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Corvo-marinho-de-crista
ou Galheta
Phalacrocorax aristotelis
Quando em plumagem nupcial, atrai pela sua crista levantada na testa, e pelos reflexos esverdeados na sua
plumagem escura.
Identificação
Trata-se de um corvo-marinho típico, com corpo
escuro, pescoço e bico compridos e patas curtas. É
um excelente nadador, sendo bastante comum de
observar poisado no mar e a mergulhar, dado que
esta espécie é exclusivamente marinha no nosso
território. A sua característica mais marcante é a crista
que os adultos , em plumagem nupcial ostentam,
imediatamente acima do bico. Comparativamente ao
corvo-marinho-de-faces-brancas, esta espécie é
mais pequena, com bico menor, e não possui as
características faces brancas da sua congénere. Os
juvenis são acastanhados e possuem a barriga e o
peito esbranquiçados.
Abundância e calendário
Esta ave marinha é de distribuição localizada e
restrita à faixa costeira, sendo pouco comum à escala
nacional, embora de fácil observação nos locais onde
ocorre. Pode ser encontrada durante todo o ano, já
que se trata de uma espécie residente.


Onde observar
O corvo-marinho-de-crista pode ser visto regularmente em zonas de falésias costeiras.
 | | Entre Douro e Minho – muito raro nesta região, já foi registado no estuário do Minho, |
| | tratando-se possivelmente de aves oriundas das colónias galegas.
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 | | Litoral centro – situa-se nesta região o melhor local do país para a sua observação: trata- |
| | se da ilha Berlenga, onde se concentra a maioria das aves portuguesas. Ocorre igualmente junto ao cabo Carvoeiro.
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 | | Alentejo – observa-se unicamente na faixa costeira para sul de Sines, nomeadamente no |
| | cabo Sardão.
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