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Felosa-unicolor
Locustella luscinioides
Difícil de ver, a felosa-unicolor localiza-se sobretudo pelo seu canto, que faz lembrar o de um insecto.
As aves frequentam caniçais e tabuais densos, sendo mais fáceis
de observar quando estão a cantar. Esta felosa é estival, os
primeiros indivíduos chegam em Março e o seu canto faz-se ouvir
até Junho, partindo as aves até Agosto ou princípios de Setembro.
Contrariamente ao que acontece com outras felosas migradoras,
esta espécie raramente é observada em passagem fora das zonas
onde nidifica.

Onde observar
As zonas húmidas costeiras com caniçais bem desenvolvidos são os locais onde esta felosa pode ser vista mais facilmente.
 | | Entre Douro e Minho – pouco frequente na região, existem diversas observações no estuário do Minho.
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 | | Lisboa e vale do Tejo – pouco abundante nesta zona; o estuário do Tejo (em especial a zona da Ponta da Erva) é um |
| | dos locais onde a espécie é vista com regularidade.
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 | | Alentejo – a lagoa de Santo André é o principal local de ocorrência desta felosa no Alentejo, sendo um dos melhores |
| | locais para a observar; também existem registos no estuário do Sado.
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 | | Algarve – muito rara na região, existem registos esporádicos da sua ocorrência durante as migrações. |
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Sabe quando chegam as primeiras felosas-unicolores? Veja as datas aqui
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Identificação
A plumagem é castanha sem marcas particulares. O bico é fino, tal como o das outras espécies
insectívoras. Esta espécie é mais fácil de identificar pelo seu canto, que se caracteriza por um trinado longo
e monótono, que faz lembrar um insecto.
Abundância e calendário
Pouco comum e localizada, a felosa-unicolor ocorre apenas em meia dúzia de zonas húmidas no litoral
português, sendo na região centro que se concentra a maioria da população.
Clique na seta para ouvir o canto da felosa-unicolor!
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