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	<title>Tartaranhão-ruivo-dos-pauis (Circus aeruginosus) &#8211; Aves de Portugal</title>
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	<description>Todas as espécies de aves selvagens que ocorrem em Portugal e os melhores locais para as observar.</description>
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		<title>Tartaranhão-dos-pauis (Circus aeruginosus)</title>
		<link>https://www.avesdeportugal.info/ciraer/</link>
					<comments>https://www.avesdeportugal.info/ciraer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 17:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Accipitriformes]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria A]]></category>
		<category><![CDATA[Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Circus aeruginosus]]></category>
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		<category><![CDATA[Tartaranhão-dos-pauis Circus aeruginosus]]></category>
		<category><![CDATA[Tartaranhão-ruivo-dos-pauis (Circus aeruginosus)]]></category>
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					<description><![CDATA[O seu voo característico a baixa altura sobre as zonas alagadas e de vegetação rasteira densa de zonas próximo de água, tornam-no num caçador por excelência de sapais e pauis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="cat-topo-aves">Esta espécie pertence à Ordem <a href='https://www.avesdeportugal.info/category/aves/ordens/accipitriformes/'>Accipitriformes</a>.</div>
<div id="aves_top_div_2col">
<h4 id="aves_top_div_1col_esq">O seu voo característico a baixa altura sobre as zonas alagadas e de vegetação rasteira densa de zonas próximo de água, tornam-no num caçador por excelência de sapais e pauis.</h4>
<div id="aves_top_div_1col_dir">
<div id="aves_top_div_1col_dir_a"><strong>Estatuto de ameaça em Portugal:<br />
Vulnerável</strong></div>
<div id="aves_top_div_1col_dir_b"></div>
</div>
</div>
<p><iframe style="width: 690px;" src="https://macaulaylibrary.org/asset/195383131/embed/640" width="690" height="560" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p><strong>Ordem:</strong> Accipitriformes<br />
<strong>Família:</strong> <a href="https://avesdomundo.info/todas-as-paginas/accipitridae/" target="_blank" rel="noopener">Accipitridae</a><br />
<strong>Género:</strong> <em>Circus</em><br />
<strong>Espécie:</strong> <em>Circus aeruginosus</em> (Linnaeus, 1758)<br />
<strong>Subespécies:</strong> 2</p>
<p>Em Portugal ocorre a subespécie nominal.</p>
<h2>Identificação</h2>
<p>Esta é uma ave de rapina de asas compridas, patas compridas e cabeça curta, apresentando um característico padrão de voo ondulado, quando paira a pequena altura sobre a vegetação rasteira e densa. Nesta espécie, tal como no <a href="circya">tartaranhão-azulado</a> e no <a href="cirpyg">tartaranhão-caçador</a>, a fêmea é notoriamente diferente do macho. Neste caso, ambos exibem ombros e nuca mais pálidos que o restante corpo, semelhantes ao padrão que a <a href="aquada">águia-imperial-ibérica</a> apresenta. O macho, no entanto, apresenta as asas acinzentadas com a ponta escura, assim como a cauda também é cinzenta, enquanto a fêmea apresenta um padrão mais uniformemente castanho-escuro.</p>
<h2>Abundância e Calendário</h2>
<p>O tartaranhão-ruivo-dos-pauis distribui-se de forma descontínua junto a zonas húmidas e em baixas abundâncias, sendo uma espécie pouco comum no nosso território. Alguns indivíduos invernam entre nós, aumentando um pouco o número de efectivos mas a maioria é residente, permanecendo durante todo o ano em Portugal.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21785" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-aer.png" alt="" width="655" height="511" srcset="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-aer.png 655w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-aer-300x234.png 300w, https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2022/07/Mapas-Cir-aer-370x289.png 370w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></p>
<h2>Onde Observar</h2>
<div id="ondeobservar">
