O chamamento trissilábico de um maçarico-bique-bique em fuga é muitas vezes o primeiro sinal da presença desta espécie.
Identificação O uropígio branco, contrastando com o dorso e as asas pretas tornam este maçarico relativamente fácil de identificar. O bico e as patas são esverdeados. Quando está pousado assemelha-se vagamente ao maçarico-das-rochas, distinguindo-se pelo maior tamanho, pela plumagem mais escura e pela ausência de reentrância branca no peito. Pode confundir-se com o maçarico-bastardo, do qual se distingue pela ausência de pintas brancas no dorso e pela contra-asa escura.
Onde observar
Qualquer zona húmida costeira ou de interior é favorável à observação desta espécie.
para o interior, ocorre junto a barragens e açudes, sendo regular junto à barragem da Póvoa e na zona de Alter do Chão. Pode também ser visto na zona de Barrancos.
Algarve – qualquer zona húmida junto ao litoral é favorável à observação desta espécie, nomeadamente a ria de Alvor e
Abundância e calendário Pouco abundante mas bem distribuído, pode ver-se um pouco por todo o território, tanto em zonas de água doce (barragens, açudes e ribeiros) como em áreas de água salobra. Geralmente solitário, embora por vezes forme pequenos bandos. Pode ser visto em Portugal durante quase todo o ano, excepto num curto período de dois meses durante a Primavera: a partir de meados de Junho as observações tornam-se regulares, sendo esta uma das primeiras limícolas a regressar do norte da Europa.
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