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Petinha-dos-campos
Anthus campestris
Discreta e pouco abundante, a petinha-dos-campos pode passar facilmente despercebida, contudo durante
a Primavera é relativamente fácil de encontrar nalgumas serras portuguesas.
Abundância e calendário
A petinha-dos-campos distribui-se um pouco por todo o país, mas
é geralmente pouco abundante. Frequenta zonas abertas, tanto nas
planícies alentejanas, como nas zonas mais elevadas das
principais serras. Durante as épocas de migração, ocorre
regularmente junto à costa, nomeadamente em estuários e junto a
certos cabos. Esta petinha é um visitante estival, que está presente
nas áreas de reprodução entre Abril e Setembro e pode ser vista
em migração até Outubro. Ocasionalmente é observada em pleno
Inverno, no litoral sul.


Onde observar
Pode ser vista em planície e em montanha, sendo os andares superiores das serras as zonas onde é mais fácil encontrar esta
petinha.
 | | Entre Douro e Minho – a serra da Peneda é o melhor local para observar esta espécie.
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 | | Litoral centro – a serra dos Candeeiros constitui o principal núcleo de ocorrência desta petinha na região.
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 | | Lisboa e vale do Tejo – pouco comum, pode ser observada nas lezírias da Ponta da Erva e, na passagem migratória, na |
| | zona do cabo Espichel.
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 | | Algarve – pode ser vista sobretudo durante as passagens migratórias, sendo o cabo de São Vicente o local mais |
| | favorável à sua observação.
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Sabe quando chegam as primeiras petinhas-dos-campos? Veja as datas aqui
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Identificação
Esta petinha, que pela estrutura se assemelha a uma alvéola,
caracteriza-se pela plumagem muito clara, pela ausência de
marcas no peito (adultos) e pela cauda bastante longa. As patas
são rosadas. Pode confundir-se com a petinha de Richard, à qual
se assemelha.
Clique na seta para ouvir o canto da petinha-dos-campos!
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