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Açor
Accipiter gentilis
Esta rapina surpreende pela agilidade do seu voo poderoso por entre as árvores de um bosque.
Identificação
Ave de rapina de hábitos discretos, é bastante semelhante na forma e padrão da plumagem ao gavião,
possuindo também barras horizontais no peito e abdómen, e um tom acinzentado no dorso. Distingue-se
sobretudo pelas maiores dimensões, asas mais robustas, cauda proporcionalmente mais comprida e
cabeça projectada. Os imaturos têm riscas verticais em vez de barras horizontais. O açor tanto pode ser
encontrado a voar por entre a ramagem das árvores de bosques densos, como planando acima das
mesmas em correntes térmicas ascendentes.
Abundância e calendário
O açor é uma espécie pouco comum, dependente de zonas florestadas. Sendo residente, ocorre durante
todo o ano, podendo mais facilmente ser observado no início da Primavera durante as paradas nupciais. É
mais frequente a norte e junto ao litoral que no sul.

Onde observar
 | | Entre Douro e Minho – pode ser observado na serra do Gerês, em zonas de mais densa |
| | florestação.
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 | | Trás-os-Montes – os melhores locais de observação desta espécie encontram-se na |
| | serra de Montesinho.
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 | | Beira Litoral – presente nos pinhais de Mira, embora em baixas densidades. Também se |
| | observa na zona do paul da Madriz.
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 | | Beira interior – presente em baixas densidades, pode ser observado nas zonas |
| | densamente florestadas do Pinhal Centro.
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 | | Alentejo – bastante raro, ocorre como reprodutor na zona de Barrancos.
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