<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Tartaranhão-azulado Circus cyaneus &#8211; Aves de Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.avesdeportugal.info/tag/tartaranhao-azulado-circus-cyaneus/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.avesdeportugal.info</link>
	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Oct 2025 13:42:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Tartaranhão-azulado (Circus cyaneus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/circya/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/circya/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Circus cyaneus]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens]]></category>
		<category><![CDATA[Tartaranhão-azulado Circus cyaneus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.avesdeportugal.info/index.php/2022/07/11/circya/</guid>

					<description><![CDATA[Encontramos nesta espécie um desafio de identificação, dadas as enormes semelhanças com o tartaranhão-caçador. É certamente um dos “exames” para o ornitólogo amador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">Encontramos nesta espécie um desafio de identificação, dadas as enormes semelhanças com o <a href="https://www.avesdeportugal.info/cirpyg/">tartaranhão-caçador</a>. É certamente um dos “exames” para o ornitólogo amador.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Criticamente em perigo (resid.) Vulnerável (invernada)</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/256109981/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Accipitriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Circus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Circus cyaneus</em> (Linnaeus, 1766)<br />
A espécie é monotípica.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Este é um tartaranhão bastante semelhante ao seu congénere <a href="cirpyg">tartaranhão-caçador</a>. O macho distingue-se fundamentalmente pela ausência de barra preta junto às secundárias, e pela plumagem mais uniformemente azul-prateada nas partes inferiores. No caso das fêmeas, de tonalidade acastanhada, a distinção é mais difícil, baseando-se sobretudo nas dimensões maiores do tartaranhão-azulado, nas asas mais largas e formando uma «barriga» nas secundárias, e na presença de uma pequena barra preta junto às secundárias na parte superior das asas, tal como os machos. O uropígio branco é ligeiramente mais largo.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>Como nidificante, o tartaranhão-azulado apresenta-se como uma espécie rara, de distribuição bastante restringida ao norte do país durante a época de reprodução, alargando mais a sua área de distribuição para sul durante o Inverno, reforçada que fica a população com os contingentes invernantes provenientes das latitudes mais a norte. Tal como os seus congéneres, esta espécie ocorre sobretudo em áreas planas e abertas.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21783" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-cya.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-cya.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-cya-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-cya-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text"><b></b>As áreas onde está presente diferem substancialmente do Inverno para a Primavera e Verão, alargando-se para sul durante o período mais frio.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Entre Douro e Minho</b> – é uma das poucas regiões onde pode ser observado durante a época de reprodução; a zona de Castro Laboreiro (<a href="sitpeneda">serra da Peneda</a>) é o melhor local da região para encontrar esta rapina.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Trás-os-Montes</b> – durante o período de cria, está presente no planalto da Mourela (<a href="sitgeres">serra </a><a href="sitgeres">de Gerês</a>), na <a href="sitlarouco">serra do Larouco</a>, na zona de Chaves e nas serras do <a href="sitalvao">Alvão</a> e de <a href="sitmontesinho">Montesinho</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lit</b><b>oral centro</b> – pouco comum, poderá ser observado no Baixo Mondego durante o Outono e Inverno.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Beira </b><b>i</b><b>nterio</b><b>r</b> – trata-se de uma espécie avistada durante o período mais frio do ano, podendo ser encontrada na campina de Idanha e Toulões, sendo rara no resto da região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – ocorre com regularidade nas lezírias da <a href="sitpontadaerva">Ponta da Erva</a>, estuário do Tejo. Por vezes observa-se nas <a href="sitalverca">salinas de Alverca</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – alguns dos melhores locais de observação, durante o Inverno, encontram-se nesta região, destacando-se as planícies de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a>, <a href="sitevora">Évora</a> e Cuba, mas também no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, na zona de <a href="sitnisa">Alpalhão</a> e junto à <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitpovoa/">barragem da Póvoa</a>. Parece também ser regular junto à <a href="sitalqueva">albufeira de Alqueva</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – alguns exemplares ocorrem junto ao <a href="sitcabosaovic">cabo de São Vicente</a> e na <a href="sitriadealvor">ria de Alvor</a> durante a passagem outonal, existindo evidências da invernada da espécie na península de Sagres e na <a href="sitcastromarim">reserva de Castro Marim</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>Tem dificuldades na identificação de tartaranhões? Sugerimos que veja esta pequena apresentação, na qual explicamos os critérios a ter em atenção para distinguir as várias espécies.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Tartaranhoes" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/wz1yunabcOs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tartaranhão-azulado é uma espécie nidificante muito escassa em Portugal, aparecendo principalmente no Inverno. Ao longo desta <em>Conversa sobre Aves</em>, comentamos a forma como a situação em Portugal evoluiu ao longo do tempo, incluindo os dados populacionais, o estatuto de ameaça e os objectivos de conservação. Abordamos também a situação na Europa. Na parte final há ainda tempo para falar da identificação desta espécie e dos critérios para a distinguir de outras do mesmo género.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 204: o tartaranhão-azulado" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/5W5OTkD2m7c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Circus-cyaneus" target="_blank" rel="noopener">Ficha do tartaranhão-azulado no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Circus-cyaneus-Tartaranhao-cinzentoTartaranhao-azulado.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do tartaranhão-azulado no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.avesdeportugal.info/circya/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
