href="sitcastromarim">eserva </a><a href="sitcastromarim">de Castro Marim</a>, nas <a href="sitsantaluzia">Salinas de Santa Luzia</a> e de <a href="sittavira">Tavira</a>, e na <a href="sitriaformosa">r</a><a href="sitriaformosa">ia Formosa</a>, especialmente junto ao cabo de Santa Maria e ainda na zona de Cacela Velha; alguns indivíduos ocorrem também nos <a href="sitfialho">Salgados do Fialho</a>, na <a href="sitlagoasalg">l</a><a href="sitlagoasalg">agoa dos Salgado</a><a href="sitlagoasalg">s</a> e na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Conservação</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Principais ameaças</strong>:</p>
<ul>
<li>predação dos ovos por mamíferos</li>
<li>competição com a gaivota de patas amarelas</li>
<li>perturbação humana</li>
<li>pesca excessiva</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Projetos existentes</strong></p>
<ul>
<li>’Life Ilhas Barreira’’ (setembro 2019 – dezembro 2023), Ilha Deserta
<ul>
<li>Avaliar o estado das populações da gaivota de Audouin</li>
<li>Implementação de medidas para reduzir os impactos causados pela predação por parte de outras espécies e pela perturbação humana</li>
<li>Rever e propor novos limites para a área marinha da Zona de Proteção Especial (ZPE) da Ria Formosa, área de alimentação desta ave</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Larus-audouinii">Ficha da gaivota-de-audouin no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Escrevedeira-de-faces-pretas (Emberiza spodocephala)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/embspo/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/embspo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 21:24:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Emberiza spodocephala]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Escrevedeira-de-faces-pretas Emberiza spodocephala]]></category>
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					<description><![CDATA[O macho tem a cabeça preta e o peito amarelo com uma risca acastanhada. A fêmea e o juvenil são parecidos com a <a href="http://xpulxke.cluster030.hosting.ovh.net/embcit">escrevedeira-amarela</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq"></h4>
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<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/463008471/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/emberizidae/" target="_blank" rel="noopener">Emberizidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Emberiza</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Emberiza spodocephala</em> Pallas, 1776<br />
<strong>Subespécies:</strong> 2</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>O macho é bastante distintivo, com um capuz cinzento e a barriga amarela esbranquiçada, mas as outras plumagens são bastante discretas e incaracterísticas. No geral, esta é uma escrevedeira comparativamente pequena com um bico bastante fino, barra alar dupla, rectrizes exteriores brancas e o hábito bastante peculiar de sacudir regularmente a cauda. Os machos podem ser identificados com relativa facilidade: da cabeça ao peito são cinza-oliva com loros e queixo superior pretos contrastantes; o peito é bem demarcado das partes inferiores, o supercílio e a região malar geralmente não são marcados e a cor amarelada na barriga é frequentemente mais pálida devido ao desbotamento.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. <span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Até final de 2021 foi homologada apenas uma observação em Portugal:</span></span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2021, 10-Abr, Ludo, macho adulto, M. Tyden (Anuário 15)</span></b></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22220" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-emb-spo.jpg" alt="" width="416" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-emb-spo.jpg 416w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-emb-spo-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-emb-spo-370x236.jpg 370w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Calhandra-cornuda (Eremophila alpestris)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/erealp/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/erealp/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 18:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Eremophila alpestris]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Escrevedeira-aureolada Emberiza aureola]]></category>
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					<description><![CDATA[O macho tem a cabeça preta e o peito amarelo com uma risca acastanhada. A fêmea e o juvenil são parecidos com a <a href="http://xpulxke.cluster030.hosting.ovh.net/embcit">escrevedeira-amarela</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq"></h4>
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<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
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</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/347796811/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/alaudidae/" target="_blank" rel="noopener">Alaudidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Eremophila</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Eremophila alpestris</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 42</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Pequena cotovia com “chifres” – que na verdade são tufos de penas occipitais; estes tufos podem estar levantados ou recolhidos, mas geralmente estão erectos nos machos. Os machos são ligeiramente maiores e mais escuros que as fêmeas. Na plumagem básica, nuca, dorso, uropígio e superfícies dorsais das rectrizes e rémiges são castanhos com riscas castanho-escuras ou pretas. Peito e abdómen cor de canela pi branco. Cabeça notavelmente marcada com loros pretos, manchas nas faces, tufos de penas occipitais e manchas no peito, contrastando com o branco ou amarelo da lista supraciliar, das coberturas auriculares e do queixo. O bico é fino, variando de cinza escuro a preto. Patas pretas e íris castanha.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2021 foi homologada apenas uma observação em Portugal:</span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2021</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 13 e 14-Jun, praia de Mira, macho adulto da subespécie <em>E. a. flava</em>, S. Patinha e P. Ribeiro, Anuário 15</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22221" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-ere-alp.jpg" alt="" width="416" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-ere-alp.jpg 416w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-ere-alp-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/09/graf3-ere-alp-370x236.jpg 370w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Chasco-de-barrete-branco (Oenanthe leucopyga)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/oenlcp/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/oenlcp/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin8256]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 15:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Oenanthe leucopyga]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Passeriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Chasco-de-barrete-branco Oenanthe leucopyga]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/?p=17912</guid>

					<description><![CDATA[...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/passeriformes/'>Passeriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O chasco-de-barrete-branco é uma espécie característica de climas desérticos que não nidifica na Europa. As populações mais próximas situam-se em Marrocos, a sul da cordilheira do Atlas, e o seu aparecimento em Portugal é excepcional.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/549060841/embed/640" width="690" height="540" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Passeriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/Muscicapidae/" target="_blank" rel="noopener">Muscicapidae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Oenanthe</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Oenanthe leucopyga</em> (Brehm CL, 1855)<br />
<strong>Subespécies</strong>: 2</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Os adultos são pretos, tendo o capuz (coroa e nuca) branco e a base da cauda também branca. Durante o primeiro ano de vida, ambos os sexos são semelhantes a um <a href="https://www.avesdeportugal.info/oenleu">chasco-preto</a>, apresentando apenas branco na cauda e não na cabeça. As rectrizes centrais são pretas, contrastando com as rectrizes exteriores brancas(distinguindo-se assim do <a href="https://www.avesdeportugal.info/oenleu">chasco-preto</a>, cuja cauda apresenta um &#8216;T&#8217; preto invertido). Embora muitos adultos apresentem um capuz totalmente branco, alguns mantêm o capuz preto durante o primeiro ano de vida, ou apresentam quantidade variável de branco na coroa e nuca superior.</p>
<h2>Situação em Portugal Continental</h2>
<div id="situacaopt">
<p><span class="text"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades. Até final de 2005 foi homologada uma única observação em Portugal:</span></span></p>
<ul style="padding: 0; margin: 0px 0px 0px 40px;">
<li style="line-height: 0px;"><b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">2001</span></b><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, 25-Mar, Faro, </span><a href="sitriadealvor"><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Ria de Alvor</span></a><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">, Portimão, R Tipper, V Beale</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> (</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">Anu</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">ário</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;"> 3</span><span style="font-size: 12px; line-height: 16px;">)</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11289" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-oen-lcp.jpg" alt="" width="417" height="265" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-oen-lcp.jpg 417w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-oen-lcp-300x191.jpg 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/01/graf2-oen-lcp-370x235.jpg 370w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /></p>
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