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Pisco-de-peito-azul
Luscinia svecica
A observação de um pisco-de-peito-azul pousado
sobre um tronco ou um tufo de sapal tem o dom de
animar qualquer sessão de observação num dia frio
de Inverno.
Identificação
O macho adulto é fácil de identificar, pois ostenta no
peito uma mancha azul com o centro branco; já o
macho jovem e a fêmea apresentam pouco ou
nenhum azul; os machos oriundos da Escandinávia
(subespécie cyanecula) têm o centro laranja em vez
de branco. Em todas as plumagens, as aves
apresentam uma grande mancha cor-de-laranja nas
penas exteriores da cauda, que são facilmente
visíveis em voo.
Onde observar
As grandes zonas húmidas do litoral são os melhores sítios para procurar o pisco-de-peito-azul.
 | | Entre Douro e Minho - o estuário do Douro é um dos melhores locais da região para encontrar esta espécie.
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 | | Trás-os-Montes – já nidificou na serra de Montesinho, desconhecendo-se se é regular nessa zona.
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 | | Beira interior – na década de 1990 foi observado na serra da Estrela, onde nidificou, mas não se conhecem registos |
| | recentes na região.
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Abundância e calendário
O pisco-de-peito-azul é sobretudo um migrador de passagem e
invernante, que frequenta sobretudo sapais e caniçais, podendo
ser visto na maioria das zonas húmidas costeirase, com menor
frequência, no interior do território; está presente sobretudo de
Janeiro a Março e de Agosto a Dezembro. Contudo, existem
algumas observações primaveris nas serras do interior norte e
centro, podendo haver uma pequena população nidificante nessas
regiões.
Clique na seta para ouvir o canto do pisco-de-peito-azul!
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