Quem nunca ouviu o canto, repentino e bastante audível, que em nada faz lembrar uma ave de pequenas dimensões? Contudo, apesar de ser facilmente localizável pelo seu canto, a codorniz não é fácil de ver, excepto quando levanta quase sob os pés do observador.
Identificação malhado, extremamente semelhante ao padrão do ambiente envolvente que a rodeia. A garganta preta do caso seja possível observar a ave em pormenor. É o seu canto trissilábico, muito característico, que macho, e as listras que ambos os sexos apresentam no dorso e flancos, podem ajudar na identificação, geralmente denuncia a sua presença. caso seja possível observar a ave em pormenor. É o seu canto trissilábico, muito característico, que geralmente denuncia a sua presença.
Onde observar
Apesar de secretiva, pode ser facilmente detectada pelo seu canto, tanto em zonas húmidas de grande dimensão, como em pequenos lameiros, bastando que haja boa densidade de vegetação rasteira, e em zonas de relativa humidade.
Entre Douro e Minho – frequente em zonas como a Veiga da Areosa e o estuário do Cávado.
Trás-os-Montes – nesta região, pode ser ouvida facilmente na parte oriental da serra do Gerês e também no planalto
Abundância e calendário Localmente, pode ser abundante, nomeadamente em zonas de ervas altas. No entanto, de uma forma geral a codorniz não é uma ave muito comum. Ocorre como invernante, sobretudo nas zonas húmidas do sul, mas é uma espécie maioritariamente estival, encontrando-se no nosso território principalmente entre Março e Outubro. Distribui-se de forma esparsa de norte a sul do país, ocorrendo sobretudo em zonas agricultadas, tanto em planície como em planalto.