<p><span class="text">As grandes zonas húmidas costeiras são os melhores locais para a observação deste tartaranhão, mas também algumas culturas de sequeiro do Alentejo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>E</b><b>ntre Douro e Minho </b>– embora pouco comum nesta região, ocorre com regularidade nos estuários do <a href="sitestuminho">Minho</a> e do <a href="sitestulima">Lima</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Litoral Centro </b>– o <a href="sittaipal">paul do Taipal</a>, o <a href="sitmadriz">paul da Madriz</a>, o <a href="sitestumondego">estuário do Mondego</a> e a <a href="sitriadeaveiro">ria de Aveiro</a> (<a href="sitsalreu">Salreu</a>) são os melhores locais de observação da espécie. Também a <a href="sitesmoriz">barrinha de Esmoriz</a> pode proporcionar algumas oportunidades de detecção da mesma, assim como o <a href="sittornada">paul de Tornada</a>, a <a href="sitlagoaobid">lagoa de Óbidos</a> e as <a href="sitquiaios">lagoas de Quiaios</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>B</b><b>eira interior</b> – raro e irregular nesta região, já foi observado na zona de <a href="sitribacoa">Vilar Formoso</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Lisboa e Vale do Tejo</b> – facilmente observável no <a href="sitestutejo">estuário do Tejo</a>, nomeadamente na zona de <a href="sitpancas">Pancas</a>, nas <a href="sitalverca">salinas de Alverca</a> e nas lezírias da <a href="https://www.avesdeportugal.info/sitpontadaerva/">Ponta da Erva</a>. A <a href="sitlagoaalbuf">lagoa de Albufeira</a> é também um dos melhores locais para a sua observação. Pode ocorrer junto ao <a href="sitparquetejo">Parque do Tejo</a>, assim como no paul da Granja (<a href="sitvarzealoures">várzea de Loures</a>).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Alentejo</b> – presente no <a href="sitestuariosado">estuário do Sado</a>, onde se centram os melhores locais de observação nesta região. Também ocorre na foz da <a href="sitribeiramoinhos">ribeira de Moinhos</a> e na <a href="sitsantoandre">lagoa de Santo André</a>, tanto durante a época reprodutora como durante o Inverno. Pode também ser observada durante o Inverno na <a href="sitlagoapatos">lagoa dos Patos</a> e, ocasionalmente, na <a href="sitalqueva">albufeira do Alqueva</a>. Está documentada a presença da espécie nas planícies de <a href="sitcastroverde">Castro Verde</a> e Cuba, assim como na zona de <a href="sitelvas">Elvas</a>. Contudo, no interior é claramente menos abundante.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="margin: 0px 0px 0px 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" width="0"></td>
<td width="0"></td>
<td><b>Algarve</b> – ocorre regularmente no <a href="sitlagos">paul de Lagos</a>, em <a href="sitvilamoura">Vilamoura</a>, na <a href="sitlagoasalg">lagoa dos Salgados</a>, na <a href="sitcastromarim">reserva de </a><a href="sitcastromarim">Castro Marim</a>, na <a href="sitriaformosa">ria Formosa</a> e no <a href="sitludo">Ludo</a>. Por vezes também aparece nas <a href="sitodiaxere">salinas de </a><a href="sitodiaxere">Odiáxere</a>. Algumas aves podem ser observadas junto ao <a href="sitcabosaovic">Cabo de São Vicente</a> e na península de Sagres, durante a passagem outonal.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saber Mais</h2>
<p>A conversa tem como tema o tartaranhão-dos-pauis e começamos pelos aspectos morfológicos e identificativos. Seguidamente falamos da distribuição e do habitat em Portugal, dos movimentos migratórios, e das alterações registadas no terceiro atlas de nidificantes, com destaque para o aparente declínio registado nos estuários do Tejo e do Sado, e mencionamos os factores de ameaça conhecidos. Na parte final, falamos do nome científico e desvendamos o mistério da origem do nome &#8220;águia-sapeira&#8221;, que por vezes é usado para designar esta espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Conversas - Episódio 157: o tartaranhão-dos-pauis" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/4_-HfwNFFoQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tem dificuldades na identificação de tartaranhões? Sugerimos que veja esta pequena apresentação, na qual explicamos os critérios a ter em atenção para distinguir as várias espécies.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Identificacao Tartaranhoes" width="1170" height="878" src="https://www.youtube.com/embed/wz1yunabcOs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Documentação</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/LV_2005_Circus-aeruginosus" target="_blank" rel="noopener">Ficha do tartaranhão-dos-pauis no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal</a> (edição 2005)</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17664" src="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/04/PDF-icon.png" alt="" width="20" height="24" /> <a href="https://www.avesdeportugal.info/wp-content/uploads/2023/07/RN_2000_Circus-aeruginosus-Aguia-sapeiraTartaranhao-ruivo-dos-pauis.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ficha do tartaranhão-dos-pauis no Plano Sectorial da Rede Natura 2000</a></p>
<h2>Ligações externas</h2>
<ul>
<li><a href="https://interiordoavesso.pt/palombar/este-e-o-nosso-primeiro-registo-de-um-tartaranhao-ruivo-dos-pauis-num-caan/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Este é o nosso primeiro registo de um Tartaranhão-ruivo-dos-pauis num CAAN</span></a></li>
</ul>
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