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Estorninho-preto
Sturnus unicolor
Um dos cenários mais reconhecíveis da nossa avifauna engloba a presença dos estorninhos-pretos em
antenas de televisão. Esta é uma alusão à sua abundância em zonas humanizadas, onde pode ser
facilmente detectado.
Abundância e calendário
Relativamente bem distribuido ao longo do território, pode ser
localmente abundante junto a algumas localidades. Trata-se de
uma espécie endémica da Península Ibérica e do sul de França,
residente, e por isso observável durante todo o ano.
A partir do final do Verão podem ser observados bandos que
reúnem dezenas ou mesmo centenas de indivíduos.
Onde observar
Fácil de observar sobretudo devido à proximidade com que se associa a ambiente urbanos. Também é comum em zonas de
montados e planicies agricultadas, sobretudo as de sequeiro.
 | | Entre Douro e Minho – facilmente observavel em locais como os estuários do Minho e do Cávado e na veiga da Areosa, |
| | onde é uma espécie comum. Também ocorre na serra da Peneda.
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 | | Trás-os-Montes – comum nesta região, sobretudo em localidades de pequena e média dimensão, sendo mais |
| | provável a detecção em locais como em Miranda do Douro, nas serras da Coroa, de Montesinho, do Gerês e do Alvão, em Barca d’Alva e no baixo Sabor.
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Identificação
Embora se trate de uma espécie facilmente reconhecível, o
estorninho pode ser confundido com o melro-preto. Apresenta, tal
como este último, o bico amarelado e o corpo escuro, embora a
cauda seja mais curta, a postura mais erecta; distingue-se pelas
patas rosadas pelos e tons esverdeados brilhantes no corpo, que é
simultaneamente mais compacto. No Inverno, apresenta pintas
claras ao longo do corpo, tornando a sua distinção face ao
estorninho-malhado bastante difícil. Ainda assim, o aspecto geral
desta ave face à sua congénere é sempre mais escuro. Os juvenis
são castanhos.
Clique na seta para ouvir as vocalizações do estorninho-preto!
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